1. Spirit Fanfics >
  2. My dear delegate - versão camren >
  3. CAPITULO 10

História My dear delegate - versão camren - Capítulo 10


Escrita por: Rukygia

Capítulo 10 - CAPITULO 10




POV CAMILA CABELLO


Já haviam se passado um mês desde

que começara a trabalhar para lauren jauregui, Todos esses dias ela tem estado

diferente. 

Claro, que continua a mesma grossa e egocêntrica, mas não posso negar que ela tem gritado menos com os outros funcionários.


Não há um dia se quer que eu não

pense no nosso beijo e eu agradeço aos

céus por ela não se lembrar de nada.


Eu estava tão feliz! E essa felicidade

Tinha nome: Richard gere .

Um amigo da minha mãe que disse que

poderia me ajudar na faculdade.


Nós negociamos uma possibilidade

de eu poder ao menos pagar metade

das despesas, se eu fizer uma avaliação.


Resolvo ligar para DJ para contar aa

novidade.


- Oi, Camila!


- Oi, Di! Tenho uma novidade!- digo

animada.


- Fala!-diz curiosa.


Sabe o senhor Gere, amigo da

minha mãe?


- Sei, ele é diretor da faculdade, certo?


-Sim! Minha māe conversou com

ele e ele vai me ajudar a entrar na

faculdade!


- Sério? Porra! - ela ri.- conversou com

ele?


-Sim, eu vou sair com ele! Nós vamos

Conversar.


-Eu estou tão feliz por você


-Eu mal posso esperar! Estou tão

ansiosa! sorrio.


-Quando vão?


- Amanhã à noite.


- Jantar?


- É, vamos jantar.


Ouço alguém pigarrear. Jauregui


-DJ, vou desligar! Até mais! - encerro a

chamada.

Ela parecia estranha.


- Eu a pego para trabalhar e não

para ficar ao telefone.- sinto minhas

bochechas corarem.

"Como pode mudar de humor tão rápido?"


- Desculpe, senhora! Eu…


- Não quero saber! Espero que meu

almoço já esteja pronto.-resmunga e

Sobe as escadas.


Agora sei que além de tudo, é bipolar.

Balanço a cabeça negativamente e

começo a colocar a mesa, Logo ela

desce as escadas e se senta, sem ao

menos me olhar.

Me afasto, talvez ela mesma queira

se servir, com tem feito durante esse

tempo.


-Me sirva! engulo em seco e começo a

fazer como ordenara. - Onde está Maria?


- E-ela não estava se sentindo muito

bem. Então não vi problema em deixá-la descansar. Eu nāo me importo em fazer o trabalho dela.- digo

sentindo minhas bochechas arderem

novamente.


-Eu tomo as decisões aqui, espero que

saiba disso.


Não é possível que ela esteja com raiva

por causa de uma ligação.


-Si-sim, senhora! Posso ir?


- Não! Fique aí, posso precisar de

alguma coisa.- dá de ombros.Permaneci em pé o tempo todo, sentindo minhas pernas doerem, fazendo com que eu trocasse o peso das pernas diversas vezes.


Depois de alguns minutos, que

pareciam horas, ela finalmente se

levanta e sai dali.


Respiro aliviada e começo a retirar

todos os talheres e pratos da mesa.


- Já vou indo!- me assusto com a

sua voz e derrubo um dos pratos,

fazendo- se quebrar em pedaços.


- Me desculpe! -peço, tentando juntar

os cacos.


-Tenha mais cuidado da próxima

vez! Não quero uma empregada

desengonçada!- diz com desdém e sai

dali.


Suspiro.


Eu não ficaria triste por causa dela.


Amanhã, se der tudo certo, vou

realizar meu sonho de entrar na

faculdade e nem ela, nem ninguém vai

destruir minha felicidade.


(...)



-Que bom te ver! - Richard diz assim

que chego no restaurante.


- Olá, senhor Gere!- sorrio.


- Essa é minha linda esposa, Alejandra!

Não sei se lembra dela, afinal você era

bem pequena.


- Não seja exagerado, Richard!- ela

cora- Olá, querida! Pensei que sua

mãe viria. Faz um bom tempo que não

a vejo.


- Ela não estava muito bem.- suspiro.-

Deixei uma amiga cuidando dela.


-Certo!- Richard diz.- Espero que ela

fique bem!


Ficamos conversando por um bom tempo.


Eu faria a prova na segunda-feira, a ansiedade era enorme, afinal,eu

estaria realizando um sonho.


- Bom, eu tenho que ir!- digo.


- Nem pedimos sobremesa!- Alejandra

choraminga, fazendo com que

rissemos.


- Eu...- paro quando meu celular toca. -

Desculpe!- faço uma careta.


- Não se preocupe, querida! Atenda! -

Sorrio e assinto.


-Alô?

- mila... - dinah diz com a voz

embargada.


- O que aconteceu? - meu coração

acelera.


-Su-sua mãe! Ela foi para o hospital! -

estremeço.


- O que aconteceu?- Richard sibila

preocupado.


- Me fala, di!


- Por favor, vem para cá! Ela está muito

mal! - Ela chora e desliga.


Alguma lágrimas já caíam, eu não

conseguia me mover ou falar uma

única palavra.


-O que foi, querida?- Alejandra segura

minhas mãos. - Você está pálida!


- Eu tenho que ir! Minha māe está no

hospital! - me levanto, pegando minhas

coisas.


- Meu Deus!


- Vamos!- Richard chama o garçon e

paga a conta.- Te levamos até lá!


(...)



Desço do carro rapidamente. Corro

pelo corredor do hospital e logo vejo

Dinah sentada em uma das cadeiras

disponíveis.


- camila!- ela corre em minha

direção e me abraça.


Eu já estava chorando.


- O que aconteceu?


-Sua mãe... Sua mãe passou muito

mal. Ela começou a vomitar muito

sangue e desmaiou. Eu liguei para a

ambulância e logo depois para você.


-Me desculpe, ,mila!- ela me abraça.


- Me diz que ela vai ficar bem?-sussurro com a voz embargada.


-Eu não sei, mila! Ela está na

emergência, ainda nenhum médico

veio avisar sobre o estado dela.


O senhor e a senhora gere

decidiram ficar, logo depois harry

chegou para me fazer companhia.


Não tínhamos notícias dela.


Eu esperava que nada acontecesse. Eu

não podia perdê-la, ela era tudo que eu

tinha, afinal eu perdi o meu pai, não

podia perder mais uma pessoa que eu

amava.


Fecho os olhos e deixo que mais

Algumas lágrimas caiam.


- Vocês são os responsáveis por

Sinuhe cabello? - um homem de meia

idade pergunta.


- Sim!-me levanto de imediato.- Sou

filha dela.


- Bom, eu quero conversar com você, Pode me acompanhar?


-Claro!- ele segue na frente.


Entramos em uma sala e ele se senta.

atrás de uma mesa.


-Sente-se!- o faço.- Bom, nós estamos

desconfiando que sua mãe esteja com

uma doença. Mas primeiramente,

você sabe o que ela tem sentido

Ultimamente?


-Bom, ela nunca chegou a vomitar

sangue, mas reclamava de dores no

corpo e na cabeça, também não sentia

muito apetite e ficava às vezes sem

comer, sempre pálida e com fadiga- digo esfregando as mãos por conta do nervosismo.


-Olha...-ele suspira.- Depois do que nme

disse, eu tenho certeza que…


- O que minha mãe tem?- o

interrompo, sentindo meus olhos arderem.


-leucemia


Notas Finais


Espero que gostem🖤
Em breve solto um novo capítulo


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...