História My Dark Romance - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Romance, Sobrenatural
Visualizações 9
Palavras 1.093
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Ecchi, Festa, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Lemon, Lírica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Não sei se está do agrado de vocês mas, vou me esforçar bastante nessa história. Afinal, é baseada em um rpg — de mesa — que estou jogando com meu namorado.

Capítulo 1 - Capitulo I


        Os saltos batiam violentamente sobre o piso do prédio, logo, se notava que alguém corria — ou apenas caminhava com pressa. Katarina Severo, caminhava com um aperto em seu peito, quem a olhava de longe notava o brilho de lágrimas em seus olhos. Uma perda. Katarina havia terminado de desligar seu celular quando recebeu um e-mail dizendo-lhe sob a morte de Sara, sua mãe. Obviamente ela não acreditou, mas, quem enviara o recado sabia bem como atingir a mesma. De início pensou que era Roberta, sua melhor amiga, que estava lhe pregando uma peça, mas quando ligou e a loira não atendeu, soube que ela estava com um possível ‘’amigo’’.  

 

         Os olhos castanhos de Katarina passeavam pelas pessoas enquanto aguardava seu ônibus passar. Mesmo que tenha seus 25 anos e comprara seu próprio apartamento, ainda não havia comprado um carro — o motivo é por não saber dirigir. 
                      Batia seu pé em um ritmo constante, ''isso é verdade?'' '' Quem enviou a mensagem? '' Entre outras perguntas passavam em sua mente. Finalmente! Disse em pensamentos quando o ônibus parou. 
                     Ela entrou e se sentou rapidamente, estava sozinha no veículo. Olhou para o motorista e para o cobrador, não os reconhecia, eram novos? Ela recostou-se na poltrona desconfortável e arfou baixo com o coração lamentando. É apenas uma pegadinha sem graça da Roberta, Katarina. Nada demais... Ela dizia constantemente.
                     Katarina, fechou os olhos numa tentativa de acalmar seus nervos. Quando sentiu o ônibus parar e seguir de ré. Ela abriu os olhos e observou a estrada que o motorista guiava a lataria. Mas quê?
                       — Ei! Motorista, este não é o caminho. — Disse ela em voz alta atraindo a atenção do cobrador, o motorista, porém, pareceu não a ouvir. — Yah! Estou falando! Realmente não pretende me responder?! — Ela suspirou massageando suas têmporas.
                         Deixarei passar por serem novos nesta linha.
                      A garota voltou a fechar os olhos, procurava calma, enquanto martelos martelavam seu crânio. Ela estava mesmo preocupada. As coisas estavam ficando difíceis, ela já não possuía um pai e, agora, ficaria sem sua mãe? NÃO! Gritou seu pensamento. Ela ainda mantinha esperanças de ser apenas uma brincadeira...

 

           Abriu os olhos quando escutou a voz do cobrador soar de longe, havia sido uma ''viagem'' longa. Ela desceu do ônibus que logo seguiu caminho. Katarina ficou olhando em sua volta, não havia movimento algum no bairro todos viajaram? Sentiu ventos fortes chicotearem sua pele e sua pulsação desacelerar. Um desespero tomou conta do corpo de Katarina.
                        Ela sentia suas mãos tremerem e sua respiração falhar, sem mencionar aquela sensação de estar sendo seguida. Ora, havia olhado em sua volta mas não havia ninguém em qualquer canto. Engoliu seco e arfou seguindo para a farmácia — onde lhe disseram que Sara estava.
                     Katarina parou em frente à porta da drogaria e bruscamente a abriu quando a imagem de uma mulher caída no piso gelado da farmácia chamou sua atenção. Se não fosse ela, não seria possível dela reconhecer as roupas de sua progenitora. 
                      — Não... pode ser ela.  


                      Katarina disse firmemente. Mas as roupas deixavam claras que sim, era Sara, sua mãe.
                    Abaixou-se diante a mulher caída e a virou de barriga para cima, o que viu, a fez arregalar os olhos, surpresa. Sua mãe estava desfigurada! Mordidas, arranhões e sangue desfiguravam a pele branca da mais velha. Katarina, se viu perdida, desolada. A garota não se permitia chorar nunca, mas naquele momento... Ela sentia que uma parte de sua vida havia sido tomada. A mulher que a colocou no mundo estava morta! Morta! Fora assassinada de uma maneira brutal e curiosa. Não esperou e apanhou o aparelho celular,  discou os números de emergência mas não conseguia ligar.  O sinal... Nesse momento a mesma se levantou, e não segurava mais... permitiu-se chorar em voz alta enquanto saia pela porta procurando um sinal. Mas que merda! Onde estou?! Por que ela veio aqui? Mamãe... Seu estado emocional já não estava mais firme, apesar de suas desavenças com Sara, ela amava demasiadamente a mulher. Quando voltou para dentro — após inúmeras tentativas falhas de usar o celular —, ela ficou mais pálida e o desespero aumentou, o corpo já não estava mais no local. Os olhos banhados de lágrimas se apertaram quando seu corpo ficou duro. Não conseguia sustentá-lo.  
                    Ela se acocorou apoiando as costas na prateleira e agarrou-se aos joelhos, Katarina não sabia mais o que estava acontecendo. Estava louca? O excesso de trabalho e noites sem dormir a fizeram delirar tudo? A garota sentiu sua mente pesar, como se uma ordem para dormir houvesse sido lhe dada, mas, não via ninguém...

 

       De repente ouviu seu celular tocar e com dificuldade e medo ela o pegou, era Roberta! Katarina conseguiu atender e levou o aparelho ao ouvido:
                      — R...Roberta! —  Disse trêmula. Do outro lado da linha, Roberta caminhava de um lado para o outro, sabia que Katarina obviamente não estava bem.
                          — O que está havendo? Kat, está aonde? — Perguntou Roberta. Que estava desesperada para encontrar sua amiga irmã.
                          — E...eu — Parou de falar quando o celular ficou mudo, ela piscou lentamente e desesperou-se mais quando abriu os olhos. Seis pessoas se faziam presentes.
                         Katarina estreitava os olhos enquanto tentava pedir ajuda, porém, sua voz não saía. Ela se viu forçada a deitar enquanto os ouvia conversando um com os outros. Ela não era capaz de compreender o que eles falavam, ela não conhecia tal língua.
                           No momento em que piscou novamente, uma daquelas seis pessoas estava agachado ao seu lado. Katarina conseguiu ver olhos surpreendentemente azuis antes de perder totalmente sua consciência.

                                                                                                        ❉

            Remexeu-se na cama ouvindo batidas na porta, em seguida ouviu  a voz da Roberta. Huh? Um pesadelo?  Katarina sentiu um alivio por não ter perdido Sara, mas a sensação parecia tão real.
                           — Kat, finalmente acordou, amiga. — Disse a mesma contente por ter Katarina viva... — Trouxe para que coma!
                          Katarina sorriu, estava tudo bem, nada do que vira e ouvira havia sido real. Ela se levantou enquanto pegava a bandeja das mãos de Roberta.
                         — Tanks, estou mesmo faminta... — Disse ela para a mulher que estava sentada na cama, notando a expressão repentina de tristeza na face rosada de Roberta arfou, ela teria brigado com o namorado? — Tive um pesadelo... Horrível.
                          Roberta engoliu seco já sentindo o que aconteceria:
                        — Não foi um pesadelo, amiga... — Disse com calma e medo.
                   — O que? —  Katarina colocou a bandeja na cama e se sentou, sentindo aquela dor no peito ao ver sua mãe morta.... — Roberta... não me diga q...
                     Roberta derramou uma lágrima ao interromper Katarina. Respirou fundo e soltou de uma  vez :
                         — Sim amiga. Sara está morta.


Notas Finais


Espero que gostem!


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