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História My dear nerd Taekook ABO - Capítulo 4


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Capítulo 4 - ⚔️ Four ⚔️


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Boa leitura💜

"Aquele rancor que havia dentro de mim, sumiu ao sentir seu corpo em meus braços, sua respiração contra meu peito, sua pele em contato com a minha, e a sua voz em meus ouvidos"

Jungkook POV

Depois de algumas horas meus pais chegaram com pizza para o jantar, sabiam que eu adorava de chocolate com banana e morango

- como foi o primeiro dia de aula? - minha mãe me perguntou enquanto seguia até a geladeira -

- normal - pego uma jarra com suco de laranja na geladeira, enquanto tentava esconder meu tom de nervosismo. Eles não podiam descobrir sobre hoje -

- fez novos amigos? - meu pai pergunta e reviro os olhos -

- fala sério pai, já tenho amigos o suficiente, não preciso de mais - falo ríspido e vejo minha mãe me olhar com uma expressão séria -

- Olha o respeito Jeon! - minha mãe entra na conversa - ele é seu pai 

- O respeito já não existe em mim! - retruco -

- Ou! - meu pai exclama me chamando a atenção -

Fico quieto e término de comer...Subo em direção ao meu quarto o mais rápido possível para evitar tais perguntas e logo adormecendo 

[...]

Acordo atrasado e saio correndo para a escola, entrando em minha sala vejo Namjoon, Jin e Hoseok conversando num canto, me aproximo e fico observando eles conversarem, não estava prestando atenção em nada que estavam falando, encarava a janela, com aquele sol ultrapassando a rede branca, o céu azul com o sol o iluminando....Sinto um cheiro invadindo minhas narinas e a sala inteira, um cheiro doce e suave

Por reação, me viro com rapidez para a porta e me deparo com a figura de Kim Taehyung passando pela porta em passos lentos, aquilo invadiu meu coração de uma forma aconchegante, tomou minha alma pela boca e meu corpo pelos calafrios ali existentes, aquilo me fez sorrir e seus olhos morenos se chocarem contra os meus

Meu deus! O que que aquele menino está fazendo comigo?

Ficamos nos olhando, eu com meu sorriso, e ele com seus olhos cintilantes , durante esse tempinho, senti meu coração quase sair pela boca, os calafrios em quantidades elevadas, e minha alma pairar contra a dele que estava a mais de 3 metros de distância

Desfiz meu sorriso com Jimin invadindo aquela cena mais que confortável, desfiz meu sorriso mas continuei a olhar para eles

- Que sorriso foi esse para o aluno novo?  - Namjoon bate o ombro dele no meu, me fazendo despertar do meu transe -

- nada não - falo e abaixo minha cabeça, escondendo minhas bochechas coradas -

- nada não - Jin me imita e encaro ele com um olhar fuzilante e dou um tapa em seu braço - Não tá mais aqui quem falou 

- Aí senhor! A gente merece você viu - Hoseok, que até agora estava calado, decidi abrir a boca-

- meu deus!!!! Calem a boca - falei em um tom suspirador e o sinal toca -

[...]

Quando estava voltando para casa ouço um gemido de dor logo atrás de mim, me viro e vejo Taehyung chorando de dor, deixando as lágrimas caírem sobre seu joelho exposto com sangue, suas mãos agarrando seus pés, e o olhar de dor prevalecia em seus olhos morenos e cintilantes, que por um momento brilhavam por estarem banhados de lágrimas e por outro, brilhando por eu ter chegado ... Aquela preocupação que antes não existia, surgiu ao ver aquela cena, mesmo com medo do que posso fazer, não posso deixa - ló ali, sozinho, gritando de dor....

Me aproximo, abaixando ao seu lado e o mesmo da um pulo, com uma expressao assustado, mas que logo mudou, por ser um rosto meio conhecido, aquelas olhinhos morenos banhados pela lágrima de dor cemi-cerrados, deixando as lágrimas escaparem por ambas as bochechas

- que susto - ele levou uma das mãos, que antes seguravam seu pé por cima do tênis, até seu peito, em sinal de susto -

- Você tá muito machucado - olhei para seus braços ralados, joelhos jorrando sangue com um corte profundo , toquei em seu ombro e vi o mesmo se afastar, então logo retirei minha mão do local, levando de encontro a minha coxa marcada pela calça, efeito da pressão que exercia entre minha canela e minha coxa -

- não foi nada. Não se preocupe - ele levou as duas mãos de encontro ao asfalto, para dar impulso para se levantar, mas sem sucesso, caiu sobre meus braços de encolhendo pela vergonha-

Aquele rancor que estava em mim, sumiu, ao sentir ele em meus braços, foi dando espaço a uma preocupação maior 

- Taehyung! Você não consegue nem andar - elevei meu tom de voz, mas era por seu alfa, normalmente quero estar no comando, ele se encolheu mais ainda em meus braços e me dei conta que não poderia ser assim com omegas - Desculpa, não queria falar assim - abaixei meu tom de voz e rolei meus olhos encontrando sua mala, estava evitando contato visual com aqueles olhos morenos -

- tá tudo bem - ele tentou se levantar, mas o puxei pela cintura, pressionando de leve o local - me solta - ele falou com a voz embargada pelo choro -

- eu te levo para casa, vou cuidar disso...mesmo sendo alfa, me preocupo com certas coisas - admiti e o peguei no colo e logo abaixando para pegar sua mala -

Ele me guiou até sua casa, onde não havia ninguém, aquela porta grande a alta foi aberta, expondo uma sala clara e iluminada pela luz solar que passava pelas altas janelas de vidro

O coloquei sentado na bancada de mármore e as malas num canto qualquer, junto com meu moletom que havia tirado, deixando a amostra meus braços 

- sabe onde tem kit de primeiros socorros? - perguntei o encarando  e ele apontou para um armário -

- sabe o que está fazendo? - ele me perguntou e peguei a maleta assentindo -

- sem querer ser mal educado, vou precisar que você tire a roupa, preciso limpar sua pele - falo meio intimidado -

- você pode me levar lá para cima? Assim coloco uma roupa mais leve - assenti e vi ele tentar descer da bancada, mas pego ele no colo e subi as longas escadarias brancas, adentrando o quarto -

Paredes claras, móveis do mesmo tom, um ar fresco, e seu cheiro impregnado no local. O coloquei na cama e ele me pediu para pegar seu shorts e uma regata. Me virei tampando meus olhos com duas mãos para ele se trocar 

- lá lá lá lá - cantarolei e ouvi sua risada doce -

- bobo - ele falou e eu ri -

Descemos novamente e coloquei ele no mesmo local 

- Taehyung! - chamei sua atenção e ele me encarou - vai arder - ele assentiu com leve receio em seu olhar, espirrei o antisséptico e vi ele fechar os olhos apertado e morder o lábio inferior -

Peguei um papel e o molhei, comecei a limpar os ferimentos e o sangue que já estava seco, em sua pele macia. Não precisava olhar para cima, para saber que ele me encarava com um olhar curioso, sorri disfarçadamente 

- onde aprendeu a fazer isso? - ele me perguntou, quebrando o silêncio, me fazendo levar um leve susto -

- digamos que não sou do tipo que levo desaforo para casa - o encarei - então acabo xingando, ou as vezes brigando, chegando a sair soco - abaixei minha cabeça e coloquei um curativo em seus arranhões - então, tinha que me cuidar sozinho, sem que meus pais saibam - segurei sua pequena mão, que estava gelada, e coloquei o curativo em seu cotovelo -

- deveria tomar mais cuidado - ele aperta minha mão com certa força, na tentativa de fazer eu o encarar, mas abaixei mais ainda minha cabeça e sorri - Jungkook, olha para mim - ele falou com a voz calma, aquela voz que soava como musica para meus ouvidos, ele levou sua mão de encontro ao meu queixo e levantou meu rosto, fazendo eu o encarar, me arrepiei ao sentir seu toque - você tá cheio de cicatrizes - ele me encara com um olhar preocupante -

- Taehyung, eu to bem - coloco minha mãe sobre a dele, que estava em minha bochecha - não precisa se preocupar Tabom? - olhei profundamente aqueles olhos negros e falei com uma voz calma -

- tem certeza? 

- certezissima - forcei o "zi" mostrando meus dentes e apertando meus olhos, vendo ele sorrir -

- vou te ajudar - abri meu olho - na parte de baixo dessa maleta, tem um creme cicatrizante, que eu normalmente uso quando me machuco, pega e coloca na sua mala - ele praticamente ordenou e obedeci -

- Tabom, Dr.Kim - brinco e sinto um tapa em meu ombro começando a rir, aquilo no máximo fazia cócegas em mim -

- bobo - nos encaramos e o silêncio tomou conta do local por um tempo - posso te perguntar uma coisa?

- claro - sorri -

- porque está sendo bonzinho comigo, cuidando de mim, e não agindo como um alfa qualquer?

Essa era a pergunta que nem eu sei responder, aquilo que por enquanto não havia resposta correta, nem mei subconsciente sabia a resposta disso, eu apenas não queria machuca-lo...

Não queria que ele soubesse disso, então praticamente menti

- eu me importo com você, Tae - ele sorriu ao ouvir o apelido-

Aquela resposta, estranhamente soou bem para mim, lá no fundo do meu subconsciente, ele me dizia que essa é a verdade, eu me preocupo com ele, sem saber...

Termino de cuidar dele e o levo para o quarto, com ele nas minhas costas, já que ele cismou que queria ir assim

- vai ficar bem? - o coloquei na cama e me sentei ao lado dele, levando minha mãe de encontro a sua, que estava pousada ao lado de seu corpo-

- graças a você - aquilo me tocou tanto emocionalmente, como fisicamente, me fez sentir leves arrepios, e um calor quente preencher meu coração, que não estava completo -

- olha...eu queria poder ficar aqui, mas eu preciso ir, mas vou te passar meu número, qualquer coisa me avise, ok? - passo um cartão a ele e ele assente, me levanto e afasto minha mão lentamente da dele, mas ele me segura pelo pulso -

- Obrigada Kookie! - ele me puxa, me fazendo cair de joelhos sobre ele e o abraçá-lo, tentei passar o máximo de proteção nesse aperto esmagado -

- gostei do apelido - brinquei e começamos a rir -

Sai do quarto dele e me joguei na parede fria do local, joguei minha cabeça para trás e comecei a pensar no que havia acontecido a segundos atrás 

O que que aquele ômega tá fazendo comigo? Ele me mudou por instantes, ele me fez ser doce, paciente, calmo, ele me fez abraçar alguém, ahhh...aquele abraço, me fez cair nos melhores braços do mundo e ser esmagado pelo melhor aperto

Saio da casa dele e coincidentemente moramos apenas uma quadra de diferenca 

[...]

Entro em casa e subo para o meu quarto me debruçando no colchão pensando em seus toques em minha bochecha, me fazendo arrepiar com aqueles dedinhos me tocando, sua voz que era uma musica para mim, seu abraço, tão acolhedor quando um edredom, sua preocupação em seu olhar, os mínimos detalhes que dentro de mim já eram do tamanho do mundo. Sou tirado de meus pensamentos com minha mãe entrando no quarto, estranhei o fato de estar em casa, já que normalmente chega mais tarde

- oi filho - me levanto e logo a abraço forte -

- desculpa por ontem, Omma! Não queria falar assim com você, muito menos com Appa

- tá tudo bem? - fomos nós sentar na cama -

- só to feliz - ao falar isso, lembrei de mais cedo e sorri -

- e essa felicidade tem nome?

- mais ou menos - falei devagar - eu não sei - virei minha cabeça para o lado, tentando formular uma resposta -

- e eu posso saber?

- Aish! 

- me conta - ela quase implora -

Expliquei para ela, enquanto deitava minha cabeça em seu colo e encarava o teto, enquanto ela transpassava carícia em meus cabelos, falava o que aconteceu como se fosse alguma coisa esplêndida, incrível, e só percebi depois que comecei a ficar mole 

- filho, eu posso falar uma coisa? - assinto -

- não vem falar que ele é meu ômega, Senhora Jeon - brinquei - não acredito nisso 

- acredite na palavra de sua Omma - rimos -

fiquei conversando com minha Omma por um tempo e até a ajudei a fazer a janta. Isso me faz lembrar dos nossos velhos tempos, onde ajudava ela em casa, brincávamos e ríamos, aquele onde eu não era quem sou hoje, aquele criança que era feliz e não arrogante, sim... Eu sinto tanto falta daquela época, senti falta de nossos momentos, mas meu "eu" verdadeiro não permitiu de mim reviver esse momentos como estou revivendo agora, me senti leve pela primeira vez, me senti filho de Jeon Hwa-Young, que sempre acreditou que posso mudar num piscar de olhos, mas desta vez foi um simples olhar que me mudou, foi um simples gesto de alguém tão indefeso e frágil. A mesma que me passou segurança e carinho na minha infância e que tudo isso se transformou em vapor em questões de anos... 

- lembrei de uma coisa - meu pai falou - falei com o empresário hoje. Marquei para essa sexta aqui em casa - minha mãe e eu sorrimos -

- Que Bom...- falei com um sorriso bem largo no rosto, aquele que fazia tempo que não mostrava -

- tá feliz assim porque? - meu pai perguntou estranhando -

- nada não- falei rindo baixinho - só to feliz por você 

- hmmmm

Fiquei conversando um pouco com meus pais e subi, deitei em minha e tentar achar uma resposta para tudo isso

A minha vontade era de correr e abraça - ló mais uma vez, sentir seu aperto esmagador e aconchegante...eu não sabia e nem sei o motivo de ele conseguir me mudar de um jeito tão repentino, ele não se esforçou, apenas foi ele mesmo e me deixei levar pela brisa do momento. Quanto mais eu pensava nele, mas meus sentimentos por aquele garoto dos olhos negros aumentava. 


Notas Finais


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