História My Dear Possessive - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias 50 Tons de Cinza, Barbara Palvin, Jared Leto, Jason Momoa, Matt Bomer, Michael Fassbender
Personagens Barbara Palvin, Matt Bomer
Tags Aluna, Baby Girl, Bdsm, Daddy, Teacher
Visualizações 219
Palavras 836
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, amores!
Estou postando minha primeira fanfic e queria deixar algumas coisas bem claras antes:

*Envolve BDSM, caso você não conheça sugiro que se informe antes, e caso você sinta-se sensível em relação ao tema peço que não prossiga.

*Conteúdo adulto; palavrões. +18

*Tudo escrito aqui é fruto da minha imaginação, qualquer coincidência é mera semelhança. PLÁGIO É CRIME.

*Por favor, não sejam leitores fantasmas! Sempre é bom saber o que seu público acha do seu trabalho – além de inspirar mais o autor –.

*Farei leves referências ao “lolitismo”.

Se você prosseguiu até aqui: espero que todos os seus sentidos sejam instigados pelo Sr. Bomer...

Boa leitura <3

Capítulo 1 - Safiras Azuis


Fanfic / Fanfiction My Dear Possessive - Capítulo 1 - Safiras Azuis

Corri para dentro do colégio assim que estacionei meu carro. O trânsito hoje estava mais caótico do que nunca! Apesar de morar num condomínio perto daqui, foi inevitável que não me atrasasse.

Olhei para um lado, olhei para o outro, em busca de alguém no corredor. Todos já estavam nas suas salas.

Droga. Muitíssimo atrasada!

Puxei minha mochila e procurei por meu horário, assim que encontrei passei meus olhos pelo papel em busca das aulas dessa quinta-feira, que começou um tanto desastrosa.

Matemática? 

Sorri encarando o papel. O professor de matemática odiava atrasos.

Soltei um longo suspiro e logo saí correndo pelo corredor.

— Com licença. – disse entrando na sala.

— Você acha mesmo que vai continuar na minha sala estando quase uma hora atrasada, Peltz? — Sr. Müller indagou olhando-me com os olhos semicerrados.

Todos os olhares da sala estavam concentrados em nós dois. Podia até ouvir sorrisos baixos e sufocados.

— Isso não irá se repetir, Sr. Müller. Por favor...

Eu precisava assistir a aula de Matemática. Até porque 8h da manhã é muito cedo para ir fazer companhia ao diretor.

— Sente-se. – ele ordenou, apontando para a primeira carteira da fileira do meio. — Espero que isso não se repita.

Concluiu e voltou sua atenção ao quadro.

 Suspirei. 

Ok, dessa eu me livrei.

Segundos após me acomodar na cadeira, senti uma mão tocar cuidadosamente meu ombro. Reconhecia aquela mão macia: Pietro.

— Aonde você se meteu ontem, Nicole? Te mandei mensagens, liguei várias vezes e só dava caixa postal. – Pietro sussurrou.

Conheço-o há um bom tempo, antes mesmo de iniciarmos o ensino médio juntos. Agora, cursando o terceiro ano do ensino médio, digamos que formamos uma dupla imbatível nas noitadas de New York ou em qualquer lugar que chegamos. Confio de olhos fechados nele e sei que é recíproco. Pietro é completamente lindo! Seus olhos verdes realçam o seu cabelo escuro. Aparenta ser poucos centímetros mais alto que eu. Porém o que marca ele é sua personalidade forte junto com seu jeito afeminado. Sim, Pietro é gay, e isso deve ser um dos fatores para nos darmos tão bem.

— Meu pai tomou meu celular. – revirei os olhos ao lembrar. — Você sabe, conhece meu convívio com ele.

— Explique isso direitinho.

Toda sua atenção estava em mim.

— Papai descobriu meu envolvimento com o Brian.

Brian é, digamos que... meu ficante. Não é nada sério, apenas mantemos uma amizade colorida. Ele sabe satisfazer meus desejos insaciáveis com seu corpo e língua, e bom, eu sou muito exigente nesse quesito: da mesma forma que dou prazer, gosto de receber. Não há nada mais justo que isso. Porém o problema é que Brian é o inverso de “genro perfeito” que meu pai criou, começando pelas tatuagens de seu corpo, e terminando por seu cabelo que vai até a altura dos ombros. A última coisa que vou fazer é sentar e explicar para meu pai que Brian é só um ficante e toda essa história, jamais! Deixa esse homem das cavernas interpretar o que quiser.

Pietro estava boquiaberto.

— E então?

— Consegui meu celular de volta.

— É isso que importa para você? – ele segurou o sorriso. — Nicole Peltz, você definitivamente não presta!

— Culpa da minha convivência com você.

— Não me culpe por sua safadeza, amor. – ele fingiu um olhar constrangido e logo em seguida me mandou um beijo no ar.

— Pietro, você é uma co...

— Peltz, você chega atrasada e ainda se acha no direito de conversar na minha aula?! – Meu professor quase gritou, interrompendo o que eu estava dizendo antes.

— Sr. Müller, eu...

— Não, nem mais uma palavra. Por favor, se retire da minha sala.

Em passos ligeiros ele foi até a porta, escancarou ela e ficou em pé, segurando-a, enquanto esperava minha saída.

Vendo que não teria espaço para questionamento, sem hesitar ou dizer qualquer palavra peguei minha mochila – que teve nem tempo de ser aberta – e levantei. Pietro fez bico quando levantei, seu olhar pedia desculpas.

Parei diante da grande parede de vidro escuro. Provavelmente o Sr. Hayashi — um idoso japonês barrigudinho, meu diretor, que já deve ter abusado minha cara — já estava me vendo.

Quando estava prestes à adentrar o local senti meu celular vibrar.

Mensagem do Pietro:

“Gata, não me mate por esquecer de dizer que nosso japonês foi substituído por tempo indeterminado. Te explico tudo na hora do intervalo!

P.S.: Espero que faça bom proveito do nosso mais novo DEUS GREGO!”

Ou eu estava bem desinformada, ou o Pietro tinha pirado de vez. Do que esse louco estava falando?

Antes de raciocinar qualquer coisa meu olhar seguiu uma silhueta masculina que surgiu de repente na porta. Subi meu olhar pelo terno linho, que não escondia com facilidade os músculos definidos por baixo, até chegar na visão perfeita da gravata acinzentada. Firmei minhas pernas no chão no momento que dei de cara com duas safiras azuis me encarando seriamente. A clavícula reta daquele homem desconhecido por mim dava destaque ao lindo repartimento de seu queixo. Sua boca se movimentava proferindo algo, algo que eu estava muito distante da terra para conseguir compreender. Quem era esse homem? Aliás, o que estava fazendo ali?


Notas Finais


Olá de novo!
Eu sei, foi bem curtinho: apenas uma leve apresentação da história. Mas não se preocupem, estou planejando capítulos maiores.
Enfim, espero que tenham gostado <3


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