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História My Dear Stalker - Imagine Jungkook - Capítulo 40


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Notas do Autor


Olá, leitores. Após um tempinho eu voltei. Decidi apenas postar um capítulo depois que escrever dois (acho que assim melhora um pouco a demora). Enfim, espero que gostem!

Capítulo 40 - Uma suspeita


Fanfic / Fanfiction My Dear Stalker - Imagine Jungkook - Capítulo 40 - Uma suspeita

Jungkook On

Taeyeon e eu ficamos horas e horas vasculhando as câmeras de segurança do hospital na data em que o meu pai estava internado. A mulher já não sentia mais nenhuma esperança de tanto voltar e voltar segundos de casa gravação para descobrir algo um tanto que suspeito. Até que a silhueta de algum conhecido me chamou atenção.

— OMMA! — falei em voz alta fazendo a mais velha se assustar na cadeira giratória em que ela estava. — PARE AI! — novamente exclamei e a mulher pausou a gravação.

— O que foi Jungkook? — ela perguntou um pouco surpresa.

— Isso! Isso! O que é? — perguntei apontando para a silhueta de uma mulher que a câmera não conseguiu gravar o rosto.

— É... uma mulher... — ela forçou sua vista.

— Que dia é esse? Dessa gravação? — perguntei e ela olhou o horário.

— Uma semana antes da morte do seu pai. — e o silêncio permaneceu. — Você acha que... 

Taeyeon foi interrompida por um enfermeiro que entrou na sala de vigilância.


— Já se passaram três horas e vocês ainda estão aqui? Precisam sair! Agora! — o homem indagou.

— Mas descobrimos algo importante! — exclamou Taeyeon sendo empurrada para fora da sala. — O que é isso? Eu preciso descobrir mais sobre essa gravação! 

— Então venha com a polícia para investigar — o homem nos tirou da sala e trancou a porta. —, não sozinha. — ele saiu dando de ombros para nós.

Minha mãe estava boquiaberta. 

— Não fique assim. Vamos falar ao delegado o que achamos e ver o que irá acontecer. — falei abraçando a minha mãe que retribuiu com carinho.


S/n On 

— NOONA! ABRE ESSA PORTA! — Hee gritava do outro lado daquela madeira bruta que se mantinha trancada. Eu estava sentada na cadeira da escrivaninha, com o meu braço esquerdo abraçando as minhas pernas e roendo a minha unha da mão direita. 

Tudo que se passava na minha cabeça era "futuro". Me imaginar estudando fotografia na França é incrível. Tirando fotos da Torre Eiffel, das paisagens do local, aproveitando para conhecer pessoas novas e aprender uma língua totalmente diferente e vivendo uma vida dos sonhos. Mas, deixar o meu namorado, minha família e meus amigos por, no máximo, cinco anos, é loucura! 

— NOONA! — escutei o meu irmão novamente batendo na porta, dessa vez com um tom cansado. Destranquri aquela porta e encarei o garoto por alguns segundos. — A mãe está te chamando. — ele disse e logo saiu da frente da porta e foi para o seu quarto. 

Engoli o seco. Já até imaginaria o que minha mãe iria dizer. Hesitei em descer e ouvir o interrogatório, mas são os meus pais, eu precisava responder as perguntas deles. Talvez eu consiga clarear a minha cabeça após uma conversa. 

Desci os degraus lentamente. Avistei a silhueta da minha mãe na sala e me aproximei da mulher que estava em pé ao lado da poltrona velha em que o meu pai estava sentado. 

— Precisamos conversar. — o homem disse me pedindo para me sentar à sua frente, no sofá. — Seriamente. 

— Ok... — assenti em um tom de voz baixo.


— Desde quando? — minha mãe perguntou direta, sem enrolações. Meu pai a encarou negando com a cabeça e a mais velha revirou os olhos.

— Mais calma, Yoona... — ele pediu e a mulher se sentou um pouco longe de mim no sofá, cruzou as pernas e parou para me observar. — Pois bem. Precisamos falar com você sobre tudo. 

— O que está acontecendo? Por que mudou de opinião tão rápido? E o que o Jungkook tem com você? — novamente o interrogatório da parte da minha mãe. Encarei o meu pai, na esperança que ele olhasse friamente para a mulher. Mas o homem me olhava curioso. Suspirei e apertei os meus joelhos.

— Eu conheci o Jungkook esse ano. As coisas aconteceram, nos conhecemos melhor e uma feição um pelo outro maior foi crescendo. — minha mãe sorriu brevemente. — A família dele tem muitos problemas e acabamos ficando juntos após eles se resolverem. Nós começamos a namorar à pouquíssimo tempo — comentei ficando ainda mais nervosa. —, mas sei que eu deveria ter tido de todo jeito.

— Sim, deveria. — comentou meu pai.

— Agora responda, por que mudou de opinião?

— Mãe... eu pensei muito no que você me disse sobre o meu bem e etc. Eu estou determinada para fazer isso... na verdade estou muito confusa e desesperada. Jungkook não gostou muito da idéia mas creio que quando a poeira baixar ele vai concordar comigo. — senti um grande alívio após revelar tudo aos meus pais, que felizmente ouviam com atenção e pareciam me entender. — Obrigado por estarem me entendo e me escutando. — meus olhos marejaram. — Obrigado mesmo! — os mais velhos se aproximaram para um abraço apertado. 


Três dias depois...

Jungkook On

— Mãe, cuidado com esse carro! — comentei para a mulher que dirigia com mais rapidez do que nos outros dias comuns.

— Me desculpa, filho. — fechou os olhos rapidamente para se acalmar.

— O que o delegado disse? Parece ser alguma coisa séria. — perguntei. 

— Ele quer nossa presença no hospital. — a mulher disse chegando no local desejado. — Podemos desmascarar Jieun na cara dura! — sorriu um tanto nervosa. — Eu... espero. 

Acariciei o ombro da mais velha que deu um sorriso fechado. Ela estacionou o carro e fomos um tanto rápido até o recepcionista do hospital. O homem nos guiou até a sala de vigilância onde estava também o delegado. 

— Olá, senhor Santaro. — fiz uma reverência diante ao mais velho que estava sentado usando o seu uniforme, como de costume.

— Olá, senhor e senhora Jeon. — sorriu singelo. — Espero que estejam pacientes hoje. — comentou e minha mãe e eu nos entreolhamos lentamente.

— Por quê? — perguntou a mulher. 

— Reparem bem... — ele fez um sinal para nos aproximarmos da tela do computador. — Aqui vemos uma silhueta feminina. Calça preta colada, uma blusa azul de veludo e saltos altos. — ele comentou apontando para o corpo de uma mulher que aparecia na direita da câmera. — Ela entra na sala e depois... não sai mais. 

— Como assim? — perguntei.

— Quer dizer que apagaram os registros da saída dela. Ou apagaram os registros de alguma outra coisa e esqueceram de apagar a parte desta mulher entrando na sala.

— Quer dizer que ela é uma suspeita? — perguntou Taeyeon surpresa. 

— Talvez. — o americano suspirou. — Possivelmente. 


— Então você precisa descobrir mais sobre ela! Quem ela é e entre outras coisas! Isso é urgente! — exclamou a mulher que estava a beira da loucura. — Daqui há cinco dias irá acontecer uma reunião importante e eu preciso saber que é o assassino do meu marido. 

Aproximei da minha mãe e a abracei enquanto beijava sua cabeça.

— Senhora, irei agora pedir o registros dos visitantes deste dia. — minha mãe assentiu. — E eu recomendo que você vá para casa e descanse até nós descobrimos mais sobre o caso. 


Após alguns diálogos minha mãe concordou em ir para casa e descansar. Dirigi até a casa e a mulher foi em direção ao banheiro para tomar banho e dormir. Me joguei no sofá e bati levemente no meu próprio rosto.

— O que será que você está fazendo? — me perguntei ao lembrar de S/n e seu sorriso contagiante. — Você vai mesmo embora? — me arrependi de relembrar este fato. Eu não queria que isso acontecesse. 


Notas Finais


᭥ꩌ゚໋꯴᩠ꦽꦼ 🍯 Este foi o capítulo de hoje. Espero que tenham gostado e muito obrigado por lerem até aqui. Comentem o que estão achando da fanfic, a opinião de vocês é muito importante. Um beijo e até mais.


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