História My Chinese Lawyer - Capítulo 9


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags Bambam, Choi Youngjae, Got7, Jackson Wang, Kim Yugyeom, Kpop, Mark Tuan, Mistério, Park Jinyoung, Policial, Romantico, Shoujo, Simon Dominic, Suspense, Wang Jiaer
Visualizações 17
Palavras 2.971
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estou sem internet e aproveitei para postar logo o capítulo, por isso, o próximo também vai ser grandinho.
Espero que gostem🐣💕💕

Capítulo 9 - Novas pessoas, novas decisões


— Então, vamos do início novamente, sim?

Jinyoung insistiu em tentar começarmos de novo e aqui estou eu. Não sei se minha expressão entrega que confiança é algo que ele não terá de mim, mas pelo menos podemos evitar mais estresse no trabalho.

— Primeiramente, há algo que queira me perguntar? — ele começa.

— Com sabe sobre minha história e minha família?

— Senhor Wong parece ter muito orgulho de você, enquanto estava chegando ele fez questão de falar um pouco sobre você, mas acabou sendo um pouco demais. Acabei me enraivecendo quando ouvi sobre o que seus pais fizeram com você e não medi minhas palavras corretamente, peço perdão.

— Então, você não sabe sobre S/N?

— A garota da cafeteria? Wong disse que seria bom para você se relacionar com ela mas ele acredita que nesse ritmo, nenhum dos dois irá tomar a dianteira e se declarar primeiro.

— Tomar a dianteira?

— De acordo com ele, "os dois sempre se olham com cara de bobos idiotas e nunca demonstram que o que sentem é recíproco." — repetiu forçando a voz para ficar parecida a do senhor Wong.

— Não é recíproco, somos apenas conhecidos, uma relação de advogado e cliente.

— Sei.

Algo assola minha mente, não me lembro em falar sobre minha vida com o chefe em momento algum. Mas não posso tirar conclusões precipitadas agora, ele sempre conversou com JB e minha mãe, muitas vezes em minha ausência. Nossos pratos chegaram e abrimos espaço na mesa.

— Acho que deixei uma má primeira impressão, não é?

— Não é qualquer um que fala sobre as tragédias de minha família com um tom de ameaça e se preocupa com a impressão que deixa.

— Olha, eu realmente sinto muito, fiquei furioso com as ações de seus pais em te abandonarem e mandarem você para outro país sem nada.

— Não preciso dos seus sentimentos, pelo visto, Wong não lhe contou a verdadeira razão.

— Então, por que eles fizeram isso?

"Sacrifique-se e a vida dar-lhe-á bons resultados", meus pais estavam sofrendo, o dinheiro estava escasso e o país numa crise terrível. Meus pais usaram todo o dinheiro que restou para me mandar para cá antes de começarem a trabalhar numa fábrica de carvão. Quando cheguei, dei uma carta para um dos guardas que estavam espalhados pelo aeroporto e me encaminharam até uma sala onde fiquei esperando para ser autorizado a sair, e então uma moça do orfanato me levou, foi quando um tempo depois, a mãe de JB foi visitar o local e me encontrou.

— Foi preciso.

— Então você não guarda ressentimentos de seus pais.

Xìnrèn.

— Perdão? — ele para de comer para ouvir novamente.

— Xìnrèn. Confiar que o amanhã será melhor e mais colorido, e que no dia seguinte será ainda mais. Mesmo que em meu país tudo estivesse coberto de cinzas, eu ainda podia ver as cores por debaixo. Xìnrèn, a esperança de que, se não foi hoje ou não for amanhã, um dia será.

— Você diz isso à sua filha? Parece com o que um pai como você diria.

Abaixo a cabeça para comer mais um pouco apenas lembrando dos olhos esperançosos de Ming todos os dias quando a lembro sobre isso.


Ω


— Sim, mãe.

— Você está ocupado, querido?

— Na verdade, não. Vou sair mais cedo do trabalho, precisa de alguma coisa?

— Gostaria que viesse até aqui.

— Certo, vou me preparar e chego daqui a pouco.

Desliguei o celular vendo que havia apenas dez por cento da bateria. Suspirei fundo fechando os olhos e tentando relaxar por alguns segundos. Fui até minha mesa e peguei as chaves do carro, coloquei alguns papéis para organizar dentro da pasta e saí da sala. No corredor, percebo que o sol brilha mais intensamente, não vai demorar muito para se pôr. Quando chego ao estacionamento, desativo o alarme do Coupe vermelho que faz seus faróis piscarem por um segundo, abro a porta do motorista jogando a pasta e o celular na cadeira do passageiro e por fim me sento fechando a porta. Dou ignição e coloco as mãos no volante de superfície macia, o girando para a direita enquanto acelero minimamente até sair da vaga.

Depois de demorados vinte minutos chego na casa de minha mãe, aperto a buzina três vezes e não demora para ser recebido. Minha criança vinha correndo com um biscoito na mão e sua boca cheia de migalhas e gotas de chocolate, minha mãe logo atrás com o seu belo sorriso em seu rosto.

— Que bom que chegou em segurança, meu filho querido.

— Papai, você veio mais cedo hoje?

— Sim, querida, o trabalho hoje estava um pouco parado.

Entramos e fechei a porta, fomos até a sala de estar e me sentei no sofá me permitindo relaxar o corpo. Ming volta para a mesinha de centro onde está um pote grande com mais biscoitos e um copo do mesmo tamanho com suco.

— Do que precisa, mãe?

— Um amigo está a caminho da Coréia, e ele é uma ótima babá. Pensei se você não quisesse deixá-lo cuidar de Ming, eles com certeza se dariam muito bem.

— Mãe, fico preocupado em deixá-la com um desconhecido. Não.

— Não se preocupe, ele vai morar aqui na mesma rua que nós, conheço ele há anos, cuidei dele quando criança. Você vai conhecê-lo e vai gostar dele.

— E quando ele chega? — Disse suspirando.

— Amanhã de manhã. Está vindo de Bangkok.

— Tailandês?

— E muito bonito. Pelo menos, vamos ao aeroporto, quero recebê-lo calorosamente e você pode conhecê-lo.

— Tudo bem.


S/N

— No que posso ajudar?

— Quero um Latte médio e uns biscoitos amanteigados, por favor.

— Certo, já estou levando.

Vou até a cozinha buscar os biscoitos quentinhos quando encontro Simon ao telefone.

— Sei disso, mas o que eu posso fazer? Não tenho poder nenhum.

Fingi não estar escutando nada, mas na realidade, eu estava preocupada, já sabia do que se tratava.

— Eu não vou. — desligou o telefone o colocando no bolso traseiro e vindo até mim. — eu levo.

— Mesa dois.

Quando Simon voltou para trás do balcão, pensei ser um bom momento para questionar sobre a ligação.

— Então, era sua tia novamente? — ele apenas assentiu com seu rosto cansado de uma noite mal-dormida — Você realmente não vai? Seria bom pelo menos uma única visita, não vai matar ninguém.

Há muito tempo, a mãe de Simon teve desavenças com ele, o expulsou de casa após acusá-lo de roubo e manipulação. A verdade é que ele não havia feito nada disso, mas a senhora estava num estado de demência. O pior foi quando disse palavras duras para ele como "você deveria ter morrido naquela maca de hospital" e isso foi a gota d'água para Simon. Quando ficou doente e o diagnosticaram com uma doença rara e grave, decidiram que uma cirurgia seria a única opção, porém, todas as outras três pessoas no mundo com essa doença morreram na mesa de cirurgia e a mãe de Simon não permitiu que isso acontecesse e recusou a cirurgia. Simon estava esperando a morte.

Muito debilitado em uma noite de Natal, não podia se mexer, falar, ouvir ou comer, e mesmo que muitos médicos do país ou do continente tenham o visitado, nenhum descobriu uma melhor forma para curá-lo. Mas por um milagre, não aqueles que insistem em mascarar a ciência e trabalho duro de muitas pessoas com essa simples palavra, mas um verdadeiro e genuíno milagre, naquela noite, Simon falou, estava sentindo fome e queria se alimentar, tentou se sentar mas não o conseguiu, e ninguém o julgou, apenas no fato de conseguir pronunciar palavras e sentir necessidade de comida já tornou aquele momento uma comemoração, e preparam um banquete para uma pessoa já considerada morta.

Após ouvir de sua própria mãe que aquele milagre não deveria ter acontecido, Simon entrou em depressão. Os dias se passaram e as tentativas de tirar sua vida se tornaram rotineiras, mas nunca conseguiu, realmente não era para ele morrer. Agora que a senhora está em uma maca de hospital prestes a alcançar o que ele nunca conseguiu, se recusa a vê-la.

— Eu não vou até lá.

— Oi gente. — Jackson aparece com um brilho indescritível. — Por favor, o de sempre.

— Ah, Jackson, será que poderia fazer um favor?

— Claro, do que precisa?

— Leve Simon até o Hospital Hankook, ele precisa visitar uma pessoa.

— Então vamos, deve ser importante. Venha.

Jackson conhecia a teimosia de Simon e não esperou para puxá-lo pelo antebraço. Depois de me certificar de que Simon havia entrado no carro, fui arrumar algumas coisas no balcão.


Assassino

Hoje é a primeira vez que sinto um sossego no trabalho, nunca imaginei que realmente teria um dia tranquilo aqui. Infelizmente essa tranquilidade se dissipa quando um idiota começa a falar alto.

— Mas você tem que ir!!!

— Eu já disse que não vou!

— E eu disse à S/N que o traria aqui. Você precisa fazer isso, agora!!

— Não!!!

Fui até as duas crianças-adultas e respirei pronto para receber o sossego novamente.

— Com licença, vocês não podem gritar aqui.

— Peço desculpas. — O rapaz de músculos e penteado bem feito pronunciou, enquanto o que estava com um uniforme se virou e aproveitou o momento para ir embora. — Simon Dominic, volta aqui!!

Voltando para a recepção, uma mulher vem até mim. Com desespero em seu rosto, segura firme em meus cotovelos e começou a pronunciar em meio ao choro.

— Por favor, por favor ajude meu filho, eu imploro!

A sigo até uma maca e no monitor os números estavam uma loucura, claros sinais de hipóxia. É apenas uma criança, não merece morrer agora.

— Traga o azul de metileno e uma toalha, depressa. 

Peguei uma pequena lanterna e tentei visualizar sua garganta, se algo estava errado era lá. Sua traquéia estava fechada, não podia ver o que era mas eu iria tirar. A enfermeira trouxe a toalha e quase agressivamente a peguei de suas mãos, ele estava sofrendo há uns minutos e em dois iria morrer. Levantei suas costas com a toalha em sua boca.

— Garoto, mexa os dedos dos pés se a resposta for não! Consegue forçar e cuspir? Olhei diretamente para seus pés e seus dedos se mexiam desesperadamente. — Aplique o azul de metileno. Escute, garoto, vou segurar sua cabeça e coloca uma pinça em sua boca, se esforce para não se mexer demais, sim? 

Olhei para seus pés e seus dedos estavam parados, era um sim. Coloquei um objeto acolchoado em seu rosto e com as fivelas o prendi atrás da maca, sentado, ele tentou o máximo não se mexer demais, o azul de metileno ajudaria a levar oxigênio às células e amenizar a hipóxia. Com uma pinça cirúrgica com uma câmera na extremidade e uma lanterna, cheguei até o local e vi o que parecia ser uma moeda dourada, mas quando o agarrei com a pinça, o material parecia mole demais. Puxei e o garoto começou a respirar novamente. Analisei o material e era uma moeda de chocolate, poderia se desfazer com a saliva mas uma das faces da embalagem não havia sido tirada e impedia que o chocolate saísse de sua forma.

— Ah, meu filho! Muito muito obrigada, doutor, você salvou meu filho.

— É meu dever, ele é jovem demais, não merece morrer, muito menos dessa forma. Enfermeira, deixo o resto com você.

Saí da ala e fui para a sala de descanso, me sentei em um dos puffs enormes e relaxei fechando os olhos.

— Está cansado?

Ouvi a voz de uma outra enfermeira.

— Sim, com certeza.

— Vou deixá-lo descansar. Até amanhã, doutor.


S/N

— Com licença.

Ouvi uma voz familiar e me virei para o balcão.

— Ei, eu te conheço de algum lugar. — falei.

— Pensando bem, eu também.

Pensei um pouco e forcei minha memória para lembrar onde o tinha visto antes. Quando uma lâmpada acendeu em minha cabeça.

— Ah, no zoológico, eu esbarrei em você sem querer. Para compensar pode escolher o que quer e vai ser por minha conta.

— Não, não precisa, eu pago. Quero um caramelo macchiato, por favor.

Fui para o balcão onde estava a máquina e comecei a preparar a bebida com caramelo extra. Quando pronto, levei até Mark que estava sentado no mesmo balcão. Ele experimentou e pareceu que pequenas estrelas se formaram em seus olhos, fiquei admirando sua pureza e simplicidade quando o Coupe vermelho chamou minha atenção através da porta de vidro.

Jackson e Simon chegaram como se tivessem brigado em algum momento. Me pergunto por que tenho a sensação de que já sei qual o motivo.

— Ele não quis ir, se arrastou como uma criança birrenta para fora do hospital. — Jackson o entrega sem mais nem menos.

— Tem algo a dizer, Simon Dominic?

Pergunto com desconfiança. Assim que Mark termina sua bebida, vem até mim e paga com duas notas, insisto em pagar por ele mas não dá certo, se despede e vai embora.

— Bom, preciso levar minha mãe até o aeroporto, até mais tarde.

— Tchau, Jackson, obrigada! E você — aponto para Simon — seu castigo será lavar toda a louça.


Jackson Wang

Entro no carro e vou até a casa de minha mãe, no caminho, recebo uma ligação.

— Wang.

— É o Jinyoung, onde posso encontrar Sunmi? Preciso levar alguns papéis e ela me entregar alguns outros.

— Sala 201, no andar seguinte. Se não estiver lá, deve estar na biblioteca.

— Mas a biblioteca é extensa.

— Ela não tem lugar preferido. Boa sorte na busca.

Desligo e viro a esquina estacionando em frente a casa. Vou até a porta e abro com a minha chave. Minha mãe e Ming já estavam prontas, abracei as duas e fomos para o carro.

Chegando no aeroporto, vi várias pessoas não só nativas mas muitas estrangeiras, minha mãe recebeu uma ligação e deduzir ser o tailandês.

— Certo, já estamos indo. Ele está no portão um.

Dirigi o carro em direção ao primeiro portão e lá estacionei. Saímos do carro e já pude ver alguém que tinha cara de ter Kunpimook Bhuwakul como nome.

— BamBam!!

— Tia Im!!

Os dois correram e se abraçaram forte, então minha mãe começou a acariciar suas bochechas e verificar seu rosto como faz quando eu ou JB ficamos com machucados. Ming vai até os dois e BamBam não perde tempo, fica totalmente bobo em sua presença e começa a brincar com ela, se apresenta e ri da dificuldade de Ming em pronunciar seu nome. Ele já a cativou. Com o porta-malas aberto, finalmente vou para me juntar aos três.

— Este é meu filho, Jackson.

— Prazer, Jackson.

— O prazer é meu, Kunpimook.

— Pode me chamar de BamBam, não precisa ser formal.

Peguei uma de suas duas malas e fomos até o carro, coloquei uma e abri espaço para ele colocar a outra, fechei e entramos no carro. Depois de minutos ouvindo Ming e BamBam conversando no banco de trás, finalmente chegamos na rua da casa de minha mãe e paramos duas casas depois. Descemos e peguei uma das malas fechando o porta-malas depois de ele pegar a outra.

— Sejam bem-vindos!

Disse abrindo a porta da casa. De início entramos num pátio com um pequeno jardim, quando entramos realmente na casa. Estava vazia, ele ainda iria arrumar tudo, algumas caixas e pacotes de todos os tamanhos estavam isoladas num dos cantos do que parecia ser uma sala de estar. No próximo cômodo estava a cozinha e enfim uma suíte, onde também tinham caixas e pacotes.

— Pode deixar a mala aqui.

Coloquei a mala ao lado da outra e respirei fundo.

— Vamos, meus queridos, vou fazer o almoço.

Fomos todos para fora em direção à casa de minha mãe. Quando chegamos em frente a porta recebo uma ligação.

— Sim?

— É a Sunmi, podes vir até aqui, por gentileza? Preciso do teu auxílio.

Desligo e coloco o celular no bolso.

— Me desculpe mãe, Sunmi precisa de mim.

— Certo, vá, vá. Vou cuidar de tudo.

— Tchau filha. — dou um beijo em sua testa. — foi um prazer, BamBam.

— Igualmente!


Simon Dominic

Pensei muito no que S/N disse. Mesmo que eu não esteja bem com minha mãe, ela ainda é minha mãe. Não sei muito bem o que pensar agora que estou no meio do salão do hospital, eu poderia dar meia volta e sair pela porta da frente, ou subir e encontrar seu quarto. Eu não quero mais me envolver com ela mas S/N me disse coisas que me fizeram vir até aqui, o problema é que eu posso simplesmente fingir não ter ouvido nada e seguir minha vida, mas uma fisgada em meu coração me faz não ir por esse caminho. Estou quase dando meia volta quando esbarro em um dos médicos.

— Me desculpe — vejo seu crachá para saber seu nome — doutor Kim.

— Não se preocupe, está bem?

— Sim e não. Mas é problema meu, não posso jogá-los em você como se fosse resolver. Agora, se me der licença...

— E se eu puder resolver?

Naquele momento, ergui minha cabeça e finalmente vi seu rosto. É o doutor que nos repreendeu mais cedo, enquanto eu e Jackson discutimos no meio do hospital. Seu rosto era realmente bonito e de expressões firmes, parece ser bem jovem mas experiente no que faz. Seus olhos pareciam varrer minha alma, e com certeza, ele tinha algo que sua face escondia mas suas íris revelavam à quem as sabia ler. Contaminadas, pesadas, focavam firmes e ao mesmo tempo fracas, como se dois pares de olhos distintos em um só, nunca vi algo assim em toda minha vida, nem em minha antiga carreira perigosa.

— Como?


Notas Finais


Hihiihih tomei todo cuidado possível na hora de escrever o pov do assassino. Vocês tem ideia de quem seja? Hihihiih

Espero que tenham gostado e até o próximo capítulo!!🐣👑


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