História My Dear Teacher - Capítulo 14


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Categorias One Direction
Personagens Louis Tomlinson, Personagens Originais
Tags Colegial, Professor, Romance, Romance Proibido
Visualizações 230
Palavras 1.928
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amores! Tudo bem?
Adivinhem quem teve um puta bloqueio criativo? Eu mesma!
Mas o capítulo está aí e espero que vocês gostem.
Me perdoem os erros, eu revisei.

Capítulo 14 - Capítulo Treze


My Dear Teacher – Capítulo Treze

Os dias passaram voando e Louis e Charlotte passaram a se ignorar durante esse tempo curto, quase três semanas. A morena tentou esconder o que estava sentindo e falou o mínimo possível sobre a situação para Lauren que estava muito interessada em saber mais sobre o cara misterioso. Alheia a tudo isso, Charlie passou seu tempo se dedicando a irmã mais nova que se sentia cada vez mais sozinha com a ausência dos pais.

Como era sexta-feira, a estudante de jornalismo decidiu que iria passear com Sophie depois da faculdade e, talvez, quando a menininha adormecesse ela saísse com Lauren e Niall que a atormentavam há dias para que ela saísse de casa. Quando chegou em casa, Charlie tomou um banho e vestiu uma roupa mais leve: um vestido branco de alcinhas, uma sapatilha vermelha e uma bolsa marrom. No cabelo optou por algo mais simples, apenas prendeu uma mecha de lado com um grampo.

— Molly, eu vou buscar a Sophie no colégio e vou dar uma voltinha com ela. — Charlotte anunciou assim que adentrou na cozinha e viu a funcionária.

— Tudo bem, querida.

A morena costumava dar mais satisfações a Molly do que aos próprios pais, pois os seus genitores era muito ausentes e prendiam-se ao fato de que a moça já possuía maior idade e não precisava de atenção. Mas na verdade não era bem assim, pois Charlotte sempre foi muito carinhosa e a ausência dos pais lhe afetava muito. Às vezes, tudo que ela queria era que um dois se interessasse um pouco sobre sua vida ou lhe desse algum conselho. Porém, tudo que eles fazem é deixar que ela faça a vida dela só aparecendo onde os convém e para completar, deixaram Sophie aos cuidados de Charlie e Molly.

Quando a estudante de jornalismo se deu conta já estava na porta da escolinha de Sophie. Ela parou o carro e foi até a entrada.

— Boa tarde, Charlotte! — A funcionária da escola cumprimentou a moça quando ela passou pelos portões.

— Boa tarde! Tudo bem com a senhora? — Charlie, educadamente, perguntou como sempre fazia quando ia buscar a irmã.

– Ah, tudo como sempre, sabe? Minha filha finalmente resolveu tomar jeito e está procurando um emprego e...

— Mamãe! — Sophie interrompeu a conversa correndo em direção a Charlotte.

— Oi, meu amor! Como foi a aula? — Charlie perguntou afagando os cabelos da pequena.

— Boa. A gente fez massinha e eu aplendi as coles em inglês! Tem o yeloow, blue, red, orange, pink e ah tem o green também! — A menininha estava toda sorridente e orgulhosa das coisas que aprendeu e Charlotte só sabia sorrir.

— Muito bem! Se despeça da tia, meu amor.

— Tchau tia. — Sophie acenou para funcionária enquanto a irmã a leva para o carro também se despedindo.

— O que você acha de irmos passear?

— Oba! Quelo solvete, mamãe!

— Sophie, a gente já conversou sobre você me chamar de mãe. Eu gosto muito, mas a nossa mamãe fica triste. — Charlotte olhou para irmã enquanto prendia o sinto da cadeirinha — Eu sou sua irmãzinha e te amo de montão! Se você quiser pode continuar me chamando de mamãe, mas tem que chamar a nossa mãe também. Tudo bem?

A menina estava séria e não parecia concordar com a proposta.

— Mas a minha mamãe é você eu não quelo chamar ela de mamãe, só você. Ela nem gosta de mim, não me bota pla dolmi, não conta histolinha e não cuida de mim como você! — Sophie cruzou os bracinhos e ainda parecia séria.

— Vamos fazer assim: você me chama de mamãe até quando você quiser e quando você sentir vontade pode chamá-la de mamãe também, pode ser? — Charlotte tentou apaziguar a situação, mas Sophie parecia irredutível e apenas deu de ombros.

— Agora coloque um sorriso nesse rostinho — A morena fez cócegas na pequena que sorriu — Nós vamos passear! Me dê um beijo!

Sophie beijou o rosto da irmã que entrou no carro e dirigiu até a praça mais próxima. As duas foram cantando durante o percurso e Sophie não pareceu lembrar do que Charlotte conversou com ela. A certeza que a morena tinha era que precisava conversar com uma psicóloga ou algo do gênero para saber como lidar com aquela situação. Ela também sabia que a mãe não parecia se importar, mas nunca conversaram sobre isso abertamente. Fez uma nota mental para conversar com Cristine sobre essa situação.

Enquanto Sophie cantarolava uma música no banco de trás a mente de Charlotte vagava para o momento que Louis conversou com ela. Ela estava disposta a desistir do que quer que fosse aquilo, mas sempre que pensava naquilo sentia um aperto no peito. O pior era o sentimento de rejeição, pois a morena compreendia que se tratava de algo muito complicado e provavelmente ela só iria se machucar. Mas, ainda assim sentir-se rejeitada e como se não fosse boa o suficiente para o professor.

Tratou de afastar os pensamentos negativos e se atentou a estrada, da qual já estava mais próximo do parque do que ela pensava.

— O que você acha da gente tomar sorvete antes de brincar? — Charlotte perguntou soltando a irmã da cadeirinha quando chegaram ao parque.

Era uma bela tarde. O sol ainda brilhava apesar do horário e a cor do céu estava exatamente como Charlotte amava: um azul da cor do céu. Ela se sentia em paz ao observar aquela bela paisagem. Os pássaros cantavam alegremente entre as árvores procurando abrigo para descansar durante a noite e o vento sobrava com força, arrancando as folhas das árvores e espalhando-as pelo parque.

— Não! Depois, mamãe. — Sophie saiu correndo em direção ao escorregador ignorando os chamados da irmã.

As duas se divertiram bastante no parque. Após Sophie correr e ir em todos os brinquedos, mais de dez vezes em cada, ela finalmente se cansou. Chegou até a irmã, pediu sorvete e disse que queria ir embora. Charlotte adorava sair com a irmã, pois sempre se distraía bastante e essa horinha foi bastante para que ela não pensasse em Louis e no que aconteceu. Porém, no caminho para casa a menininha dormiu e Charlotte ficou sozinha com seus pensamentos.

Sua mente não parava de formular perguntas ridículas: será que eu não sou boa o suficiente? Mas também, porque ele iria querer ficar comigo? Sou bem mais nova que ele, estou começando a vida agora, certamente ele prefere uma pessoa mais velha e mais experiente.

Insegura e com a autoestima baixa, Charlotte resolveu aceitar o convite dos amigos para sair. Iria se arrumar como não se arrumava há dias e iria curtir a noite sem pensar no seu querido professor.

Quando chegou em casa, acordou a irmã para que ela tomasse um banho e jantasse. Assim que a menina dormiu, seguiu para seu quarto na intenção de sair de lá uma diva.

Como sempre, seus pais não estavam em casa e isso contribuiu para que a estudante de jornalismo se arrumasse em paz. Seu guarda-roupa estava com poucas opções, precisava urgentemente comprar algumas roupas de sair.

Por fim, optou por um vestido vinho de alcinhas com um belo decote que valorizava seus seios médios. O vestido chegava até metade das coxas e quando calçou as sandálias nude de quinze centímetros ficou um pouco curto. Completou o look com um colar prata que chegava próximo ao decote e pôs um mix de pulseiras da mesma cor. Na maquiagem, fez algo bem marcante: um olho preto bem esfumado, cílios postiços para destacar e nos lábios um batom vermelho sangue que deixava sua boca muito convidativa.

O combinado seria que os amigos iriam buscá-la de táxi, pois todos pretendiam beber e não podiam dirigir. Assim que a morena colocou as chaves, dinheiro e o celular na clutch, ouviu uma buzina de carro lá fora.

— Molly, se meus pais perguntarem por mim, diga que sai com meus amigos da faculdade, por favor. — Charlotte pediu descendo as escadas.

— Tudo bem.

— Vá descansar, já está tarde. Até amanhã!

As duas se despediram e a moça entrou no táxi.

— Boa noite!

— Meu Deus, quem é esse deusa? Você está maravilhosa! Vai arrasar na balada hoje, amiga! E essas unhas maravilhosas? Adoro preto, ficou incrível! Você mora longe pra cacete, trate de pagar ao seu moço ai a sua parte! — Lauren soltou as palavras com tanta rapidez que Charlotte quase não entendeu nada.

— Respire, Lauren! — As duas riram. — Oi Niall, tudo bem?

— E ai? — O loiro respondeu meio envergonhado.

— Obrigada pelos elogios, Lau. Você está lindíssima! — A ruiva vestia um vestido preto de vinil colado ao seu corpo com um decote que ia até quase o umbigo destacando seus seios fartos. Calçava um salto preto super alto e sua maquiagem estava tão marcante quanto a de Charlie, com excessão ao batom, o da ruiva era um vinho.

— Eu sei, obrigada! — Os três foram conversando até a boate que ficava bem distante da casa de Charlie.

— Tudo isso? — Lauren questionou o preço da corrida ao motorista quando chegaram ao destino. — Isso é um assalto! Se seu soubesse que seria tão caro assim tinha vindo de limousine!

— Vem Lauren, paga a corrida e pronto. — Charlotte estava impaciente.

— Você ouviu quando foi? Tem noção de como foi cara?

— Para de reclamar, mulher e vamos curtir a noite! — Niall puxou as amigas e foram em direção a entrada.

Apesar de ser espaçosa, a boate estava lotada. Tocava uma música eletrônica da qual a morena não sabia o nome e assim que entrou sentiu vários olhares sobre ela.

— Passe o rodo, miga! Você tem que esquecer aquele idiota.

— Que idiota? — Niall perguntou curioso.

— Ninguém importante. Agora, vamos nos divertir! — Dessa vez foi a vez de Lauren puxar os amigos e conduzi-los até a pista de dança.

— Eu vou pegar bebidas para nós. Não se afastem muito! — Lauren anunciou já se afastando dos amigos.

Os dois ficaram em silêncio por alguns segundos até que a morena resolveu puxar assunto.

— E aí? Tá afim de dançar? — A morena ficava mais alta que Niall por conta dos saltos.

— Pode ser. — O loiro deu de ombros ainda envergonhado.

— Niall, você está muito acanhado. Trate de se soltar! — Charlotte falou balançando os ombros do amigo.

— Eu não me sinto muito confortável nesses ambientes. Prefiro lugares mais calmos. — Como o som estava muito alto, os dois tinham que falar no ouvido do outro para que pudesse ser ouvido.

— Eu confesso que também não, mas hoje eu estava precisando sair para abstrair.

— Está acontecendo alguma coisa? Você quer conversar? — Niall perguntou colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha da amiga que caiu sobre seus olhos.

— Está tudo bem! — A morena pegou na mão do amigo em forma de agradecimento pela preocupação do mesmo.

— Eu posso saber o que merda está acontecendo aqui? — Charlotte conhecia bem aquela voz e nesse momento a confusão estava armada.

   Lauren vinha com as bebidas e viu a cena: assim que a música parou de tocar, Louis falou mais alto do que o necessário chamando a atenção de todos. Charlotte ficou perdida sem compreender a reação do professor e Lauren teve a certeza naquele momento: o cara que fez sua amiga sofrer era Louis.


Notas Finais


O que acharam? Por favor me digam se estão gostando do rumo da história!
Volto logo, já estou com celular! Beijão ❤️


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