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História My Dear, DULL Teacher.(LUNIEL) - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


Boa tarde, darlings!

Esse capítulo era pra ser postado ontem mas o spirit acabou apagando... isso porque só faltava pouca coisa pra terminar!!!

Por conta disso, várias coisas eu mudei nesse capítulo... enfim. Espero que gostem e perdão qualquer erro ♡♡♡

Capítulo 6 - Why not?


Fanfic / Fanfiction My Dear, DULL Teacher.(LUNIEL) - Capítulo 6 - Why not?

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 - Ok, você pode fazer o que quiser comigo mas primeiro me acompanhe.- Lukas diz se levantando do meu colo e então pega em minha mão, me levantou e então começamos à caminhar por um cômodo que eu não conhecia. 

- Pra onde estamos indo?- Questiono vendo o moreno parar e colocar o indicador no meu lábio forçando silêncio. 

Fica quieto, você já vai saber.- Resolvo não protestar mais e então paramos frente à uma porta grande, ela é branca com alguns detalhes em madeira. 

Marques não me diz nada, somente entra no lugar e então percebo que ali se tratava de um quarto. Pela cama de casal perfeitamente arrumada, a parede branca com detalhes de alguém bem mais velho que deu pra perceber de longe que não se tratava do quarto de Lukas. 

- O que estamos fazendo aqui? É o quarto dos seus pais, né?

- Só do meu pai!- Ele retruca antes de sorrir.- Pois bem, vamos terminar o que começamos na sala... aqui. 

Ele abraça meu pescoço sem tirar aquele sorriso safado dos lábios, eu olho para ele após olhar para o quarto. Estou assustado... Lukas tem o que na cabeça? Eu não iria transar com meu aluno justo no quarto dos pais dele! Sem chance! 

- O que? Nem vem, Lukas... vamos para o seu quarto que é melhor.- Falo vendo o menor fazer biquinho e brincar com a gola da minha camisa. 

- Meu pai sempre acha que eu trago rapazes aqui. Só que você é o primeiro que eu trago em minha casa... porém, meu pai não acreditou em mim. Então vou dar motivo para ele não confiar em mim de verdade. Por favorzinho, Dani... por que não? Ele nem sonha que eu estou prestes à transar com você.- Termina rindo. 

Isso é falta de respeito, sabia? 

- Eu sei que é. Por isso estou fazendo... agora você decide... ou é aqui ou não transamos!- Ele cruza os braços e eu suspiro. Okay, agora já foi golpe baixo! Eu estou com uma ereção insuportável novamente e eu não quero parar agora.

- Mas e se eles voltarem?- Pergunto aflito. 

- Eles não vão voltar hoje e também podemos escutar caso o carro deles estacionar no jardim.- Lukas dava um jeito para tudo e eu como uma boa pessoa deveria mostrar para ele que aquilo, sim, era errado. Não entendo qual é o fetiche do Lukas em fazer coisas onde ele poderia facilmente se ferrar. 

- Isso é algum tipo de fetiche, não é?- Mesmo que o meu tom saia irônico, eu estava falando sério. 

O moreno me olha rindo e então vai abrindo lentamente sua camisa do pijama. 

- Talvez sim, talvez não... eu não sei.- Explica se aproximando novamente.- Só sei que escondido é mais gostoso. 

Ele para de falar no momento que abaixa meu rosto em sua altura e então me beija. É a primeira vez depois de tudo que estamos nos beijando e, meu Deus, que boca incrível. O gosto doce causado pelo sorvete ainda permanece em sua boca deixando o beijo ainda mais saboroso, nossas línguas quentes e apressadas lutam em uma guerra na qual notoriamente eu ganho.

Agarro a cintura de Lukas dando impulso para que este pudesse enlaçar suas coxas em volta do meu quadril, seus braços estão sobre meu pescoço enquanto eu agarro uma de suas nádegas como suporte. Caminho e caímos na cama, o colchão de molas deixa a posição para o moreno um pouquinho mais confortável. 

As mãos que antes abraçavam meu pescoço, agora acariciam minhas bochechas e descem um pouquinho mais. Seus dedos safados brincam com minhas peças.

- Tira isso.- Pede abrindo os botões da camisa e em poucos segundos ela está no chão. Faço o mesmo com a dele deixando seu peitoral pálido à mostra. 

Meus lábios param de beijar a boca dele e vou descendo beijos por todo seu pescoço. Vejo que ele tem uma tatuagem na parte direita com algumas expressões japonesas na qual não sabia o significado.

Não só ali mas pela minhas contas ele tem cerca de cinco tatuagens.

- Não sabia que tinha tatuagens.- Falo sem deixar de morder a pele alva.

Você não sabe nada sobre mim, Dani.- Sussurra com a voz rouca e ele dá um gemido sôfrego quando seu membro é apertado por minha mão. Percebo quanto necessitado ele estava e é nesse momento que eu aproveito para colocar minha "punição" à tona. 

Vou beijando e mordendo seus mamilos, peitoral, abdômen e finalmente chego na virilha. Seu short do pijama deixa bem visível a ereção na qual Lukas se contorce e geme baixinho para ser aliviado. 

Não vou lhe dar atenção agora... eu quero provocá-lo exatamente como ele fez comigo. Tiro a roupa que ele usa deixando-o completamente entregue à mim, volto meu olhar para Lukas e este está me olhando curioso enquanto prende o lábio inferior entre os dentes. 

O corpo do menor é uma verdadeira obra de arte. Ele não é totalmente magro mas também não tão gordinho, seu abdômen é levemente definido. O que mais me chama a atenção é essas coxas grossas, as quais eu amaria tendo rodeado em minha cintura enquanto eu o fodia com força. 

A boxer preta é a única que permanece no corpo dele e também é a qual eu tiro sem pressa, podendo observar cada traço daquele corpo exorbitante. Quando a peça negra já estava em seus joelhos, pude então notar seu membro. 

Já assim pra mim, é?- Questiono rindo enquanto dedilhava pela aquela extensão média, branca e melada pelo pré-sêmen. Vejo Lukas corar com minha fala enquanto se contorce feito uma vadia.

-Me chupa?- Ele pede manhoso e eu me nego.

- Não. Você não vai receber nenhum tipo de agrado até eu permitir, você só vai gozar quando eu mandar...- Respondo escutando um gemido reprovador por parte do menor. - Agora vira esse rabinho pra cá.- Termino virando-o bruscamente na cama, agarro sua cintura deixando-o de quatro no colchão. Tenho a visão ampla do seu traseiro exposto para mim, meus dedos acariciam a pele bem cuidada e um grito escapa dos lábios dele quando lhe acerto um tapa. 

Agora sua nádega direita tem a marca vermelha dos meus dedos e eu acaricio a pele irritadiça.

- Sabe o que mais me surpreende em você? É a sua cara de santinho... você é tão diferente, Lukas.

- Eu nunca fui santo, Professor.-Ele responde me olhando por cima do ombro.-E você sabe disso.

- Eu sei e por isso me pediram para ficar de olho em você.- Respondo fazendo questão de roçar minha ereção sobre ele.- E eu já sei como fazer isso...- Um silêncio se formou no quarto mas foi brutalmente interrompido pelo grito vindo de Lukas, eu havia lhe acertado outro tapa deixando sua pele ainda mais corada. 

Me fode, Professor...- Ele implora e o jeito que ele nombra professor me deixa ainda mais excitado me fazendo querer fodê-lo até lhe fazer esquecer o nome. 

Eu não ouvi direito...-Brinco vendo Lukas bufar e então me olhar novamente. 

- Eu disse para me foder, tá surdo?

- Olha o respeito!- Minha voz é puro tom sarcástico e então me aproximo dele começando à beijar sua nuca, Lukas se arrepia de baixo de mim e aperta o lençol da cama.- Só por causa disso, vou te fazer ficar sedento ainda mais por mim. 

Me separo temporariamente e então me levanto, como sou uma rapaz preparado sempre levo uma camisinha comigo na carteira. Nunca se sabe quando uma situação dessas pode aparecer. 

Pego minha carteira de dentro do bolso da calça e tiro de lá um preservativo lubrificado. 

- Tá com medo de me engravidar?

- Não. Mas eu sei que você não irá suportar sem nenhum preparo.- Volto até ele ficando por trás novamente, nem eu estou aguentando mais toda essa enrolação e então tiro minhas roupas também sentindo meu membro dar uma aliviada quando é separado das roupas que lhe apertam. 

Abro a embalagem do preservativo, desenrolo ele sobre meu membro antes de agarrar a cintura do menor trazendo-o para mais perto de mim. Com isso pego meu membro e passo à pincelar contra sua entrada fazendo isso devagar, de modo torturador à ponto que até eu gemesse por isso. 

Entra lo-logo...- Lukas geme com a voz carregada de desejo e eu resolvo concordar com seu pedido. Pincé-lo por mais algumas vezes até que lhe penetro. 

A sensação de estar dentro do menor é tão boa, o desgraçado é tão apertado que nenhuma mulher que eu transei fosse capaz de me dar tamanho prazer. Marques geme baixo conforme meu membro entra em seu interior, aperta o lençol e joga a cabeça para trás. 

Paro para que ele pudesse se acostumar porque eu sabia que aquilo estava sendo levemente doloroso para ele, aproveito isso para voltar à beijá-lo tentando fazê-lo relaxar. Não quero que isso seja prazeroso só para mim.

Paramos o beijo quando ele move o quadril me dando sinal de que está pronto. Então começo à estocá-lo lentamente escutando Lukas me responder com seus gemidos baixos enquanto agarrava o travesseiro, não quero que ele se limite à gemer nesse tom. Eu preciso ouvi-lo de verdade. 

- Geme alto!- Mando passando a me mover mais rápido enquanto vejo meu membro aparecer e desaparecer entre suas nádegas, aquele delicioso vai e vem está nos deixando no topo do prazer em menos de minutos. Quando notamos, nossos gemidos já estavam altos e necessitados. 

Lukas rebola algumas vezes fechando os olhos gemendo manhoso, meus sons eróticos estão sendo abafados pelo meu morder de lábios. O som da cama rangendo e batendo contra a parede é mesclada com o som das nossas peles se chocando.

Foi então que trocamos de posição, paro de estoca-lo e retiro meu membro escutando uma gemido de reprovação por parte de Marques. Sem dizer nada eu o viro para mim fazendo-o cair no colchão de barriga para cima, fico por cima outra vez enquanto o menor abria suas pernas voltando à me receber dentro. 

Sinto Lukas me abraçar enquanto geme rente ao meu ouvido me deixando ainda mais excitado, se aquilo fosse possível. Tomo seus punhos colocando-os contra o colchão de forma que nossos dedos se entrelaça e nossos movimentos ganham um ritmo frenético.

Vejo o moreno levar uma de suas mãos até seu membro intocado e começar à estimula-lo mas isso não dura muito já que eu separo sua mão.

- Sem se tocar.- Ordeno mais uma vez e Lukas me obedece a mão que antes estava em seu membro, agora volta à agarrar os lençóis. 

[...]

- Hmm, D-Dani!- Ele gemia enquanto jogava a cabeça para trás, passado alguns minutos havíamos trocado de posição outra vez e agora eu estava atrás dele novamente, mas deitado na cama. Me dando a chance de fodê-lo de lado.

Eu segurava uma de suas coxas dando suporte para minhas estocadas, meus lábios estão sobre os deles novamente enquanto dividimos um beijo desastrado por causa dos movimentos. Seus gemidos é abafados com isso e minha outra mão apertava sua cintura que por sinal, a pele já estava bem marcada.

- Você fode... ahh ... tão bem...- Ele sussurra dando um sorrisinho e eu retribuo. Voltamos para a posição inicial enquanto Lukas colocava suas pernas em volta da minha cintura e eu apoio minhas mãos no colchão sem deixar de meter nele. 

Seus gemidos manhosos estão me deixando torpe de prazer e eu sei que não vou suportar por tanto tempo, ele também não. 

- Eu vou gozar, Professor!- Ele avisa e eu diminuo o ritmo das estocadas, Lukas geme desesperado pelo meu ato enquanto choraminga e se contorcia.

- Você só vai gozar quando eu pedir!- O lembrei ainda metendo nele por mais alguns minutos. O moreno arquea as costas e eu posso observar sua expressão, os cabelos negros estão colados na testa, os lábios entreabertos e o cenho franzido.- Quero ver seu auto-controle, bebê. - Sussurro no ouvido dele dando uma mordidinha no lóbulo da sua orelha, ele geme por mim arranhando minha costa. Seus gemidos desesperados mostra seu ápice próximo, nossos corpos suados moviam em sincronia.

- Eu não aguento... mais... Ahhhh!

Ele grita antes de liberar todo seu sêmen sujando não só minha barriga como também seu abdômen, Lukas estava vermelho feito um tomate e seu peito subia e descia num ritmo estável na tentativa de recuperar-se do recente orgasmo. 

Ver ele chegar ao nirvana foi o suficiente para me fazer gozar também, rogo por ele conforme me alívio no material preservativo. Escuto o moreno resmungar por não sentir meu sêmen dentro dele e então vou parando meus movimentos gradativamente, até que eu esteja completamente detido. 

Marques sorri satisfeito e então me puxa para um rápido beijo no qual eu continuo, me separo somente para tirar o preservativo usado e jogo no lixo do banheiro antes de voltar até ele. 

Me deito no seu lado ofegante e suado, nossos pulmões lutavam pelo ar e eu sinto meu corpo formigar completamente pela sensação anestésica.

- Você é bem melhor do que eu imaginei.-Escuto Lukas sussurrar e me viro vendo o menor olhar para mim, nos aproximamos e nos beijamos novamente. Dessa vez era um beijo calmo e sem muita pegação. - É sério, nenhum cara com quem eu transei foi capaz de me dar tamanho prazer. 

- Digo o mesmo de você, Lukinhas. 

Ele sorri e então deita sua cabeça no meu peito, ficamos olhando um para o outro e eu sinceramente não quero me separar. É tão bom ficar desse jeito com ele. Não esqueceria aquela noite nunca. 

[...]

No outro dia acordei com o raio de sol tocando no meu rosto, resmungo me virando na cama e então noto que não estou em casa. Observo cada canto do quarto desconhecido e aos poucos as lembranças voltam em minha mente, aquilo havia sido ótimo mas muito errado.

Lukas dorme serenamente no meu peito com somente um lençol que cobria nossos corpos, passo minhas mãos por seus cabelos negros ouvindo seu roncar  solene. 

Foi nesse momento que escuto o celular de Marques vibrar, este está na cabeceira da cama e eu tento vencer a curiosidade de olhar. Isso seria muita falta de privacidade. 

Portanto, tem algo que me diz para ler. O celular vibrou mais uma vez e eu acabei não aguentando minha curiosidade. 

Estico meu braço com cuidado pra não acordar o menor e então pego o iPhone ligando-o, estava bloqueado mas eu podia ver as notificações das mensagens. Meu olhos se arregalaram e eu senti meu coração apertar, não podia ser verdade. 

"Bom dia, meu amor. Dormiu bem?" 

" Te amo, Lukinhas." 

Respiro fundo tentando não surtar... Ele não pode estar namorando, ou podia? 

Vejo o nome do contato.

- Quem é Rafa?




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