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História My Dear Dancer - Capítulo 34


Escrita por: e since24th05


Notas do Autor


eiiiii....sorry i'm late :p
eu estou um pouco atolada de coisas e um pouco desanimada, mas estou aqui com mais um capitulo para vocês.
Obrigada a todos os comentários, os favs, tudo...
Espero que gostem do capitulo e perdoem os erros!

Capítulo 34 - 34


As vezes eu me pergunto se eu tivesse mudado alguma atitude as coisas seriam diferentes, será que se eu estivesse mais em casa Daniel não teria me traido? Será que se eu não tivesse aceitado Emma em minha companhia estariamos juntas? Se eu tivesse sido totalmente sincera com o meu filho, ele hoje estaria aqui?  Pequenas atitudes fazem muitas coisas mudarem. Eu não me arrependo de nada do que eu fiz, de como s coisas chegaram até onde chegou. Há um mês eu não vejo Henry, no dia do meu aniversário ele me mandou uma mensagem, falando apenas parabéns, sei que ele está chateado de estar com os avós e com tudo o que aconteceu, mas ee precisava entender que ele errou em nos expor daquela maneira. Meus pais, especificamente mnha mãe quase não falava comigo, perdemos mais alguns alunos e isso estava fazendo Cora Mils ter cabelos brancos, para ela seu império estava se desmoronando por causa de sua filha. Eu sempre tive uma relação muito boa com minha mãe, com minha familia no geral. Lembro que Emma disse sobe minhas faces, e eu agora estava vendo uma face de Cora que não tinha visto antes. Falando em Emma, a garota está deitada no chão da minha sala fazendo massagem em meus pés. No fim de semana tivemos uma competição, fiquei praticamente todo o dia em pé, em um salto alto, mas valeu a pena, ganhamos em primeiro e segundo lugar. Agora iria dar um tempo nas competições, com poucos alunos iria focar mais nas aulas, principalmente para aqueles que entraram agora. Emma continuava dando aula para as pequenas junto com Sabina e eu continuava dando aula para eles. Agora estavamos com cinquenta alunos, contando com os dez que entraram a um tempo trás, eu jamais imaginaria que as pessoas fossem tão preconceituosas a ponto de não dançar em uma companhia por sua dona ser bissexual.

- Você sabe, por mais que você tenha poucos alunos, você conseguiu ganhar em primeiro, as pessoas logo viram para a sua companhia, e irão voltar, não se preocupe. – ela disse, parecendo ler meus pensamentos.

- Não é tão simples assim Emma, eu queria que as pessoas separassem minha vida pessoal do profissional. Pensei até de fechar a companhia.

- Você não pode fazer isso, olha só o tanto de coisa que você fez até hoje, o tanto de sonhos que sua companhia realizou, todos procuravam por você Regina.

- Exatamente Emma, procuravam, agora não mais, as pessoas esquecem das coisas boas que fazemos por elas quando elas sabem de algo, ou tem algo de ruim contra você. E é isso que aconteceu.

- Faz apenas alguns dias, logo tudo votará ao normal. Você vai ver.

- Eu estava pensando em fazer um novo projeto na companhia. – Ela para de fazer a massagem no meu pé e me encara – Iriamos abrir vagas para dançarinos, sejam eles pagantes ou não. Pensei sobre o que você disse outro dia, que pessoas queriam ter a oportunidade e não tem condições de pagar, você também falou que uma vez viu um projeto de adolescentes lgbts que querem dançar e não podem pagar por não falaram com os pais, ou até mesmo serem expulsos de casa, pensei em abrir uma edição, treinar dançarinos e ir competir, nas competições dependendo dos premios ganhamos dinheiros, esses valores cobririam os gastos dos figurinos e inscrições, o que você acha?

- Essa ideia é incrivel Regina, estamos com poucos alunos e você tem focado mais em dar aulas, nesse tempo você pode treinar os dançarinos que vierem, levará um pouco de tempo, mas vai valer muito a pena.

- Você acha? Eu preciso falar com Zelena e com minha mãe, afinal Zelena também precisa autorizar o projeto.

- Claro, vai dar tudo certo – Ea disse entusiasmada. Se levantou e se sentou no sofá – Você tem um talento, um talento incrivel, não deixe as pessoas te colocarem para baixo, você está feliz não está? Com o que você é? – Confirmo com a cabeça – Então isso basta. Agora vem cá – Ela me puxa e me dá um beijo, um beijo lento, passando a língua por meus lábios, solto um suspiro. A campainha toca, nos fazendo separar.

- Eu vou atender a porta. – Me levanto

- Você quer que eu suba?

- Não há necessidade querida – Caminho até a porta e ao abri-la vejo minha mãe ali – Oi mãe, quanto tempo. – Me aproximo para lhe dar um beijo no rosto e ela se afasta, entrando em minha casa.

- Preciso conversar com você umas coisas sobre a companhia. – Para de falar ao ver Emma sentada na minha sala – Oh, você está aqui. – Fala com desdém – Regina preciso conversar com você em particular sobre a companhia, podemos ir ao escritório?

- Claro – Me aproximo de Emma – Eu vou falar com minha mãe, você não quer pedir nosso jantar?

- Tudo bem, estarei lá em cima, para vocês terem mais privacidade – Diz se levantando, me dando um selinho e subindo, respiro fundo e vou para o meu escritório, minha mãe está sentada em minha cadeira, como se fosse dona do lugar.

- Está tudo bem, mãe?

- Sim, eu tenho algumas coisas para você. Regina pensei que nessa altura você já tinha voltado ao seu estado normal, mas pelo visto você perdeu o juizo.

- Porque diz isso? Como assim ao meu estado normal? Nunca estive melhor.

- Regina serei sincera com você, isso já passou dos limites, isso é o que? Alguma crise dos trinta e cinco anos? Acabou o casamento e não consegue ficar sozinha? Precisa de alguém para esquentar sua cama é isso?

 Do que você está falando exatamente? Pensei que veio aqui para resolver sobre a companhia.

- E vim, e quero saber do porque tinha que ser uma mulher?

- Eu não falarei sobre o meu relacionamento, pensei que estaria tudo bem para você eu me relacionar com quem quer que fosse, o que importaria era eu estar feliz. Afinal você mesmo apoia as pessoas lgbts

- Apoiar as pessoas sim, porque elas fazem o que quiserem da vida delas e eu não tenho nada a ver com isso.

- Mas eu não posso, porque sou sua filha?

- Exatamente Regina, aceito tipo de pessoa em minha companhia porque eles nos dão dinheiro para estarem ali, mas não é porque eu tolero eles  que devo aceitar essa pratica de você, segundo nossa crença, você sabe muito bem que é errado e eu não tolerarei isso debaixo da minha compainha

- Pratica? Mãe acho que você está levando isso para o lado pessoal, é a minha vida e como você bem mencionou, eu já tenho trinta e seis anos, sou adulta e dona da minha vida. Não coloque nossas crenças no meio disso tudo, não se esconda debaixo dela, porque do mesmo modo que você crer eu tambpem creio e ainda assim estou com uma pessoa que gosto, porque não é errado gostar mãe, errado é odiar alguém, negar ajuda.

- Você mandou o seu filho embora para aceitar essa mulher em sua casa

- Não, eu não o mandei embora, ele me expôs, por pura birra, ele merece o castigo, ficar afastado de tudo e pensar no que fez, quando ele perceber que errou ele pode voltar, ele precisar aprender as consequencias de seus erros.

- E seus erros Regina?

- Que erros?

- Você sabe quais erros, não precisa se fazer de desentendida. Eu vim aqui por um motivo, vi que os números de desistencias estão grandes, tenho duas opções para você, a primeira, você demite Emma Swan, ela sai da minha companhia, não me interessa se vocês estão namorando ou o que quer que estejam fazendo, quero ela fora.

- Eu não farei isso, não vou demitir Emma por um capricho preconceituoso seu mãe, ela é uma excelente profissional e nosso relacionamento não deveria estar em pauta aqui, alguns pais tiraram seus filhos por pensamento iguais aos seus e eu não demitirei pessoas porque você quer, se eles sairam, tudo bem, encontraremos pessoas novas, pessoas que realmente querem.

- Tudo bem, então isso me faz pensar que você quer a segunda opção. – Se levanta e caminha até mim, parando a minha frente – Está demitida. – Fico encarando ela, por um momento penso que está brincando, mas não, está falando muito sério – Pense bem, você é herdeira da minha companhia, mas eu posso muito bem demitir você, porque ainda sou dona dela, quando eu morrer você pode fazer o que bem entender, mas meu nome está ali e não deixarei você arruinar tudo que eu demorei anos para construir. Então você escolhe Regina, ou demiti Emma ou saem as duas, a escolha é sua, você tem até amanhã para e dar uma resposta. – Dito isso ela sai me deixando ali sozinha em meu escritório. Caminho até o sofá, me sentando, pergunto-me porque tudo chegou a esse ponto? Ela era homofobica, ou tinha muita raiva porque eu não agia como ela queria. Emma trabalha para mim a uns meses, e seu trabalho é excelente, se igualando ao das meninas que já estão comigo a anos. Tento pesar os prós e contras. Perder a companhia, parar de dar aula ou demitir Emma, a garota tinha passado por poucas e boas para chegar até onde chegou, não era justo com ela, não era justo comigo tudo o que estava acontecendo só porque decidimos ficar juntas.  Tudo virou de ponta cabeça pelo simples fato de uma decisão, realmente, nossas decisões tem consequencias e estava na hora, de novo, de assumir as minhas.

•••

- Irmã, estarei entrando de recesso – Zelena diz quando entro em sua sala – Estou perto de ganhar, faltam apenas algumas semanas – Diz alisando sua barriga e lhe dou um sorriso – O que foi?

- Você sabe o que nossa mãe decretou para mim?

- Não exatamente, ela disse que faria você tomar uma decisão, mas não disse exatamente sobre o que. O que aconteceu?

- Ela decretou, eu demito Emma, ou nós duas sereos demitidas.

- Ela não pode fazer isso, você deu sua alma para esse lugar e agora ela quer te tirar? Um absurdo, você não pode aceitar isso.

- Ou eu saiu ou tiro Emma, o que você que devo fazer?

- Você sabe a resposta. Regina ela pode trabalhar em qualquer outra companhia, mas você, você dedicou toda a sua vida a isto aqui, ela trabalhará em outro lugar e você ainda terá sua namorada.

- O problema Ze, é que a mãe quer me manipular, e eu não aceitarei isso, não posso, não somos mais crianças. Como você se sentiria se ela dissesse para escolher entre Mark ou isso aqui.

- É diferente, nós já somos casados.

- E por eu estar apenas namorando Emma o sentimento é diferente? – Suspiro, encarando-a, era segunda feira, passei o final de semana inteiro desde que minha mãe foi embora calda, Emma perguntando o que estava acontecendo e eu ignorando suas perguntas, pensei bastante sobre tudo e ainda assim cada uma das decisões me doía.  Me doía porque nada disso era justo.

- Eu sei o que tenho que fazer Ze, sei também que não apoia o meu namoro.

- Quero apenas te ver feliz, isso que importa para mim.

- Convoque uma reunião por favor, Cor deve estar chegando – digo saindo da sala dela e indo para a minha.

Alguns minutos se passaram e todos estavam no estudio A, sentados ao chão, ali eu vi o quão tudo isso mudou, dos meus cento e cinquenta alunos, eu tinha menos da metade presente. Minha mãe entrou na saa e se sentou no canto.

- Boa tarde a todos, eu convoquei essa reunião para dar alguns avisos. Como sabem a opuco tempo várias pessoas, amigos de vocês deixaram a companhia por não concordarem com algumas coisas referente a minha vida pessoal, e tudo bem, ninguém é obrigado a estar em um lugar onde não se sente bem. Mas o que quero dizer sobre tudo isso é que as vezes as pessoas não veem como as atitudes delas afetam outras pessoas, eu namorando uma mulher não afetou nada na vida de nenhum de vocês, porque isso não muda o meu profissionalismo, mas a atitude dos que sairam e dos que ainda estão que me fizeram tomar algumas decisões. Como muitos sabem perdemos vários alunos, poucos entraram, para mim nunca foi sobre dinheiro, e sim sobre sonhos, sonhos que poderiam se realizar, sonhos que pessoas podem alcançar, na verdade esse lugr ele nos faz sonhar e acreditar que podemos ser o que quisermos. Eu estou nessa companhia desde antes de aprender a me sentar direito, este lugar  fez grande parte da minha vida e eu a amo, amo como parte de mim, porque ela é, assim como ela é na vida de vocês, então vocês entendem como me sinto. Acontece que por ter sido parte de minha vida as decisões que me foram apresentadas foi dificil de tomar. Aqui, eu vi vocês crescendo, tanto em vida commo profissionalmente, nós formamos dançarinos, profissionais. Eu não acho justo toda essa discriminalização, tanto comigo, como com meus alunos e funcionários. Este lugar foi feito para não haver preconceito, tanto com os alunos para comigo, foi feito para pessoas terem asas e voar se medo, para serem quem quer que são e sempre deixei isso claro. Fui rude várias vezes e sou conhecida por isso, mas em nenhum momento desrepeitamos qualquer ser humano daqui.  Eu sou eternamente grata por todos vocês que acreditaram neste lugar, por acreditarem em mim, por esse motivo hoje eu me desligo totalmente da companhia de dança Mills. – Neste momento houve um burburinho, pessoas falando de vários lados, olhei para Emma e ela estava me encarando, talvez um pouco chocada, Zelena balançava a cabeça, talvez por achar que eu escolheria a companhia. Minha mãe se levanta e caminha até mim, furiosa.

- O que você pensa que está fazendo Regina? Que afronta é essa?

- Você foi até minha casa, me dar um intimação, ou Emma ou eu e eu fiz a escolha.

- Está abandonando todos os seus alunos, todo esse lugar por causa de uma paixãozinha boba?

- Não mãe, não estou abandonando eles. – Me viro para os meus alunos que estão obesrvando toda a nossa interação – Você sempre soube que isso aqui foi a minha vida, foi tudo para mim e não deixarei você me intimidar porque não pode controlar minha vida. Eu sinto muito a todos vocês, temos que por muitas vezes nos retirar por não se sentir bem, porque determinadas coisas fazem mal. Quero deixar aviso que não irei desistir, que não deixarei de fazer aquilo que amo jamais. Pensei muito  respeito sobre tudo no final de semana e quero dizer que em breve eu abrirei outro lugar e quem quiser estar comigo estaremos de portas abertas. Anunciarei em breve. Obrigada. – Me retiro dali, sendo seguida por minha irmã, enquanto minha mãe tenta acalmar os alunos ali presente. Logo Emma está ao meu lado, em minha sala. Eu reuno minhas coisas que já estavam em uma caixa, meus quadros, alguns troféis que ganhei quando mais nova. Elas não disseram nada, apenas me observavam enquanto fazia isso.

- Regina, você não pode fazer isso. Se sua mãe quer que eu saia tudo bem, eu saio, não desista de tudo isso que você lutou para ter a vida toda por causa de mim.

- Ela está certa irmã. Não desista de tudo que é seu por direito

- Não se trata de desistir, como você disse, tudo isso é meu por direito e justamente por esse motivo estou me desligando. Sempre me disseram que eu não merecia estar aqui, que eu não tinha talento, que recebi tudo de mão beijada. Eu não quero mais isso, está na hora de Regina se desligar da companhia Mills, para provar a mim mesma que onde eu for independente de quem eu seja eles me seguiram, ou novas pessoas iram vim.  Sempre dissemos a eles que els precisam lutar pelos seus sonhos e eu estou lutando pelo meu, sou uma mulher livre, que tenho a total capacidade de abrir um lugar só meu, começar do zero e ser tudo como eu quero. Você sabe que aqui tinha regras demais, e eu mudei nesses ultimos meses, minha concepção desse lugar mudou, algumas coisas precisavam ser diferentes e eu não tinha o poder para tal coisa, mesmo sendo dona, ou herdeira daqui. Sempre Cora tentava estar aqui de alguma maneira ou outra, mesmo que indiretamente, eu não quero mais, eu preciso voar por mim mesma.

- Justo agora que eu ia entrar de licença Regina – Ela diz soltando um suspiro.

- Porque diz isso? Você ainda pode tirar sua licença

- Irmã, onde você for eu vou,não importa para onde.

- Você vai deixar a Mills?

- Como você disse, ela é nossa por direito. Apesar de você ser chata e rabugenta eu gosto de trabalhar com você, sempre nos entendemos e somos muito boa juntas, então sim, estarei indo onde você for.

- Bom, u vim para cá para ter aula com a melhor professora do Maine, não pela companhia Mills, mas por você, então eu vou onde você for, se me aceitar – Essa fala é de Emma, que se aproxima de mim e segura minhas mãos.

- Conte comigo também – Ruby diz entrando na sala junto com Diana.

- Vocês vão abandonar seus empregos por causa de uma briga minha com minha mãe?

- Estamos aqui por você Regina, você fez essa companhia ser o que é durante esses vinte anos, então sim, estamos aqui por você e vamos para onde você for – Ruby diz se aproximando mais

- Exatamente, você pode ser uma chefe um pouco mandona demais, mas é a melhor e queremos estar com a melhor, mesmo não tendo um lugar ainda. – Olho para essas quatro mulheres em minha frente, são tão malucas quanto eu, começo a rir, meus olhos ficam marejados, me aproximo de Emma e lhe dou um beijo no rosto.

- Na verdade eu tenho um lugar em mente. – Digo, mordendo o lábio, a verdade é que eu pensava em expandir a Mills, porém minha mãe não aceitou isso muito bem, então o local que eu queria comprar ainda estava a venda.

- Ótimo, vamos recolher nossas coisas e pedir demissão a Cora, nos vemos quando para ver esse novo lugar? – Diana pergunta, um pouco animada.

- Vamos ainda essa semana, mas pensem bm se é isso que vocês querem, a maioria dos alunos sairam por causa de mim.

- E muito outros viram – Desta vez foi Emma que disse – No começo pode ser dificil, mas muitos conhecem você, suas técnicas e você disse que tem novas ideias, podemos implementá-las na nova companhia, faremos de tudo para conseguir. – Diz, e eu só consigo sorrir para ela.

- Você pode levar isso no carro para mim? – Pergunto apontando para a caixa, ela faz que sim com a cabeça e então pega a caixa, as outras estão saindo provavelmente para arrumar seus pertences e sairem também. Agora estou sozinha em minha sala, fico observando o local onde passei toda a minha vida, sentirei saudades, de todo o lugar, de conhecer cada cantinho dali e estar familiarizada com tudo. Quando dou por mim estou passando pelos estudios, repletos de espelhos e barras, onde em cada parte me alonguei, dancei, pulei, corri, me libertei. Sentirei falta, de cada misero canto, do cheiro, dos ecos em que alguns lugares faziam, de poder bater a minha porta quando estava com raiva, de me trancar em meu refugiu que era minha sala e ali conseguir o meu tempo, o meu momento de me tranquilizar e resolver tudo. Esse lugar foi tudo para mim, tudo para minha irmã e para o meu filho e eu estava abrindo mão dele, não por vingança, não por birra, mas sim para ser livre, para poder voar e dançar conforme a minha música. Sempre pensei que por nascer e crescer aqui, u morreria aqui, trabalhando e dando tudo de mim a esse lugar. A companhia de dança Mills foi tudo para mim no meu passado e meu presente, mas dali em diante ela não faria mais parte do meu futuro. 


Notas Finais


O que acharam?? Regina tomou a decisão certa?


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