História My Dirt Paradise - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - ANALise Profunda


Katyusha estava na cozinha preparando o café da manhã... Passava das seis horas da manhã de sábado e tudo parecia tranquila na mansão.

De repente, Michelle entrou apressada na cozinha...

--- Oi... Bom dia... ‘Cê viu a Mary Ann? --- indagou com tom preocupado.

--- Bom dia... Não... Eu não a vi ainda! --- respondia enquanto preparava o desjejum.

--- Eu levantei pra ir ao banheiro e não a encontrei lá, nem esbarrei com ela pelo corredor... A cama nem tava tão desarrumada; desconfio que ela levantô durante a noite e não voltô pra ela... Ela por um acaso falô contigo? Ela num tava muito bem ontem... ---

--- Não, Michelle... Ela não me procurou... Nem a Eva e meu pai, pois os quartos deles ficam próximos ao meu... --- respondeu Katyusha despreocupada.

--- Será que ela não teria saído? ---

--- As portas ficam trancadas e apenas eu; meu pai e Mille têm as cópias! Ela deve estar em algum outro lugar da casa... Não estaria com aquelas duas? ---

--- Haha... Tá de sacanagem, né? --- rebateu Michelle. --- Essas duas é que não! ---

De repente, Ericsson entrou na cozinha... Estava com jeito de ter saído recentemente de um banho...

--- Bom dia, meninas! Hum? Que carinha mais aflita é essa, Michelle? ---

--- O senhor viu a Mary Ann? Ela nem esquentou a cama dela e não encontrei com ela nem no banheiro, nem no corredor! ---

--- Oh... É mesmo? ---indagou despreocupado.

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[Algumas horas antes...]

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Mary Ann estava receosa... Millie a dominava de um jeito indecente, enquanto Ericsson posicionava-se entre as pernas da menina.

--- Huuum... Que dilema! É uma xerequinha tão bonita e lisinha... --- dizia ele em tom debochado. --- Acende-me um instinto malicioso e perverso de violá-la! ---

--- N-não!! Eu sô virgem! Eu num tô preparada! Isso vai duê!! --- respondia Mary Ann, assustada.

Ericsson pôs seu pênis sobre a genitália da menina e começou a esfregar-se nela.

--- Huuum... Mas que “botãozinho” mais duro!! Isso tudo é tesão; ou ansiedade? ---

--- Arf... Arf... M-meu corpo... Tá tão quente! Eu tô com febre? ---

--- Não creio! --- respondeu Ericsson. --- Deve ser a ansiedade! Mas eu não pretendo fazê-la sofrer, Mary Ann! Se não quer, eu não irei abusar de você! ---

--- Obrigada... ---

--- Mas ainda existe “aquele problema” no seu cuzinho! Bem... A melhor maneira seria realmente um ENEMA; mas é algo que talvez ache extremamente constrangedor e desconfortável... Então... Creio que uma injeção de meus fluidos corporais junto com o supositório que levou seja bem mais eficiente que uma solução sódica fria! ---

--- Ma-ma-ma-mas... V-você vai ter que enfiá seu... Seu piu-piu no meu bumbum! --- gaguejava Mary Ann, receosa.

--- Mas já tem um plugue alargando seu cu, não? Um pouco do meu pinto não vai fazer muita diferença! --- insistia.

--- Papa! Assim vai fazê o meu esforço todo inútil! Eu num quero!! Se num fizé, ‘cê vai ter qui fazê ni mim!!! --- resmungou Millie.

--- E não podemos permitir isso, não é mesmo, Mary Ann? --- indagou Ericsson.

Mary Ann não encontrou argumentos para aquilo... Havia permitido mais do quê imaginava fazer, não queria passar um vexame diante deles.

--- Tá! Eu deixo!! Eu deixo o senhor usá o meu bumbum! --- respondeu levantando suas pernas e segurando-as afastadas.

Ele segurou o plugue no ânus de Mary Ann e olhou fixamente para ela.

--- Não faça força... Relaxe! Não vou puxar devagar; mas também não vô sacar isso rápido; mas pretendo enfiar logo pra que não saia nada! Você precisa levar um ENEMA pra que possa defecar com vontade, ouviu? ---

--- Uhum! Eu entendi... --- respondeu Mary Ann.

--- Respire fundo, Mary! --- disse Millie, acariciando-a.

--- Tá! --- respondeu um pouco mais calma.

Ela inspirou e fechou seus olhos... Ericsson sinalizou para sua filha e então...

« POP! »

--- HUUUNGH... --- gemeu Mary Ann.

Ericsson apontou seu pênis e o empurrou no ânus dilatado da menina, que deu um gemido languido enquanto ele era empurrado em seu interior...

--- Arf... Arf... N-nem duêu!! ---

--- Ótimo! Pois agora, espero que aproveite; pois só vou parar quando tiver jorrado lá dentro, ouviu? ---

--- S-seja gentil, por favor!! --- suplicou Mary Ann.

--- Nada! Papa... Faça ela gemer!! --- instigou Millie.

Ele segurou as pernas da menina e começou a mover seu quadril gentilmente... Mary Ann era empurrada sobre Millie, que se esfregava em suas costas.

--- Aaaah... Aaaah... I-isso é estranho... Aaaah... Huungh... Tá empurrando um pouco mais o meu cocô... Huuum... Aaahn... Isso é gostoso... Eu vô pirá! ---

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

--- Aaai... Aiii... Isso! Empurra! Empurra mais! --- gemia Mary Ann.

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

--- Aaai... O meu cu... Huuungh... Aaah... Huuungh... Vai!! Vai tio! F-fode! Fode o meu cu!! ---

--- Isso, Mary!! Vai!! Se solta!! Tá gostando? Então grita! Pede pro papa pra ele metê o caralho dele mais fundo!! --- instigava Millie.

--- Sim! SIM!! TIOOOO... MI COME!! VAI!! EMPURRA SEU PINTÃO NA MINHA BUNDA!!! --- exclamou Mary Ann.

« PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF... »

--- AAAIIII… ISSO!! MI FODE!!! --- exclamou desconcertada.

--- Aaaah... Aaaah... Esse cuzinho apertado!! Huuummm... Que bundinha maravilhosa! Vai, Mary... Aperta mais! Aperta o seu cuzinho!! --- instigava Ericsson, deliciando-se.

--- Aaaah... Aaah... Mais!! Mete mais!!! ---

« PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF... »

« PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF... »

--- Aaaah… Aaaah… P-papa… Vai! Mexe com força no rabinho dela!! Aaaah... Ela se esfregando em mim é muito bom! Huuum... O plugue no meu cu tá mi deixando louca! --- gemia Millie, acompanhando-os.

--- Ooooh... Huuum... V-vô dá uma gozada... Huuum... O cuzinho dela é uma delícia!! Oooh... Mary Ann... Aí vai... ---

« SPLUUUUUUUUSH!!! »

--- AAAAAAH... QUI QUENTE!!! AAAH... TEM UM MONTE DE PORRA ENTRANDO NO MEU CUUUUU!!?? --- gritou desconcertada.

Eles deram uma parada... Ericsson não parecia disposto a se dar por satisfeito...

--- Hehe... Que cuzinho maravilhoso! Hehe... Millie, Não fique ciumenta; mas o cuzinho da Mary Ann é tão bom quanto o seu! ---

--- Haha... Num ligo, papa! Eu sei qui o senhor ama a prima Eva assim como a maninha Kathy... Eu fico feliz de ser seu brinquedo! --- respondeu a menina, desvencilhando-se de Mary Ann.

--- Então venha! Eu vô dá mais uma na Mary! Huhu... Ela precisa de um belo enema, e eu tenho muito nas minhas bolas pra hoje!! --- disse ele, segurando-a com firmeza.

--- Mi beija, papa! Ser beijada enquanto fode essa bonequinha safada me excita!! --- disse pondo-se de pé sobre a cama.

--- Devagar, Millie! Se me excitar demais, corro o risco de me descontrolar e currar essa menina com brutalidade!! ---

--- Não se importe! --- murmurou Mary Ann.

Eles entreolharam-se surpresos. Mary Ann estava ofegante, ruborizada, descabelada e suada sobre a cama... Ericsson estava entre suas pernas, segurando-as e ela lançou um sorriso condizente.

--- P-pode usar mais força! Eu tô gostando... Não... Eu tô ADORANDO seu pirú no meu cuzinho! Nem me importo mais com o cocô ou o desconforto que tava sentido! Eu quero! Fode! Fode meu cu com força, tio! Eu vô gritá um monte de palavrão, vô ranger os dentes; mas não pare! Quero sentir o leite do seu pirú lá dentro!! Vai!! Vai... MI FODE!!! --- exclamou Mary Ann com um largo sorriso travesso.

Ericsson segurou as pernas de Mary Ann com mais força e reclinou-se sobre ela.

--- Arf... Arf... Menina! Essa sua carinha safada libertou o animal dormente dentro de mim!! É agora q’eu vô fudê o seu cuzinho COM VONTADE!! ---

« PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF... »

« PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF... »

« PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF... »

« PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF... »

--- AAAAHNNN… ISSOOOO!! MI FODEEEE!! AAAH… MI FODEEE!! AAAH… TIO! TIOOO… COME!! COME MEU CUZINHO!!! AAAH... EU VÔ PIRÁÁÁÁÁÁ!!! --- gania desconcertada.

--- PAPA!! MI BEIJA!! MI BEIJA!! --- gritou Millie, agarrando-se a ele.

Eles beijaram-se intensamente... Mary Ann retorcia-se de prazer sob Ericsson, sendo implacavelmente fustigada... Nem de longe lembrava mais a menina ingênua que havia entrado naquele quarto reclamando de prisão de ventre.

--- Ooooh... Huuuungh... Eu vô gozáááá... ---

--- VAI!!! VAI TIO!! GOZA!! GOZA NO MEU CU!! AAAH... ---

« SPLUUUUUUUUSH!! »

Outro espasmo e outro intenso orgasmo... Mary Ann retorceu-se com uma careta desconcertada...

--- M-mais... M-minha bunda quer mais!!! --- balbuciou.

--- De quatro!! De quatro, cachorrinha!! --- ordenou Ericsson.

Ele a ajudou e a menina se colocou de quatro sobre a cama, enquanto Ericsson permanecia de pé fora, segurando-a então pelos quadris...

« PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF... »

« PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF... »

« PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF... »

--- AAAIII… DESSE JEITO É ÓTIMOOO!!! --- gritou Mary Ann.

--- VAI... VAI PAPA!! FODE ELA!! FODE ELA!!! --- instigava Millie, extasiada.

--- Arf... Arf... Isso! É cada vez melhor!! Aaah... Mal posso esperar pra foder minha sobrinha! Aaah... Aquele rabinho atrevido... Huuum... Aaaah... Uuuff... É tão bom quanto esse cuzinho safado e cheio de bosta... Eu vô inundá-lo! Eu vô espulsá toda a bosta do seu cu, sua bonequinha de merda sem-vergonha!! ---

--- AAAI... AAAI... ISSO!! E-EU TÔ SENTINDO!! AAAH... TIOOOO... EU VÔ... ---

--- AAAAH... TOMA!! TOMA VADIAZINHA!! TOMAAA!!! ---gritou Ericsson dando uma potente estocada em Mary Ann.

--- HYAAAAAH... T-TÁ VINDO... TÁ VINDO MAIS... TÁ VINDOOOOOOO!!!! ---

« SPLUUUUUUUUUSH!!! »

--- AAAAAH... QUI DELÍCIAAAAAAA!!! AAAAH... M-MEU CU VAI SE QUEBRÁ!! AAAAH... M-MEU COCÔ... MEU COCÔ QUER SAIR... AAAAH... ELE QUER SAIR!! ---

--- Hehehe... Ainda não!! --- disse Ericsson.

Ele a segurou pelas pernas puxando-a para si e suspendendo-a no ar...

--- Arf.. Arf... Eu ainda quero mais uma! Fazia tempo que eu não deflorava um cuzinho tão gostoso! Mary Ann... Eu vô te sacudir de um jeito que quando eu puxar meu pau fora, sua merda vai sair toda!! ---

--- Aaaahnnn... Eu vô quebrá desse jeito!! Eu tô toda arreganhada!! --- exclamava desconcertada.

--- Quer q’eu pare? ---

--- NÃO!! MI QUEBRE!! MI QUEBRE TODA!! EU TÔ ADORANDO!!! ---

--- Então que seja! Millie... Espero que tenha algo pra colher a merda dela, ou vai passar a noite limpando esse chão! ---

--- Hihi... Tem um penico debaixo da cama! Papa... Deixa eu lambê a xerequinha dela? --- indagou com um sorriso travesso.

--- Venha!! Quero que ela se derreta de prazer!!! --- disse ele, igualmente.

Ericsson começou a fustigá-la novamente enquanto Millie lambia-lhe o clitóris... Mary Ann desmontava sua pose de menina comportada com caretas desconcertantes e gemidos libidinosos enquanto era fustigada por trás e instigada pela frente.

--- Huuum... G-gozando... Eu tô gozando... Huuum... N-não aguento mais... Huuuuummmm... ---

« PSHSSSSSSS... »

--- HAHAHAHA... TOMEI UMA DUCHA!! --- exclamou Millie sendo encharcada pela urina dela.

--- Uuuuh... Uuuh... P-prepare-se Millie! Uuuff... Eu vô dá outra na bunda dela… Aaah… Essa vai… Encher ao rabinho dela… OOOOOH!!! ---

« SPLUUUUUUUSH... SPLUUUUUUSH... »

--- AAAAAAH... --- gritou Mary Ann em outro orgasmo.

Millie pegou um penico de louça e o colocou sob Mary Ann... Ericsson a levantou mais um pouco...

« POP! »

--- AAAAAHNNN... N-NÃO!! NÃO TIRA!! AAAH... O COCÔ... MEU COCÔ VAI SAIR... MEU COCÔ VAI SAIR!!! HUUUUUUNGH!!! --- exclamou se contorcendo.

« PRRRRRRRFF... PRRRRRFFF... PLOSH...PLOSH... »

Com gemidos desconcertados e languidos a menina se contorcia enquanto bolos de fezes despencavam de seu ânus dilatado... Suas pernas escancaradas permitiam um espetáculo dantesco enquanto Millie coletava o que saía de Mary Ann.

--- Uuuuuh... E-eu... Eu gozeeeiii... --- murmurou desmoronando.

--- Wow! Ela encheu o penico de bosta, papa! --- surpreendeu-se.

--- Hehe... Coitadinha! Foi demais para ela! Pegue uma toalha de papel e limpe-a direitinho! Não queremos que ela fique com a bundinha assada, não é mesmo? --- ironizava Ericsson.

--- Papa... O senhor tá satisfeito? ---

--- Huhu... Por enquanto! Eu sei que estou devendo a sua parte, meu bichinho; mas tenha paciência! Por hoje, foi o bastante para mim! ---

--- Tudo bem! Eu me diverti com o senhor molestando essa boba! --- respondia enquanto deixava o penico em um canto. --- E vô limpá-la e ela pode dormir na minha cama junto comigo! ---

--- Não esperava menos de uma filha minha! Podem dormir até tarde! Amanhã eu cuidarei do café da manhã junto com Katyusha! Não se preocupe! Se a companheira de quarto dela perguntar... ---

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[Neste exato momento...]

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--- Eu estava indo à cozinha buscar água para o meu quarto quando a vi indo para o quarto de Millie... Acho que ela ficou com medo ao me ouvir caminhando pelo corredor e acabou ficando no quarto de minha filha! Acho ótimo, Millie não é muito boa em fazer amizades! Uma menina da idade dela dividindo o quarto pode melhorar seu relacionamento! --- explicava Ericsson enquanto ajudava Katyusha.

--- Ufa... Ela podia ter me chamado pra escoltá-la ao banheiro! --- suspirou Michelle, aliviada.

--- Com certeza ela a viu dormindo tão bem que não quis incomodá-la! É uma menina boazinha, não é mesmo? ---

--- Bom... É... Bem... Eu vô jogá uma água na cara agora! Licença! --- disse Michelle, seguindo para o banheiro.

« --- E então, papa? Como foi com a prisão de ventre de nossa hóspede?  --- » indagou Katyusha, usando russo.

« --- Acredito que ela nunca mais vai ter problemas em cagar depois dessa noite! E acredito que também não vai ser mais uma bonequinha encabulada que tem vergonha de dizer o quê pensa sem xingar uma ou outra coisa! --- »

« --- Huhuhu... Eva vai adorar isso! Pretende trepá com ela hoje? --- » prosseguiu Katyusha.

« --- Não! Irei me concentrar naquela garota irritante e sua amiguinha bobalhona! Me ajudaria com essas duas, minha querida filha? --- »

« --- Com prazer! E quanto à Michelle? Acha ela interessante? --- »

« --- Querida... Todas são interessantes! Apenas você e sua prima são adoráveis! São a razão da minha vida! --- »

Katyusha sorriu esperançosa... Avançou sobre seu pai e forçou-lhe um beijo...

--- Devagar Ekaterina! Não enquanto essas meninas não estiverem devidamente preparadas para ver pai e filha se amando intensamente, sim? --- disse ele, contendo-a.

--- Sim, pai! Eu esperarei! --- respondeu sorrindo.

 

Iowa estava sentada na frente da penteadeira arrumando seu cabelo quando Sasha levantou-se de sua cama...

--- Bom dia chefa!! ---

--- Boa tarde sua bocó! ---

--- Ué?! Que horas são?! --- indignou-se Sasha.

--- São seis e quarenta! ---

--- Ah... Ainda é de manhã... ---

--- Grrr... Desmiolada! Como posso contar com você se acorda depois de mim?! --- rebateu irritada.

--- Ah... Desculpa chefa! É q’eu tava tendo um sonho... Foi meio esquisito; mas foi engraçado... ---

--- POUPE-ME! Não quero saber de seu sonho estúpido!! Ande! Levante-se, lave essa cara e prepare-se pra me seguir até o campo de batalha! Hoje vamos interagir com aqueles bárbaros e aquelas duas bestas que acompanham a Eva! --- disse Iowa, com seu jeito irritado.

Sasha foi como um torpedo até o banheiro e fez exatamente o que foi sugerido: lavou seu rosto, passou água na boca e voltou enxugando o rosto, atrapalhada pelo corredor... Despiu-se em um relance e pôs a roupa com a mesma velocidade.

--- « Tcharam! » Já tô pronta!! ---

--- Ótimo! Arrume nossas camas! Assim que estiverem prontas desceremos! Enquanto isso; passo um lápis nos olhos e um batom na boca! ---

 

Alguns minutos depois de arrumar o quarto, Sasha e Iowa finalmente seguiram para a copa onde seria servido o desjejum... Michelle seguiu logo em seguida e então estavam quase todas reunidas à mesa...

--- Ué? Onde tá cachinhos dourados? --- indagou Sasha.

--- Ela e Millie devem ter ficado conversando até tarde e ela acabou dormindo no quarto de minha filha! --- explicou Ericsson, tomando uma xícara de café. --- Tiveram uma boa noite? Espero que tenham apreciado os quartos! ---

--- Eu durmi bem pá cacete! --- respondeu Sasha, sentando-se.

--- Huhu... E eu como uma deusa! Tenho que admitir que a hospitalidade de vocês é excelente, tio Eric! --- respondia Iowa fazendo o mesmo. --- Onde está sua adorável sobrinha? ---

--- Deve estar se preparando para vir! Está de férias, não é mesmo? Pode se dar ao capricho de levantar um pouco mais tarde! Me admira não fazerem o mesmo! São nossas convidadas, afinal! ---

--- Eu não me sinto muito bem se não começar meu dia cedo! --- disse Iowa, cheia de si.

--- E eu de acompanhá minha chefinha! Ei, tio... ‘Cê saca alguma coisa de sonho? Eu tive um sonho muito... ---

--- Não nos aborreça com uma bobagem como sonho logo pela manhã, Sasha! --- ralhou Iowa, preparando-se para se servir.

--- Ora! Sonhos não são bobagens, jovenzinha! Na psicologia temos uma terapia baseada na interpretação dos sonhos de alguns de nossos pacientes! E eu acho sonhos muito interessantes! Por favor, Sasha... Conte-me seu sonho! --- retrucou Ericsson em favor da garota, consternando Iowa.

--- Claro tio! O meu sonho começa comigo voando sobre um campo verde... Era um gramado danado di bunito qui dava ‘té vontade de sair rolando por ele... Foi então que eu vi uma menina muito bonita e um garoto qui era mó tesão, e eles tavam completamente pelados... ---

--- Nossa... Que sonho mais indecente! --- resmungou Iowa.

--- Eles num tava fazendo nada de mais!! --- rebateu Sasha.

--- Prossiga, por favor! --- pediu Ericsson, interessado.

--- Tá! Foi aí q’eu vi uma macieira enorme! Eu sei qui era macieira, pois tinha um monte de maçã nela! E havia uma maçã enorme e bunitona... Eu pensei qui um dos dois ia subi na árvore pá pegá; mas nenhum deles tava interessado na maçã... Foi aí qui ela caiu no chão e uma cobra enorme apareceu... ---

--- Já sei... A cobra pegou a maçã com a boca e ofereceu à menina... --- interrompeu Iowa, enfadada.

--- Não! A cobrona engoliu a maçã e correu pra um buraco na árvore... Mas como ficô gorda com a maçã, ficô entalada no buraco!! --- corrigiu Sasha.

--- E o casal? --- indagou Katyusha, intrigada.

--- Hihi... Foram pra trás da árvore... Hihi... E fizeram umas coisa... Hihihi... --- respondeu encabulada com um sorriso malicioso.

--- Que bobagem... --- murmurou Iowa.

--- Huuum... Gostaria de saber o quê seu sonho significa, Sasha? --- indagou Ericsson, passando geléia em uma torrada.

--- O tio sabe? Vai! Mi conta! --- pediu empolgada.

--- Pode ser meio constrangedor revelar assim... Posso? ---

--- Eu sô sem-vergonha! Pode falá! --- insistiu.

--- Bom... Estar voando costuma ser um desejo oculto de liberdade, assim como estar nu ou ver alguém nu... “Adão e Eva” costumam representar o interesse puro ou inocente de estar com alguém... A macieira em questão é a “árvore do conhecimento” e a maçã o “fruto proibido”... A serpente é o símbolo do “pecado”; mas também representa o interesse sexual da pessoa... Ela engole a fruta e tenta se esconder; mas falha... Huuum... Eu diria que há em você um desejo reprimido e que não sabe exatamente como expô-lo! Interessante! --- comentou Ericsson, interpretando o sonho de Sasha.

Elas ficaram impressionadas com a seriedade de como ele interpretou o sonho da garota... Iowa ficou receosa em tecer um comentário sobre aquilo.

--- Tá sugerindo que essa daí tá querendo expressar um desejo sexual? Aaafff... Era só o quê me faltava! --- resmungou Iowa.

--- Possivelmente! --- afirmou ele, comendo sua torrada.

--- Tio... ‘Cê é foda! --- elogiou Sasha, boquiaberta.

--- Tirou as palavras da minha boca! --- murmurou Michelle, igualmente boquiaberta.

--- Hihihi... Parece que conquistou fãs, Doutor Ericsson Dodsky! --- ironizou Katyusha.

--- Huhu... Isso foi simples pra mim... Diga minha querida... O quê pretende fazer com essa bandeja? ---

Katyusha havia preparado uma generosa bandeja e preparava-se para sair com ela.

--- É pra Eva! Acho que ela ficaria feliz se recebesse seu café da manhã na cama! ---

--- Hahahaha... Desculpem minha filha! Ela está feliz em ver a prima depois de tanto tempo que não esconde seu impulso de mimá-la! Imagino que todas gostariam de um regalo desses; mas infelizmente, não possuímos criadagem pra isso, desculpem! ---

--- Não esquenta com isso! Ela nos convidou pra vir... É até justo que ela tenha umas regalias, né? --- comentou Michelle.

--- Eu bem qui gostaria di um bunitão mi levando uma dessas na cama! ---

--- SASHA?! TENHA MODOS!!! --- ralhou Iowa, encabulada.

Katyusha levou a bandeja sem se importar com os comentários tecidos... Na porta do quarto, apoiou a bandeja em uma mesinha e abriu a porta sem se anunciar.

--- Olá, prima! Já se aprontava? ---

Eva estava sentada na cama arrumando seu cabelo em seu exótico penteado... Estava ainda com seu pijama e ficou surpresa ao ver a bandeja nas mãos de Katyusha.

--- O quê meu tio vai pensá te vendo me servir no quarto? ---

--- Ele não se importou! --- respondeu Katyusha pondo a bandeja sobre a cama.

--- Huum... Mas eu preferia estar tomando com todos na mesa... ---

--- Mesmo com aquelas duas abestadas lá? --- indagou Katyusha, sentando-se próxima a ela.

--- Principalmente com aquelas duas! Iowa vai é destilar veneno por isso! --- respondeu terminando com seu cabelo. --- E Mary Ann como está? ---

--- Dormindo ainda! Papa fustigou bastante o rabinho dela! Precisa ver como ele tá satisfeito!! ---

--- Pfff... Isso não me tranqüiliza! Quero ver se ela não... ---

--- Eva... Por que trouxe suas amigas? --- interrompeu Katyusha.

--- Por que seria estranho trazer aquelas duas apenas! ---

--- Tem certeza ser isso mesmo? --- rebateu Katyusha.

Eva ficou quieta por um instante... Sua face séria e fria era misteriosa... Não para sua prima...

--- Gosta de uma delas assim como gosta de mim? --- indagou Katyusha.

--- Não! Não é isso... Só pensei que seria muito chato apenas trazer aquelas duas “malas” sem companhia agradável! ---

--- Entendo... Bem... E se elas acabarem no “fogo cruzado” entre você e aquelas duas? ---

--- Então assumirei minha responsabilidade! Só não consigo pensar em aceitar a arrogância da Iowa e a subserviência de Sasha, passivamente! Agora, mudemos de conversa; minha barriga tá roncando e meu coque tá ficando quente com essas idéias! --- respondeu voltando-se para a bandeja trazida por Katyusha.

Katyusha seguiu acompanhando sua prima enquanto esta se fartava com o desjejum trazido por ela... Enquanto isso, elas discutiam como seria o dia de ambas para aproveitarem o tempo juntas.

Ericsson estava seguindo pela casa quando Millie e Mary Ann vinham no sentido oposto.

--- Bom dia papa! ---

--- Bom dia Tio! ---

--- Bom dia queridas! Como foi a noite de vocês? --- indagou gentilmente.

--- Foi ótima! Eu nunca dormi tão bem! Hihihi... Eu levantei e fui ao banheiro e nunca caguei tão bem como hoje de manhã! Hihi... O problema... É qui meu cuzinho ficô piscando de um jeito... Eu num güentei e me masturbei um pouco... Huhuhu... Tô ficando safada!!! --- respondia Mary Ann cheia de trejeitos cômicos.

--- Hahahaha... Certo! Mas lembre-se que exageros fazem mal à saúde, ouviu? Caso queira uma sessão de análise, pode pedir que eu farei com prazer, sim? --- disse Ericsson, bem humorado.

Ela pediu que ele se inclinasse um pouco e ao ser atendida deu um beijo inocente no rosto dele.

--- Obrigada! Espero sim uma sessão com você, tio... E espero que me analise... Bem a fundo! --- disse Mary Ann dando uma piscadela travessa para ele.

--- Com licença, papa... Vamos, Mary! ‘Cê vai mi ajudá a limpá a copa depois, né? --- indagou Millie, puxando-a pela mão.

--- Claro! Com o maior prazer, Millie! ---

Ericsson prosseguiu para a sala de estar com um sorriso satisfeito... Sua mente estaria cogitando as possibilidades com Sasha e Iowa... Sua sobrinha havia pedido que desse uma lição nelas; e maquinava algo com o intuito de desfrutar desse pedido.

 

Iowa e Sasha seguiram Ericsson para a sala de estar... Ele sentou-se tranquilamente e ligou sua TV, assistindo um programa humorístico, o quê acabou atraindo a atenção de Sasha para a TV...

--- Hum? Algo a incomoda, Iowa? --- indagou Ericsson.

--- Não... Só acho esse programa entediante! ---

--- Imagino que prefira programas com jovens cantando e dançando e com um estilo mais pop, não? ---

--- Na verdade... Não gosto muito de TV! --- respondeu altiva. --- Faz das pessoas idiotas! ---

--- Hahaha... Imagino... Mas o mundo é assim mesmo! Cheio de idiotas! Alguns mais, outros menos... Me dedico a cuidar de idiotas pra que eles não se tornem estúpidos, mocinha! Como posso conhecer um idiota se não for nem que seja um pouquinho, não é? ---

--- Olha... Eu qui num sô um gênio, entendo um pouquinho dessa ideia! --- comentou Sasha. --- Tio... ‘Cê curte pornô? ---

--- Pffff?! SASHAAA?!? --- indignou-se.

--- Hahaha... Menina... Adultos gostam de muitas coisas e pornôs estão entre algumas delas! Claro que não é uma unanimidade... Mas sim, curto pornôs... Mas creio que não seja algo a se comentar com jovenzinhas com menos de 16 anos! --- respondeu com um sorriso despreocupado.

“--- Ele é estranho... Primeiro afirmou a pergunta da besta da Sasha; mas depois puxou uma “lição de moral” do bolso como se previsse minha reprovação... Ou é um homem responsável; ou é um excelente ator! ---” pensava Iowa, intrigada.

De repente, Katyusha e Eva entraram animadas pela sala.

--- Papa... Podemos usar a piscina hoje? --- indagou Katyusha.

--- Eu não me sinto muito disposto pra nadar hoje; mas não se intimidem por minha causa! A piscina está limpa e seria um desperdício de um dia tão bonito lá fora se alguém não a usasse! Sim! Podem usá-la à vontade! ---

--- Hihi... Ouviu Eva? --- empolgou-se Katyusha.

--- Sim! Ei, Iowa... Trouxe biquíni? Topa nos acompanhar? ---

--- E por que não?! Huhu... Sim... Eu sempre trago um maiô na minha mala! ---

--- “Maiô”? A piscina é lá atrás, em um lugar longe de qualquer vista! Eu tô lôca pra usá um biquíni cavadão q’eu vi em um catálogo e mandei vir do Brasil! Huhu... Tio... Aparece lá só pra ver minha bundinha branca pegando uma cor! Huhu... Vai ter uma surpresa! --- insinuou-se Eva.

--- Eu trouxe um biquíni manêro! Chefa, temos quase o mermo corpo... Se você quiser, eu te empresto! --- disse Sasha.

--- Hum... Não q’eu precise; mas se for conveniente... ---

--- Ótimo! Vamos nos trocar então! Quero pegar o sol da manhã que é bem gostoso à essa hora! --- disse Eva puxando sua prima pela mão.

--- Muito bem! Vamos nos trocar também, Sasha! Quero ver o “tal biquíni maneiro” que trouxe! --- disse Iowa, sem muita empolgação.

 

Na cozinha, Millie e Mary Ann haviam tomado seu café da manhã e estavam arrumando as coisas...

--- Prima Eva e maninha Kathy vão usar a piscina... --- comentava Millie, pondo a louça na pia.

--- Eu... Não gosto muito de piscina! Evito até as propagandas que precisam usar uma modelo de maiô... Prefiro tomar banho de banheira! --- respondeu Mary Ann, sem interesse.

--- Piscina é divertida! Mas se gosta, o quarto do papa tem um banheiro com banheira! --- respondeu com um sorriso travesso.

--- Hihi... Quem sabe qualquer hora? --- respondeu Mary Ann.

 

Michelle foi até a sala de estar e viu que Ericsson continuava assistindo TV.

--- Hum... Olá? Procurando suas amigas? ---

--- Bom... Sim e não... Sendo sincera... Eu num tô muito a fim de ir pra piscina... Hehe... É que... ---

--- Não precisa me explicar, Michelle... Creio que suas amigas estejam mais interessadas em ouvir suas motivações... --- interrompeu Ericsson.

--- Bom... Sendo franca... Será que o senhor não teria um tempinho pra uma sessão comigo? --- indagou encabulada.

Ericsson coçou sua barba, pensativo... De repente seu celular tocou... Ele viu que uma mensagem chegava pelo aplicativo...

--- Me dê um instante, sim? --- pediu enquanto digitava algo no celular. --- Huuum... Eu aceito fazer uma análise em você; mas gostaria de ir ao meu consultório na cidade? ---

--- Eh? O senhor vai precisar sair? Bom... Eu num tô mesmo muito a fim de ficá aqui de bobeira enquanto elas molham a bunda na piscina; mas tem certeza que... ---

--- Bem... Pode ser q’eu demore... Na verdade, eu gostaria que me acompanhasse Michelle... Você me pareceu bastante interessada após as explicações sobre o sonho de Sasha! É também uma chance de nos conhecermos mais um pouco! --- disse Ericsson. --- Mas é você quem decide, sim? ---

Michelle ficou pensativa... Mas acenou a cabeça concordando...

--- Deixe apenas eu trocar de roupa? ---

--- À vontade! --- disse sorrindo.

Ericsson levantou-se de sua cadeira e desligou a TV... Em seu celular fez uma ligação.

--- Sim, sou eu! Tô ligando pra avisar que teremos um convidado; uma convidada pra ser mais específico; mas de antemão quero avisar que será uma mera espectadora, ouviu? Desculpe; mas isso não interessa! --- respondia ele com um olhar duro. --- Não se preocupem quanto sua diversão e dos demais! Os animais estão mais que interessados em serem adestrados! Certo! Os vejo logo! ---

Ericsson foi para seu quarto a fim de se trocar... Enquanto isso, Eva e Katyusha faziam exatamente o mesmo...

--- Eva?! Mas que lindo! Adorei o seu biquíni!! --- elogiou impressionada.

--- Gosto dessas cores alegres e chamativas... Bem a cara de um país tropical! --- respondeu se exibindo.

--- Huuuum... As garotas brasileiras usam algo assim tão ousado? Isso não tapa nada por trás! --- observava criteriosa.

--- Errr... Embora eu saiba as suas medidas, eu fiquei receosa de comprar um pra você, Kathy... Eu sei que diferente de mim, você tem que manter certas aparências... --- comentou Eva, encabulada.

--- Hihihi... Eu gosto da piscina; mas não gosto de me expor demais ao sol! Esse biquíni é perfeito pra você, prima... Eu prefiro um maiô mais composto! --- dizia enquanto terminava de se arrumar.

--- Esse maiô lhe cai muito bem, prima... Huum... Esconde aquelas argolas... ---

--- Como disse querida Eva... Tenho de passar uma “imagem comportada”, né? --- respondeu Katyusha. --- Vamos mostrar ao papa? ---

--- Deixa só eu colocar um pareô e pegar minha bolsinha!! --- respondeu empolgada.

««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««No quarto de Iowa e Sasha...

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--- E aí, chefia? Como eu tô? --- indagava Sasha, empolgada com seu biquíni.

--- Ao menos escolheu um biquíni discreto e bonito... De resto continua sem sal! ---

--- Já você... Tá “uma delícia”! --- elogiou Sasha.

--- Humpf... Dispenso esses tipos de elogios... Embora ser elogiada, mesmo que vulgarmente; é um elogio e aumenta minha auto-estima! --- respondia enquanto arrumava seu cabelo, fazendo um rabo de cavalo.

--- Hehehe... Ah... Tomara que o tio goste! ---

--- Humpf! Como se isso fosse importante! Entretanto... Hum... É... Pode fazer esse biquíni ser mais insinuante, minha cara? ---

Sasha se olhou no espelho... Ajeito a parte de baixo, abaixando ainda mais a cintura, deixando seu “cofrinho” à mostra.

--- Huuuum... E se eu fizer topless? ---

--- Não se atreva!!! --- refutou Iowa. --- Tá bom desse jeito! Vamos, aquelas duas já devem tá se adiantando! ---

--- Poxa, chefia... --- resmungou decepcionada.

--- Cale-se! Vamos logo! ---

Iowa e Sasha então seguiram para o corredor, quando esbarraram com Michelle...

--- Ué? ‘Cê num vai pra piscina? ---

--- Tô afim não, Sasha! --- respondeu despreocupada.

--- Perfumada e arrumada... Por acaso vai sair por aí? --- indagou Iowa.

--- Não te devo satisfações, Iowa; mas pra não ficá de “disse me disse”, sim... Tô dando uma saída! O tio Eric quer me levar pra ver o consultório dele na cidade! ---

--- A sua amiguinha sobrinha dele e a priminha dela não acharão isso estranho? Pois eu acho! Se a Eva ou a Katyusha estivesse te acompanhando, eu até entenderia; mas só você? Que suspeito! Quer q’eu te empreste essa daqui pra te acompanhar? ---

--- Chefia?! --- indignou-se Sasha.

--- Se ele chamasse essa daí, tudo bem; mas oferecendo desse jeito, eu dispenso! Nada contra tu não, Sasha; mas eu acho estranho EU convidar assim do nada! E pela tua cara, já saquei qui tu num tá mermo a fim, né? --- rebateu Michelle, encarando Iowa. ---

--- Humpf... Que seja! Vam’bora Sasha! A piscina me pareceu bem mais agradável sem essa daí hoje! --- disse Iowa se voltando para as escadas.

Sasha deixou que esta se afastasse um pouco e se aproximou de Michelle.

‘--- Na verdade, eu ‘té qui tava a fim de ir contigo; mas ‘cê tá certa! Ele te chamô, então ia ficá muito esquisito! Na moral... Tu tem mó sorte! Vai na fé! Mas, se o tio for “bom de onda”, mi bota na fita, valeu? ---’ sussurrou Sasha.

Dito isso, ela se virou seguindo Iowa enquanto Michelle ficou abobalhada...

“--- Sei lá o quê essa daí tem na cachola; mas na boa... Melhor deixá quieto!! ---” pensou seguindo-as.

 

Ericsson preparava-se para sair quando as garotas encontraram-se na sala...

--- Tio... Você vai sair? --- indagou Eva.

--- Sim, minha querida! Talvez eu demore um pouco; mas como é um assunto profissional, não posso simplesmente dizer não... Desculpe-me, sim? ---

--- Hum... E quanto a você, Michelle? --- indagou Eva ao ver sua amiga arrumada para sair.

--- Bom... Na verdade... ---

--- Como eu estou indo para meu consultório, Michelle aceitou fazer uma sessão de análise! --- interrompeu Ericsson.

--- Sério? --- indagou Eva, olhando para sua amiga. --- Hum... Bom... Sendo assim, tá tudo bem! ---

--- Nossa... Como aceitou tão facilmente! --- ironizou Iowa.

--- Vê algum problema nisso, Katyusha? ---

--- Hum? Nenhum, querida Eva! ---

--- Se a filha de meu tio não vê problemas; eu não vejo problema algum! E eu as trouxe aqui; mas não precisam ficar em torno de mim feito abelhas! ---

--- Até por que não tem jeito pra “rainha” de fato, né? --- ironizava Iowa.

--- Humpf! Exato! --- respondeu irritadiça. --- « Aham! » Deixando isso de lado... O quê acha do meu biquíni, tio? ---

Eva exibiu-se graciosamente para seu tio e este a admirou sem perder de vista sua filha e as outras duas meninas...

--- Tenho que admitir, é ousado, querida... Mas como homem; não posso negar e dizer que ficou linda nele! ---

--- Pode dizer com todas as letras, tio! ---

--- Hahahahaha... Não ponha frases obscenas na minha boca, Eva! Não é de longe o momento certo para usá-las! Está linda, assim como minha filha e suas amigas... Hum... Se não fosse esse penteado tão exótico, talvez... ---

--- JÁ SAQUEI!! Vamos, Kathy! Titio tá atrasado pra parada dele e estamos perdendo tempo aqui quando devíamos estar nos divertindo na piscina! --- dizia Eva enquanto empurrava sua prima, que segurava um riso, divertindo-se daquela situação.

--- Papa... Não vá se deixar ser absorvido por seu trabalho e ficar o dia todo enfurnado no consultório, ouviu? --- recomendava Katyusha.

--- E quando voltar traga sorvete!! Mi garanta que ele traga creme com frutas vermelhas e abacaxi com menta! E tá liberada pra explorá-lo pedindo o que quiser! E tio... Ai de você se bancar o “mão de vaca” com minha amiga, falei? ---

--- Tá bom minhas queridas! Divirtam-se! Katyusha, cuide de tudo até eu voltar ouviu? --- disse Ericsson seguindo com Michelle para a garagem.

 

Apesar de possuir três carros de passeio, Ericsson optou por um furgão Mercedes-Benz branco; o quê causou estranheza em Michelle; mas ela preferiu não discutir a razão para aquilo... Ele então ligou o rádio em função mp3 com músicas relaxantes.

--- Me fale um pouco sobre você, Michelle... Gostaria de ouvir um pouco sobre em como trabalha como modelo tendo uma aparência andrógina masculinizada! ---

--- Hum? Tem certeza? Não quer esperar até chegar ao consultório? --- indagou surpresa.

--- Huuuum... Qual seria sua reação se eu dissesse que não pretendo ir ao meu consultório de verdade? ---

--- Ficaria meio bolada! Haha... Num leva a mal, tio; mas mentiras nunca acabam bem! --- respondeu Michelle.

--- É verdade! Entretanto, mentir é uma necessidade humana! Precisamos mentir de várias maneiras para conseguirmos viver em sociedade... Por exemplo: até meados do século vinte, o homossexualismo era visto como uma anormalidade bestial... Houve países que reprimiam com prisões e torturas a fim de “reabilitar” o homossexual como se fosse uma doença! Pessoas tinham que mentir para si mesmas para acreditarem poder ter uma vida “normal” para aqueles parâmetros! Diga Michelle... Acredita estar mentindo para si mesma quanto à sua preferência sexual? ---

Michelle ficou intrigada quanto à pergunta dele...

--- Bom... Eu na verdade, não me sinto atraída por garotas! ---

--- Huuum... Já foi bolinada por alguma? --- prosseguiu Ericsson.

--- Uma vez... Mas nem ela mesma sabia o que fazer! Acabamos então só conversando e rindo... Ficamos amigas e ela depois arrumou um namorado! Hehe... Fiquei até com um pouco de inveja dela! Ela era bem feminina! ---

--- Huhu... E garotos? Já quiseram algo com você? --- indagou Ericsson.

--- Na verdade... Eu tive um lance com um primo meu... Ele era mais velho e coisa e tal... Tiramos o “cabaço” um do outro, saca? --- respondeu encabulada.

--- Hahaha... Saquei! Ao menos foi bom? ---

--- Ah, tio! Dá um pouco de vergonha falar sobre isso!! ---

--- Hum... Faça de conta q’eu sou minha filha! ---

--- Hahahahaha... Difícil com essa barba; mas eu vô tentá! --- respondeu bem-humorada. --- Ah... Eu aprendi umas putaria... Bom... Ele num era muito “habilidoso”; pois era a primeira vez dele; mas... No fim eu... Eu dei meu cu pra ele... ---

--- Hum... Presumo então que tenha sido deflorada na vagina e no ânus, é isso? ---

--- Bom... Falando abertamente... Sim! Eu num tenho mais cabaço na xota e já dei o cu... Vergonhoso, né? --- respondeu Michelle.

--- E você gozou? ---

--- Huuuummm... M-muito pouco!! --- respondeu ainda mais encabulada. --- Gozei mais na minha primeira masturbação!! ---

--- Eu gostaria de saber algumas coisas que te excita... ---

--- Homem! --- respondeu Michelle.

--- Hoho... Então eu lhe deixo excitada, Michelle? ---

--- Ai, tio... Eu posso acabar me comprometendo na resposta! ---

--- Não tem problema! Eu fico excitado com mulheres... Indiferente à idade... Mas existem “algumas condições” pra q’eu revele minha excitação... Uma delas é “cumplicidade”... Sabe o quê é isso, Michelle? ---

--- É uma relação bem profunda... Guardar e compartilhar segredos um do outro... É uma relação bem complicada! --- respondeu um pouco pensativa.

--- Você guardaria um segredo meu? --- indagou Ericsson com seu sorriso misterioso.

--- Hahaha... Meu pai costuma dizer: “Eu não sou cofre pra guardar segredos!” Mas na verdade a gente sempre acaba guardando alguma coisa, né? ---

--- Saiba que depois que vir o quê vou fazer você se torna minha cúmplice, ouviu? --- rebateu ele.

--- Errr... Não vamos matá ninguém não, né? --- indagou em tom ingênuo.

--- Não... Mas tecnicamente, é um crime quase tão grave! --- respondeu friamente.

--- V-vamos assaltá um banco? --- indagou Michelle, receosa.

--- Hahahahaha... Isso também não! ---

--- Putz... Se não vamos matá, nem roubá... Que treta o tio vai fazê qui pode mandá pro corredor da morte?! --- indagava intrigada.

--- Eu disse que era grave; mas não que levaria ao corredor da morte! Huuuum... Na pior das hipóteses, eu pegue quarenta anos de pena e você, se não sair de “vítima”, uns quinze anos... Ou dez se tiver bom comportamento! ---

--- Ô, PORRA! AÍ, TIO... EU TÔ FORA!!! ---

--- Hahahaha... Caaaalma, minha querida! Nem viu o quê fiz ainda! Veja primeiro e depois, decida o quê vai fazer, sim? --- respondeu Ericsson, calmamente.

Michelle decidiu ficar em silêncio... Lançou um olhar intrigado para ele, que dirigia calmamente...

Ela percebeu o bairro tranquilo por onde entraram... Ericsson manobrou por três ruas e estacionou junto ao canteiro junto à calçada. De repente, seu celular ligou e ele logo atendeu.

--- Estou na rua combinada... Está na outra calçada em frente à velha mansão? Certo... Irei pela rua, pisco o farol três vezes e você entra! Irei manobrar de ré e entrar... Teremos só alguns minutos, ouviu? Certo... Tô indo! ---

--- Caraca, tio... Isso tá parecendo filme de suspense! --- comentou Michelle.

--- Tensa? ---

--- P-pra caralho!!! --- respondeu ela.

--- Imagino que seus peitinhos estejam duros e eriçados... Tá usando sutiã? ---

--- N-não... Só uso top sob a blusa e... ---

« SUUUUUP! »

Ericsson interrompeu-a enfiando sua mão sob a blusa dela pela gola larga... Apertou-lhe um dos seios, surpreendendo-a.

--- Pode gritar se quiser... ---

--- N-não vejo motivo pra isso... --- respondeu encabulada.

--- Huuum... Mas que garotinha mais travessa! --- ironizou com um sorriso sarcástico. --- Mas ficaremos somente nisso... Eu queria realmente conferir se estava excitada com a tensão! ---

--- Vai encontrar uma pessoa, não vai? Essa pessoa...? ---

--- Sugiro não fazer muitas perguntas agora! Inclusive, quero que olhe no porta-luvas... --- interrompeu Ericsson.

Ela abriu o porta-luvas e viu que havia duas máscaras de borracha...

--- Pode escolher... Gatinha ou cachorrinha? ---

--- Essas máscaras... Essa tem o tamanho da sua filha... Por um acaso...? ---

--- Não agora, Michelle! Você escolhe... Pode colocar essa máscara, ou se arriscar... Mas eu aviso que pra você, é bem melhor colocar isso! --- interrompeu seguindo lentamente com seu furgão.

Ela ficou pensativa... Se ele estava sugerindo daquela forma, talvez houvesse uma razão muito forte...

--- Entendi! --- respondeu Michelle. --- Vô de gatinha! ---

Ericsson deu um largo sorriso sádico e satisfeito... Era um homem misterioso...

“--- Ele não parece na intenção de me estuprá... Se tivesse, teria prosseguido me aliciando; mas... Ele ligô pra alguém q’eu não consegui identificá a voz pelo celular... Será que é outro cara? Será que é mulher ou...? ---” pensava a garota, intrigada.

De repente ela percebeu uma menina atravessar calmamente na frente do furgão... Estavam passando em frente a uma casa antiga que parecia em reforma... A cancela da garagem estava aberta e Ericsson então manobrou entrando de ré como combinara previamente... Ele foi até a parte dos fundos da mansão...

--- Vai entrar uma menina... Não faça perguntas, nem responda às perguntas dela! Ela é falastrona e mal-educada, mas não se preocupe; ela vai te ignorar logo q’eu entrar... Vou só pegar uma “encomenda” e já saímos! --- disse ele preparando-se para sair.

--- Não tem medo de q’eu saia correndo feito uma louca? ---

Ele olhou para ela com um sorriso sarcástico e debochado...

--- Se fosse fazer isso, não me diria! --- respondeu ele abrindo a porta e saindo rapidamente.

Michelle percebeu que ele estava certo... Na verdade, estava gostando daquela sensação e queria ver o quê Ericsson estaria preparando com tanto cuidado... Ela ouviu as portas traseiras do furgão se abrir e a voz de uma menina dando algumas instruções e dizendo que se sentaria na cabine...

« Há outra menina lá... Não a perturbe, ouviu? »

« Tá! Mas ‘cê vai fazê algo c’o ela? Eu... »

« Vai logo sua filha da puta! Merda; por que deixou a mala lá dentro? Ande cada segundo aqui é perigoso!! »

« Tá, tá, tá... Mas, ó... Eu num vô mi segurá, falei? »

Uma garota aparentando a mesma idade de Michelle entrou pela porta do motorista e foi se ajeitando na cabine, que tinha espaço para três ocupantes...

--- « Fuuuunc! » Falaê? Comé qui ‘cê tá? --- indagou puxando um fio de ranho do nariz.

Michelle ficou encarando a menina, intrigada...

“--- Caralho... Essa mina tem um jeitão de bandida! Magrela, lôra de cabelinho curto e encaracolado... Olhos verdes... Sardenta... Mal-vestida e... « Fuuunc... » Mal-cheirosa! Essa porra num toma banho faz uns dias e... Puta qui pariu... Tá com o nariz remelento!!! ---”

--- Ué? ‘Cê num fala não, mona? Hehe... Tem pobrema não! Eu falo pá caráio! Prazê Cecília; mas nessas banda mi chamam di “Jerk Beef*”, ‘cê deve tê reparado o pur quê, né? Hehe... --- disse ela estendendo sua mão para Michelle.

(*Jerk Beef é “carne curada”, “carne seca” ou um tipo de “charque” norte-americano.)

--- Falá eu falo, truta... Mas me disseram pá segurá a língua contigo, mora? Mas na moral... Qualé a dessa venta melada e desse cheiro de queijo duro e velho? --- respondeu apertando a mão dela.

--- Hehe... ‘Lergia! Sô ‘lérgica à puêra! Hehe... Já a catinga... Hehe... “Mania”, segundo o professô Eric! ‘Cê saca qui ele cuida di doido, num saca? --- respondeu Cecília, cheia de trejeitos.

“--- Cara... ‘Ssa porra tem até um “janelão*” na boca... Ela tem piercing na língua e nas orelhas... Caralho... Ela é bonitinha; mas... É escrota qui só a porra! Nem eu me vestindo feito um moleque me visto tão mal!! ---”

(*Ela quis dizer que a garota tem dois dentes da frente faltando.)

--- ‘Cê ‘té qui é gostosinha, mona... ‘Cê também...? ---

--- Cale a matraca, Jerk Beef! Tinha que deixar aquela mala tão longe da porta? Se não tivesse com pressa, te dava umas porradas bem aqui! --- interrompeu Ericsson, entrando e ligando o furgão.

--- Hehe... ‘Cê sabe q’eu adoro, num sabe, fessô? Hehe... Tava pesada a mala? --- indagou em tom debochado.

--- Hehe... Então ela fez isso voluntariamente? --- indagou Ericsson.

--- Hehe... Foi! ‘Inda pidiu pr’eu passá fita i metê uma venda i umas parada nela! Hehe... Na próxima, eu vô tentá uma merda dessa! --- respondeu a menina com um olhar travesso. --- ‘Cê vai comê nóis, fessô?? ---

--- Hahaha... Quem sabe? Agora fique quieta! O clube de bilhar fica d’outro lado da cidade... Seria rápido se eu não quisesse chamar a atenção! ---

--- Hehe... Tá... Mas ‘cê sabe q’eu sô ruim di ficá calada... Hehe... Mona... ‘Cê num mi disse seu nome! --- disse se voltando para Michelle.

--- Ela se chama “Mi”... É só o quê precisa saber sua merdinha! ---

--- Caraca, tio... ‘Cê num precisa falá assim com ela... ---

--- Hehe... ‘Cê num sabe como ele mi trata às vêiz... Hehe... Eu ADORO! --- disse Cecília.

--- HÃ?! ‘Cê gosta de ser xingada? ‘Cê é maluca? --- surpreendeu-se Michelle.

--- Hehe... Eu, i a outra doida trancada lá ‘trás! Hehe... Eu sô mais q’ela... Falaê... ‘Cê bêja bem? --- indagou insinuando-se.

« BOC!! »

--- UUUGH... Q-QUI CABEÇA DURA! --- resmungou Michelle após dar uma testada contra Cecília. --- Aê... Pode segurando a periquita q’eu num sô dessa porra não, falei? Merda! Tio... Segura essa perturbada senão... ---

--- HAHAHAHAHA... Ouviu Jerk? Ela não gosta de “saliência” com outra menina... Segure-se um pouco! Poderá se satisfazer com sua amiga e seus “novos amiguinhos” lá no clube! ---

--- « Fuuunc! » Tô ligada! Hehe... Mas eu fui c’a cara dessa puta! Hehe... ‘Cê bate forte, mona! Fiquei c’o grelo duro c’o essa testada! Hehe... ‘Cê mi dêxa dá um bêjo na tua boca, eu te dêxo mi dá uma coça dispois, topa? ---

“--- Merda! A desgraçada é uma piranha masoquista?! Puta qui pariu, tio... Qui porra ‘cê vai fazê c’o essa daí e... Tem uma outra... DENTRO DE UMA MALA... Lá atrás?!? QUE CARALHO TÁ ACONTECENDO NESSA PORRA?!?? ---”

Ericsson prosseguiu dirigindo... Michelle mantinha distância de Cecília “Jerk Beef” imaginando o quê se passaria em sua mente pervertida...

CONTINUA...

 



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