História My dangerous boss - Capítulo 11


Escrita por:

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Barbara Palvin, Justin Bieber, Selena Gomez
Visualizações 131
Palavras 2.137
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpa o capítulo tão grande, eu realmente me empolguei kkkkkk. Se gostarem não deixem de comentar e digam o que acharem❤

Capítulo 11 - On the table


Fanfic / Fanfiction My dangerous boss - Capítulo 11 - On the table

Estados Unidos, Nova York

Point of view. Justin Bieber 

Na empresa estava correndo tudo bem, era grande e me sobrecarregava muito, mas estava na hora de dar as caras. Eu era tomado pra aprovar novos modelos de roupas íntimas, aprovar modelos e isso era realmente chato. Meu pai havia me deixado a empresa por não ter outro a quem deixar, pois eu realmente não tinha cabeça pra gerenciar uma empresa tão grande. Eu nunca entendi quando pequeno mas depois passei a entender a influência da empresa do meu pai no mundo e passei a entender. O prédio era tão grande que até eu chegava a me perder, tanta gente de um lado a outro, bastante tumultuado mas o meu alívio era o último andar, o lugar mais calmo onde eu apenas sentava e esperava alguém me incomodar batendo na porta. Meu pai foi filho adotivo do próprio Calvin klein, adotivo pois o cara era gay e comprou uma barriga de aluguel, alguns devem supor que também sou gay, uma marca de roupas íntimas então bla bla bla. Apesar do sucesso da empresa eu sempre me manti quieto, negava a imprensa e me mantia sempre o mais longe possível do que me fizesse ser reconhecido. Eu não gostava e pelo outro lado claro, apesar de ser dono de uma empresa, eu gostava de ter posse e mandar, mas de uma maneira errada, com o dinheiro que nasci não foi difícil ser chefe do tráfico de nova York, consegui, passei a exportar, traficar, e já até tentei o tráfico de mulheres mas achei muito, não sei, talvez não lucrativo. Eu tinha uma equipe grande, não preciso colocar minha cara nunca, mas ainda com isso prefiro não viver me pronunciando na TV.

(...)

- Justin, eu vou lá na sua casa mais tarde, é sobre as peças novas.- era nolan no telefone, era um braço direito no tráfico, ele praticamente era mais chefe que eu já que eu não sou tão ativo hoje em dia.

- Ok nolan.- Disse e desliguei. Desci do elevador e fui até o estacionamento. Estava muito cheio peguei minha chave para encontrar meu carro e quando encontrei fui de encontro tirando o nó da gravata que estáva me incomodando. Dirigi rápido em direção a minha casa em em 40 minutos finalmente cheguei. Desci do carro e esperei que abrissem o portão dei as chaves na mão de Richard um dos seguranças e pedi que colocasse o carro na garagem. Entrei finalmente já tirando o palitó, não era de mim se vestir assim. Assim que entrei na sala vi uma cena não muito agradável, Aria e nolan sentados conversando. Dei um sinal para que me notassem, Aria estava com uma bandeja na mão e nolan com um suco provavelmente oferecido por Aria.

- Perdão, perdão senhor, eu apenas vim servi um suco e...

- Ela veio me servir um suco e eu acabei dizendo a ela que ela me lembrava alguém, foi isso.

- Eu já vou saindo.

- Aria...- ele chamou e ela olhou pra trás.

- Vai- Eu disse e ela fez.- Vamos pro meu escritório.- ele trouxe a mala que estava com ele com provavelmente, as armas.

(...)

- Como você conseguiu uma empregada tão linda Justin?- ele disse entrando no escritorio e fechando a porta.

- Eu não sei, bateu na minha porta literalmente.- Eu ri e ele o mesmo.

- Então ela veio como uma empregada normal e você não encontrou ela na empresa fazendo fotos ou sei lá?

- Não, é uma mulher de vida simples.

- Com a beleza que tem, se é isso é porque ela realmente quer.

- É mas chega, vamos o que você quer me mostrar.

- Quero sua autorização pra exportar essa.- ele tirou da mala.- 300GR, São literalmente 300 tiros por minuto, o recarregamento é rápido e não é tão grande, mas é potente.

- Humm.- peguei em minha mão.- Realmente.

- Vamos, o que achou?

- Foi a melhor já apresentada a mim sem ser as armas de guerra.

- Ótimo justin, vamos, tem propostas do Brasil e México, você decide.

- Qual está oferecendo mais? 

- México, 1 milhão em dólar.

- Vão continuar a produzir como essas?

- Sim.

- México.

- Ótimo, agora justin queria comentar com você que sei lá, agora que está voltando a ativa podia voltar pra nossas paradas também, as coisas não são mais as mesmas.

- Prometo pensar nisso, como a casa está?

- Faltando você.- ele riu

- É sério, vamos...- dei um sorriso

- Deixa eu ver, tudo na mesma mas agora com 3 mulheres.

- Mulheres?

- Sim, são espertas, fica tranquilo, Megan chega a valer por mim e você juntos.

- Olha lá em

- Marca um dia e vai lá visitar a casa.- ele fechou a mala.- Agora vou indo Justin, E se me permite, tenho que ver qual foi dessa Aria.

- É toda sua.- forcei um sorriso e ele retribuiu.

Point of view. Aria palvin

Lindo, lindo e lindo, simplesmente lindo. Eu não perdi tempo e ofereci um suco e só de saber que ele puxou assunto já me deixava maluca de expectativas. Me disse que lembrava de mim de algum lugar, eu disse que era impossível né, era tão educado nem se comparava com o incomparável que prefiro não lembrar. Assim que Justin chegou eu voltei pra cozinha colocar a bandeja e copo no lugar mas logo fiquei transitando no corredor caso ele saísse quem sabe rolasse um esbarrão proposital da minha parte, típico. Assim que percebi ele sair me aproximei rápido da porta e esbarrei parecendo sem querer claro, o problema é que a porta estava aberta e Justin concerteza nos via. Não deixei de criar clima por isso, quando cai em seus braços ele me segurou e por alguns segundos nos olhamos olho no olho e quando eu ia tomar uma atitude de me  aproximar da boca dele.

- Uma perfeita desastrada.- Justin com sua voz entediante E um sorriso irônico.

- Me desculpe- olhei pra baixo imediatamente. 

- Não, não... Tá tudo bem.- o gatinho disse  e eu sorri.

- Bom justin, eu vou indo.

- Eu levo o senhor até a porta.- Eu disse sorrindo.

- Otimo- ele retribuiu.

-  Aria, esse escritório tá uma bagunça, eu passei o dia na rua e quando eu chego você ainda não arrumou?

- Mas senhor, eu...- Eu juro que estava tudo impecável, ele realmente estava implicando.

- Meus sapatos jogados pra um lado, paletó pro outro.

- Mas aí você quem jogou.- fui grossa pois não aguentei que tentasse me humilhar frente ao bonitão.

- Eu vou indo.- ele foi e eu tive de ficar.

Me aproximei de Justin pois era lá que as coisas estavam jogadas, ele estava em pé frente a mesa enquanto eu catava suas coisas no chão.

- Você nunca mais fala nesse tom comigo.- ele disse sem sequer me olhar e eu não respondi levantei saindo e senti seus passos atrás de mim com rapidez.- Você tá ouvindo?- ele disse segurando meu queixo. Assenti com a cabeça e ele soltou me empurrando pra trás.

- Mais alguma coisa senhor?

- Não- ele disse virando de costas- Você tá liberada.

- ok.

Antes de ir ao meu quarto fui ao dele guardar os sapatos e o paletó. Logo fui ao banheiro tomar banho pra ir dormir logo de vez. Me despi e um papel caiu do bolso do meu uniforme.

"  Me liguei quando quiser, nolan"

Sorri com isso, estava la o número dele o que me deixou toda boba. Tomei meu banho e corri pro quarto fazer a ligação.

- Alô? 

- Oi, quem é?

- Deixaram esse número no meu uniforme de trabalho entendeu?- Eu disse rindo.

- Aaaaa claro, mas acho que é um engano.

- Engano?

- Depende, se você tiver os olhos azuis mais lindos que eu já vi, eu acho que não.- nesse momento eu dei uma risada quase que escandalosa.

- A tudo bem, então eu vou desligando.

- É brincadeira- ele disse rindo.

Point of view. Justin Bieber

Selena estava insuportável com a gravidez preferi que ela tivesse um quarto só pra ela mas ela parece não entender e vive aparecendo na minha cama. Quando percebi que ela dormiu sai do quarto indo ao de Aria, da porta era possível ouvir os risos, concerteza estava no telefone por um momento tentei ouvir mas percebi o quão ridículo era, neguei com a cabeça e bati de uma vez.

- Oi.- ela disse com um sorriso largo por esta ao telefone mas logo foi desmanchado.- Eu vou desligar, só um minuto.

- Eu preciso de um chá.- disse tentando não manter contato visual com a mesma.

- Ooook- ela disse um ok prolongado claramente irônico, talvez porque não era seu horário de trabalho.

(...)

- Que demora, assim meu sono vem naturalmente.

- Tenha paciência.- ela resmungou.

- O que? 

- A água está no fogo a 3 minutos e você está assim, aguarde só mais um pouco senhor.- ela disse de forma deboxada, respirei fundo.

- Elisabeth não é tão devagar.

- E porque não chamou ela?- me olhou seria nos olhos, parecia me desafiar a algo.

- Porque do seu quarto era possível ouvir muitas risadas, supus que você estivesse com bastante energia e também ambas são empregadas tanto faz.

- Ok.- ela pegou a chicara e colocou sobre a mesa central da cozinha. Pegou um sachê e açúcar e preparou.

- Acho melhor prepara um pra você, vai acordar cedo amanhã e provavelmente não está conseguindo dormir.

- É claro.- ela disse irônica novamente e isso estava me dando nos nervos. Ela preparou pra ela e sentou na banqueta ao meu lado.- Senhor Justin....

- Humm?

- Eu poder sair quando os serviços acabarem ainda esta de pé?

- Você tem uma vida, não sou dono dela, é claro.

- Que ótimo.

- O que eu não quero e relacionamento atrapalhando trabalho.

- Como um relacionamento me atrapalharia a arrumar uma casa?

- Não sei.- fui seco deixei meu copo sobre a mesa e subi.

Point of view. Aria palvin

Fiquei pra lavar o copo do abusado mas ok, lavei e subi novamente o que me surpreendeu foi a porta do escritório aberta porém tudo escuro.

- Tem alguém aí?- fui puxada pra dentro e fiquei contra um corpo masculino era claro que...

- Sim.- Justin, me beijou inesperadamente e me levou ate pra cima da sua mesa deixando tudo bagunçado.

- Maneira, sou eu quem arruma tá bom?- ele deu uma risada e voltou a me beijar, não neguei.

- Eu não aguento te ver com outra pessoa de baixo do meu nariz, assim não.- ele disse e voltou a me beijar, apertando minha cocha e indo a cintura, me senti como uma verdadeira adolescente fazendo algo errado e não era ruim. Como ele poderia dizer essas coisas se agia todo tempo como se eu fosse uma insignificante? Deve ser a sindrome bipolar outra coisa não explica. - Eu não quero ver você com outra pessoa, me entendeu?- como um homem que tinha uma mulher e um filho vindo exigia isso de mim? Adorava mais certas coisas eu fingia que nem ouvia.- Me entendeu? - ele repetiu segurando meu queixo e eu não gostava disso. Acenti com a cabeça.

- Justin? - era Selena na porta. Eu tomei um susto entrei em pânico e ele colocou o dedo em meus lábios em sinal de silêncio e de forma rápida me colocou de baixo da mesa.- Amorzinho o que você tá fazendo aqui?- ela perguntou

- Você me conhece, bebendo.

- No escuro? E essa mesa bagunçada?

- Um surto só isso...

- Isso me lembra quando você cismava de transar comigo aqui mesmo.- ouvi os passos dela até mim e ele logo impediu rápido. 

- Sim, é isso que eu quero agora Selena.- ela deu uma risada.

- Hum... uma conhevidencia.- não demorou muito a escutar os gemidos dela, foi uma coisa bastante desconfortável, nunca pensei essa situação em minha vida, ele espancava ela no sexo e o pior é que ela pedia mais e mais, me deixou por um momento preocupada com o bebê.

(...)

Depois de mais ou menos uma hora quando aquela droga acabou, eu esperei minutos e sai do escritório, me senti usada mesmo sem ter chegado ao final com ele. Ele estava na porta do meu quarto e eu passei rapido sem se quer ouvir uma palavra do mesmo que apenas me olhou de forma indiferente como a mesma pessoa que ele é sempre. Parece que ele estava na porta só pra olhar minha cara de otaria.







Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...