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História My Daddy (Kink) - Capítulo 22


Escrita por:


Notas do Autor


Oie, mes bébés!

Como vocês estão?
Bora pro cap de hoje?
Ele ficou um pouquinho grande, porque eu sou muito pervertida! Rsrsrsr

Tradução das frases em francês nas NF!

E Feliz Ano Novo para o Andy e a Hayley!

BOA LEITURA!

Capítulo 22 - Je t'aime, mon amour!


Fanfic / Fanfiction My Daddy (Kink) - Capítulo 22 - Je t'aime, mon amour!

HAYLEY

- Pronta, Baby? – Andy perguntou ajeitando melhor minhas coxas em sua cintura que eu cruzei depois que subi em suas costas, enlaçando seu pescoço.

- Não! – murmurei o apertando ainda mais contra meu corpo e escondendo meu rosto na parte de trás do seu pescoço. – Estou com medo!

Estávamos na parte traseira do iate que Daddy havia alugado para passarmos a manhã do dia trinta e um. E eu estava quase gritando de medo só de imaginar que a qualquer momento ele iria saltar comigo pendurada em seu pescoço em alto mar, sabendo que eu me borrava toda de medo e no máximo entrava no mar com a água até a cintura! Isso se ele estivesse comigo!

Ele queria me matar!

E pior!

Queria que eu morresse virgem!

- Não precisa ter medo! Sabe que eu não vou deixar nada acontecer com você! Mergulhou comigo ontem de manhã! – falou virando levemente o rosto em minha direção com aquele sorriso capaz de me fazer pular de ponta cabeça naquele mar  sem pensar duas vezes! – Não confia em mim?

- Mas ontem mergulhamos no raso e estávamos com o equipamento... – resmunguei baixo observando seu rosto que tinha uma leve vermelhidão devido ao sol.

- Não é muito diferente! E você vai gostar muito mais se perder o seu medo e confiar em mim...

Respirei fundo!

De fato, quando Daddy estava ao meu lado nem pesadelos com mamãe eu tinha mais! Não existia nenhum outro lugar no mundo mais seguro do que ao seu lado. Ou neste caso, agarrada em seu pescoço!

- Tá bom! – falei me ajeitando melhor. – Vamos! Mas, por favor, não se solte de mim quando estivermos lá embaixo!

- Eu não vou te soltar! Se segure bem! Prenda a respiração, eu vou contar até três! – Andy se preparou para pegar um pouco de impulso e ajeitou os braços para pular na água, me fazendo rir de um jeito nervoso e fechar os olhos. – Um, dois...

Nem tive tempo de gritar ao ver que ele havia pulado antes do três! Abri meus olhos, soltando um pouco de ar pela boca quando já estávamos mergulhados na água limpinha na qual ele nadava tranquilamente comigo enroscada nele, quase nos matando afogados a todo momento com meus movimentos medrosos!

- Relaxa! – pediu me tirando das suas costas assim que voltamos a superfície, me trazendo para frente, e enlaçando minha cintura em seus braços tatuados que eu acariciei levemente. – Confia em mim, Baby Girl! – falou com um tom de voz mais sensual contra minha boca enquanto eu enlaçava seu pescoço com meus braços e sua cintura entre minhas pernas. – Não confia no seu Daddy?

- É claro que eu confio em você! Caso contrário jamais deixaria você pular na água comigo! – sussurrei em resposta depois de inclinar um pouco para trás para arrumar meus cabelos desgrenhados com a ajuda da água! - Você é a pessoa em quem meu mais confio, Daddy!

- Mesmo? – perguntou com um tom mais sério e eu me peguei pensando no por que ele estava insistindo tanto naquele assunto! Não era a primeira vez desde que havíamos chegado a Saint Tropez que ele me questionava sobre confiança, e também sobre lealdade e fidelidade! – Confia mesmo em mim?

- Eu confio, Andy!  - respondi me aproximando mais para selar nossos lábios e suspirei ao sentir o deslizar das mãos dele  na pele nua da minha cintura e costas, mal cobertas pelo biquíni lilás com bolinhas brancas. – Mas e você? Confia em mim? Por que me pergunta tanto isso?

Andy se aproximou para selar nossos lábios.

- É claro que confio! Eu amo você!- respondeu se abraçando mais a mim, mas sem responder o que eu havia perguntado.

- Eu também te amo! – disse o fazendo olhar para mim com as mãos em seu rosto. - Te amo do jeito que você é, e até agora não tenho motivos para não confiar em você!

Andy somente sorriu, me olhando daquele jeito perturbador...

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- Daddy? – chamei entrando no closet do quarto, onde Andy estava se trocando para irmos à festa de Ano Novo no restaurante de luxo do local onde estávamos hospedados. – Renda ou laço? - perguntei segurando ambas as meias-calças brancas que eu queria usar com o vestido curto e branco que eu havia comprado com Andy na tarde anterior, quando saímos para passear pela cidade depois de passarmos a manhã mergulhando com os peixes.

- Gosto mais de renda! – respondeu depois de parar para observar as meias em minhas mãos e também minhas pernas nuas, subindo os olhos por elas lentamente.

Me sentei na poltrona ao seu lado para vesti-las e uma sensação estranha me percorreu o corpo fazendo com que eu parasse o que estava fazendo para olhar para ele!

- O que foi? - perguntei assim que meus olhos encontraram os seus atentos ao que eu estava fazendo!

- Nada! – me respondeu cruzando os braços e encostando-se à parede atrás dele. – Eu só gosto de observar você! Acho sexy a forma com a qual veste suas meias...

- Hum! – respondi abaixando os olhos e continuando o que estava fazendo, sentindo minhas bochechas corarem e minhas mãos tremerem. Contorci meus lábios, disfarçando minha risadinha nervosa...

Me levantei depois de terminar de colocar as meias para ir atrás dos meus sapatos e Andy se aproximou tocando meu rosto para que eu olhasse para ele.

- Está corada! Por que está vermelha? – perguntou com aquela voz sexy dos infernos, enlaçando minha cintura. - Ficou com vergonha, Baby?

- Para, Daddy! – murmurei escondendo minha cabeça em seu pescoço e me abraçando a ele. – Sabe que eu fico sem graça quando fala assim!

- Minha Baby ficou envergonhada! – sussurrou no meu ouvido me fazendo arrepiar e me contorcer toda. Tentei me afastar dele que mantinha as mãos em minha cintura me fazendo cócegas. – Você é tão linda! Não precisa sentir vergonha...

- Para, Daddyyyyyy! – resmunguei tentando controlar minha risada estridente que o estimulava ainda mais a continuar enquanto eu tentava tirar suas mãos de mim até meu corpo bater contra a parede, encurralado pelo dele contra o meu.

- Daddy! – murmurei com uma expressão mais séria me colocando na ponta dos pés para trazê-lo para um beijo com as mãos em sua nuca e ficando meio sem graça com a maneira a qual ele estava me olhando...

- Baby! - notei que Andy estava me observando de um jeito diferente desde que estávamos no iate pela manhã, e eu tinha a impressão de que ele parecia estar imaginando, ou tramando alguma coisa enquanto seus olhos passeavam pelo meu corpo e suas mãos me acariciavam suavemente.

Andy me beijou do jeito calmo, lascivo e carinhoso que incendiava meu corpo e me fazia pensar em todas as putarias e perversidades que eu conhecia ou já tinha ouvido falar...

E aquela altura eu já estava me esfregando freneticamente nele, que fazia o mesmo comigo contra a parede...

- Daddy! – suspirei quando ele me soltou tão ofegante quanto eu. – Acho que eu preciso ir ao banheiro...

- OK! – ele resmungou saindo do closet. – Te espero na sacada! Já estamos atrasados!

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Faltavam dez minutos para a meia noite e após comer até minha pança quase explodir durante a ceia, Andy dançou um pouco comigo antes de me levar até a mesa de doces!

- Hayley, não acha que já bebeu de mais? – Andy me perguntou com o timbre repreensivo que me excita mais do que qualquer outra coisa no mundo! – Já é a sua quarta taça de champagne! – continuou depois de pegar minha taça e colocar sobre a mesa de doces ao nosso lado, bem longe de mim.

- Mas hoje é Ano Novo! – murmurei tentando voltar a pegar a taça, mas Andy me impediu passando o braço pela minha cintura e fazendo o álcool que corria em minhas veias entrar em ebulição! – Só mais essa, Daddy! – continuei de um jeito manhoso.

- Não! – falou em um tom de voz bem convincente e excitante!

 E eu bufei revirando meus olhos.

- Não revire os olhos para mim! – fechei meus olhos com o tom bravo da voz e apertei nervosamente seu pulso que eu tentava tirar da minha cintura em busca da minha taça. Além de suspirar quase gemendo, com a umidade invadindo minha calcinha... .

- Sr. Biersack? – a voz do homem nos chamou de uma forma surpresa,  fazendo nos voltar para o lugar de onde ela vinha! – Achei que somente o veria no dia dois em Paris! – o sotaque carregado do inglês obviamente denunciava que ele era francês!

- Monsieur Dubois! – Andy exclamou retirando a mão da minha cintura imediatamente. – Mas que prazer! - disse estendendo a mão para o cumprimento formal. – Pois é, aproveitei a oportunidade da viagem para me distrair um pouco! Fazia tempo que queríamos vir a Saint Tropez!

Os olhos acinzentados do velho gordinho com rosto redondo já estavam atentos a mim quando Andy me chamou com um gesto de mão e eu me aproximei para que ele tocasse meu ombro de uma forma paternal.

- Esta é Hayley, minha enteada! – estendi a mão ao Monsieur Dubois para o cumprimento formal, mas ele me surpreendeu se encurvando e deixando um beijo molhado em meus dedos!

"Eca!"

- Comment allez-vous, mademoiselle?* – perguntou fazendo um biquinho minúsculo naquela carinha gordinha e eu precisei me conter para não rir e apertar suas bochechas, ainda mais com a minha cara cheia de champagne!

- Très bien, Monsieur Dubois! Merci!*– o homem sorriu ao me ver responder em sua própria língua! E eu notei que ele estava olhando para as minhas pernas!

- Hayley estuda francês desde muito nova! – Andy veio ao meu socorro ao ver minha cara perdida. – E esta deve ser a sua esposa! – continuou olhando para a moça atrás dele e que não tinha mais do que trinta anos.

- Oui!* – ele respondeu trazendo a mulher com cara de poucos amigos pela cintura mais para frente. – C’est ma femme, Gabrielle!*

- C'est un plaisir de vous rencontrer.* – Andy falou estendendo a mão educadamente para ela.

- Enchanted!* – a mulher com um batom vermelho impuro nos lábios respondeu com a expressão entediada, segurando o cigarro que ela fumava em uma piteira de ouro! Os olhos dela encaravam os de Andy e eu não me senti nem um pouco confortável com aquilo e belisquei a mão dele que manteve a postura, mas me deu um leve beliscão reprovador em minha cintura!

- Compte à rebours!* – alguém gritou e todos fomos até o terraço para observar os fogos.

- Dix, neuf, huit, sept... - começamos a contar e Andy apertou forte minha mão que ele estava segurando!

Andy me levou para longe do casal Dubois após a contagem regressiva enquanto eles se pegavam loucamente alheios á nós dois, no auge do espetáculo dos fogos, e me abraçou carinhosamente.

- Feliz Ano Novo, Baby Girl! - murmurou no meu ouvido me fazendo sorrir, tonta e bêbada! – Um ano que será só de nós dois, má bebé!*

- Feliz Ano Novo, Daddy! – respondi lhe roubando um selinho rápido entre os desconhecidos que o fez me olhar de um jeito falsamente repressor e eu enlacei seu pescoço. - Je t'aime, mon amour!*

- Eu já disse que me excita quando você fala francês? – puxei os cabelos daquela nuca tatuada involuntariamente, me aproximando um pouco mais ao ouvir aquilo...

Vraiment?*– sussurrei disfarçadamente. – Posso falar francês com você pelo resto da noite se quiser...

As mãos de Andy me trouxeram mais para perto pela cintura e eu senti a leve saliência contra meu abdômen...

- Acho que já podemos ir embora, então! – senti um calor invadir meu corpo junto com um tremor involuntário com a ansiedade que aquelas palavras causaram em meu interior! Ele nunca havia dado tanta corda nas minhas investidas... – Bébé!*

- Então me leva... – levantei meus olhos para encontrar os dele. – Papa!*

Andy pegou na minha mão me guiando entre os presentes nos quais eu dei alguns encontrões involuntários uma vez que meus reflexos estavam tão bêbados quanto eu! Ele me pegou no colo assim que chegamos à grande escadaria do restaurante e caminhou devagar comigo ainda nos braços.

Eu mantive meus braços ao redor do seu pescoço e minha cabeça jogada para trás para continuar observando os fogos no céu estrelado que já estavam mais fracos, mas continuavam lindos!

- Estou tão feliz de estar aqui! – falei assim que chegamos ao bangalô e Andy me colocou em pé cuidadosamente, com um dos braços ainda ao redor da minha cintura.

- Eu também estou feliz por estar aqui com você, Baby! – murmurou contra a pele do meu pescoço antes de beijá-lo. - É bom ter você só para mim! Sem ninguém por perto, sem precisar disfarçar ou esconder nada de ninguém...

Sorri com a sua resposta e eu estava verdadeiramente feliz por estar ali, com ele só para mim! Longe de tudo e principalmente de todos!

- Vamos tomar um banho? – perguntou depois de selar nossos lábios. – Já passa da hora de bebês estarem na cama...

- Vamos! – respondi o seguindo até o banheiro onde ele me ajudou a tirar as minhas roupas para entrar comigo sob a água quente, depois que eu prendi meus cabelos em um coque pra não molhar.

Notei que ele passava a esponja pelo meu corpo de uma forma lenta enquanto observava calmamente o movimento das suas mãos sobre mim. Arfei um pouco quando ele encostou minhas costas em seu peito para ensaboar meus seios e a minha barriga com as duas mãos e seu sexo roçava na minha bunda...

- Daddy... – deixei escapar pela minha garganta junto com um suspiro enquanto ele acariciava meu corpo retirando a espuma do sabonete, me virando devagar até eu ficar de frente para ele e o beijar quase explodindo de desejo!

Andy jogou a cabeça para trás para tirar o restante da espuma do próprio corpo de um jeito fodidamente sexy, comigo ainda enlaçada ao seu pescoço, antes de abrir a porta do box e pegar a sua toalha ainda me olhando daquela forma excitante.

- Eu te espero no quarto. – falou saindo pela porta de vidro e começou a enxugar seu corpo antes de prender a toalha branca em sua cintura enquanto eu o observava já contorcendo minhas pernas uma na outra...

“Será que...?” – pensei olhando para meu próprio reflexo no espelho enorme sobre a pia enquanto passava a toalha pelo meu corpo, me enxugando com um pouco de dificuldade uma vez que já estava começando a suar involuntariamente somente com a expectativa do que iria acontecer quando eu passasse pela porta daquele banheiro! 

Andy havia me enrolado e enganado tantas vezes!

Coloquei meu roupão felpudo, ainda com o cabelo preso e respirei fundo antes de abrir a porta.

O quarto estava apagado e somente a luz da lua iluminava levemente o local pelas grandes portas-janelas de vidro do quarto, o que tornava a figura de Andy encostado contra o aparador de canto, somente com a toalha na cintura e com os braços cruzados olhando distraidamente pela porta de vidro aberta ainda mais sexy e sedutora.

Ele virou a cabeça em minha direção assim que notou minha presença e me observou atentamente até eu parar a sua frente, meio que sem saber o que fazer ou o que esperar...

Daddy soltou a piranha que prendia meu cabelo ainda em silêncio e me trouxe mais perto pela cintura. Enlacei seu pescoço em meus braços, ganhando um beijo leve antes dele voltar a olhar para o mar ao nosso lado com a luz prateada da lua refletindo nele, me levando a fazer o mesmo.

- Está uma noite linda! – murmurei depois de alguns minutos olhando para o mesmo local, enquanto acariciava seus cabelos entre meus dedos.

- Só faltava você para ela ficar perfeita! – o toque suave em meu rosto me fez fechar os olhos, assim como o beijo em meu pescoço me arrancou um suspiro nervoso que eu retribuí puxando levemente os seus cabelos.

“Ah, Deuses! É hoje que ele me fode!” - pensei animada!

- Own, Daddy! – gemi baixo quando ele soltou calmamente o nó do roupão e o deslizou pelos meus ombros devagar até ele cair no chão e Andy juntar nossos corpos, me deixando sentir seu calor contra minha pele já excitada e arrepiada!

“Me fode, Daddy!

- Tão linda! Tão perfeita para mim! - escorreguei as mãos pelo seu peito devagar ao ouvir aquilo com meu sorriso idiota bem estampado na minha cara enquanto ele distribuía os beijos suaves e molhados pelos meus ombros e pescoço até atingir minha orelha e o maxilar que mordeu de um jeito manhoso.  Suas mãos percorriam meu corpo, subindo pelas minhas costas de um jeito firme e seguro, praticamente me fazendo entrar em combustão instantânea!

- Tire! – falou com o tom baixo, assim que minhas mãos encontraram a barra da toalha e fiz o que ele me pediu antes de pegá-lo em minhas mãos enquanto ele me beijava lascivamente, me estimulando a continuar com a sua mão sobre a minha até eu tomar a iniciativa de me ajoelhar a sua frente e o abocanhar da mesma maneira calma com a qual ele me acariciava.

Andy gemeu antes de emaranhar seus dedos em meus cabelos e movimentar seus quadris contra mim que passei a senti-lo indo cada vez mais fundo em minha garganta, já perdendo levemente o ar.

“Diz que você vai me foder! É Ano Novo!”

- Minha Baby! - Andy acariciava meu rosto e pescoço quando arranhei suas coxas e o ouvi puxar o ar entre os dentes e entrelaçar os dedos das nossas mãos, o que fez minha lubrificação aumentar ainda mais ao notar que ele estava gostando e ergui meus olhos para encontrar os dele fixos em mim!

- Vem! – praticamente me ordenou me trazendo para cima pelos punhos. – Não quero gozar na sua boca. – sussurrou contra meu ouvido me colocando de costas entre o aparador e ele subindo as mãos pela minha barriga até encontrar meus seios que ele apertou levemente me fazendo arquear as costas em busca de mais contato sentindo sua língua subindo pela minha nuca. – Não hoje!

“ELE VAI ME FODER!” – que bom que eu sei disfarçar meus pensamentos pervertidos! Porque por dentro eu estava quase gritando sentindo a repercussão dos meus hormônios em revolução!

- Eu amo seu cheiro, Baby! - me encolhi com o contato do nariz que roçava a pele do meu pescoço devagar...

Eu encarava nosso reflexo no espelho a minha frente, me remexendo contra seu corpo e também contra a mão que já havia encontrado meu clitóris molhado o enlouquecendo ainda mais, espalhando mais calor no meu corpo já em brasa!

Eu não conseguia sequer acreditar que aquilo estava acontecendo! Era a primeira vez que Andy tomava todas as iniciativas, fazendo o que queria de mim e não apenas satisfazendo minhas necessidades!

“ME FODE DADDY!”

Daddy me olhou nos olhos enquanto levava minhas coxas aos seus quadris para que eu o prendesse entre elas e caminhou até a cama, onde me deitou com o coração aos pulos de ansiedade, misturado com alegria e muito, mas muito tesão!

A língua molhada fazia eu me contorcer, repuxando os lençóis brancos e macios enquanto ele lambia minhas coxas e minhas virilhas até o beijo suave na minha intimidade me fazer estremecer o corpo antes de ele iniciar o oral devagar, apertando mais minhas coxas entre as mãos a cada gemido que eu deixava escapar puxando seus cabelos, enquanto eu rebolava contra sua boca desesperadamente em busca de mais até gozar o apertando entre minhas pernas.

Como alguém podia ser capaz de dominar outra daquela forma? Eu estava totalmente entregue e faria o que quer que fosse que ele me pedisse naquele momento, como se estar com ele fosse tudo o que me bastasse em toda minha vida! Como se eu precisasse daquilo para sobreviver!

- Pronta? – perguntou depois de subir seus beijos pela minha barriga e abusar dos meus seios como sempre faz, apertando, lambendo, chupando, mordendo, me deixando maluca! – Pronta para que eu te faça minha? – perguntou separando minhas pernas com a ajuda das suas e se posicionando entre elas com aquele maldito sorriso preso no canto dos lábios.

- Me faz sua, Daddy! – pedi o prendendo entre minhas coxas e sentindo o peso de seu corpo deitando sobre o meu. – Me faz sua... – suas mãos se entrelaçaram nas minhas de uma forma carinhosa.

- Minha! – fechei meus olhos ao ouvi-lo e sua boca beijou a minha, me distraindo do nervosismo daquele momento. - Vai doer! Mas eu prometo que vai passar!

- Ain! – meu grito ecoou em sua garganta quando ele me invadiu sem o menor cuidado, me rasgando com o movimento cada vez mais rápido dos quadris que se chocavam contra mim em um ritmo forte, porém lento e lascivo. Apertei suas mãos com força, arqueando meu corpo sob o dele, soltando meus gemidos chorosos que ele abafava com seus beijos.

- Você me enlouquece, Baby! - Soltei suas mãos em pouco tempo, ao notar que seus movimentos eram prazerosos e que eu queria mais ritmo e força entre minhas pernas, mesmo que doesse! Cravei minhas unhas em sua cintura o incitando a me dar mais daquilo e Andy sorriu se ajoelhando a minha frente e sustentando meus quadris com suas mãos, me estocando cada vez mais rápido e forte!

- Mais, Daddy! Mais! É você quem me deixa maluca! - Andy franziu a testa de um jeito ferino e suas mãos agarraram meus seios, me estocando com tanta força que eu acho que aqueles que ainda estavam na festa conseguiam ouvir seu corpo socando o meu. Eu me esforçava por manter minhas pernas em sua cintura, sentindo nosso cheiro no ambiente quente e úmido e o suor do seu corpo que fazia minhas mãos deslizarem com os seus movimentos violentos enquanto meu sexo desesperado esquentava cada vez mais. – Eu...

- Goza pra mim! – aquilo soou como uma ordem que eu obedeci sem pestanejar enquanto ele massageava meu clitóris dolorido. Cravei minhas unhas em seus pulsos que mantinham minhas pernas na altura dos seus quadris, me impedindo de tocar o colchão com os pés.

Andy me enlouquece! Me fazer perder o rumo, a calma, a razão! E estar ali com ele sobre mim, me fodendo como eu desejei durante tantos anos escondida sob meu cobertor de plush era mais do que bom ou maravilhoso! Era surreal!

- Daddy! – murmurei levando uma das mãos aos meus próprios cabelos para puxá-los. – Own, Daddy! Que gostoso! Eu...

Meu corpo caiu no colchão quando ele me soltou e se aproximou do meu ouvido após deslizar a língua pelo meu pescoço suado.

- Quer subir, potranquinha? – perguntou acariciando meu rosto para afastar meus cabelos grudados em minha testa.

- Quero! – respondi antes dele se jogar para trás e levar meu corpo sobre o seu. – Me mostra o que quer eu faça! – pedi o masturbando um pouco. – Eu quero que você goze em mim! 

Andy me levantou levemente pela cintura e me encaixou sobre ele e eu mordi meus lábios ao notar que ainda doía e ele deixou eu me virar sozinha um tempo até eu me acostumar, antes de passar a me movimentar com as mãos em minha cintura.

- Mais rápido – gemeu acariciando meus seios e apertando minhas coxas, enquanto eu me apoiava em seu peito, subindo e descendo em um ritmo frenético! Já ofegando e cada vez mais suada enquanto quicava sobre ele. – Minha Baby...

- Sua Baby... - murmurei jogando o corpo e a cabeça pra trás ao notar pelo formigamento na espinha que iria gozar mais uma vez. – E você é o meu Daddy!

- Seu Daddy! – Andy gemeu contra minha boca assim que se levantou a abraçou minha cintura com um braço, apertando minha bunda com a mão livre. – Goza com o seu Daddy!

- Ah, Daddy! – gemi com o espasmo do orgasmo me jogando involuntariamente para frente e me agarrei aos seus cabelos gemendo um barulho que mais parecia um ganido. Minha umidade aumentava cada vez mais com o pulsar de Andy dentro mim enquanto soltava seu líquido com o seu corpo tremendo abraçado ao meu.

Andy juntou nossas testas, acariciando e beijando meu rosto carinhosamente, me mantendo sentada sobre ele enquanto procurávamos por ar ainda abraçados e encaixados. Era bom senti-lo ainda pulsando levemente dentro de mim!

- Doeu muito, Baby? – perguntou selando nossos lábios. – Eu te machuquei?

- Doeu muito! Mas não deixou de ser bom! – respondi com minhas mãos em seu rosto. – Tudo dentro do esperado. Eu sabia que iria doer...

Andy me deitou cuidadosamente sobre a cama quase sem lençol! E se posicionou ao meu lado, apoiando a cabeça em uma das mãos enquanto a outra continuava acariciando meu rosto entre os beijos.

- Você é totalmente minha agora, Baby Girl! – falou com um sorriso fofo.

- E você é totalmente meu? – perguntei sorrindo e me cobrindo com o lençol.

 - Completamente! – respondeu ainda sorrindo para mim e deslizando a mãos pelas minhas costas, me deixando com cara de idiota apaixonada.

- Je t'aime beaucoup, mon amour!* – falei me abraçando a ele e o ouvindo sussurrar em meu ouvido movimentando sua perna entre as minhas.

- Je t'aime aussi! – o beijo em meu pescoço me fez sorrir ao perceber que ele não tinha intenção de me deixar descansar. – Eu te amo mais do que tudo no mundo!


Notas Finais


Então, babies?

Me digam o que acharam!
Espero não ter decepcionado vocês!

Abaixo as traduções dos diálogos de hoje!
Comment allez-vous, mademoiselle? - Como vai, senhorita?
Très bien, Monsieur Dubois! Merci! - Muito bem, monsieur Dubois! Obrigada!
Oui!- Sim!
C’est ma femme, Gabrielle! - Ela é minha esposa, Gabrielle!
C'est un plaisir de vous rencontrer. - É um prazer conhecê-la.
Enchanted! - Encantada!
Compte à rebours! - Contagem regressiva!
Dix, neuf, huit, sept... - Dez, nove, oito, sete ...
Má bébé! - Meu bebê!
Je t'aime, mon amour! - Eu te amo meu amor!
Vraiment? - Mesmo?
Je t'aime beaucoup, mon amour! - Eu te amo muito, meu amor!
Je t'aime aussi! - Também te amo!

Beijinhos e até o próximo cap!


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