História My Dear Brother ( Drarry) - Capítulo 61


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Categorias Harry Potter
Personagens Astoria Greengrass, Cedrico Diggory, Draco Malfoy, Harry Potter, Hermione Granger, Lucius Malfoy, Narcissa Black Malfoy, Personagens Originais, Ronald Weasley, Theodore Nott, Viktor Krum
Tags Amor, Casamento, Drama, Drarry, Família, Incesto, Romance, Segredo, Separação, Yaoi
Visualizações 192
Palavras 3.718
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Opa opa, dá licença moça
Kkkkkkkk

Olha quem voltou amores meus.
Sim, eu demorei, mas foram tantos problemas...
Mas finalmente voltei ❤❤
Para nossa alegria!!!!
Enfim, vão ler amores ^^

Boa leitura

~~Sants

Capítulo 61 - 10 coisas que eu amo você


Fanfic / Fanfiction My Dear Brother ( Drarry) - Capítulo 61 - 10 coisas que eu amo você

P.o.v Draco

Theodore tinha viajado com o marido fazia pouco menos de uma semana, e eu e Harry ficamos para cuidar do pequeno Henry - que não foi incomodo nenhum já que eu e o Harry adoramos o garoto, pois ele é adoravel e muito educado.

Nesses dias eu o Harry conversamos muito sobre o nosso possivel casamento e também  sobre a minha faculdade e a dele. No entanto, para Harry resolver a sua situação da  faculdade foi mais fácil que a minha, pois a minha estava dando tranbalho já era em outro país. Eu liguei para a mesma e contei a situação e para a minha sorte eles estavam querendo fazer um teste com um novo programa da instituição, sendo ele, o ensino a distanticia, ou seja, via internet, e é claro, eu aceitei ser cobaia.


Além disso, eu e Harry também nos empelhamos em achar um lugar para irmos, não poderiamos continuar na casa do Theo para sempre. Narcissa - mãe maravilhosa -, nos deu de presente de casamento já andiantado: uma casa de porte médio. Harry,  relutou em aceitar o presente, mas no fim, depois de eu tanto lutar por isso - e fazer um belo de um boquete nele - ele aceitou.


Estávamos nos organizando para nos mudar o mais rápido possivel. Estavam os dois ansiosos pela casa nova. Então juntamos os dois as nossas coisas e com mais ajuda da nossa mãe e acredite se quiser, do nosso pai, mobiliamos a nossa casa por enteira e a unica coisa que restara para que fizéssemos era levar nossas roupas e ajeitar os móveis da forma que desejássemos.


Acho que meu pai até começando a nos a nos aceitar também, pois ele esta tentando ser gentil conosco. Entretanto, eu vejo que ele esteve, além dos nos agradar, tentando agradar a minha mãe, Narcissa, pois sempre manda flores, a persegui sobre falsos pre-textos de coêncidencia. Narcissa, é claro, nem mais quer saber que um dia fora casada com o Lúcios, vejo isso nos seus olhos. Além disso, suspeito que ela tenha um novo namorado - só suspeito, devo resaltar.


Eu e o moreno arrumamos nossas coisas e colocamos todas dentro de um carro e rumamos para nossa casa que não ficava em um bairro de ricos, na verdade, era classe media, nada que chamasse atenção.

Nos mudamos com Henry ao nosso encalso. Foi bastante divertido e estressante arrumar a nossa casa. Eu perdi as contas de quantas vezes eu briguei com Harry quando ele colocava os moveis da casa de uma forma que eu não gostava. Henry se divertiu muito com a situação.

~Flash back on

- HARRY!! EU JÁ DISSE QUE DESSE LADO NÃO, ERA PRA FICAR DE FRENTE PRA LAREIRA!! - eu gritava com ele com grande frustação e irritação - ARRASTA O SOFÁ PRA ONDE EU MANDEI!!

Com muita paciência, Harrh suspirava e fazia o que eu pedia vulgo exijia.

- Aqui amor?

- Espera, deixa eu olhar de longe. - me afastei um pouco e percebi que daquela forma não estava muito bem da forma que eu imaginei - Afasta mais para o lado... Mais... Mais... - ele foi afastando cada vez que eu pedia por mais. - Perfeito!! - exclamei dando palminhas.

O de olhos verdes se afastou um pouco pra ver onde ficou e me olhou irritado.

- Só pode tá brincado com a minha cara!!

- O que foi?

Henry nos olhava sentado ao pé da escada que dava ao segundo andar da casa.


- Esse lugar foi onde eu coloquei inicialmente, e você só faltou me bater por causa disso. - cruzou os braços.


Ao ouvir as palavras do maior, Henry soltou uma risadinha baixa, mas perfeitamente audivel.

- Desculpa amorzinho. - ignorando a presença do meu afilhado, eu me aproximei do mais velho e passei meus braços pelo pescoço do mesmo - Você sabe que essa mudança esta me estressando, por isso acabo fazendo coisas assim e nem percebo. - Harry, que estava de braços cruzados desfez a pose irritada e pôs suas mãos na minha cintura.

- Tudo bem baby, eu também estou estressado. - beijou minha bochecha.

- Obrigado por entender e desculpa por gritar com você. - deito a cabeça no ombro do meu noivo.

- Tudo bem amor. - beijou o topo da minha cabeça.

Levantando a cabeça em um movimento subto, eu olhei para o meu namorado animado.


- Já chega de perder tempo, vamos amor, falta arrumar o outro Sofá. - Harry revirou os olhos e Henry soltou uma gargalhada nada discreta.



~Flash back off


Foi realmente estresante e divertido.

Quando Theo voltou, fizemos uma festa em comemoração a casa nova. Foi uma supresa para todos ver Thomas também na festa, a desculapa dele? Disse que estava esperimentando também o ensino a distância da faculdade. Mas todos sabemos que o que o ensentivou a testar isso foi um certo moreno irmão de uma grande amiga minha. Me lembro que jogamos mais uma vez verdade ou consequência.

~Flash back on

Nos justamos em uma criculo em uma hora da festa que a minha mãe e mais outros convidados haviam ido embora para as suas respectivas casas. 

Ficamos eu, Harry, Theo, Rony, Thomas e Victor - acredite se quiser, mas esses dois estavam tendo um caso, o que me deixou mais que feliz-, Cedrico, Hermione e Cho todos sentados no chão girando uma garrafa de cerveja enquanto bebiamos o quanto nos agradava.

A garrafa girou e parou do Cedrico para mim.


- Verdade ou Consequência? -  me perguntou malicioso.


Eu já estava com medo daquele risinho que ele descaradamente me lançou.

- V-verdade? - depois de pensar um pouco eu refletir sobre a minha resposta eu disse cauteloso.

- Bom, todos aqui presentes são testemunhas que você teve nos ultimos 3 anos dois namorados, certo? - assenti querendo saber onde ele queria parar com o seu raciocínio - Outro fato é que com ambas as pessoas você teve tempo para... Hum... Como posso dizer? - ponderou um pouco as suas palavras.

- Cedrico, o que você esta tentando insinuar? Por que não faz logo a sua pergunta? - disse Ronu já Impaciente com a errolação do também moreno.

- ... Ter relações sexuais. Isso!Essa é a palavra! - Cedrico parecia fechar a sua linha de raciocínio - Você nega?

- Mas é c-claro que n-não! Que t-tipo de pergunta é essa? - eu disse meio corado.

Todos observavam e escutavam com atenção as falas do Cedrico que sorria feito idiota. Se bem que ele é um.

- Mas essa não é a pergunta.

- Então qual é? Faça logo ela! - Exigir frustado e envergonhado.

- Bom, eu só queria tornar as coisas claras para poder fazer a minha pergunta, para que não reste nenhuma duvida de ninguém presente. - Olhou para Viktor - Até por quê eu sei que você já transou com o T e com o Harry eu até ouvir.

Todos olharam para mim e Louis com olharam maliciosos enquanto murmuravam um " hmm" bem arrastado - quando foi que ele passou a chamar o Thomas de T? Parece que a coisa tá ficando sérias para esses dois.

- É verdade! - Mione confirmou bastante irritada ao lembra-se do dia em questão - Ele não paravam de gemer, Draco principalmente, que ficava gritando o tempo todo bem alto e fino. Foi um inferno! Eu tava cansada e morrendo de sono e não conseguia dormir por conta dos escadalos desses dois aí.

Meu rosto virou um tomate e tudo que que eu queria era um buraco para enterrar a minha cara de tanta vergonha que eu tava. E, pra piorar, todos viram o meu estado e cairam na gargalha, inclusive, até o meu Próprio noivo.

- S-será que v-você poderia me fazer a pergunta logo? - digo olhando para Ced morto de vergonha.

- Tá bom! - diz ele limpando umas lárimas nos seus olhos de tanto ri de mim - Bom, a minha pergunta é: Entre Thomas e Harry, quem é melhor na cama?

Porra, agora sou uma pimenta de tão vermelho que eu estou.

- Respondi, Draco! - diz Theo rindo da minha cara.

- O-o do ... - Harry olhou para mim Sério esperando a minha resposta.

- Não vale mentir. - alertou Cedrico debochado.


- O Harry... - falei a verdade.

 

Ninguém consegue superar meu noivo, sem falar do seu membro: grande e grosso. E o melhor, ele sabia fazer muito bem uso dele.

- Aaa Draco, fala isso por que ele é seu noivo! - protesta Thomas.

- Thomas, cala esse seus dedos e aceita que doi menos! - Theo diz.

Rimos.

Passou mais algumas rodadas de brincadeira bem salientes quando finalmente para de mim para o meu amigo.

- Verdade ou consequência?

- Consequência.

Riu malicioso, era a minha chance de me vingar do Cedrico.

- Te disafio a beijar o Cedrico na "Boca" e de " lingua". - especifico bem a parte que eu digo que o beijo tinha que ser na boca e de Língua.

Cedrico resmunga um pouco ao ver o meu ex se aproximar dele e lhe tacar um beijo fevoroso e cheio de malícia.


Ri da cara de Cedrico ao ver seu rosto vermelho feito pimentação.


~Flach back off

Foi realmenta maravilhoso esse dia.


O tempo foi passando e cada dia mais eu amava o meu moreno. Nos casamos em um doce 1 de maio. A serimonia foi bem íntima, ao contrario da do Theo. Foi tudo bem simples, como o nosso turbulento amor. Nada que chamasse atenção, porém, foi bastante bonito.


A cada dia do meu, agora marido, foi maravilhosa. Brigas? Quase sempre, mas por motivos bobos. Sempre acabavamos em uma cama nos amando feito dois loucos.

Os anos foram se passando e Harry, Charlottie e Maria foram se aproximando. Lottie vinha sempre que podia passar fariados e ferias com a gente. Ela era bem diferente de Harry, tinha um ar Aristocrático, educada e bastante refinada, andava sempre bem vestida e perfeitamente alinhada. Fazia uso das mais rebuscadas das palavras, era interessante de se ver. Pelo que eu soube, o colegio que estudava exigia todas essas qualidades da sua parte, que ela atendia perfeitamente.

Eu finalmente me formei na minha faculdade e para comemorar a minha formatura realizei um desfile de roupas para crianças, cujo os modelos eram crianças carente da fundação Gazebo. Foi um sucesso. Logo me tornei um grande nome e consultor de moda.

Estava tudo entrando no seu devido lugar.

Quatro felizes anos de casados passaram-se como água, mas com o passar do tempo fomos percebendo uma coisa também, só eu e ele estava sendo meio monótomo demais - não que eu esteja entediado com o meu marido, pelo contrario, vivo feliz ao seu lado, pois ele sempre me apoia. Mas, ver como Theo estava feliz com o Henry me fazia querer essa felicidade também para mim. Então fomos os dois em uma agencia de adoção.


A agente nos apresentou varias crianças de 0 anos até 6 anos, mas ao contrario do que o Theo e Rony disseram para mim, eu não me apaixonei por nenhuma delas. Certo que haviam crianças alí maravilhosas, mas nenhuma parecia me dá a sensação de ser o seu pai. Fiquei bem triste com isso, embora, sabendo que Harry também ficara, ele mim confortou.


Mas tudo mudou quando resolvemos mudar o setor de crianças para algumas mais velhas.

~Flach backs on

Entramos naquela nova ala que ficavam as crianças entre 7 á 14 anos. Haviam crianças muito adoraveis alí, todas lindas e encantadoras, mas eu ainda não sentia ter encontrado a minha filha ou filho.

Andamos por entres os corredores dalí observando com atenção cada criança, até que vimos uma casal de crianças muito fofos. Eles tenham algumas semelhanças, o que deduzi serem irmão. A menina era mais nova que o menino, ela parecia ter uns 6 anos, por conta da sua estatura frágil e pequena, mas eu sabia que aquela não era a sua idade, pois aquela ala era de crianças entre 7 e 14 anos, por isso consequentimente ela tinha mais idade do que realmente aparentava. O menino, esse tinha um ar de adolencente recém criando. Apesar das idades os separando-os, eles tinham muitas semelhanças fisicas. Ambos tinham cabelos castanhos claro, olhos verdes clarinho - não eram como o meu, que pareciam o céu, mas sim, verde clarinhos como piscina. Eram branquinhos e até eu me arrisco a dizer eram meio bronzeados como o meu Harry, mas bem mais claros.

Eles eram lindos.

O menino conversava com a menina bem baixinho, enquanto afagava seus cabelos meios cacheados nas pontas que eram bastantes longos. Ela parecia tristonha, seus olhos brinhavam como de alguém que iria chora. Eles estava afastados de mim e Harry, ao contrario das crianças que viam ao nosso encontro clamando por nossa atenção.

Eles ainda presso no seu mundinho, conversavam entre sí. O garoto sempre fazendo carinho na menor e a mesma mantendo a sua carinha triste. Ele tentou a braça-la, mas a mesma não deixou. Ela saiu correndo logo derramando as lágrimas que ela tanto continha. Ele não foi atrás dela, mas eu fui.

Me aproximei bem calmamente pra não assustar a pequena. Ela estava de baixo da mesa onde ela provavelmente com o irmão fazia suas refeições. Sentei ao seu lado me curvando todo de baixo do objeto.

- Oi... - chamei a sua atenção. Ela chorava de soluçar, mas quando me viu passou a limpar sua Lágrimas - Por que tá  chorando pequena? - disse com uma voz suave.


- P-por que ... - soluçou - meu mano vai embora. - soluçou voltado a chorar.


Ela trouxe suas perninhas frágeis de encontro com o seu peito para assim agarra-las.

- Seu mano? Ele é aquele que estava falando com você agora pouco? - levei a minha mão ao seu rosto limpando o liquido salgado e quente que escorria dos seus lindos olhos verdes claros.

- S-sim. - assentiu - Olha, d-devia me deixar a-aqui e ir ver outras crianças. - falou a menor já normalizando sua voz embargada, no entanto sua voz de vez em quando gaguejando sem querer.

- Mas se eu quiser ver essa criança na minha frente? - indaguei arqueando a sobrancelha.

- Estará perdendo tempo.

- Por que?

- Porque eu não vou a lugar nenhum sem o meu mano! - disse estufando o peito em certeza de suas palavras.

- Mas você mesmo disse que ele ia embora.

- Eu nunca disse isso. Disse que iam levar ele embora, ele nunca me deixaria! - me corrigiu e eu sorri sem graça.

- Okay, você tá certa. Mas por que querem leva-lo?

Ela fez uma cara de choro e me olhou mordendo os lábios.

- Por que meu mano tem agora 15 anos e ele já é um adolecente, não pode mais ficar.

- Como sabe que ele vai embora?

- Por que meu mano me disse. - afirmou com aquela voz infantil de criança que ela tinha.

- Por isso você tava chorando? - ela assentiu.

- Eu sei que o senhor quer um filho e pode tá pensando em me levar embora, mas o senhor não é o primeiro nem será o último. Vou espera meu irmão crescer e me levar daqui, não vou me separar da minha unica familia.


Olhei pra pequena na minha frente e eu soube, mesmo sem saber o seu nome, que era ela. Eu sentia, ela era a minha filha. E mesmo que o Harry não queira adota-la, pois com ela vem um irmão - eu sei que meu marido não vai deixar de ficar ao meu lado -, eu  vou levar esses dois para casa.


~Flach back off



Aquela menina me encantou, por isso falei com Harry e mesmo que o nosso planos fossem apenas um filho, ele concordou e ser dois, afinal "Filhos não se escolhem", palavras do meu marido.

Passamos a amar os dois. Lia e Sam, eram os nomes deles, eram maravilhosos. Sam, que passei a conhecer, era super amigo, protetor e inteligenge, que me cativou. Quem gostou das qualidade do garoto ainda mais foi Harry.

Demoramos para concretizar longos 2 meses a adonção, que foi concedida após um longo discurso de como filhos são responsabilidades da parte da agente judiciária.

Não pegamos os pequenos de imediato, tiveram que ver um documento lá que só podediam liberar as crianças no dia seguinte. Mas eu voltei pra casa feliz, pois já tinha meus filhos.

Harry entrou na nossa casa e sentou-se comigo no sofá ao seu lado, enquanto sorriamos os dois feito dois bobos.

- Mal posso acreditar! Temos filhos amor! - disse rindo feito bobo.

- Verdade. Dois... Meus Deus Draco, somos pais!

Sorri para ele e sentei no seu colo.

- Obrigado. - beijei a ponta do seu nariz.

- Pelo quê?

- Por me fazer tão feliz! - deitei a minha cabeça no seu ombro e passei a sussurra no seu ouvido o quanto eu estava satisfeito com a minha vida - Harry... Obrigado por ser quem você é! Por me fazer sorri sempre, por ser maravilhos comigo, ser um marido bom e cuidadoso, ser atencioso. Obrigado por ter sido paciente comigo, por aguentar as minhas tolices, minhas burrices e loucuras, por me desculpar sempre, por cuidar de mim, por esse casamente maravilhoso que já dura felizes quatro anos. Por esses filhos que você tá me dando agora, por me amar desse seu jeitinho incrivel, obrigado até por nosso sexo que sempre é incrivel... - ouvir ele ri Brevemente - Obrigado por muitas vezes superar os meu egoímos e arrogância, obrigado por ter me esperado e me amado por todo esses anos, obrigado... Só obrigado! Eu te amo mais que tudo!

Ele afagou os meus cabelos e desceu suas mãos pra a minhas costas e acariciou o local com ternura e suavidade.

- Draco, não me peça obrigado quando você sabe que o motivo pra tudo que passei e superei foi para ficar com você. Saiba que não me arrependo de um só segundo, de uma só palavra ou decisão por mim tomada. Porque Dray... Meu amor, eu fiz por você, como sempre faço. Podem me chamar de louco por fazer todas as suas vontades, por atender todos os seus pedidos sempre sorrindo e sem pestanejar uma só vez. Mas eu me chamo de apaixonado, apaixonado pelo mesmo garoto desde quando eu tinha 17 anos, o mesmo garoto que caiu em cima de mim assim que me conheceu. - beijou minha bochecha - Eu te amo Draco, amo até mais que eu mesmo.

Quase chorei com as suas palavras. Tirei o meu rosto do vão do seu pescoço e lhe dei um beijo apixonado. Um beijo tão intenso e cheio de fevor tanto quanto o de 6 anos atrás, quando eu tina apenas 17 anos. Desce do seu colo e fiquei entre as suas pernas. Olhei para o meu marido enquanto lhe laçava olhares de gratidão por ele ser o melhor pra mim em tudo.

Ele me observou agachado entre suas penas desafivelando seu cinto e soltou uma risada me fazendo para e olhar para ele.

- O que foi? Qual é a graça? - perguntei sem deboche, ironias ou qualquer outro sentimento, só perguntei por curiosidade.

- Não é nada meu amor. - tocou meu rosto e depois o meus lábios - É só que é engraçado como sempre paramos em situações como essas.

- Não entendi? - abaixei sua calça e revelei sua boxer preta para mim.

- Só é engraçado como eu previ que iriamos acabar assim hoje. Tipo, iriamos conseguir adotar nossos filhos e depois iriamos pra casa trocar palavras de amor e carinho até que você iria se abaixar na minha frente e me pagar um boquete delicioso e depois iriamos transar. Bom, deduzi pois sempre que você quer me agradecer por alguma coisa que não seja por presente você me faz um boquete e depois fazemos amor. - esclareceu ele e eu sorri meio torto.

- Sou tão previsível assim? - ele assentiu - E você tá reclamando da minha forma de agradecimento? - arquei a sobrancelha incrédulo.

- Não! - quase gritou e eu ri - Você sabe que não. Além disso, só comentei porque amo!

Ri pra ele e voltei a minha atenção pro seu membro já "animado" dentro da sua boxer.

Passei a minha lingua por sua glande rosada por algumas vezes ouvido gemidos baixinhos do meu marido. Firmei minha mão na sua base e passei a lingua de cima para baixo do membro que eu tanto já conhecia. Ele arfava e gemia meio frustado a cada passada de lingua gostosa que eu dava. Em uma dessas lambidas no seu membro parei na cabecinha e dei uma sugada leve, mas logo almentei a intensidade.

- Ahn.. D-Dray... Me c-chupa amor. - pediu e eu consedi de muitíssimo bom grado.

Fui colocando ao poucos na boca, me mative chupando sua ponta, mas logo deslizei ele pra dentro da minha boca. Harry gemeu alto e enterrou sua mão nos meus cabelos já bem crescidos.

- hmm... Ahn... D-Draco... Amo e-essa sua b-boquinha ... Ahn! - admitiu gemendo alto.

Sorri ainda com sua grande extenção na boca.

Passei a chupa-lo com desejo e rápidez, sempre parando pra sugar sua ponta com força, mas logo voltando ao meu movimento de subidas e descidas. Quando eu senti seu jato forte de gozo na minha boca, inguli com prazer todo seu liquido braquinho e incrivelmente delicioso.

Ele me puxou pra seu colo e me beijou com intensidade.

- Eu te amo! - me beijou novamente.

- Eu também te amo seu bobo. - dessa vez foi eu que o beijei.

Ele me deitou no sofar e disse ofegando com a voz meio rouca:

- Eu quero fazer amor com você nesse sofar. - extremeci com a suas palavras e puxei ele pra cima de mim. Passamos a nos despir, mas infelismente o telefone fixo tocou.

- Não atende amor, vem, vamos continuar. - digo puxando ele pelo oubro pra cima de mim.


- Mas se for importando? 


Parei pra pensar um pouco e percebi que ele estava certo.

Bufei.

Ele atendeu educadamente e a cada palavra ele ficava mais pálido, até que uma frase me chamou atenção:

- Maria o que??!!!

Tentei perguntar pra ele o que estava acontecendo, mas ele não respondeu. Mas quando desligou o telefone, me disse bastante abalado.

- Draco... - falou em um fio de voz, o que me alarmou. Sentei ele e abraçei ele de lado mesmo não sabendo o motivo do seu estado.

- Amor, tenta se acalmar e depois me conta, okay?


- Amor... - me chamou de novo. Ela estava abalado - A-a M-m-maria... Ela M-morreu!


- O que?!!

- Amor, e-essa ligação f-foi avisando da m-morte dela e c-como eu sou o unico parente dela v-vivo, e-eu vou  ficar c-com a lottie. - Ele disse eu me alarmei.

- Como?

- Draco, ela já esta c-chegando.

Maria morreu, e a lottie ficaria com a gente. Isso quer dizer que ao invez de 2 filhos, teremos 3 ...!

Continua...


Notas Finais


Ai gente, não me toca que tô emotiva :')
Esse foi o penúltimo capitulo da fanfic, o próximo é o final real e oficial (⌒_⌒;)

Enfim...

Beijos e até o próxima ^^


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