História My Demon Heart - 666 - Capítulo 1


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Categorias Bendy and the Ink Machine
Personagens Bendy, Boris the wolf, Henry, Joey Drew, Personagens Originais, Sammy Lawrence
Visualizações 17
Palavras 514
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


•♥•Bem, vocês entenderão mais sobreco passado da Alexia nos proximos episódios•

Capítulo 1 - 666- Chapter I


Fanfic / Fanfiction My Demon Heart - 666 - Capítulo 1 - 666- Chapter I


A chuva aos pocos entrava em contato com minha pele, enquanto eu, sem muita presa tentava encaixar a velha chave na fechadura já enferrujada.


Quando finalmente consegui destrancar a porta, o forte vento abrirá-la de uma soh vez, rapidamente a fechei, e, sem ter janelas para observar a chuva, me rendi a escuridão dequele local.


Um arrepio percorreu meu corpo, como um choque, um rapido Flashback de memorias antigas com funcionários do Bandy's Studio, um frio repentino veio quando a tranca foi fechada, me virei em direção á saída, vendo que já não teria mais uma saída padrão daquele local.


Retirei de minha mochila uma lanterna, iluminando parcialmente o lugar.


As paredes estavam sujas de um líquido pegajoso e negro, uma tinta com um cheiro forte, agradavelmente forte, retirei meu celular do bolço vendo que, ali não teria sinal.


–Se aproxime, querida~


Um tipo de sussurro ecoou pelo Studio, apontando a lanterna para meus pés vendo a estranha tinta se aproximar de mim, aportando a lanterna para frente senti algo tocar meu ombro, gritei, logo depois desmaiei com medo do que viria a acontecer.


{{Vinte horas depois}}



Acordei tonta e com fome eu estava em um lugar totalmente diferente, com caixões, e símbolos, aquilo, por mais sinistro que fosse, não me dava medo algum, a poeira do local acabou me fazendo espirrar, logo vendo uma sombra vir em minha direção.


–Quem é você?– a voz masculida e calma ecoou na sala do satanás –o que faz aqui?– a silhueta foi esoosta a pouca luz das velas locais, revelando um garoto de tamanho medio, com olhos pretos e pupilas avermelhadas, cabelos pretos, pele completamente branca, orelhas e calda de um demônio –RESPONDA!– repentinamente o tom de sua voz mudou para um tom mais sombrio  e mórbido.


–Meu nome é Alexia– disse sem medo –E-eu estou procurando Henry– hesitei em dizer o nome de meu pai ao garoto gótico.


–Henry um humano não? Nunca ouvi falar,– mentiu –bem, você parece uma de nós, o que faria com um humano?– encarei o demônio de tinta confusa. –foi criada entre eles não? Você é um demônio pequena... Como eu, feita de tinta.


–n-não, acho que entendeu errado, eu não sou um demônio, é um problema genético qu... Nyaa~– gemi baixo quando o maior tocou em meu chifre.


–como eu lhe disse, demônio– resmungou com razão.


–Eu nem lhe conheço, não sei seu nome, e você está me dizendo que não só você, como eu também, somos demônios!?– disse furiosa, recebendo um olhar de raiva do gótico.


–Não fale comigo como se eu fosse um demônio qualquer, seu pote de Sorvete com feijão na geladeira!– me encarou com irá nos olhos.


–resto de picolé de milho verde!– o desafiei, ele simplesmente virou de costas.


–que infantil você, tem razão, você parece mais um bobo da corte do que um demônio que se preze!– deu de ombros. Filho de uma puta.


–Idiota...– ele se virou em minha direção novamente com um sorriso maldoso.


–A anã albina vai calar a boca ou quer ficar perdida nos corredores do BS?– "anã Albina" pegou pesado.


–Vai tomar no cu~– sussurrou.





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