História My Dear Teacher - Capítulo 43


Escrita por:

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Amor Proibido
Visualizações 854
Palavras 2.413
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amores como vocês estão? Eu espero que estejam bens. *-*
Olha como eu sou boazinha. Eu estava aqui ontem postando e já estou aqui de novo hoje \o/
Leitores novos sejam bem-vindos (a)
Até as notas finais *-*
Boa leitura anjos <3

Capítulo 43 - I do not believe you.


Fanfic / Fanfiction My Dear Teacher - Capítulo 43 - I do not believe you.

POV. Justin Bieber – Estados Unidos – Manhattan.

Acabo de chegar a casa depois do dia incrível que tive com a Jennifer. Ah é tão bom saber que ela está se tornando uma mulher responsável e desistiu da ideia do aborto. Eu ainda não pensei em como contar para a minha mãe que a minha aula está grávida de mim, vou tentar ganhar mais um tempo enquanto a barriga dela não cresce.

– Estava onde? – minha mãe pergunta assim que eu passo por ela na sala.

– Estava andando por aí. – caminho em sua direção e se sento ao seu lado vendo que ela assiste a um filme.

– Assiste comigo? – ela pergunta me estendendo o pote de pipoca e eu me sento mais perto dela colocando o meu braço ao redor de seu ombro.

– Que filme é esse? – pergunto pegando um pouco de pipoca e colocando em minha boca.

– Hitch: o conselheiro amoroso.

Pego a capa do DVD que está sobre o centro da sala e começo a ler as informações.

‘’ Alex é conhecido como ‘’doutor do amor’’. Todo mundo em Nova York o procura para receber dicas de como conquistar homem (ou a mulher) dos sonhos. Albert é um desses clientes, um cara tímido que está apaixonado por Allegra. ‘’

Termino de ler e encosto a minha cabeça no ombro de minha mãe prestando bastante atenção no filme.

[...]

Acordo com o meu celular tocando e ainda de olhos fechados eu tateio o criado-mudo ao lado de minha cama, sem olhar no visor atendo a ligação ainda de olhos fechados.

– Alô?

– Professor Justin? – noto que é a voz de uma das minhas alunas, a Paola, uma das melhores amigas da Jenny.

– Sim, sou eu mesmo. – abro os meus olhos imediatamente e me sento sobre a cama e levanto o meu braço esquerdo à cima de minha cabeça.

– A Jenny... – ela começa a falar, mas trava no meio da frase e uma angústia cresce dentro de mim.

Espero que esteja tudo bem com ela e com o meu filho.

– O que aconteceu com a Jennifer? – pergunto já em pé passando os meus dedos por entre os seus fios de cabelos.

– Ela sofreu um acidente professor. – sua voz sai tremula e meu coração começa a pulsar forte contra o meu peito.

– Como assim um acidente Paola? – eu pergunto já vestindo uma de minhas calças Jeans.

– Ela saiu rolando escada a abaixo. – ela diz calma. – E a tia Cindy a encontrou desmaiada no chão.

– Me passa o endereço por mensagem. – digo agora calçando os meus sapatos e pegando uma camiseta branca em minhas mãos. – Eu estou indo para ai imediatamente.

– Tudo bem. – ela diz e finaliza a ligação.

POV. Jennifer Parker

Acordo sentindo o meu corpo inteiro dolorido. Mecho os meus dedos da mão esquerda e abro os meus olhos vendo que eu estou em um quarto de hospital com um soro preso em minha veia do braço direito.

Olho para o canto da parede e sinto uma lágrima quente e solitária descer molhando a minha bochecha. Não sei por que mais eu sinto uma dor tão grande em meu peito que apenas sinto vontade de chorar e gritar para o mundo o que eu estou sentindo, parece até mesmo que eu pedir uma parte de mim.

Trago a minha mão até a minha barriga e deixo um leve afago, espero que você esteja bem meu amor, eu não vou me perdoar se algo de ruim te aconteceu.

Eu só me lembro de ter discutindo ao telefone com o Logan e logo após eu desci escada a baixo rolando degraus por degraus.

Sento-me encostando a minha costa nessa cama que tem lençóis brancos. Gemo baixinho de dor, pois minhas costas doem muito mesmo. Coloco uma mecha de meu cabelo atrás da orelha assim que a minha mãe se aproxima com uma expressão séria no rosto ao lado de meu pai e minhas amigas e meu irmão vem logo atrás.

– Emma você pode avisar ao médico que a Jennifer acordou? – minha mãe pergunta e ela assente caminhando até a porta do quarto.

Depois que ela sai um silêncio preenche o quarto, os meus pais permanecem com suas expressões sérias.

– Como você se sente? – Paola pergunta parando ao meu lado e leva a minha cabeça contra o seu corpo para deixar leves afagos em meus cabelos.

– Bem. – sussurro.

– Maninha não me dê mais um susto desses nunca mais. – Nathan se junta a nós e me abraça também e em seguida beija a minha testa.

– Pode deixar. – sorrio fraco e logo escuto passos se aproximando de nós.

– Vejo que a mocinha acordou? – um doutor que deve ter na faixa de seus 50 anos de idade caminha em direção sorrindo. – Como se sente? – ele pergunta me analisando.

– Bem. – respondo rápido e sinto uma imensa vontade de perguntar sobre o meu filho, mas me contenho por causa dos meus pais, mas se bem que eu acho que o médico já disse para eles.

– Que bom. – ele sorri. – Você está aqui desde ontem à noite.

– Quando vou poder ir para casa?

– Quando o soro terminar. – ele se vira de frente para os meus pais. – Vocês já contaram a ela o que aconteceu?

– Não. – minha mãe diz. – Nathan será que você e as meninas podem, por favor, nos deixar a sós?

Eles concordam e nos deixam.

– O que aconteceu com o meu filho? – pergunto trêmula e eles apenas ficam me encarando.

– Ele está bem, não é mesmo? – pergunto trazendo a minha mão até a minha barriga deixando um pequeno afago.

– Querida. – o médico com toda a cautela do mundo se aproxima de mim. – Você sofreu um acidente feio da escada, sua mãe me disse que quando a encontrou você estava desmaia e perdendo muito sangue e você sabe que tinha apenas três meses de gestação, e nesse período sempre é propenso acontecer perdas. Você perdeu muito sangue e com isso veio a ter um aborto espontâneo, não tinha como o seu bebê sobreviver e você acabou o perdendo.

Tento abrir a minha boca várias e várias vezes para ver se consigo dizer algo, porém a dor que eu estou sentindo me cala e eu apenas escuto o som de meu choro desesperado. Não, isso não podia ter acontecido com ele. E agora como eu vou ficar? E o Justin o que ele vai achar? Será que ele vai me perdoar?

– Não. – grito sentindo as minhas mãos tremendo. – Isso não pode ter acontecido. – tento me levantar, mas ele me impede. – Eu quero o meu filho.

– Você tem que ser forte. – ele diz. – E você ainda é muito nova, vai poder ter outros filhos.

– Eu não quero. – choro compulsivamente. – Eu quero o meu filho, apenas ele. – sinto algo em minha veia que vai me acalmando aos poucos e logo eu estou em um sono longo e profundo.

[...]

– Quando pretendia nos contar que estava grávida? – minha mãe grita furiosa assim que percebe que eu acordei.

– Eu ia contar.

– Quando Jennifer? – ela pergunta alto passando as mãos por seus cabelos. – Quando o bebê nascesse?

– Eu só não sabia como contar. – digo em um fio de voz e abaixo a minha cabeça. – Não foi fácil para mim quando descobrir que estava grávida. Mãe, eu fiquei tão desesperada que eu pensei até em abortar. – meus lábios tremem ao me lembrar disso e por lembrar que o meu filho não está mais aqui.

– Você o que? – ela me olha incrédula e meu pai apenas permanece quieto ao seu lado.

– No começo eu pensei em abortar. – sinto essa palavra me golpear. – Mas eu enxerguei que isso seria algo monstruoso que só uma pessoa sem coração seria capaz de cometer. E agora eu estou sendo castigada.

– Deus não castiga ninguém. – ela diz. – Deus ensina.

– Quem é o pai do filho que você perdeu? – meu pai pergunta agora me olhando super irritado. – Não me diga que é aquele irresponsável do seu ex-namorado que está de volta?

– Não, isso nunca. – digo e ele se aproxima de mim segurando em meu braço com força.

– Então quem é? – o sinto apertar mais e mais o meu braço.

– Eu... Eu não sei. – digo sentindo as lágrimas descerem de meus olhos, eu não posso dizer que é o Justin, o meu professor.

– Como assim não sabe? – ele grita furioso e vira sua mão contra o meu rosto me dando um tapa. – Eu não sabia que você era prostituta para deitar com vários caras e no dia seguinte não se lembrar.

– Eu apenas não sei. Eu lembro que há três meses eu fui para a balada e acabei me envolvendo com um cara, mas eu estava bêbada então eu não me lembro de nada, absolutamente nada que rolou naquela noite.

– Cale a boca. – sinto outro tapa em meu rosto e eu coloco a minha mão sobre o lugar, o meu pai ele nunca tinha me batido, vejamos até que ponto nós chegamos. – Você é uma vagabunda Jennifer, eu tenho vergonha da pessoa que você se tornou, eu tenho vergonha de ser o seu pai.

Choro, pelas palavras dele pensarem em cima de mim. Eu acabo de perder um filho e assim que eles me tratam?

– Pare Michael. – minha mãe o puxa pela camisa assim que ele ameaça vim para cima de mim novamente.

– Sabia que a boa criação de um pai contribui para a boa construção de seu filho? – pergunto e ele fica calado. – Se você tivesse me dado mais atenção, eu não seria essa Jennifer estragada e rebelde que eu sou hoje.

– Não me culpe pela pessoa que você se tornou. – ele grita e caminha até a porta do quarto deixando apenas eu e a minha mãe a sós.

– Me desculpa mãe? – pergunto assim que ela se aproxima de mim. – Eu realmente não sabia como contar da gravidez.

– Sim, você errou, mas todos nós erramos. – segura em minhas mãos. – desde quando você não é mais virgem? E porque não me contou?

– Mãe...

– Eu sou a sua mãe e eu tinha todo o direito de saber quando você teve a sua primeira vez. – diz. – Eu saberia ter te orientando. Se você me contasse talvez isso não estivesse acontecendo agora.

– Tem na faixa de uns quatro meses.

– E foi com quem?

– Com um aluno do colégio. – minto novamente.

– Porque não se cuidou? – seus dedos vêm para o meu cabelo. – Tem tantos métodos querida. Já pensou que esse cara da balada poderia ter uma DST? E você poderia ter contraído? Saiba que a camisinha é algo indispensável em uma relação sexual? A não ser que você tenha feito todos os exames com o seu parceiro e prove que nenhum dos dois não tem DSTS.

– Isso não vai mais se repetir.

– Espero. – ela diz. – Eu vou ver se encontro com seu pai ou ele é capaz de fazer uma besteira, viu o estado que ele saiu daqui?

– Só não deixe que ele me mande para a casa da minha avó na Inglaterra.

– Eu não vou deixar. – ela beija a minha testa. – Agora descanse e quando você termina com o soro peça para o seu irmão ou a suas amigas me ligarem, okay?

– Ok.

Olho para a parede do quarto que eu estou e vejo no relógio que são 07h00min da manhã. Ainda é bem cedo.

– Cadê o meu irmão?

– Ele saiu com a sua mãe, mas disse que depois iria voltar. – Emma diz.

– Nós sentimos muito pelo o que aconteceu. – elas dizem em uníssono e se aproxima de mim.

– Eu estou pagando por ter pesando em abortar o meu filho no começo da gravidez.

– Não diga isso. – Paola me repreende. – Você sofreu um acidente e acidentes acontecem. Não se culpe visto que isso não é culpa sua.

– Se o Logan não tivesse me ligado tarde da noite e não tivesse me irritado. – eu suspiro. – Eu não teria me desequilibrado e não teria caído da escada.

– O Justin ele não vai me perdoar.

– É claro que ele vai. – Emma diz segura. – Até porque você não tem culpa. – ela termina de dizer e a porta a nossa frente é aberta e eu engulo a seco por ver o Justin entrar pela porta.

– Eu liguei para ele. – Paola sussurra. – Eu achei que ele deveria saber.

– Bom dia meninas. – ele diz e eu olho para as suas mãos vendo um lindo buque de rosas brancas em suas mãos.

– Bom dia. – respondemos em uníssono.

– Nós vamos deixar vocês a sós. – Lola diz e acena com a Emma. – Assim que você estiver em casa nós vamos para lá ficar com você.

– Tudo bem. – murmuro tendo os olhos de Justin em mim.

– São para vocês. – ele me entrega o buque e eu cheiro as mesmas e coloco ao meu lado.

– Obrigada. – digo e percebo que estamos a sós.

– Como você está?

– Bem. – respondo e a seguir mordo o meu lábio inferior para prender o meu choro.

– E o nosso filho?

– Justin me perdoa? Mas eu acabei perdendo o nosso filho. – digo me segurando para não chorar. – Eu cair da escada e como ele era muito pequeno acabou não resistindo à queda.

– Perdeu ou o abortou como queria fazer quando descobriu que estava grávida? – o olho incrédula.

Não, ele não pode está insinuando que eu abortei o meu próprio filho, eu não teria coragem, não depois de enxergar o meu erro e ver o quanto ele já era importante em minha vida.

– Não, você não pode insinuar isso.

– Por que não? – ele aumenta o tom de voz e começa a caminhar pelo quarto.

– Eu tive um aborto espontâneo Justin. – grito e já sinto as minhas lágrimas descerem de meus olhos, porra, desde quando eu me tornei essa princesinha sensível?

– Eu não acredito em você. Quem me garante que você não se jogou dessa escada propositalmente? – lança as suas palavras que me cortam mais fundo do que facas. – Se você não foi capaz de amar o seu filho, sangue do seu sangue, você não é capaz de amar mais ninguém. E eu cansei Jennifer, cansei de suas infantilidades, eu estou abandonando esse barco e estou te deixando livre para você fazer tudo, livre para fazer as suas escolhas, nós dois não damos mais certo.

– Justin, por favor, me escuta. – tento me levantar assim que ele se vira de costas, mas sou impedida pelo soro. – Você não pode me deixar assim, você não pode me deixar sozinha, não agora.

Eu já escutei o suficiente. – ele para na soleira da porta. – E nós dois não damos mais certo. – ele termina de dizer e bate a porta me deixando sozinha, apenas com uma dor surreal.


Notas Finais


Continuooooo?
Aaaaaah a Jenny perdeu o bebê. : ( Ele não resistiu, era muito pequeno e ela teve uma hemorragia que a levou a ter um aborto espontâneo.
E essa reação do Justin em? Justin meu lindo você está querendo apanhar da tia Miih aqui? Essa não foi à criação que eu te dei. #ChateadaVSBolada u.u #JustinVolteLaEPecaDesculpas.
O que vocês acham que vai acontecer?
Continuem aparecendo é tão bom ter vocês aqui. *-*
Qualquer duvidar é só entrar em contato comigo através das minhas redes sociais.
Minhas redes sociais.
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Obrigada por ler <3
Beijinhos da Miih. Eu amo vocês amores <3


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