História My Catfish - Chae Hyungwon - Capítulo 16


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Categorias Monsta X
Tags Fanfic, Hyungwon, Hyungwonnie, Kpop, Kpop Fanfic, Monsta X, Monsta X Fanfic, Wonnie
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Palavras 2.556
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


leiam as notas finais!

Capítulo 16 - It doesn't hurt


1º de Novembro de 2019, 01:05 AM

– Você vai ficar bem, garoto – ouvir alguém dizer – enquanto escutava o barulho da maca correndo hospital à dentro, Hyungwon piscou os olhos lentamente – Consegue dizer onde está sentindo dor?

Ele balançou a cabeça devagar. 

– Meu estômago dói. Ela também está machucada – quando Hyungwon fez um gesto leve em minha direção, e o homem se virou para mim – Ela é a Yeon.

– Você está bem? – perguntou.

– E-Estou – eu falei, olhando Hyungwon e, sentindo o meu coração apertado – Ele vai ficar bem... não vai? 

– Acredito que sim. 

Aquilo não foi suficiente para me deixar mais calma.

E então, eles correram com ele para dentro de uma sala, onde eu não estava autorizada a entrar junto. Mais uma vez, naquela noite, eu pedi desculpas aos céus por ter perdido a pouca fé que tinha em algo superior a nós, e rezei por Hyungwon. Por favor, tire-o dessa. Ele não tem culpa de nada disso, ele não tem. 

31 de Outubro de 2019, 12: 47 PM

Eu não bebi nada além de água naquela noite. Segurando a mão de Hyungwon sem soltar por um segundo, tentando me distrair. Eu não conseguia me divertir pensando que Eun-ho poderia estar por perto, embora estivesse tentando muito. Meus amigos estavam dançando, perdidos por todos os cantos da boate, enquanto Hyungwon e eu éramos os dois únicos sentados naquele bar desde o começo da noite. 

E eu odiava pensar que aquilo era minha culpa. 

Quando, de relance, eu o vi se levantar, fiz o mesmo, no mesmo instante. Estava paranóica, assustada, com medo de que qualquer passo em falso pudesse dar a Eun-Ho a chance de fazer o que tanto ele queria fazer. 

– Yeon-Ji. Está tudo bem. Eun-Ho não está aqui, nada vai acontecer. Se ele quisesse aparecer, já teria feito isso – Hyungwon tentou me tranquilizar, dando mais um de seus sorrisos bonitos – Eu vou procurar a Minji para ficar aqui um minuto, enquanto vou ao banheiro. 

Aniyo. Você não precisa fazer isso – murmurei, enquanto me sentava de novo – Me desculpa, eu estou com medo. Só não quero que nada aconteça com você.

– E não vai. Eu prometo voltar em no máximo cinco minutos, e se eu não voltar, você pode ir atrás de mim. 

Eu revirei os olhos ao ouvir aquilo, mas depois de cinco minutos, eu realmente fui atrás de Hyungwon. Assim que ele virou as costas e sumiu em meio às pessoas, eu comecei a contar, inconscientemente, e quando cinco minutos se passaram, meu coração começou a bater rápido, e eu senti medo. Aquele lugar não era tão grande, mas eu não conseguia vê-lo em lugar algum. Eu corri entre as pessoas, procurando por algum dos garotos ou por Minji, porque precisava pedir ajuda, precisava que alguém me dissesse que ele estava bem, em segurança, longe de Eun-ho. Depois de alguns minutos andando por toda a boate sem encontrar Hyungwon em lugar algum, comecei a ficar transtornada. Meu coração batia rápido, eu não conseguia respirar e comecei a chorar desesperadamente, perguntando a qualquer pessoa por perto se não haviam visto Hyungwon em algum lugar. 

– Onde está o Hyungwon? – perguntei a Minj, assim que a encontrar sentada em um dos sofás grandes, com um copo na mão – Você o viu? Viu onde ele foi? 

Ya, o que aconteceu? 

– Eu preciso achar o Hyungwon, eu preciso achar o Hyungwon! – eu olhei em volta de novo, tentando encontrá-lo no meio daquela multidão – Ele sumiu! 

– Yeon-Ji, você está muito nervosa, me diz o que está acontecendo! 

– Por favor, me ajude a achar o Hyungwon! Eun-ho pode estar aqui, tenho medo do que ele pode tentar!

– Tudo bem, primeiro fique calma, você não vai conseguir fazer nada assim – ela segurou meus ombros e me olhou por um momento – Vamos nos separar, pode ser? Eu vou procurar por aqui e você pode olhar lá nos fundos. Fique com o celular, se o vir eu aviso você. Ele vai estar seguro, não se preocupe. 

Sem me deixar responder, Minji se virou e sumiu no meio das pessoas para procurar Hyungwon. Eu também fiz o mesmo, me enfiando entre a multidão para procurar a porta dos fundos, empurrando quem estivesse na minha frente, sem tempo para me desculpar ou explicar a situação. Meu coração batia rápido e os olhos impetuosos de Eun-ho não me saiam da cabeça, me deixando ainda mais angustiada. Enquanto eu pedia à Deus repetidas vezes que Hyungwon estivesse bem e longe daquele monstro, empurrava as pessoas e tentava enxergar a saída daquele lugar. Assim que vi a porta vermelha indicando a saída de emergência, eu corri. Forcei a barra que a prendia e saí daquele lugar, sentindo um alívio momentâneo por estar longe de todas aquelas pessoas, mas meu coração não ficaria tranquilo até que eu encontrasse Hyungwon. Quando pisei fora da boate, ouvi um som abafado,  como um golpe. Depois outro e mais outro. E então ouvi vozes. As vozes de Eun-ho e Hyungwon, em uma discussão praticamente inaudível. 

– H-Hyungwon? Onde você está? 

– Y-Yeon-Ji… eu estou bem. Não se preocupe – sua voz saiu fraca, arrastada, e meu coração se apertou no mesmo instante. – Eu vou… v-vou resolver isso. 

Eu corri em direção a sua voz, no escuro, mas congelei no lugar quando o encontrei jogado no chão, e Eun-ho de pé em frente a ele, com um sorriso sádico nos lábios sujos. O rosto de Hyungwon estava  ensanguentado, e ele estava encolhido, com as mãos juntas sobre o tórax, parecendo sentir dor. Eu encarei Eun-ho, sentindo meu peito queimando, e não pensei duas vezes antes de entrar em sua frente e proteger Hyungwon de um chute. Eun-ho acertou uma de minhas coxas e eu precisei me ajoelhar por conta da dor, mas não baixei a guarda. Quando percebeu que havia me atingido, ele se afastou, engolindo seco e parecendo cair em si. Naquele momento, ajoelhada ali, ouvindo Hyungwon respirar lentamente, como se tentasse evitar sentir mais dor, eu rezei para que fosse tudo um pesadelo. Pedi a Deus que tirasse-nos dali. 

– Yeon-Ji, olha o que você fez! – gritou.

– O que eu fiz? Você não está mesmo dizendo isso.  

–E-Eu não queria te acertar! M-me desculpa, desculpa –  Eun-ho se aproximou, tentando me tocar, mas eu recuei. Sentia repulsa – Yeon-Ji, não foi por querer, eu não quis mesmo machucar você, eu não vi que você… 

– Não… não encosta em mim. 

– Yeon-Ji – Hyungwon implorou. Eu tentei me controlar, porque ouvi-lo falar daquele jeito doía tanto. Parecia um pesadelo. Eun-ho era o monstro escondido dentro do meu armário – V-vai embora… por favor.

Engolindo as lágrimas, eu balancei a cabeça negativamente. Eu não iria a lugar algum. Se Eun-ho estivesse planejando acabar com a vida de Hyungwon, eu não me importaria nem um pouco em morrer junto.

– Eu não vou te deixar aqui. 

– Yeon-Ji, volte lá para dentro. Isso não tem nada a ver com você, Hyungwon e eu somos adultos e vamos resolver isso como deve ser resolvido. N-Não se meta. 

Dei risada de suas palavras, mas meus olhos estavam marejados. Eu estava exausta. Só queria que uma vez, uma única vez, as coisas não fossem tão difíceis para mim ou para Hyungwon. Ele não merecia tudo aquilo. 

Ninguém merecia. 

Mesmo eu. Mesmo eu que deixei que Eun-ho se aproximasse e tomasse conta de tudo, eu não merecia.

Mas às vezes pensava que sim.

– O que você quer de mim? – eu perguntei, num sussurro, quase suplicando a Eun-ho – O que quer de mim, Eun-ho? Me ver infeliz para sempre? É isso? Você tem sempre que acabar com tudo desse jeito?

Pela primeira vez naqueles minutos, ele olhou em meus olhos. Desde a primeira vez em que Eun-ho me humilhou, quando ainda estávamos juntos há apenas algumas semanas, eu vi alguma coisa se perder dentro de seus olhos. Antes eu via algo bom. Eu sempre tentei ver algo bom, mas em algum momento Eun-ho se perdeu ali dentro, e eu não pude reconhecê-lo mais. 

– Eu quero você, Yeon-Ji… e-eu ainda gosto de você.

Por mais que aquelas palavras não significassem mais nada para mim, eu sentia o medo correr o meu corpo. 

– Então me deixa em paz! Eu não vou ser feliz com você, Eun-ho, eu nunca fui! Se você gosta de mim como diz você vai querer me ver feliz, e a pessoa que me faz feliz é ele – eu procurei pela mão de Hyungwon e a segurei, apertando seus dedos levemente – Eu não posso ser feliz com você. Hyungwon cuida de mim, me protege como você nunca fez. Ele gosta de mim… ele gosta de verdade. 

Ani – Hyungwon de repente sussurrou, e eu me virei para olhá-lo, sem entender  – Eu amo você, Yeon-Ji. 

Ele sorriu largo, mesmo com os cortes e hematomas em seus lábios e maxilar, e eu vi como aquilo parecia ser uma tortura. As primeiras lágrimas escorreram por meu rosto lentamente, e eu me esforcei para limpá-las o mais rápido. Eu precisava fingir estar forte por ele. 

– Eu sempre quis dizer isso. Não acho que seja o melhor momento – Hyungwon riu da situação, mas fez uma expressão de dor terrível – Mas eu amo você. 

– Hyungwon – murmurei, forçando um sorriso, tentando escapar de toda aquela situação – Por favor, pare de falar, por favor. Não quero que sinta mais dor. 

– Eu amo você, Yeon-Ji. Desde o primeiro dia, desde a primeira vez – Hyungwon mordeu os lábios, segurando as lágrimas que queriam escorrer por seus olhos – Eu estou tão… feliz agora que… mal sinto dor – ele sorriu, apertando meus dedos – Estou tão feliz.

Aquilo me destruiu por dentro. Hyungwon estava machucado. Como provavelmente nunca esteve antes, e mesmo assim… mesmo assim, ele continuava sendo bom para mim. Hyungwon nunca se colocava em primeiro lugar. Ele sempre pensava em mim antes de tudo, sempre preferia sofrer a me ver sofrendo, mas por que aquilo me parecia ser tão cruel? Por que eu tinha que ter colocado Hyungwon em uma posição tão difícil? Por que eu não conseguia ver algo bom naquilo tudo, sendo que a maioria das pessoas o faria?

– E-Eu sei. Eu vou ligar para alguém, tudo bem? Eles vão ajudar você, você vai ficar bem, eu te prometo. 

Hyungwon sorriu de novo. 

– Você não vai me deixar… não é? Mesmo que algo aconteça, você não vai me deixar, não é, Yeon-Ji?

– Nada vai acontecer, Hyungwon, pare de dizer isso. 

Àquela altura, eu já estava chorando como uma criança, ignorando completamente a presença de Eun-ho ao nosso lado. Eu não tinha certeza sobre o estado de Hyungwon, não sabia o que havia acontecido antes que eu aparecesse, e estava preocupada. Ele começou a respirar mais devagar, e quando piscava os olhos, eles praticamente não se abriam mais. Seu rosto estava muito machucado, e pela posição em que ele ainda estava, eu presumi que Eun-ho o tivesse atingido várias vezes no abdômen. 

– Eu só não quero… decepcionar você. Me desculpe. 

– Eu vou chamar alguém, por favor, não diga mais essas coisas – tirando o celular do bolso, eu me virei para olhar Eun-ho, mas ele não estava mais por perto. O nome de Minhyuk se acendeu na tela, e eu atendi o mais rápido que pude – Minhyuk, por favor, chame uma ambulância – eu implorei, chorando mais – Hyungwon está machucado, nós estamos nos fundos desse lugar, p-por favor, peça ajuda, traga os meninos.

– Como assim machucado? O-Olha, esqueça, nós estamos indo, não se preocupe, está bem? 

Depois de desligar o celular, eu voltei a prestar atenção em Hyungwon. Me ajeitei ao seu lado como pude, e depois coloquei sua cabeça em meu colo, tentando deixá-lo um pouco mais confortável, mesmo que isso parecesse quase impossível naquela situação. 

– Pronto – eu disse, forçando um sorriso – E-Eles já estão vindo, você vai ficar bem, eu te prometo. Consegue me dizer onde dói? Onde está doendo, hm? 

– Meu corpo inteiro dói. Mas eu não me importo… Eun-ho machucou você? Quando você… apareceu.

Ani, ani, não se preocupe. 

– Eu quero dizer de novo. Eu posso? Você não se importa em escutar? – Hyungwon perguntou, sorrindo de novo, e eu balancei a cabeça – Eu amo você, Tessa. 

Eu achei que ficaria feliz quando Hyungwon dissesse aquelas três palavras. Mas naquele momento, vendo-o sentir tanta dor e observando seu rosto bonito coberto por rastros de sangue e hematomas escuros, tudo o que eu conseguia sentir era culpa. E eu sabia, eu sabia que a culpa não era minha, mas não podia evitar pensar que se não fosse por mim, Eun-ho jamais tocaria em Hyungwon. Nas últimas semanas, eu vinha pensando tanto nisso. E se Hyungwon e eu não tivéssemos nos conhecido naquela noite? E se não tivéssemos virado melhores amigos? Como seria? O que ele estaria fazendo se não estivesse ali? Provavelmente pensando no futuro pelo qual ele sempre teve tanto cuidado, estudando, se dedicando inteiramente à faculdade. E eu só estraguei tudo isso. 

– Você é a única razão para eu não ter desistido ainda – eu confessei, enquanto meu coração se despedaçava em milhares de pedaços dentro do meu peito. 

Os olhos de Hyungwon pareceram ficar preocupados no instante em que eu disse as últimas palavras. Eu não queria explicar. Não me orgulhava dos meus pensamentos, pelo contrário. Eu sentia tanta vergonha.

– Do que você está falando? 

Depois que Eun-ho voltou, foi como se um gatilho em mim fosse ativado novamente, mas com mais força. Eu não podia evitar pensar nos problemas que Hyungwon tinha por minha causa ou em como eu o tinha machucado e continuava machucando, mesmo sem querer. Às vezes eu queria sumir. Queria não existir, queria desaparecer para sempre. Mas isso também faria Hyungwon sofrer, e eu voltava à estaca zero outra vez. Tudo o que eu fizesse, direta ou indiretamente, acabaria fazendo alguém sofrer. Esse alguém também poderia ser eu. Eu também quis acabar com tudo para não precisar sentir toda essa dor.

– Nada. Não é nada. Por favor, fique acordado – eu pedi forçando outro sorriso – Estão vindo ajudar você.

1º de Novembro de 2019, 01:48 AM

Eu nunca me perguntei o porquê de ter simplesmente deixado de acreditar que Deus existia. As coisas simplesmente aconteceram, e eu acho que ele deixou de ter importância. Eu não tinha nenhuma história de um milagre ou de algo que de tão incrível só pudesse ser associado à ele, é sempre que ouvia algo de alguém próximo, me perguntava o motivo de nunca ter sido comigo. Porque às vezes, Deus parecia mesmo existir para os outros, mas não para mim. E pode ser egoísmo, mas eu só queria um sinal para saber que ele se importava. Ou que existia de verdade.

Mas naquela madrugada, eu precisava acreditar que alguma coisa além de mim poderia salvá-lo daquele pesadelo, porque eu não queria deixar Hyungwon. Então, enquanto todos os outros conversavam baixo no canto da sala de espera e tentavam explicar aos dois policiais que eu não tinha força alguma para lidar com um processo de queixa naquele momento, eu juntei minhas mãos e pedi por Hyungwon outra vez. Se Deus existisse de verdade, era aquela a hora de ele aparecer e tomar as rédeas da situação. De nos salvar.

Eu não estou pedindo por mim. Eu não quero que você me ajude, mas ajude Hyungwon. Por todas as vezes que eu não tive coragem de pedir por algo, por favor, só dessa vez, faça alguma coisa. Eu só quero que ele esteja bem. Eu só preciso que ele esteja bem. 



 


Notas Finais


oi! eu sei que eu demorei com o capítulo, então por favor, me perdoem. com tudo o que aconteceu nos últimos dez dias, eu não tinha cabeça para fazer nada, e ainda que esteja muito focada no assunto, precisava voltar com as atualizações para me distrair um pouco. como vocês estão? eu fiquei desesperada nos primeiros três ou quatro dias, mas agora sinto que as coisas vão voltar para o seu lugar e tudo vai acabar bem. espero que se sintam assim também. também quero agradecer por todos os comentários na última atualização, e POR FAVOR, não se sintam obrigados a comentar ou favoritar os capítulos, só apareçam de vez em quando para me dizer se estão gostando, o que acham? o capítulo de hoje foi um pouquinho difícil de escrever, mas eu espero do fundo do meu coração que vocês gostem. estamos quase finalizando My Catfish, e eu já estou escrevendo outra fanfic com o Hyungwon, e devo começar a postá-la em breve aqui. por hoje é isso. continuem lutando pelo wonho e pelos meninos!

edit1: vi muita gente em dúvida sobre o catfish, então aguardem mais um pouquinho, porque vou esclarecer tudo no próximo capítulo!

vejo vocês na próxima atualização!


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