História My Dirt Paradise - Capítulo 10


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 8.331
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Alguns se perguntarão se não estou romantizando a violência sexual nesta história... Bem, eu mesmo me faço essa pergunta! O ser humano É atraído pela violência, seja ela moral, verbal ou física de fato; somos animais naturalmente violentos em nossa soberba racionalidade; entretanto, a civilidade existe para amenizar esse impulso bestial residente em nossas mentes e uma série de leis existem para nos manter na linha e fazer nossa sociedade evoluir harmonicamente... Ao menos em tese deveria; mas a transgressão da lei e da ordem é um crime prazeroso, é a realização de sentir-se "livre". Quantas vezes não se quis gritar "FODA-SE" para um professor em sala de aula quando este abusa de sua autoridade opressora, assim como a polícia e outras instituições sociais para a execução da ordem? Mas as transgressões exigem um preço, que na minha humilde opinião nada mais justo para a ordem social e a evolução da sociedade como um todo!
Volto a dizer:
Não endosso, nem encorajo pessoas a repetir qualquer das ações erradas escritas por mim nesta história; mas convido a refletir sobre elas e caso elas estejam latentes em algum lugar de sua mente, lembre-se: Você está no controle de suas ações, seja responsável por elas assumindo que liberdade e responsabilidade jamais devem ser separadas e tudo nesta vida tem um preço. Para o bem; ou para o mal.

Capítulo 10 - Roleta Russa


Fanfic / Fanfiction My Dirt Paradise - Capítulo 10 - Roleta Russa

Ericsson se arrumava para o café da manhã, quando alguém bateu à porta de seu quarto, anunciando sua presença...

--- Quer falar algo comigo, meu tio? --- indagou Eva, parada na porta.

--- Sim, minha querida; mas antes, eu gostaria de lhe perguntar sobre a cumplicidade de suas amigas quanto ao assunto “Iowa”! --- respondeu enquanto abotoava sua camisa.

--- Não importa o quê Iowa venha a falar sobre o que aconteceu com ela; elas nunca irão endossar uma palavra contra o senhor!! --- respondeu Eva.

--- Tem certeza? ---

--- Tenho! Elas não gostam da Iowa! --- afirmou.

Eva fitou seu tio por um breve instante... Fechou a porta e caminhou até ele, parado em frente ao espelho.

--- Parece aflito... ---

--- Sim! Eu já mexi com algumas mentes pra formatá-las; mas sempre tenho receio de abusar demais de minha confiança e cair numa armadilha cavada por mim mesmo e minha arrogância! Estou indo finalizar sua “amiguinha”, Eva! Saiba que se a mente dela não ceder às sugestões subliminares, nós teremos que lidar com um monstro; não uma cachorrinha adestrada, ouviu? --- disse Ericsson, voltando-se para sua sobrinha.

--- Eu... Sinto muito... ---

--- Não sinta! Fui eu que aceitei fazer isso para agradá-la! Meus instintos libidinosos que me instigaram a isso! Sou adulto e assumirei toda a responsabilidade que me cabe! --- disse ele, afagando o rosto dela.

--- Parece um soldado indo pra uma guerra, meu tio! ---

--- É assim q’eu me sinto! É o preço de estar fazendo algo absurdo como estou fazendo! Algumas vezes irá sentir isso com coisas que outros veriam como “corriqueiras”; mas você sentirá uma pressão desafiadora que a fará questionar seus ideais! Eu sou um médico! O que estou fazendo contraria meu juramento de não usar meu conhecimento para infringir dor e sofrimento a alguém; quando deveria estar trazendo alívio! ---

Ela abraçou Ericsson encostando sua cabeça no peito dele... Ele acariciou-lhe o topo da cabeça gentilmente...

--- Se conseguir mudar o jeito daquela menina arrogante, terá valido a pena! Nem todos os seus pacientes o procuram por seus problemas internos, não é verdade? ---

--- Verdade! Mas ainda assim... Sinto-me como se estivesse jogando uma roleta-russa; e o pior... Não fui eu quem carregou a pistola! Não sei quantas balas estão no tambor e sou eu a dar o primeiro tiro na cabeça! --- respondeu tentando não transparecer seu desconforto.

--- Sei que não é uma coisa que se peça a Deus... ---

--- Então não peça! Se minha sorte está lançada, só me restam ir em frente e arcar com as conseqüências! Por isso, te farei um pedido cujo não poderá me negar! --- disse Ericsson. --- Se algo der errado, cuide de sua prima! Ela é a pessoa em que mais confia depois de mim! ---

--- Pois eu digo que tudo dará certo! --- disse Eva, apertando seu abraço.

--- Hahaha... Gosto dessa confiança! Mas... Não sou dado à fé em momentos como este! Me entrego às probabilidades! E as chances disso acabar mal existem! ---

--- Mas se as probabilidades de der certo existem; agarre-se a elas! --- rebateu Eva.

--- Certo! Agora vá para a mesa! Eu irei explicar o quê está sendo feito com Iowa; e o que farei com ela a partir de agora! ---

--- Tá! Mas depois que isso terminar, quero o meu encontro a sós contigo!! ---

Ericsson deu uma risada descontraída e afagou novamente sua sobrinha... Eva deu um sorriso motivador e saiu apressada.

“--- Desculpe minha querida... Eu não poderei entrar nos detalhes; mas o condicionamento de sua “amiga” vai exigir bem mais dela e de mim! Queria ter mais dessa confiança; mas é verdade o quê eu disse... Isto é uma roleta-russa! ---” pensou Ericsson, olhando para seu celular sobre o criado-mudo.

 

Ericsson sentou-se como de costume à mesa... Tão logo Katyusha sentou-se para se servir, começou a explicar por alto o processo de adestração de Iowa... Mesmo resumindo e simplificando suas explicações, percebia que as meninas tinham dificuldade em entender o método.

--- Errr... Ela vai ficá maluca? --- indagou Michelle.

--- Não! Digamos apenas que “algumas de suas prioridades” serão redirecionadas! ---

--- Putz, tio... Mal aí; mas acho que explicando é meio difícil de entender, mora? ---

--- O quê a Mi quer dizer, tio; é que a cabeça dela não compreende os meios! Eu confesso que mesmo sendo mais inteligente que ela, eu também tenho dificuldades pra entender o quê tá fazendo com ela! --- interrompeu Eva. --- Mas acho que entendo que ela não vai ser mais a mesma pessoa! ---

--- Teremos que tratá-la como? --- indagou Mary Ann.

--- Com nenhuma hostilidade já seria um começo! --- intrometeu-se Katyusha. --- Pode ser que ela continue agressiva; mas se a tratarem com hostilidade, só dará a ela motivos para responder no mesmo tom! Se a tratarem amigavelmente, é provável que esteja mais receptiva! ---

--- ‘Cê entendeu o quê teu pai disse, Kathy? ---

--- Hihihi... Ora, Mi! Sou a filha de um psicólogo e psiquiatra! Entendo minimamente; mas entendo! ---

--- Bom... É verdade... Mas, e aí? Pretende trazê-la pra cá hoje? --- indagou Michelle.

--- Ela ainda vai passar por uma “prova de fogo”... --- disse Ericsson, servindo-se. --- É provável q’eu tenha que levá-la a outro lugar para tal; por isso estarei saindo com meu furgão! ---

--- Podemo vê como ela tá, tio? --- indagava Sasha tomando um gole de suco.

--- Não! Infelizmente, não poderão vê-la até q’eu conclua a terapia de choque! ---

--- “Terapia de choque”... Eu num intendo muito dessa expressão... Tio... Tu tá agredindo ela? Tá dando choque elétrico nela? Ou...? ---

--- Que tipo de monstro ‘cê acha qui é meu pai, Sasha?! --- indignou-se Millie. --- Ele jamais faria isso com uma menina!! ---

--- Millie! Ela tem o direito de ficar intrigada e fazer tais observações! Sasha... “Choque” nesse caso é como me refiro à pressão psicológica que estou exercendo sobre Iowa! Mas não pense que isso é menos sofrível que uma agressão física! O que posso dizer que isso está sendo feito com muito cuidado! ---

--- Hum... Posso ser burra; mas isso eu consigo entender! Numa luta, provocação é um artifício pra desequilibrá um adversário pra vazá sua guarda! Imagino qui o tio deva tá usando algo bem severo pra quebrá a crista da lôra! Hehe... ‘Cê deve ser mermo bem cruel quando quer né? --- disse Sasha com seu jeito ingênuo.

--- Tio... Me diga... Se formos simpáticas com ela depois de tudo isso? Seu plano... Não... Ela vai realmente se comportar de um jeito diferente? --- indagou Eva, intrigada.

--- A probabilidade de que ela passe a ser uma pessoa mais receptiva e menos arrogante existe! E não é tão remota! --- respondeu seriamente.

Eva ficou pensativa por um longo instante... Encarava suas amigas com uma expressão concentrada...

--- Seja como for, Doc Eric... Faça o quê tiver de fazer com ela e assim que estiver pronta, nos avise, sim? Eu quero fazer uma recepção pra “nova Iowa”... Posso contar que tudo dê certo então? ---

--- Deixo Kathy e Millie à sua inteira disposição! Pode pedir a elas o quê quiser! Afinal, estão aqui de férias e apesar dos contratempos e das discussões, aquela menina é uma hóspede! Demonstrar nossa simpatia com ela é o mínimo que podemos ter com sua volta para cá, não é mesmo? --- respondeu ele com seu sorriso carismático.

 

Ericsson saiu com seu furgão até a mansão onde se encontrava seu laboratório... Ele ligou para Hertza, anunciando sua chegada...

« Fala Doc! Tô aguardando suas ordens! »

--- Margareth tá aí com você? --- indagou em tom seco.

« Sim! »

--- Dispense-a! Eu estou aqui no portão! Não preciso nem dos serviços, nem da presença dela aí conosco! Dê a ela mil e oitocentos dólares do dinheiro que deixei contigo e diga pra aproveitar o dia como bem entender e que só apareça quando for chamada, fui claro? ---

« Como água, Doc! Tô fazendo isso agora, me dê apenas uns minutos! »

Com a eficiência e a precisão de um relógio, Margareth foi dispensada por Hertza... A menina negra não parecia muito satisfeita; mas seguiu assobiando um blues, despreocupada... Assim que saiu de vista, Ericsson ligou seu furgão e manobrou para a garagem da mansão... O portão levadiço abriu-se para ele e imediatamente passou por ele.

Seguindo para o interior da mansão, Ericsson foi recepcionado por Hertza; mas este conteve seus impulsos em vê-lo, seguindo com uma valise até a cela de Iowa...

--- Como ela está? --- indagou.

--- Dormindo ainda! --- respondeu Hertza.

--- Ótimo! Então não quero perder tempo! ---

Hertza sentia um clima pesado vindo de Ericsson... Ele tinha um semblante duro e tenso; mas ela não era do tipo que fazia perguntas desnecessárias a alguém como ele, tão compenetrado.

Ela estava estirada no chão acolchoado de sua cela... Com a ajuda de Hertza, Ericsson alinhou o corpo de Iowa, livrando-a das algemas em seus tornozelos... Da valise tirou um estetoscópio e medidor de pressão eletrônico... Conferiu seu batimento cardíaco e sua pressão sanguínea...

--- Está em perfeito estado! Ótimo... Posso iniciar a segunda fase do plano sem problemas! ---

Ericsson retirou uma seringa fina e uma ampola com uma solução... Ele preparou a injeção e procurou uma artéria do pescoço, onde rapidamente injetou a solução.

--- O quê é isso? --- indagou Hertza.

--- Um composto de estrógeno e adrenalina! Tecnicamente é um estimulante sexual... Mas é diferente de um afrodisíaco, que acende o desejo sexual! Ela não só vai ficar “acesa”, mas como também vai “acender” os homens que ficarem perto dela! Sem contar que a disposição sexual dela vai aumentar!! ---

--- Hã?! Tá aumentando a histamina dela?! Doc... Ela ficô arisca feita uma lebre só de ver a putaria que rolava na frente dela! Tem certeza que isso é seguro? Ela... --- dizia Hertza, preocupada.

--- Isto é um laboratório, Hertza! Estamos aqui pra experimentar coisas! Sucesso ou fracasso... Agora venha, precisa de um tempo pra surtir efeito! A adrenalina vai fazê-la despertar! Quero ver as primeiras reações dela!! --- interrompeu seguindo para fora da cela.

Ericsson e Hertza foram até a sala de monitoramento... Ele sentou-se e pediu para que Hertza lhe passasse um relatório... A menina descreveu em detalhes o ocorrido e ele ouviu atentamente enquanto observava o quê acontecia na cela através do monitor.

--- E você não se sentiu tentada a participar da orgia? --- indagou.

--- Hehe... Eu fiz uma sacanagem c’as cachorrinhas trazidas pela Marge e pela Solange... Não sinto muita vontade de sujar meu corpo com outros caras! --- respondeu encabulada.

--- Hum... E se eu te mandasse? --- indagou Ericsson.

--- Bom... Eu faria... ---

--- Pra me agradar, não é verdade? Hertza, você é mais inteligente do que isso! --- disse ele. --- Eu não quero que você faça coisas, contrariada; apenas pra me satisfazer, ouviu? Embora eu não mande você se deitar com outros homens! Você é como uma filha pra mim... Embora minha Katyusha seja uma menina libidinosa e adore a ideia de sexo grupal!! ---

--- Hahahaha... Sendo sincera, Doc... Eu gostei de usar aquelas meninas pra me satisfazê; mas realmente me incomoda a ideia de outros homens me tocando! Eu te amo! Não me importo que você transe com quem quiser; mas tremo nas bases de imaginar ser trocada ou posta de lado! ‘Cê saca minhas perversões e do meu jeito, é carinhoso comigo; e eu gosto muito! Me deixa livre pra fazer o quê quero... Huuum... Meio que me sinto mimada com isso! --- respondia Hertza, desviando seu olhar encabulado.

Ericsson percebeu que Iowa começava a se levantar... Fez uma expressão pensativa e muito séria...

--- Quero dar uma conferida no saguão onde nossos convidados se divertiram... --- disse ele, de repente.

--- Hum? M-mas tá uma bagunça! Eles saíram na madrugada e tá todo respingado de... ---

--- Tudo bem! Quero que me conte mais um pouco do que ocorreu lá! Vá na frente, eu já estou indo! --- interrompeu voltando-se para o monitor.

Hertza seguiu para o saguão sem perceber que Ericsson mexia em algumas chaves de controle... Ele logo se levantou e seguiu com ela.

 

Iowa percebeu que estava livre das algemas e que algo acontecera com ela enquanto estava inconsciente... A cela estava iluminada e a vidraça ainda estava exposta...

--- Huuum... O quê aconteceu? Huuum... Eu... Me lembro de tá vendo uma putaria naquele lugar e de repente... Fiquei tonta e tudo ficô escuro... Meu pescoço... Parece que um mosquito me picou! --- murmurava sentada no chão acolchoado.

De repente, murmúrios vindos dos alto-falantes chamaram-lhe a atenção e ela percebeu que havia alguém na sala ao lado... Pôs-se de pé e caminhou até a vidraça para verificar o quê acontecia, e deparou-se com uma surpresa...

“--- Hã?! É ele?! O tio de Eva! O quê ele faz aqui nesse lugar? ---” pensou confusa.

--- Ainda tá fedendo a putaria! Eu e a Marge íamos limpá quando ‘cê mi mandô dispensá aquela vadia! --- explicava Hertza.

--- Huuum... Isso fica pra depois... Me diga... Isso te causa alguma coisa, Hertza? ---

Ela deu um sorriso encabulado... Desviou os olhos algumas vezes e mordiscou os lábios...

--- Doc... ‘Cê falando desse jeito... ‘Cê sabe q’eu fico cheia de fogo na sua frente! Ainda mais, sozinhos... ---

--- E por que acha q’eu pedi pra dispensar aquela menina idiota? Margareth é só libido e nenhum cérebro! Age como um animal irracional e fala muita besteira! Huhu... É divertido ver bichinhos como ela, Dorothy e Cecília fazendo sexo loucamente com os outros; mas eu não tenho interesse em pessoas com bosta na cabeça feito ela! --- respondia ele, aproximando-se de Hertza.

« SUUUUUUUP!! »

--- Aaaaahnn... Doc?! Huuuum... E-então foi pra isso?? --- indagou ao ser agarrada.

--- Eu não brinquei devidamente com meu monstrinho debaixo da cama! --- dizia enquanto a bolinava. --- Temos aqui uma boa chance de brincarmos mais à vontade! Me diga minha monstrinha... O quê acha de ser adestrada? ---

A respiração de Hertza ficou acelerada... Sua face ficou ruborizada e ela engoliu em seco, demonstrando ansiedade... Ele enfiou suas mãos fortes pela roupa dela, enquanto ela procurava com suas mãos onde acariciá-lo.

--- Seus pelos estão eriçados! --- murmurou ele ao pé do ouvido.

--- Haah... Haaah... Doc... Meus peitinhos ficaram acesos! Assim eu não aguento! ---

--- Peça-me! --- murmurou intensificando suas caricias obscenas.

--- M-mi fode! Mi fode como quiser! ---

--- Estou excitado! Pode ser q’eu passe dos limites! --- respondeu apertando-a com força.

--- Eu também! Merda... Por você eu me humilho! Eu me deito na bosta! Haaaah... M-meu cu... Haaaah... Me use como quiser!! Me use!! --- suplicou Hertza.

Ele arriou o short dela em um relance e rasgou sua blusa... Fez dela uma tira e amarrou os pulsos de Hertza, que não ofereceu nenhuma resistência... Nua e dominada, Ericsson agarrou-a com força pelos cabelos, beijando-a intensamente, esfregando sua língua à dela.

--- Mmmmff... « Puh! » ‘Cê vai me estuprá? ---

--- Alguma objeção sobre isso? --- indagou Ericsson, muito sério.

--- Não! Nenhuma!! Haaah... N-nenhuma!! --- respondeu extasiada.

Ele lançou seu olhar felino para o espelho na parede... Detrás dele, ele sabia que estavam sendo observados...

Iowa tinha um olhar estarrecido... Conseguia ouvir o quê acontecia diante de seus olhos...

“--- Ela vai se deixar ser estuprada?! Que insólito! Se é algo consensual... Eu... Não entendo mais nada! ---” pensava, confusa.

Ericsson se desfez de suas calças e exibiu seu membro para Hertza... Forçou-a ficar de joelhos e passou a esfregar seu pênis na face dela.

--- Ficou louca pra chupar uma piróca enquanto os animais que estavam aqui fodiam as outras meninas, Hertza? Me diga... Elas chuparam com vontade os pirús sujos daqueles moleques? ---

--- Haaah... Haaah... Eu só pensava no seu, Doc! Eu não me importo com outras pirócas! Eu só quero o seu!! --- respondia esfregando-se nele. --- Ponha! Ponha logo na minha boca! ---

--- Mesmo dominada, ainda quer conduzir meus atos? Querida... Você quer q’eu a use, não é mesmo? Você pode pedir; mas sou eu quem decide quando atender! Vamos! Lamba minhas bolas! ---

--- Huuuum... Sim... Sim! Huuuummm... « Sliiiip! Sliiiip! » --- obedecia Hertza, usando sua língua.

--- Booom! Adoro quando usa sua língua no meu saco! Você é uma vadia que adora um anilingus... Particularmente acho seu cuzinho peludo nojento; mas adoro quando geme se deliciando com as lambidas! Hertza... Sexo é feito de concessões... Algumas vezes, tem que conceder ao parceiro algumas liberdades... Você me dá a liberdade de lamber o seu cu e sua xereca... Eu te dô a liberdade de lamber as minhas bolas... Eu sei que gosta de lamber o ânus de outras meninas... E o de um homem? ---

Iowa levou as mãos à boca, estarrecida...

--- Hã? ‘Cê quer q’eu...? --- indagou Hertza, surpresa.

--- Fico excitado quando minhas filhas me lambem o cu! Huhu... Nem à minha sobrinha eu permito tal coisa! Faça! Mas saiba que depois disso, terei liberdade pra fazer o que quiser de você... Inclusive fodê-la como um bicho!! ---

Iowa ficou ainda mais estarrecida ao ver Hertza se esgueirar entre as pernas de Ericsson e começar a lamber-lhe o ânus... Ele passou uma das pernas sobre a escapula da menina e esta se enfiou sob ele... Seu sorriso de satisfação se misturava a um tom sádico e dominador... Seu olhar para o espelho denunciava seu conhecimento de que estava sendo observado, e que estava se deliciando com isso.

--- Chega! Hora de usar essa boquinha pra outra coisa!! --- interrompeu segurando-a novamente pelos cabelos. --- Abra-a bem! ---

Hertza abriu sua boca e ele enfiou nela seu pênis, indo fundo, até sentir sua garganta.

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

--- Haaah… Haaaah… Isso!! Chupe! Engula!! Haaah… Eu vô começar pela sua boquinha atrevida, Hertza! Há algum tempo eu queria muito foder sua boca! ---

“--- Ugh... Q-que monstro! Ele tá estuprando a boca daquela garota escrota!! M-minha nossa! Eu achei que tinha visto tudo quando aqueles três começaram a foder aquela menina indiana (Sarah) ao mesmo tempo e ela se desmontou com um negão inundando o rabo dela... Mas isso? Q-que brutal!! ---” pensava Iowa, estarrecida.

A respiração de Iowa denunciava sua excitação... Sua testa escorria suor aos borbotões e seu corpo molhado marcava o vidro onde estava encostada... Os mamilos enrijecidos arranhariam a vidraça como diamantes se ela se esfregasse mais forte... Antes que percebesse, uma de suas mãos estava sobre suas partes íntimas, instigando-a.

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

--- Huuuh… Isso!! Huuuuh… Engula! Huuuh… Engula Hertza! Aaaah... Sinto a ponta do meu pau raspar nas suas amídalas! Huuuh... Eu vô dá uma gozada direta na sua goela! Não se atreva a vomitar!! Eu quero... QUERO QUE ENGULA!!! ---

--- HUUUUUM?! MMMMFFFF!!! --- gemeu Hertza.

« SPLUUUUUUUUUUSH!!! »

--- AAAAH... ASSIM!! ASSIM MESMO!! AAAAH... DELÍCIA!!! --- exclamava Ericsson, ejaculando.

--- « Cog! Cof, cof, cof... » Ugh... F-foi... Foi muito! Huuugh… Urrrp… --- murmurava fazendo caretas desconcertadas. --- « Buuurf! » BLÉÉÉÉÉÉÉÉRGH!!! ---

« SPLAAAAAAAAT!!! »

--- Ora, ora, ora... Mas que vergonha! Você regurgitou! --- ironizou Ericsson ao vê-la vomitar o esperma que engolira.

Ela se curvou no chão e começou a lamber o que se espalhou pelo chão...

--- Eu não disse que precisava lamber o chão! ---

--- Arf... Arf... M-mas eu quero!! Não quero desperdiçá-lo!!! --- respondeu lambendo e esfregando seu rosto no chão vomitado.

“--- Q-qui nojo!! Argh... C-como pode?! Ela querer fazer algo desse jeito?! E espontaneamente? Eu não entendo... Ela é louca? ---”

Ericsson deteve Hertza, puxando-a pelos cabelos... Acariciou seu rosto e deu-lhe um beijo obsceno...

--- N-não, Doc! Eu... Eu tô nojenta!! ---

--- Fui eu quem a fez ficar assim... Por que eu teria nojo de uma menina tão adorável? Meu pobre monstrinho... Venha... Vou botar na sua outra boquinha agora! --- disse ele, erguendo-a.

Ele afastou as pernas dela até que não visse outro jeito a não ser abraçar sua cintura com elas... Encostou o pênis na entrada da vagina e começou a instigá-la.

--- Haaah... Haaah... V-vai mi fudê assim? Nesse estado? ---

--- Isso não te excita meu monstrinho? --- indagou Ericsson.

--- Haaah... Haaah... Doc... Eu... Eu vô pirá! Haaah... Eu... Não consigo nem mais pensá direito!! Haaah... « Glup! » Mete! Mete seu pau ni mim! Arf... Por favor! Mi fode! MI FODE!!! --- exclamou se agarrando violentamente nele.

« CHOOOOOOOP!!! »

--- AAAAAH!!! ENTROU!! AAAAH... SUA PIRÓCA ENTROOOU!! --- gritou ela, apertando suas pernas em torno dele.

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

Suspensa e fustigada, Hertza gritava obscenidades... Seu corpo trepidava e seus cabelos negros e desgrenhados se agitavam a cada movimento brusco... Seus fluidos vaginais respingavam no chão, indicando a quão intensa era sua excitação.

--- AAAAH... MI FODE!!! AAAH... METE! METE FUNDO!! EU QUERO SENTIR SUA PIRÓCA ESPANCANDO MEU ÚTERO!! AAAH... DOC! DOC... AAAH... EU SÔ SUA!! EU SÔ TOTALMENTE SUA!!! --- gritava a menina, desconcertada.

Ele se moveu até o espelho e encostou as costas de Hertza nele... Segurou-lhe as pernas e aumentou seus movimentos, desconcertando-a ainda mais...

Os gritos obscenos de Hertza ecoavam pelo saguão e entravam na cela pelos auto-falantes invadindo os ouvidos de Iowa, que não desviava os olhos... Via sua algoz sendo fustigada bem na sua frente, submissa pela própria vontade, retorcendo-se de prazer, sendo brutalmente fustigada por aquele homem voraz...

--- Huuum... Huuuum... Eu... Huuuh... Eu... --- murmurava Ericsson, indicando outro orgasmo. --- Uuuuufff!!! ---

« SPLUUUUUUSH!! »

--- OOOOH!!! QUE QUENTE?! AAAAH... DOC... M-MINHA XERECA... MINHA XERECA TÁ DERRETENDOOOOO!!! --- gritou Hertza ao sentir um ejaculo em sua vagina.

--- Haaah... Haaaah... Eu não vim aqui me satisfazer com pouco!! --- disse ele, descendo-a de sua cintura.

« THUMP!! »

--- AAAAHNNN... --- gemeu ela ao ter o rosto encostado no espelho, com força. --- Q-que animal!! ‘Cê veio virado num samurai!! Seu tarado!! Nessa posição... Vai violentá a minha bunda?? ---

--- Se queria me deter, querida; é um pouco tarde pra isso!! Estou tão excitado que se começar a gritar “Não! Não quero!” sou capaz até de rachar esse espelho de raiva! Vim aqui decidido a uma coisa... E tô disposto de ir até o fim!! ---

--- Haaah... Haaah... Então... Não se contenha!! --- consentiu Hertza.

--- Arf... Arf... Essa sua submissão... Ela me tira do sério... --- murmurou com um tom irritado.

--- Fazer o quê? Eu te amo... E eu sô masoquista quando se trata do macho q’eu amo! Me desculpe se não consigo negar meu ego... ---

--- Então... Você gosta disso? --- indagou Ericsson, mantendo-a submetida.

--- Eu adoro!! Adoro por que é com você! Mesmo tão brutal, é um homem adorável! Merda... Eu largaria tudo por você! Merda... Ponha-me na coleira e leve-me pra sua casa, Doc! Deixe eu ser sua cachorra; ou da sua filha pra que me use quando quiser! Minha liberdade não tem o menor sentido sem você! --- murmurava com lágrimas nos olhos.

--- Você é tão sincera, Hertza... Eu adoro sua sinceridade! Se eu não amasse tanto meu ego, eu talvez me apaixonasse por você! Mas isso tornaria nosso amor seco... Nos amemos então como animais selvagens, realizando os desejos libertinos um do outro... E dane-se a solidão! ---

Ela sorriu ofegante... Acenou sua cabeça positiva, aceitando os sentimentos dele.

--- Você tá ouvindo aí, Iowa? --- indagou Ericsson.

Iowa então arregalou os olhos... Não fazia ideia de que podia ser vista ou não...

--- Eu sei que está nos vendo e ouvindo... Está gostando do quê vê e ouve? Pode dizer... O áudio tá em modo recíproco! Podemos ouvi-la daqui! Imagino que deva estar pensando várias coisas enquanto se masturba... Como sei? Você é de carne e osso como nós, menina... Não há nada de extraordinário nisso! Ou é tão infantil ao ponto de estar silenciada por seus “valores puritanos”? ---

Nenhuma resposta veio em alguns minutos de silêncio...

--- Não importa! Eu armei para que visse o quão Hertza é sincera com seus sentimentos e eu também! Eu sou um animal pedófilo; mas tenho meus princípios! Essa menina... Eu não estou abusando dela... Nem a convenci a fazer essas coisas comigo distorcendo sua mente... Nenhuma das meninas com as quais eu me relaciono! Elas manifestam seus desejos e sou eu quem cede a seus caprichos e impulsos... Eu sei que é errado... Mas me diga... Não é ainda mais errado não ensiná-las a canalizar seus instintos e sentimentos? Diga-me Iowa... Não é torturante querer fazer sexo e não poder? O mesmo vale pra outras coisas, mas isso nós podemos conversar no meu divã, caso queira uma análise... Nesse momento, estou atendendo uma paciente especial! Se não tem nada a dizer... Assista um pouco mais enquanto sacio meus instintos e dou prazer a essa jovenzinha adorável! ---

--- Doc... ‘Cê tá mi usando como cobaia sua...? Aaaah... Qui safado delicioso você é, hein? --- murmurou Hertza, esboçando sua felicidade. --- Hehehe... Vem! Vem na minha bunda! Mi fode na frente dela! Aaah... Eu vô gozá como nunca gozei até agora!! Vem, Ericsson! ---

Ele acariciou o rosto de Hertza com carinho...

--- Merda... Essa carinha me desarma! ---

--- Então viro minha cara pr’outro lado!! Anda!! Mi fode a bunda!! Vem!! Mi fode!! --- suplicou virando seu rosto para o espelho.

Mesmo sem vê-la, Hertza sabia que Iowa a encarava... Lançou para ela um sorriso debochado e murmurou algo para que esta lesse em seus lábios.

« Eu o amo! Adoro o que ele faz comigo! Você é uma boba! »

« CHOOOOOOP!! »

--- AAAAAAAHNNN... --- gemeu ao sentir seu ânus ser invadido.

A vidraça trepidava com os movimentos intensos de Ericsson em Hertza... Ela não se conteve em suas caretas desconcertadas e seus gritos obscenos enquanto era fustigada brutalmente... Escorou suas mãos atadas no espelho, arranhando-o em êxtase... Salpicava-o com sua saliva e suor, deixando ainda mais obscena a cena na frente de Iowa.

“--- Haaah... Haaaah... N-não aguento!! Esse calor... Essa excitação... Ver esses animais fudendo... Eu quero... ---”

Ela fechou os olhos e deixou os sons libidinosos invadirem sua mente sem se importar com mais nada... Voltou a se masturbar tocando seu clitóris e seus mamilos eretos... Enfiou dois de seus dedos em sua boca, instigando sua língua enquanto esfregava-se na vidraça, estimulando seus seios... Mordia e chupava os dedos lascivos, buscando sensações extremas, até que suas investidas em sua vagina ficaram mais intensas e profundas...

--- Haaah... Mais... Haaah... M-mais... Mais... Eu preciso de mais!!! Aaah... Isso não é o suficiente!! Aaah... P-por favor! Vem cá e mi fode!! Aaahnnn... Tio... Tio Eric... Aaaah... Mi fode!! --- gemia Iowa.

Iowa se masturbava loucamente enfiando seus dedos em seus orifícios... Esfregava-se lasciva e fazia caretas desconcertadas... Gemia e gania cada vez mais alto... Logo o som de suas súplicas alcançou os fones em sua cela e ganharam o saguão ao lado, onde Ericsson e Hertza se satisfaziam violentamente...

--- Ooooh... Eu não aguento mais!!! Minha xereca!! Aah... Eu quero!! Eu quero fudê!! Aaaah... Vem aqui!! Vem aqui, Tio Eric!! Aaah... Eu não aguento!! Os meus dedos não me satisfazem!! Mi dá!! Mi dá seu pirú!! MI DÁ SEU PIRÚ, PELAMOR DI DEUS!! AAAH... EU VÔ PIRÁ!! « Hic! » EU VÔ PIRÁÁÁÁ!! EU TE DÔ TUDO!! SÓ MI FODE, PELAMOR DI DEUS!!! --- gritava a menina se retorcendo no chão acolchoado.

--- Hehehe... Tá ouvindo, Hertza? Huhuhu... O canário na gaiola começa a cantar como um rouxinol sua triste melodia! Aaaah... Pobrezinha! Eu deveria atendê-la; mas estou muito ocupado neste momento! --- regozijava-se ele enquanto fustigava sua parceira.

--- Huuum... Huuum... E-ela é amiga de sua sobrinha... ---

--- Huhuhu... O quê está dizendo? Ela é só uma menina malcriada trazida por minha sobrinha pra ser punida! Huhuhu... Deixe que cante mais um pouco! Ouvi-la suplicar incita ainda mais meu lado podre e mais eu tenho vontade de foder seu cuzinho atrevido! Sinto seu reto pulsando, querendo q’eu encha suas tripas com esperma! Nesse momento, minha ambição se limita a ouvi-la suplicar... Vamos, meu monstrinho! Junte sua vozinha esganiçada ao coro e suplique! --- murmurava Ericsson, encarando Hertza.

Ela sorriu... Seus olhos encheram-se de lágrimas de prazer e felicidade... Ela mesma remexia-se, instigando-o...

--- Então meta!! Meta sua piróca com FORÇA e arregace minha bunda!! Enterre até ficar c’as bolas de fora e me encha!! Quero sentir sua pica me enchendo de porra como se fosse um hidrante jorrando!! Vem... VEM MEU AMOR, VEM!!! ---

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

--- AAAAIII… ISSO!! AAAAH… ISSO!! VEM!! VEM NO MEU CU COM TUDO!! AAAAH... EU TÔ PIRANDOOOO!!! AAAH... ---

Os gritos ensandecidos de Hertza serviram para atiçar Iowa ainda mais... A menina se revirava e gania descontrolada... Levantou-se de onde estava, e começou a bater na vidraça, descontrolada...

« THUMP! THUMP! THUMP! THUMP... »

--- HYAAAAAAAAH!! EU LHE IMPLORO!! EU NÃO AGUENTO MAIS!! O QUÊ EU TENHO DE FAZER? O QUÊ? ME DIGA, ERICSSON? O QUÊ EU TENHO DE FAZER PRA VIR AQUI MI FUDÊ?! EU LAMBO SUA BUNDA E SUAS BOLAS!! EU COMO ATÉ MESMO SUA BOSTA... SÓ NÃO ME IGNORE!! EU NÃO AGUENTO MAIS!! PIRÚ!! EU PRECISO DO SEU PIRÚ!!! --- gritava Iowa.

“--- Ela atingiu seu limite!! É perigoso deixá-la como está... Hehe... Ainda bem que estou terminando aqui... ---” pensou Ericsson.

Com um longo gemido ele ejaculou no ânus de Hertza... Esta teve um frenesi, arranhando o espelho... Revirou os olhos e deu um intenso jato de urina em um de seus espasmos... Desmontou contida por Ericsson e este a colocou no chão.

Ofegante, ele seguiu para a cela de Iowa e abriu a porta... A menina estava fora de si... Virou-se desconcertada e avançou na direção dele, derrubando-o no chão.

--- Haaah... Haaaah... Foda-me!! --- dizia ela encima dele.

--- Acalme-se... --- disse ele, friamente.

--- P-por favor... Foda-me!! FODA-ME!! --- suplicava.

Ele levou a mão ao rosto dela, acariciando-a gentilmente...

--- Se fizer isso como está agora, não vai nem sentir meu pau entrando na sua vagina direito! Vai ser como um esfomeado comendo a mais deliciosa das refeições ou um sedento, que não é capaz de saborear o frescor da água! Por favor, Iowa... Acalme-se! Seu cativeiro acabou! ---

Ela se deitou sobre ele... Seu corpo nu estava completamente trêmulo...

--- F-faça sexo comigo!! Por favor!! --- suplicava abraçando-o.

--- Relaxe! Respire devagar! Está segura e não precisa se preocupar com isso agora... Pense em algo agradável... Gosta de flores? ---

--- G-gosto!! --- respondeu Iowa.

--- Já viu um jardim florido? ---

--- J-já... ---

--- Imagine-se em um jardim com as flores que mais gosta... A brisa está fresca e agradável... O vento as está agitando levemente com os seus cabelos e o cheiro suave delas lhe dá vontade de fechar os olhos e descansar um pouco... Inspire... Expire... ---

Ouvindo as sugestões dele, Iowa começou a relaxar... Sua respiração acelerada começou a se acalmar e seu corpo mais relaxado... Ericsson afagava a nuca e as costas da menina, que instintivamente aconchegou-se a ele.

“--- O choque emocional exauriu as forças dela... Inconscientemente ela adormeceu! Sinto-me mal por usar sugestão subliminar em uma jovem como esta pra algo tão escuso; mas esse sou eu... Bem... Ela não precisa mais ficar nessa cela! Assim que voltar a si sem muita pressão, eu poderei ver o resultado; mas ela ainda vai passar pela “prova final” e é aí onde todas as minhas fichas estão apostadas! ---”

Ericsson levantou-se e pôs Iowa em seus braços, levando-a para um dos cômodos...

 

Aos poucos ela foi voltando a si... Percebeu que estava aquecida e em um lugar macio...

--- Huuum... Qui fome! --- murmurou Iowa.

--- Não é à toa! Já passamos da hora do almoço! --- disse Ericsson, sentado ao lado dela.

--- Você... O quê fez comigo? --- indagou Iowa.

--- Como se sente? --- indagou.

--- Faminta... E confusa... --- respondeu desviando o olhar.

--- Apenas isso? --- indagou, acariciando-a sobre a coberta.

--- Não... Bosta... Por que não me estupra logo de uma vez? --- indagou irritadiça.

--- É o que você quer menina? Ser violentada por um homem mais velho enquanto está fragilizada? É tão masoquista a esse ponto? --- rebateu irônico.

--- Eu... Tô muito confusa! Tenho raiva... Mas... Também sinto tesão! Droga! Eu devia te dá uma dentada!! --- respondeu encabulada.

--- Bom... Seria o reflexo da sua fome... --- prosseguiu em sua ironia. --- Façamos o seguinte... Sente-se! Estou trazendo algo pra você comer! ---

--- Onde tá aquela escrota? ---

--- Hertza está de vigia do lado de fora! Se quiser se arriscar a fugir, eu não irei fazer nada; mas vai ter que lidar com o fato de estar nua! Iowa... Confie em mim! Eu não vou mais te submeter ao que passou! Está livre desde que a tirei daquela cela! Se quiser, te levarei daqui para minha casa e lá pegará suas coisas e terá um carro pra levá-la de volta à sua casa... Mas, eu lhe peço para que tenha um pouco de frieza e veja se estou mentindo pra você! Acha que consegue ao menos isso? ---

Ela olhou seriamente para Ericsson... Sua voz inspirava confiança e seu olhar não transmitia outra sensação que não fosse à de que estava dizendo a verdade.

--- Se me prometer que aquela nojenta não vai entrar aqui no momento que sair por aquela porta, eu lhe darei um voto de confiança! --- respondeu Iowa, encarando-o seriamente.

--- Então tenho que fazer o seguinte... --- disse ele apontando para um canto do teto. --- Bem ali tem uma câmera, e ela a está monitorando neste momento! É sua garantia de que ela não entrará neste lugar! Me desculpe; mas não há como desligá-la sem desligar todo o sistema, sim? ---

Ela percebeu que ele estava dizendo a verdade...

--- Tudo bem! Se está me dizendo isso... Espero aqui minha comida! --- respondeu Iowa.

Em alguns instantes ele voltou trazendo uma marmita e suco em uma bandeja... Até mesmo talheres de metal ele trouxe para ela... Iowa sentou-se recoberta por um lençol e começou a se servir... Ericsson a assistiu comendo silenciosamente, sentado na margem da cama.

--- Foi a Eva quem pediu pra...? ---

--- Você vai poder perguntar isso diretamente a ela! --- interrompeu.

--- O quê pretende fazer comigo agora? ---

--- Isso só vai depender de você; e mais ninguém! --- respondeu prontamente.

--- Não quer fazer sexo comigo? ---

--- E você quer? --- rebateu Ericsson.

Ela ficou pensativa... Seu semblante confuso demonstrava o turbilhão de pensamentos desconexos em sua mente... Ela levou as mãos ao rosto; e lágrimas começaram a escorrer dentre seus dedos...

--- Uuuuh... Eu... Eu não sei!! Eu quero fazer sexo; mas eu não quero que VOCÊ me toque!! Minha cabeça... Eu penso naquelas meninas e naqueles caras fodendo feito loucos e sô tomada por sensações e sentimentos q’eu não sei explicar! O meu corpo... Eu sinto meu sangue ferver e meu peito dói! Aaaah... Eu sinto o cheiro daquela nojenta em você! Qui nojo! Aquilo que fez com ela... Se não tivesse o fedor daquela garota... Eu olho pra você e fico excitada; mas ao mesmo tempo, sinto asco! ---

Ele estendeu sua mão para que ela estendesse a dela... Iowa olhava perturbada... Mordiscou o lábio inferior e ensaiou em estender sua mão a ele; mas sem conseguir, levou-as ao peito em sinal de aflição.

--- Ainda assim, gostaria de fazer sexo com alguém, imagino? ---

--- Sinto que se apenas usasse aquelas coisas em mim, não surtiriam efeito algum e apenas me deixariam frustrada! Uma coisa que brinquedos sexuais não têm, é calor! Aquelas porcarias têm apenas cheiro de plástico ordinário; e não é isso o q’eu quero!! --- respondia ela com seu rosto encabulado.

--- Eu posso conseguir parceiros pra que se alivie; mas... ---

--- “Mas”? --- indagou intrigada.

--- É você quem vai escolher se fará ou não! São quatro homens adultos... Não são nem de longe parecidos comigo... São vulgares e não têm a menor cortesia com uma menina! Farão tudo o quê pedir a eles e poderá conduzir suas ações como quiser; mas saiba que eles lhe tratarão como bem entenderem! São desbocados e rudes! ---

Ela arregalou os olhos e fez uma careta intrigante...

--- Desculpe; mas não tem tanto tempo pra pensar... Basta que diga “sim” e eu a levarei lá; mas existem algumas exigências pra isso... Se disser “não”, apenas a levarei ao furgão e seguiremos para minha casa; e lá... É o roteiro que lhe adiantei! ---

--- M-me dê alguns minutos... --- murmurou Iowa, cabisbaixa.

--- Estarei do lado de fora! Mas lhe adianto que uma das condições é de que Hertza irá nos acompanhar! Desculpe; mas não posso abrir mão dessa condição, ouviu? ---

Ericsson saiu do quarto, deixando-a pensativa...

 

Hertza estava em outro quarto se arrumando quando Ericsson entrou... Ela estava vestindo uma roupa diferente da costumeira, com uma calça bem folgada e uma blusa preta, a ajustando dentro da calça com o cinto.

--- Trouxe isto pra você... Mas sinceramente, espero que não a use! --- disse ele, entregando a ela uma pistola.

--- Eu também espero que não precise! Desculpe Doc; mas eu sô meio impaciente... Se for necessário, atiro pra matá de primeira! --- disse Hertza pondo a pistola oculta em suas costas. --- Mas não vai ter problema em matá um de seus conhecidos? ---

--- Hehe... Por isso mesmo espero que eles se comportem! Mas justamente por conhecer duas das peças, prefiro ir precavido! --- respondeu bem humorado.

--- Doc... ‘Cê acha que ela vale à pena? Tá... Ela topou numa boa e coisa e tal; mas era só... ---

--- Hertza... Não foi ideia minha! Forçá-la a fazer sexo comigo só configuraria um estupro e todo nosso trabalho seria desperdiçado! Ela tem que fazer isto espontaneamente; e tudo está correndo segundo um protocolo! Tenha paciência! --- interrompia Ericsson, pondo o indicador nos lábios dela.

Hertza ficou pensativa um instante... Acenou a cabeça e sorriu passivamente.

--- Tá... O “especialista em mentes” aqui é você! Eu sou só seu fiel monstrinho debaixo da cama, não é mesmo? --- disse ela. --- Mas acredita que ela vai fazê mesmo? Ainda que seja só com um deles... Será que na hora...? ---

--- Apenas observe Hertza! Eu mesmo não terei outro papel senão este! --- respondeu Ericsson.

Novamente ela ficou pensativa... Mordiscou os lábios e acenou sua cabeça concordando novamente.

--- Tá... Ela vai na parte detrás do furgão, né? Ela ainda vai ter que ir vendada? ---

--- Foi o acordo que fiz... E você não vai poder se dirigir a ela durante a viagem... Desculpe... ---

--- Não tem problema! Ficar na cabine ao seu lado pra mim é um grande prêmio, ainda que seja calada! Doc... Vai! Ela já deve tá pronta! Eu já tô descendo e... ---

« GUSH!! »

Ele abraçou-a de repente... Ela retribuiu o abraço, sem entender nada...

--- É a última vez que farei isso com uma menina! Eu juro! ---

--- Qualé Doc? Até que foi... ---

Ela o sentiu trêmulo... Pressentiu que ele mesmo estava forçando a si naquilo.

--- Estou ficando velho pra molecagens, Hertza! Isto não é a mesma coisa que seduzir uma menininha ingênua! É estressante! E eu não gostaria de me sentar no divã de um colega de profissão pra ter que fazer aquilo cujo estudei tanto pra fazer pelos outros! Depois disto, desmantelarei este lugar! Sou grato por tudo; mas também quero que você mude e não exercite mais seu sadismo dessa forma! ---

Ela se aconchegou no peito de Ericsson, abraçando-o com ternura...

--- Se eu estiver sempre contigo... Com certeza, eu não precisarei mais! Agora, vai! Eu já tô indo! --- disse Hertza.

Ele beijou a testa dela e seguiu para buscar Iowa... Logo que ficou sozinha, Hertza pegou seu celular de cima de uma estante e digitou para uma ligação.

--- “D”? Sou eu, “H”! Escute bem o q’eu vô te dizer; pois não tenho tempo pra repetir! Preciso que siga pra um lugar... ---

 

Iowa estava sentada na cama... Usava um roupão branco e havia amarrado seu cabelo em um elegante rabo de cavalo do lado direito da cabeça... Usava um espelho para finalizar sua maquiagem passando um batom em tom brilhante...

« TOC, TOC, TOC... »

--- Pronta? --- indagou após bater à porta entreaberta.

--- Sim! Quero dizer... Tô pronta pra ir, já pro quê eu tô indo fazer, eu ainda não sei; mas tô decidida! Enquanto esse sangue estiver fervendo em mim, não vô conseguir encará-lo calmamente! --- respondeu sem se voltar para Ericsson. --- Só me diga... Acredita que irei conseguir me entregar a um estranho apenas por causa do tesão que tô sentindo? ---

--- Sendo sincero... Sim, vai! Está “condicionada” pra isso! Mas a questão é... Será que irá desfrutar com isso? ---

--- Você tem sempre que rebater uma pergunta com outra? --- indignou-se Iowa.

--- Desculpe minha querida! Mas cientistas e suas teses são assim mesmo! E cá pra nós... Não quer descobrir por si mesma? --- retrucou Ericsson, esboçando um sorriso irônico.

Ela ficou silenciosa...

--- É estranho... Não consigo sentir raiva... É como se esse sentimento estivesse entorpecido... Eu só consigo pensar em... Ah, droga! Eu nunca dei tanta atenção a essas merdas antes! Minha mãe só ficava dizendo: “Sua beleza é o maior dos seus poderes! “Seu corpo e seu rosto são o suficiente pra que qualquer homem se curve aos seus pés!” Meu pai dizia: “Eu não quero que se rebaixe!” Merda! Eu tô me imaginando quando um vagabundo quiser mi botá de quatro e mi fudê feito uma cachorra! Bosta! Sinto vergonha; mas também sinto algo bom dentro de mim! Argh! ---

Iowa encarou Ericsson com um olhar inquiridor...

--- Se eu odiar... A culpa é sua e daquela nojenta!! ---

--- Bom... Se gostar... Creio que será nossa culpa também! --- ironizou. --- Mas o quê sentirá sobre nós então? ---

Iowa ficou vermelha como um camarão fervido... Parecia que uma fumaça apitaria de suas orelhas.

--- BOSTA! DANE-SE VOCÊ E SUAS RESPOSTAS SEM NEXO!! VAMOS LOGO!! --- exclamou, levantando-se irritada.

--- Tome! --- disse ele entregando-lhe uma venda.

--- Não... Não vai...? --- indagou Iowa.

--- Não! Enquanto isto não passar e você me permitir espontaneamente, eu não tocarei um dedo em você! ---

Ela tomou a venda da mão dele com um largo beiço de irritação.

--- Porei essa porcaria dentro do furgão! ---

--- Até por que eu teria que guiá-la pela mão, se a pusesse agora! --- rebateu.

--- CALADO!! BOSTA!! Isso me fez parecer boba! --- murmurou encabulada.

 

O furgão chegou ao velho clube de sinuca por volta das 15hs e 35min...

--- Eu irei levá-la pra dentro... Não deixe que eles te vejam, Hertza! --- orientava Ericsson, manobrando.

--- Irei logo atrás de vocês! Mas Doc... Tem certeza...? ---

--- Tenho! Não posso prever se quem ela não escolher assistirá passivamente e se ela não se interessará pelos quatro! Numa perspectiva negativa, se algo der errado, abatê-los seria a única alternativa viável! Não se preocupe com esta arma... Ela veio do arquivo de provas da delegacia de um crime passional já elucidado... Oficialmente esta arma consta como destruída! --- disse Ericsson, estacionando na parte de trás do clube. --- Como tá sua pontaria? ---

--- Fatal! Se for necessário, só vai ser na cabeça e nem farão ideia do que os atingiu! Conheço o lugar e sei onde encontrar um ponto cego! --- respondeu Hertza.

Ela segurou na mão dele... Inclinou-se encostando sua cabeça no ombro dele...

--- Não se preocupe Doc! Vai dá tudo certo!! --- disse Hertza.

--- Vou confiar em suas palavras! Obrigado, Hertza! ---

--- Uma cadela tem que proteger seu dono! --- respondeu sorrindo cheia de confiança.

Eles saltaram do veiculo e seguiram cada um em seguintes condições:

Ericsson foi até a traseira do furgão, onde ajudou Iowa a descer e a orientou e segui-lo segurando uma fita, já que ela relutava segurar em suas mãos. Hertza os seguia dando distância... Entrou atrás deles logo que a porta se abriu e lá dentro deixou que se adiantassem mais para que os que estivessem lá dentro fossem distraídos e não notassem sua presença.

Eles estavam fazendo exatamente o que faziam costumeiramente enquanto aguardavam a chegada de Ericsson... Hans, Marlon, Duke e Fred... Dois jogavam em uma das mesas enquanto dois aguardavam fumando e bebendo junto do velho balcão do salão de bilhar...

--- Olá, Doc! O quê trouxe pra nós nessa tarde tão agradável? --- indagava Hans, preparando-se para dar sua tacada.

--- Espero que seja sorte! --- disse Duke. --- Já perdi trezentos dólares pra esse puto! ---

--- Hahaha... Você sabe que o Hans joga pá caráio e ainda quer apostá grana com ele... Tu é mermo um babaca, Duke! ---

--- Ah, num fode Fred! ‘Ssa merda num tem graça se num tivé uma aposta! ---

--- Deixem isso de lado! Olhem só o pitelzinho que o Doc tá trazendo dessa vez! « Fiiiiiu! » Outra gatinha masoquista? --- interrompeu Hans, focado em Iowa.

--- Bom... Primeiro de tudo, “cavalheiros”, essa menina é diferente das q’eu trouxe antes! Por isso, terei que pedir um favor a vocês! --- disse Ericsson detendo Iowa.

--- “Favor”? Ora, Doc! ‘Cê é nosso chapa! Falaí qualé a parada!! --- disse Hans, tomando a frente.

--- Ela irá escolher quem vai transar com ela! Caso ela escolha apenas um, os demais terão que respeitar a vontade dela... Se por um acaso ela desejar mais que um, seja como for, terão que respeitar algumas decisões dela! ---

Eles entreolharam-se com estranheza... Um descontentamento se estampou nos rostos rústicos daqueles homens; e Ericsson percebeu o clima estranho.

--- Isso é meio foda, sabe? --- comentou Fred.

--- Só! Vir aqui doido pá fudê e ficá só olhando num é legal! --- seguiu Marlon.

--- Issaí é brincadeira tua Doc? --- indagou Duke, claramente descontente.

--- Ôôôô... Calma aí! O Doc sempre trouxe um pitelzinho maneiro pra satisfazê a galera! Se ele tá pedindo isso, deve ter um motivo bem forte! Essa mina... É alguma coisa tua Doc? --- intermediou Hans, intrigado.

--- Amiguinha de minha sobrinha! Os motivos de ela estar aqui e haver essas exigências não são tão interessantes quanto o fato de ela estar aqui disposta a transar com vocês; mas existem essas condições! ---

Eles ficaram quietos e pensativos... O quarteto parecia bastante decepcionado quanto às imposições...

--- Pode tirar essa venda dela? --- indagou Hans.

--- Pode tirar sua venda, Iowa! --- disse Ericsson.

Ela tirou a venda e logo que seus olhos se acostumaram com a claridade, ela encarou os homens que a olhavam desejosos.

“--- Ele não tava brincando... Eles têm mó cara de bandidos... Mas... Ainda assim... Huuuum... ---” pensava Iowa, analisando-os.

--- Falaí princesa! Deixa a gente ouvir um pouquinho da tua voz! --- disse Fred.

--- B-boa tarde! --- disse receosa.

--- Huuum... Ela tem uma vozinha deliciosa! --- comentou Duke.

--- Hehe... Só! --- concordou Marlon. --- Ela também é bem gostosinha! Aê, princesa... Me escolhe aí pr’eu te dá um trato? ---

--- Segurem a onda! --- interrompeu Hans. --- A mina tá um pouco assustada! ---

--- É a cara do Duke! ---

--- Vai se fudê, Fred! ---

--- Calados, monte de bosta! Não tão vendo que a mina não é como as piranhazinhas que o Doc trouxe até agora? Não precisa ficá bolada não, mina! Se o Doc disse que tu vai escolher com quem vai transá e como vai, a gente vai respeitá essa vontade na boa! Só peço pra que não demore! A ordem pode se enrolá, caso a testosterona de alguns aqui começá a fervê mais um pouco, mora? --- impôs-se Hans.

Iowa analisou os quatro homens inquiridores por um tempo... Mordiscou os lábios transpirando sua indecisão e apreensão aos ânimos deles...

Ela voltou seus olhos para Ericsson... A máscara de sua frieza podia enganar aqueles homens; mas este estava tão apreensivo quanto ela... Iowa ignorava sua precaução com Hertza; sabia que ela estava à espreita; mas não sabia dos detalhes de sua ocultação; e aquilo a incomodava.

--- E aí? Vai ficá o resto da tarde toda decidindo? --- indagou Duke.

--- Só! Paciência tem limite, princesa! --- concordou Marlon.

--- E a nossa tem um limite muito curto! --- endossou Fred.

--- Poisé... Desculpe menina... Doc... Mas se não escolher quem for, vamos escolher por você! --- disse Hans, com um olhar intimidador.

--- Por mim, íamos os quatro!! --- rebateu Duke.

--- Isso pode ser meio extremo; mas eu não quero só ficá olhando! --- comentou Marlon, com um sorriso perigoso.

Iowa fez uma careta ainda mais aflita...

“--- Eles são... Nojentos... ---” pensava. “--- Eu... Eu não quero esses homens me tocando!! ---”

Ela encarou Ericsson; e este lançou um olhar sério para ela...

--- Não tenha medo de suas escolhas, Iowa! Seja ela qual for, eu estou aqui pra que a faça valer! --- disse Ericsson.

As palavras dele transmitiam uma confiança indescritível... A respiração de Iowa se acalmou e seus olhos encheram-se de determinação... Ela respirou fundo e então obteve sua resposta.

--- Eu já me decidi... --- disse encarando-os.

CONTINUA...

 


Notas Finais


Se beber, não dirija!
Não pise na grama!
Não fume!
Não mate, não morra!
Se bater e não aguentar o revide, não seja bobo e corra!!


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