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História My Clarity - Capítulo 7


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Notas do Autor


Olá, amores! Perdoem o atraso, infelizmente não deu para atualizar a história até a segunda-feira passada por conta da faculdade, mas aqui estou com um dos meus capítulos favoritos. Espero que gostem tanto quanto! Muito obrigada pelos novos favoritos e a ~CinnamonGurl~ por sempre comentar, vocês deixam meu coração quentinho ♥

No mais, boa leitura e até lá embaixo!

Capítulo 7 - Meu Vício


Fanfic / Fanfiction My Clarity - Capítulo 7 - Meu Vício

Batidas na porta.

Mais batidas.

O cabelo havia se soltado do coque frouxo que fizera na noite anterior e espalhava-se no travesseiro. Aquilo ali estava confortável e... frio demais. Muito frio. O cobertor cinza e o moletom surrado de Alex definitivamente não foram suficientes para protegê-la de uma quase sensação hipotérmica.

Mais batidas e vozes.

Dro-ga!

Ela ainda estava com sono, não era justo precisar acordar tão cedo assim... Era muito cedo, não é mesmo? Ok, estava completamente enganada. Compeliu o seu cérebro a obedecer a seus próprios comandos e com certa dificuldade, abriu os olhos lentamente. Ellis ainda dormia profundamente ao seu lado. Sorriu. Ainda podia ouvir com clareza a chuva lá fora e notar as gotículas de água escorrerem na parte externa da janela. O sol pareceu se esquecer de despertar esta manhã e mesmo com o céu cinzento tomando conta de Seattle, a pouca claridade que adentrava o quarto fora o suficiente para fazê-la cerrar os olhos nos primeiros instantes. Distribuiu os travesseiros ao redor da filha para impedir que ela caísse da cama e ajustou melhor o cobertor. Ellis costumava ser inquieta quando dormia sozinha e a que mais acordava no meio da noite a sua procura. Sendo assim, muito provavelmente não demoraria para acordar.

Toc-toc.

– Mamãe, está na hora de levantar-se.

Zola a chamava baixinho.

Avistou o relógio de cabeceira que marcava 7:43. Merda. Tinha dormido demais. E só então recordou-se de que havia uma árvore caída no jardim da sua casa que a impedia de sair e logo, impedia Andrew Deluca também. Ou seja, ou o universo resolveu ser gentil consigo uma vez na vida e feito os bombeiros retirar a árvore do meio do caminho sob uma tempestade que se recusava ir embora ou o seu residente ainda se encontrava muito perto.

Perto demais.

As lembranças das últimas horas começavam a invadir seus pensamentos e causava-lhe arrepios por todo o corpo. Afastou-os com todo o auto controle que conquistou após uma tranquila noite de sono. Sim, ele não esteve presente no seu subconsciente, arrancando-lhe suspiros em seus sonhos, talvez por estar presente mais do que o suficiente na realidade.

Foco, foco, Meredith, pelo amor da ciência.

– Mamãe, tem uma árvore na entrada da nossa casa e o Bailey insiste em querer tirá-la de lá.

Riu.

Bailey sonhava em se tornar bombeiro quando crescesse e agora lhe parecia um excelente momento para testar suas habilidades, se não fosse uma total loucura.

Levantou-se, por fim.

Calçou suas pantufas de panda que havia ganhado das meninas em seu último aniversário. No fundo ela sabia muito bem que ambas tinham convencido Maggie e Amelia a irem ao shopping e comprarem exatamente o que elas escolhessem. E a escolha fora um par de pantufas confortáveis com rostinho e orelhinhas de panda.

Adorável.

Passou as mãos no cabelo a fim de controlá-lo, já que não tinha encontrado a xuxinha que o prendia durante a noite, escovou os dentes e abriu a porta, olhando para baixo.

– Bom dia, Zozo. – bocejou.

– Eu disse a ele que é uma péssima ideia. Mas ele é tão teimoso! – ela estava de braços cruzados e com a cara emburrada. – Bom dia, mamãe.

Abaixou-se para ficar na altura dela.

– Ele só está empolgado com a ideia de ser bombeiro. – sorriu, acariciando sua bochecha e beijando-a em seguida. – Vou conversar com o seu irmão, tudo bem?

– Certo. – desfez a carranca e puxou a mãe pelo braço. – Vamos, tem café da manhã.

– Tem o quê? – falou um pouco mais alto com os olhos arregalados.

– O Andrew fez o café da manhã. – disse com naturalidade.

– Ele fez?

– Sim e está uma delícia.

– É?

– Quantas perguntas, mãe! Vem logo. – a puxou praticamente correndo escada abaixo.

– Bom dia, Meredith.

– Você fez o café da manhã?

Observava boquiaberta a mesa repleta de coisas. Bolo, panquecas, waffles, cereal, bacon, ovos, café e suco. Nunca sua cozinha cheirou tão bem assim e quase deu para ouvir sua barriga roncar.

– Sim, espero que não se importe por eu ter mexido em suas coisas.

– E não é somente café e cereal. – ela estava completamente em transe.

– Imaginei que as crianças acordariam cedo e como estamos presos aqui, ficar com fome não seria uma opção.

– Você realmente cozinha.

– Mas eu posso tirar a árvore do caminho.

Virou-se para ver um Bailey parado ao lado da porta da entrada, olhando atentamente a árvore no lado externo. Meredith foi até ele, abaixando-se novamente.

– Eu quero ser bombeiro, mamãe.

– Eu sei, meu amor.

– Então por que não posso tirar a árvore do caminho com o equipamento de brinquedo que o tio Ben deu?

– Sabe como mamãe se tornou cirurgiã, Bailey?

O menino franziu a testa, parecendo confuso com aquela conversa que somente deveria girar em torno do seu desejo em se tornar bombeiro futuramente.

Mas mesmo assim balançou a cabeça em negação.

– Tive que fazer faculdade de medicina por cinco anos e depois internato e residência no hospital Grey-Sloan.

– Tudo isso?

– Sim, foram cinco anos de faculdade, um ano de internato e cinco anos de residência.

Ele começou a contar os dedos das próprias mãos.

– Onze anos estudando?

– Exatamente.

– É muita coisa. Deve ter dado preguiça na senhora.

Meredith riu.

– Muita preguiça, mas a mamãe sempre amou o que faz, então valeu a pena.

– O que isso significa?

– Que para você se tornar bombeiro, precisa antes passar por uma série de aprendizados ou então pode acabar se machucando ou machucando alguém. É como uma escola de adultos. – fez uma pausa. – O tio Ben também fez parte dessa escola para hoje ser um bombeiro e ajudar a salvar vidas.

– Vai demorar muito para eu ser um adulto também?

– Espero que sim, porque significa que eu vou poder continuar fazendo a hora das cócegas. – piscou para ele que entendeu e logo saiu correndo em direção à cozinha. – Não vale correr, isso é trapaça.

O alcançou, pegando-o no colo e girando-o, causando-lhe cócegas e gargalhadas.

Andrew não pôde deixar de rir também ao ver Zola entrar na brincadeira e ser pega no colo ao mesmo tempo.

– Agora vamos comer que a barriga da mamãe está reclamando. – disse, colocando-os no chão e puxando uma cadeira para si.

– Você é surpreendente, dra. Grey. – arrepiou-se ao ouvi-lo falar tão baixo e a poucos centímetros de distância do seu rosto.

– Obrigada pelo café da manhã. – mudou de assunto, ignorando a clara provocação dele. – Estou me sentindo em um hotel cinco estrelas.

– Nessas horas eu não sinto falta do cereal. – Zola comentou.

– É mesmo, mocinha?

– Claro, mãe. Nós temos que escolher entre o cereal ou a panqueca quase queimada da senhora.

– Zola!

Andrew riu alto, sentando-se à mesa também, ao lado de Bailey.

– A senhora é uma péssima cozinheira.

– Eles são seus filhos ou inimigos? – ele brincou.

– Acho que vou acrescentar essa informação na certidão de nascimento de cada um. – fez um biquinho, fingindo estar indignada.

– Bom dia, ursinho. – a figura sonolenta e pequena de Ellis adentrou a cozinha, toda descabelada.

– Bom dia, princesa! – com um sorriso, Andrew esticou os braços ao ver que ela estava indo em sua direção.

– Eu não ganho bom dia não?

Meredith estava surpresa pela conexão imediata entre ambos. Nunca vira Ellis demonstrar afeto por alguém tão rápido assim e ficava claro pela forma como Andrew a tratava que era o mais recíproco possível. Isso lhe assustava, afinal, a recente aproximação que tivera com o residente era momentânea. Não pretendia prosseguir com qualquer que seja o envolvimento além do profissional com ele e se bem conhecia a caçula, ela não a deixaria sossegada até extinguir toda a bagagem de brincadeiras que o italiano tivesse em mente.

– Bom dia, mamãe. – coçou os olhos, já nos braços dele. – Bom dia, Zola e Bailey.

Os irmãos a responderam em uníssono.

– Sabiam que o Andrew é mágico?

Ficaram atônitos.

– É verdade? – Bailey quis saber, curioso.

– Sou sim. – respondeu todo orgulhoso.

– Pode me ensinar um truque? – foi a vez de Zola se interessar.

– Quantos vocês quiserem.

Ela os observava em silêncio, mas com um sorriso no rosto por vê-los tão confortáveis na presença dele.

Por que aquilo, de repente, parecia relevante em sua mente?

Continuou a se servir com uma panqueca, ovos e suco de laranja.

– Nós não vamos à escola hoje, mamãe?

– Não, Bailey. Mesmo que conseguíssemos sair de casa com aquela árvore atrapalhando o caminho, está muito perigoso lá fora por causa da tempestade.

– E a Feira das Nações?

– Esse é o protocolo, filha. As aulas são suspensas em dias como este e aposto que recebi um e-mail comprovando isso. Provavelmente será remarcada.

Zola assentiu.

– E os brigadeiros?

– A gente pode devorá-los como sobremesa no almoço e depois, se a mãe de vocês deixar, posso fazer tantos outros quando a Feira de Nações for remarcada.

Ela fitou a mãe como se pedisse permissão e Meredith balançou a cabeça positivamente, olhando em seguida para Andrew.

– Promete? – Zola o encarou também.

– De mindinho.

– Obrigada, Andrew.

– Então isso significa que iremos nos divertir pelo resto da manhã? – Andrew sugeriu, um pouco receoso pelo que Meredith acharia disso, retribuindo o olhar intenso e reflexivo que ela parecia manter sobre si.

– A gente pode, mãe?

Ellis perguntou, saindo do colo dele e sentando-se ao lado da irmã.

– Você não sabe como eles podem acabar com todo o estoque de disposição que habita aí dentro.

Meredith levantou-se para colocar o cereal de Ellis. Era seu prato preferido no café da manhã.

– Eu não me importo. – deu de ombros.

– Muito maneiro!

Bailey saltou da cadeira e começou a pular, seguido por Ellis e Zola que vibraram também.

Permaneceram em silêncio por alguns instante e as únicas vozes audíveis eram as das crianças conversando entre si. Andrew admirava cada minucioso detalhe da mulher ao seu lado. Os cabelos caindo pelos ombros de forma desajeitada e as mangas do enorme casaco sendo afastadas por ela a cada vez que levava o garfo com um pedaço de panqueca à boca. Era desconcertante observá-la de forma tão íntima. Estava adorando cada detalhe que descobria sobre ela, sobretudo, o lado mãe. Vê-la brincar com as crianças, gargalhar junto delas e até mesmo a conversa que a ouviu tendo com Bailey lhe causava euforia. Cada face de Meredith Grey era uma incógnita que ele torcia para ter a chance de desvendar.

– Entrei em contato com a Bailey para saber de Cece e como estão as coisas no hospital.

Resolveu quebrar o silêncio entre eles.

– Como ela está? Estou mesmo preocupada com o quadro dela e dos meus outros pacientes.

– Bailey informou que até o momento ela está estável e disse para que não se preocupasse.

– Me sinto de mãos atadas aqui.

– Eu entendo.

Ela tomou o último gole do suco em seu copo e parou um segundo para encará-lo novamente.

– Você anda fazendo muitas promessas.

– Eu nunca ousaria não as cumprir.

– Hum. – desviou o olhar.

– Daria tudo para saber o que está passando por sua cabeça neste exato momento.

– Pois ficará sem saber. – sorriu, debochada e levantou-se.

– Posso lidar com isso. – a seguiu até a pia, parando ao seu lado. – Irei ajudá-la.

Os braços roçaram um no outro, fazendo-a arrepiar-se pela segunda vez naquela manhã e virou, ficando de frente para ele de braços cruzados.

– Não me olhe assim.

– Assim como?

– Como se quisesse me ver nua. – disse num murmuro.

– Não é uma má ideia. – ele provocou, inclinando a cabeça, como sempre costumava fazer.

– Isso nunca vai acontecer.

– Tem certeza disso, dra. Grey? – perguntou, aproximando-se mais um pouco.

– Absoluta certeza.

– Vou pagar para ver. – deu uma piscadela, voltando-se para os pratos na pia e indo colocá-los na lavadora.

– Você é tão convencido que irrita. – bufou.

– Obrigado.

Ela foi até as crianças e todos já tinham acabado o café da manhã. Pediu para Zola ligar a TV da sala e ficarem assistindo depois que escovassem os dentes. Os quatro mantinham um acordo que nem sempre funcionava: cada um poderia escolher um desenho de sua preferência e assisti-lo por uma hora, para que assim todos pudessem ficar satisfeitos. A confusão ocorria para decidir qual seria o primeiro a escolher e isso era sempre decidido pela matriarca. Hoje seria o dia de Bailey, mas... espere aí, eles estavam sem energia, o disjuntor havia quebrado, droga!

Teriam que improvisar e abusar da criatividade.

Então Zola sugeriu que realizassem um concurso de desenhos que foi aceito de bom grado pelos irmãos, felizmente.

Meredith e Andrew seriam os jurados, o difícil seria se manterem imparciais.

Após terminar de retirar a mesa e ligar a lavadora com a ajuda do italiano, subiu as escadas para buscar seu celular e checar as mensagens em seu quarto. Precisava de um banho para enfim começar o seu dia e tentar aproveitá-lo da melhor forma possível ao lado dos seus filhos que a esperavam na sala.

No entanto, só de imaginar a temperatura da água, visto que o aquecedor estava quebrado, perdia a coragem.

Até que foi tirada de seus pensamentos por uma batida na porta.

– Oi, Andrew.

– Se não for um incômodo, posso tomar um banho?

– Mesmo que tivesse energia, o aquecedor está quebrado, então você provavelmente irá congelar, boa sorte. – ela disse, dando-lhe um tapinha de leve no ombro e indo buscar uma toalha no armário. – Mas fique à vontade.

– É melhor encarar um banho congelante do que continuar cheirando a ovos e bacon fritos.

– Tenho que concordar.

Ele aproveitou que estava ali para reparar no quarto a sua frente. Tinha algumas roupas jogadas numa poltrona no canto esquerdo, livros e papéis no criado-mudo, competindo espaço com o abajur. A cama estava uma bagunça e isso lhe fez sorrir. Nunca passou por sua cabeça que Meredith Grey pudesse ser uma bagunça dentro de casa. As paredes possuíam tons neutros e havia alguns porta-retratos em cima da cômoda. Visualizou fotos dos quatro juntos, outra dela com Derek e uma terceira apresentava ele com Zola e Bailey no colo. Pensou rapidamente no impacto que a perda prematura do pai causou na vida dos dois, sobretudo, já que Ellis era muito nova e imaginava que sequer teve chance de conhecê-lo. Também havia perdido sua mãe aos vinte e um e só Deus sabe o quanto sofreu e pensar nessa dor sendo sentida por duas crianças lhe deixava de coração partido.

Apoiava-se no batente da porta quando ela retornou e lhe entregou uma toalha e escova de dentes nova.

– Jackson dorme aqui de vez em quando, deve ter ao menos uma camisa dele limpa no quarto da Maggie.

– Certo.

– Vamos ver. – falou, seguindo pelo corredor e adentrando a segunda porta antes da escada.

– As crianças são incríveis, estava com elas a pouco.

– São sim.

Meredith vasculhava o armário de Maggie e logo encontrou uma camisa cinza de mangas curtas.

– Aqui está.

– Obrigado.

Ela retornou ao armário, buscando mais alguma coisa.

– Deve ter também alguma calça aqui na parte de cima.

Ficava em vão na ponta dos pés tentando alcançar a prateleira e Andrew se divertia com a cena, esperando que ela pedisse, enfim, sua ajuda.

– Será que você pode tirar esse sorriso idiota do rosto e vir me ajudar? – certo, agora ela com certeza estava brava.

Andrew deixou a toalha e escova de dentes sobre a cama e aproximou-se dela, ficando a poucos centímetros de distância.

– Posso? – pediu licença e assim que ela se virou, notou o quão perto ele estava, mais uma vez.

– Você realmente precisa de um banho.

– Está dizendo que estou fedendo?

– Estou dizendo que cheira a ovos e bacon.

Balançou a cabeça como se tentasse reprimir um desejo que era cada vez mais crescente em seu peito. Meredith tinha a cabeça levantada para encará-lo, mas pôde ver aqueles olhos azuis varrerem toda a extensão do seu corpo segundos atrás.

Ela o desejava tanto quanto, não podia continuar negando.

– Meredith...

– O que foi? – os olhares não se desgrudavam por uma só fração de milésimos, era perturbador.

– Eu quero muito te beijar neste exato momento.

– Isso seria errado.

– Eu não me importo. – suas mãos tocaram levemente seu rosto, colocando parte de sua franja atrás da orelha e fazendo carinho ali com o polegar.

– Eu sim.

Ela fechou os olhos ao sentir o toque dele.

Merda, não estava conseguindo disfarçar o efeito que ele lhe causava e se sentia como uma adolescente sendo pega no flagra pelo garoto dos seus sonhos.

Não que ele fosse...

– Você também quer.

– Eu não disse nada parecido. – suspirou, levando sua mão até o seu braço numa tentativa falha de afastá-lo. – Andrew, por favor...

– Realmente quero muito te beijar agora e se você me permitisse, eu não seria capaz de parar. – encostou a testa na dela, respirando profundamente a lavanda inebriante que escapava de seus cabelos.

Suas mãos agora seguravam seu rosto, tentando de alguma forma convencê-la a não escapar por entre seus dedos.

Não precisa fugir...

– Por que não?

Ela acariciava toda a extensão do braço direito dele e podia sentir os músculos se contraindo, tamanho auto controle ele estava exercendo para não ultrapassar o resto de limites que havia entre ambos.

– Você é viciante, Meredith.

Ah, dane-se os limites.


Notas Finais


Críticas construtivas, sugestões e opiniões são sempre bem-vindos, me permitam saber o que estão achando! Agora vamos comentar um pouco sobre o capítulo... Quem aguenta esses cinco juntos, gente? É muito amor e fofura envolvidos ^.^ Meredith mãezona, eu te venero! E os limites que lutem pelo que está por vir no próximo capítulo. Eu com a minha maldade parei na melhor parte, mil desculpas haha

Estarei atualizando a fic até sexta-feira. Beijinhos ♥


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