História My Demon - Capítulo 26


Escrita por: e Tay_Michaelis

Postado
Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Elizabeth Liones, Meliodas
Tags Melizabeth, Nanatsu No Taizai
Visualizações 719
Palavras 3.018
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 26 - Traição - capítulo final


{★}

Nervosamente ando em círculos esperando pela chegada de Meliodas que pode ser a qualquer momento.

A sensação do sangue correndo rápido em minhas veias e a euforia de um confronto é novo para mim, porém deliciosamente bom. Graças a euforia eu sentia que poderia sair por aí e enfrentar um exército de demônios vermelhos e sairia ilesa.

Os dias tornaram-se terrivelmente longos desde que a Guerra Santa teve seu início, passávamos horas seguidas na Stigma com Meliodas ensinando aos guerreiros humanos e as fadas, técnicas de luta enquanto Merlin por ser a única feiticeira se encarregava de manter-nos seguros, fazendo feitiços de barreira para  nos manter seguros. Porém em momentos de confronto as horas passavam rápido como minutos e por mais que eu odeie participo desses encontros sangrentos.

Hoje, entretanto, foi um dia diferente, Meliodas, Thaumiel e Sariel tinham um exército de albion para enfrentar e impedi-los de destruir a floresta do Rei das fadas. Albion foi criado pelo clã dos demônios e como é de se imaginar são criaturas criadas para guerra e destruição, o poder mágico é enorme além de uma grande resistência física, era quase impossível de matá-los, como disse, quase, com a chegada de Meliodas os confrontos eram mais letais do que imaginavam que seriam e isso agradou Ryudoshel imensamente.

Quem diria que em dois meses Meliodas teria a confiança daquele arcanjo somente por cobiçar os ganhos que o loiro traria a Stigma.

Arcanjo ganancioso.

Viro a cabeça para o lado e olho por cima do ombro quando ouço alguém de aproximar, sorrio e permito que toda a responsabilidade que pesava meus ombros suma por um tempo.

- Eu não conheço esse lugar - Meliodas afirma olhando ao nosso redor.

- Foi usado pelas deusas muitos milênios atrás, mas quando foi invadido elas deixaram de achar seguro e partiram.

- Alguém conhece aqui além de você?

- Não.

- Oh, um tempo finalmente sozinhos sem guerra, sangue, demônios ou arcanjos. Só nós dois.

Sorrindo maliciosamente Meliodas larga sua espada no chão e tira as luvas que usava, ele se aproxima de mim e eu rio ao ser puxada pela cintura, meu corpo cola no seu e eu inclino a cabeça para olhá-lo nos olhos. Diferente das íris negras que muitas vezes foram causadoras de arrepios desagradáveis, as íris verdes intensas mostravam para mim uma parte de Meliodas, até então desconhecida. Esse não era forjado apenas para guerra e viver sob as ordens do Rei dos demônios, esse é livre de espírito por mais que ainda carregue a áurea e o status de demônio, eram dois Meliodas totalmente diferentes em um só ser.

Ele sorri e os dedos ágeis enroscam-se entre as penas de minhas asas.

- O que foi? Você está me encarando de um jeito tão bonito.

Sorrio e dou de ombros, com seu rosto entre minhas mãos inclino a cabeça para frente e pressiono minha boca na sua demoradamente. 

Impressionante a saudade que eu sentia.

Apesar da saudade mútua o beijo é lento, não tínhamos muito tempo para disperdiçar não sabíamos quando ficaríamos sozinhos novamente, então o beijo significa muito mais no momento.

Os dedos que estavam em minha asa escorregam até minha lombar e ele sorri em meio ao beijo e lentamente se afasta.

- Você estava linda no campo de batalha hoje.

- Eu estava com medo por você - respondo e passo a língua nos lábios - você é imprudente toda vez que pega aquela espada e atravessa o corpo de um demônio.

- Eu lembro do seu olhar apavorado quando me viu lutar pela primeira vez.

- Não tem graça - resmungo ao vê-lo sorrir - eu espantei em ver você refletir todo aquele ataque que seria o suficiente para matar um exército inteiro.

- Essa é minha técnica.

Meliodas ri baixinho e empurra para trás da orelha a mecha do meu cabelo que insistia em escapar.

- Eu tenho sete corações além de força e poder mágico gigante. Não morro tão fácil assim.

- Mas ainda sim, morre. Então tome cuidado.

- Você não ficará livre de mim tão cedo assim, Ellie - ele sorri travesso e em seguida franze o cenho - Merlin precisa refazer o feitiço em você, está ficando fraco eu consigo sentir a escuridão em você.

- Irei falar com ela hoje - ele assente e olha para trás de repente - o que foi?

- Eu senti o poder de demônios - Meliodas diz com urgência - a Stigma! Preciso ir.

- Eu vou junto! - Exclamo ao vê-lo pegar a espada e se preparar para ir embora.

- Não! Você tem que ir refazer o feitiço que está enfraquecendo.

Mordo o lábio inferior com força e assisto o loiro partir tão rápido quanto veio, com o coração afundado no peito viro-me nos calcanhares e paraliso no lugar surpresa demais quando vejo quem observava tudo escondido.

- M-mael.

O arcanjo está tão paralisado de surpresa quanto eu, mas logo sua expressão se torna enjoada e ele me olha dos pés a cabeça.

- Eu sempre soube que tinha algo errado em subitamente um demônio de elite como ele trair seu clã e aliar a Stigma, mas nunca pensei que seria por um motivo tão repugnante - sua voz e expressão são incrédulas -, mas nunca passou por minha cabeça que a súbita traição para com o clã dele seria por você. Você é tão repugnante quanto ele! 

Apesar de tudo não encontro voz para retrucar Mael e meu corpo ainda permanece parado no mesmo lugar.

- Como você pôde se apaixonar por um demônio, como conseguiu?! - ele grita e assustada finalmente saio do transe e dou dois passos para trás ciente demais que logo o sol estará a pino e Mael será e já é mais forte do que posso lidar.

Engulo em seco e tento me afastar porém tenho receio de dar as costas para ele.

- Como pôde se apaixonar por algo tão desprezível quanto aquele demônio?!

- Meliodas é um homem bom, seu clã não define seu caráter - a expressão de Mael se contorce quando finalmente falo.

Arregalo os olhos quando ele se aproxima e bate as mãos em meu peito, mandando-me para a parede atrás de nós. Minhas costas batem dolorosamente e eu estendo os braços em frente do rosto para protegê-lo, engasgo desesperada por oxigênio quando Mael me ergue do chão segurando-me pelo pescoço.

Seus olhos faíscam cheios de fúria e o aperto de sua mão em meu pescoço torna-se mais forte ainda cortando toda minha chance de respirar. Os ossos finos e fracos da minha traquéia estalam e a sensação de fogo queimando meus pulmões é desesperadora, vários pontinhos negros dançam em minha visão que se torna borrada pelas lágrimas quentes.

Agarro sua mão e inutilmente tento afastá-la de mim, minhas unhas fincam em sua pele e abrem pequenos cortes finos que escorrem sangue. 

- M-MAEL! - meu grito não passa de uma lufada de ar.

Mesmo ainda cheio de fúria ele diminuí bastante o aperto e eu puxo o oxigênio desesperadamente para que haja alívio no desconforto em meus pulmões.

- Como você pode compactuar com um demônio?

- Eu amo Meliodas apenas por ser ele mesmo, seu clã e raça não implicam em nada.

- Que absurdo! Você é uma vergonha, Elizabeth. 

Ouvi-lo dizer o que eu já sei que sei não deveria doer como doeu. Sim, eu sei que sou a vergonha do meu clã, sei que minha traição é imperdoável, mas eu não me arrependo de ter feito tudo que fiz para ter Meliodas mais próximo. Principalmente não arrependo de amá-lo.

- Isso não é novidade - digo e Mael grunhe irritado.

Meu sorriso some quando Mael volta a me estrangular.

- Eu sempre me destaquei, me forcei para ser o melhor, sempre esforçando para ser melhor que meu irmão. Não é só isso, eu lutava para ter sua atenção... seu amor!

Em choque encaro Mael nos olhos, não podia e não queria acreditar no que ele tinha acabado de dizer. Todo esse século forçando-se a ser alguém que não era, Mael queria apenas que eu olhasse para ele, que eu o amasse.

Sentir pena dele embrulha em meu estômago e tenho medo de acabar vomitando em nós dois.

- Mas você nunca olhou para mim não é? Foi sempre alienada ao nosso clã, à quem sempre te amou!

- Eu sempre te vi apenas como o irmão de Ryudoshel. Eu não sabia o que era amor até encontrar Meliodas, eu era uma deusa presa nas mentiras do meu próprio clã!

- Mentira! - Mael grita e aproxima seu rosto do meu - você está corrompida por aquele demônio! Eu sinto um pouco da áurea vil e nojenta dele impregnada em si.

- O que está fazendo?! - berro apavorada quando sua mão desliza para o decote da minha camisa e ele dá um puxão, abrindo um rasgo gigante na roupa - Me solta!

Horrorizada com as coisas que Mael está fazendo, debato-me desesperada para escapar. Todos os músculos do meu corpo tornam-se trêmulos pelo medo que sinto e meu coração dispara contra as costelas pelo desespero que se aflora em mim, fecho os olhos com força sentindo as lágrimas escorrer por minhas bochechas e meu corpo se aquece de repente como se eu realmente fosse entrar em combustão a qualquer minuto.

Grito de dor quando o calor torna maior do que consigo suportar e o inclino o corpo para frente. Por alguns segundos todos os sons ficam longe e eu caio no chão sem forças com a respiração ofegante. 

Abro os olhos confusa ao ouvir um gemido de dor e olho para o outro lado do salão de pedra, onde Mael está caído. Há cortes finos que escorrem sangue em seu rosto e outras escoriações pelo corpo, porém seu olhar cheio de ódio sobre mim é o suficiente para me manter alerta.

- Vadia - ele resmunga e limpa o sangue no canto de seus lábios - sua vadia suja.

De joelhos no chão frio olho assombrada a destruição que eu causei no momento de descontrole. Antigamente eu não seria capaz nem de me defender quando Mael me estrangulou, mas agora eu sinto que posso enfrentá-lo mesmo que isso seja uma idéia muito suicida.

O que me assusta agora é o desejo mais primitivo que tenho de me manter viva a qualquer custo.

Mael se inclina para frente e com um impulso se lança sobre mim, o peso de seu corpo me mantém presa ao chão e eu tento escapar me debatendo, entretanto Mael segura meu rosto com apenas uma mão e me força a olhar seu rosto.

- Você deixou que aquele te demônio tocar?

- Não é dá sua conta - respondo com dificuldade já que ele me segura pelas bochechas.

- Você é repugnante - ele diz entredentes e desliza a mão direita na lateral do meu corpo e para no cós da minha calça.

- Me solta! - Grito e fico desnorteada por vários minutos quando ele desfere um tapa forte demais em meu rosto, o gosto de sangue inunda minha boca e eu sinto o sangue escorrer do meu nariz.

- Eu te amei tanto - Mael diz desolado e pela primeira vez eu choro alto desesperada - mas aquele demônio tomou o que tinha de mais precioso em você. Deflorou minha Elizabeth, você é minha por direito sabia?

Balanço a cabeça negando e respiro fundo.

- Ele manchou sua beleza - a mão morna do arcanjo desliza para o botão frontal da minha calça e para abruptamente, sua expressão é curiosa e sua palma pressiona dois dedos abaixo do meu umbigo, Mael emite um som fanho e inclina seu corpo sobre o meu no processo ele me aperta contra o chão.

Sua respiração quente bate contra meu rosto e ele sorri maldosamente.

- Como se não bastasse a audácia dele de deflorar uma deusa, o demônio deixou sua prole. 

O quê? 

- Então foi isso que a feiticeira estava escondendo com um feitiço em você - olho no fundo dos olhos de Mael, infelizmente só consigo ver o transtorno e a raiva - a cria do demônio!

Eu nunca tinha sentido uma for tão forte como essa em toda minha existência. Foi como se uma lança em brasas estivesse perfurando meu abdômen.

Encolho meu corpo pela dor e em seguida grito alto até sentir minha garganta arder, Mael se levanta e me observa entretido enquanto eu desesperada de dor rolo de bruços no chão e ponho a mão no lugar onde o arcanjo tinha liberado uma fagulha de seu poder. 

É a dor mais insuportável que já senti.

- Ugh, dói mãe! 

Mael estala a língua no céu da boca.

- Agora você implora para a mãe suprema?

Grito com uma nova onda de dor que trava minhas pernas e abaixo o olhar para entre minhas coxas quando sinto algo muito quente escorrer. Sangue.

Muito sangue.

Apóio a testa no chão gelado já que meu corpo está insuportavelmente quente. Seguro meu lábio inferior entre os dentes e assisto cheia de horror o sangue que escorre e mancha o chão embaixo de mim.

O som frenético de passos se torna mais alto e abafa meus gemidos de dor.

- Elizabeth! 

 Meliodas exclama horrorizado e corre até onde estou caída em uma poça de sangue, ele larga a espada no chão e me puxa para seu colo. Minha cabeça pende em seu ombro e ele abraça com força.

- O que aconteceu aqui? - ele olha para Mael distante apenas de alguns passos - alguém atacou vocês?

- Não - o arcanjo sorri de lado - se preocupar tanto assim com sua amada?

- Como descobriu? - Meliodas não esboça reação o que não surpreende o outro também.

- Eu estava aqui quando se encontrou com ela. Veja só que ironia, eu iria revelar para a Elizabeth que sempre a amei, mas fui surpreendido com vocês dois.

- O que você fez com ela?! - Meliodas diz enraivecido depois de deixar um beijo eminha testa, consigo ver o momento exato que o verde das íris é substituído pelo preto sem fim.

Merlin se joga ao meu lado não importando-se com meu sangue que mancha sua roupa e me puxa para seu colo, enquanto Meliodas se levanta empunhando sua espada.

- Você está bem?

- Ugh! - Puxo minhas pernas em direção ao peito quando outra onda de dor me faz gritar alto.

- Oh, quase esqueci de dizer isso, demônio - Mael diz colocando-se em posição de luta - Elizabeth nesse momento está expulsando do corpo dela a sua cria.

Os olhos de Merlin arregalam-se e ela me encara assustada.

- E-ele fez isso - choro - foi o Mael...

Antes que eu consiga terminar de falar ouço o rugido de fúria de Meliodas e agarro firmemente no braço de Merlin quando lentamente vou perdendo a consciência.

{★}

- Elizabeth! 

Abro os olhos com dificuldade quando ouço alguém me chamar, o rosto banhado por lágrimas de Merlin paira sobre o meu e ela solta o ar ruidosamente.

- Achei que tinha te perdido - ela soluça em meio o choro - você está com uma hemorragia, não pude pará-la.

Ergo a mão e agarro a manga de sua camisa entre os dedos ensanguentados, eu tremia muito.

- F-frio.

- Elizabeth! - Meliodas grita meu nome e se joga ajoelhado do meu lado.

Viro a cabeça e sorrio calmamente para ele que me puxa para seu colo, olhando para seu rosto toco os machucados recém feitos além de um rasgo grande em sua camisa com sangue seco.

- Mael?

- Eu o matei -o loiro diz sem pestanejar e entrelaça seus dedos nos meus.

- O clã das deusas vai querer vingança - suspiro tentando combater o cansaço que se instala em mim - o que vai fazer?

- O que vamos fazer, Elizabeth.

Sorrio tristemente observando nossas mãos juntas e em seguida olho em seus olhos.

- Você sabe que eu estou morrendo.

- Não está não - ele balança a cabeça freneticamente e eu vejo as primeiras lágrimas escorrerem em seu rosto.

- Estou, a Merlin não pode controlar a hemorragia. Mael estragou meus órgãos vitais, ele estava louco.

- Você não pode ir, como eu ficarei? - desesperado Meliodas me puxa para mais perto de si eu choro silenciosamente.

- Desculpe-me, eu não sabia que estava esperando um bebê. Desculpe-me, Meliodas.

- Você não sabia, mas eu sempre soube - ele diz tristonho - por isso traí meu clã e me aliei a Stigma; quando as coisas melhorassem iríamos fugir juntos, você, o bebê, eu e a Merlin.

Meu coração doeu profundamente e chorei alto agarrando-me a ele.

- Eu irei reencarnar - murmuro e fecho os olhos quando a vertigem não deixa nada no mesmo lugar - iremos nos encontrar novamente.

- Vou esperar por você por toda a eternidade de for necessário, meu amor - Meliodas responde baixinho e eu tusso lutando contra meus pulmões que começam a falhar.

- Nós iremos nos encontrar novamente e vamos viver nosso amor. E se for necessário irei reencarnar sempre se essa for a única forma de poder estar com você.

- Eu sempre irei te encontrar e te amar intensamente - sorrio com a declaração dele e minha mão que estava sobre minha barriga escorrega para o chão pegajoso com meu sangue.

- Você... Você sempre foi meu demônio.

•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°

- Venha, ela está aqui.

Caminhando apressado pelas ruas sinuosas de uma cidade ao sul do que um dia foi uma Britannia dividida por clãs e guerras. Meliodas acompanha um jovem mulher de olhos cor de âmbar, Merlin.

Apesar de ambos aparentar serem novos ninguém sabia a verdade além dos dois. Um demônio de elite e uma maga com magia infinita, responsáveis pelo fim da Guerra Santa que matou centenas de milhares.

O clã das deusas fora reduzido as cinzas pela fúria do loiro que após se vingar pela morte de Elizabeth e com a ajuda de Merlin e do sangue de Ryudoshel, selou o clã dos demônios para uma eternidade presos no purgatório onde o Rei vive.

O coração do loiro bate desenfreado no peito quando ambos entram em uma casa humilde, no quarto de paredes esburacadas e uma cama antiga há um berço de balanço onde uma bebê de poucas horas repousa.

Meliodas sorri e observa maravilhado a bebezinha, ele conseguia sentir  a presença de sua Elizabeth nela. Com cuidado ele pega a pequena criaturinha frágil em seus braços e sorri aliviado, de fato ela tinha reencarnado.

- Esperei por um milênio para tê-la comigo novamente, Elizabeth.

Desta vez ele a protegeria desde pequena, teria sua amada segura perto de si. Ainda seria o garoto-demônio por quem ela se apaixonaria no fim de tudo.

Fim...





Notas Finais


O fim de my Demon deixará sempre um aperto no meu peito. Eu já tinha o final dessa fanfic pronta desde o momento que a iniciei, apenas teve algumas alterações. Então sinto muito se não foi o final feliz que todos esperavam.


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