História My Dirt Paradise - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Tacada Suja


Fanfic / Fanfiction My Dirt Paradise - Capítulo 4 - Tacada Suja

Michelle olhava incrédula para a estranha passageira que embarcara na velha mansão em reforma... Cecília, uma garota aparentando ter treze ou catorze anos, tendo a mesma altura que Michelle, a garota é branca, magra, loira e de cabelos encaracolados e curtos... Olhos verdes e irrequietos... Piercings nas orelhas e na sobrancelha esquerda... Estava vestida de um jeito despojado... Usava um short jeans curto, e customizado e uma blusa escura e de mangas rasgadas.

--- ‘Fessô... Qué vê umas parada q’eu fiz? Hehe... Ó... --- disse ela levantando a blusa.

--- Caralho, meu... Qui porra é essa? --- indagou Michelle.

--- Usei uma bomba qui meu irmão usa pá puxá a piróca dele pá fora! Hehe... Olha como as teta fica bicuda? A Dorothy, mi ajudô botano uns anelzinho di burracha  nas pontinha... Hehe... I num é só isso não! --- disse preparando-se para abaixar seu short.

« SUUUUUUUP!! »

--- Fiz no grelo também! Olha como ‘ssa porra ficô pontuda? Deu pá botá um pirce nele e tudo! --- disse Cecília, mostrando a genitália. --- Qué sentir como tá duro? ---

--- Eu já te falei... ---

--- Ignore-a Mi! --- interrompeu Ericsson. --- Jerk... Eu falei que ela não curte meninas! Contenha-se! ---

--- Posso chupá sua piróca, ‘fessô? ---

--- Não agora! Vai roubar minha atenção e ainda estamos em lugar movimentado... --- explicava ele.

--- Pur isso q’eu quero bejá essa daqui! Si num chupo pica, bêjo alguém... Sinão, só falo bosta! ---

--- Então, tá... Fala pra mim umas coisa então, cacatua australiana! --- disse Michelle, irritada. --- A outra mina na mala qui ‘cê falô... Qualé a dela? ---

--- Ela é “piróca das ideia” feito eu... Ela foi estrupada pelo namorado da prima mais véia dela i pirô no cabeçote! Ela tomô uma surra di cinta da mãe dela i gostô tanto qui passô a sê masoquista, viu? Ela é só mais véia qui eu uns mês; mas faz umas putaria di dá ‘rrepio na ispinha! ---

--- Ela te pediu pra ser trancada na mala? --- indagava Michelle, intrigada.

--- Issaí! A puta curte essas porra! E fode... Caraca... Como fode ‘ssa fia da puta! --- confirmou a garota.

--- E tu? É outra que também...? ---

--- Hahahaha... Eu não! Minha mãe tá presa e esperando no corredô da morte! Matô uma amante do meu pai e uma “maninha” minha (eu acho)... Ela era puta di rua i meu pai era cafetão dela... Uma irmã dele mi adotô; mas a pobre tem nove dela i eu tô sobrano... Sô burra feito uma preda e acho qui só vô fazê o mermo qui minha mãe... Hehe... I eu GOSTO pá caráio disso! --- respondia Cecília fazendo gestos obscenos em seu corpo.

--- Então... É por dinheiro...? ---

--- Dinhêro é bão! Mas eu gosto di FUDÊ i fudê MUITO!! I num gosto di muleque não! Só gosto di hôme grande... Grande i TALUDO!! --- respondia ainda mais obscena.

Michelle olhou intrigada para Ericsson... Este tinha um sorriso sombrio... Regozijava-se daquelas palavras saídas da boca daquela menina...

--- Tio... Isso é certo? ---

--- Posso dar o conselho que for; mas é ela quem decide! Num âmbito lógico, moral, social... Sim, é errado; mas seres humanos são assim mesmo, Mi... Alguns são como bestas indômitas e só fazem o que dá em suas cabeças! Ela é jovem e ainda pode mudar; mas só depende dela... Eu até posso tentar “lobotomizá-la” com uma persuasão psiquiátrica; mas eu considero isso ainda mais imoral do que isso que ela faz seguindo seus instintos primitivos! Huhu... Acha certo q’eu “estupre” a mente dela só pra que seja “certinha” segundo os parâmetros desta sociedade dita “moderna e civilizada”? --- respondeu ele.

--- ‘Tendi porra ninhuma! --- comentou Cecília.

--- Ele quis dizer que pra tu não fazê esse tipo de merda, só te fazendo uma lavagem cerebral! --- explicou Michelle.

--- Intendo dessa porra não! Mas si fô pá mudá minha cachola, tô fora! Tô muito bem assim mermo!! --- respondeu convicta. --- Mas ‘fessô... Dêxa eu dá uma chupadinha... Depois vai tê um monte de vagabundo quereno enchê minha boca di piróca... Dêxa eu chupá a tua, pá eu começá com um gosto bão na boca! ---

--- Façamos o seguinte: Quando estivermos perto do lugar, eu deixo; mas seja rápida! Os sujeitos que te esperam lá são impacientes e podem ficar me ligando... Isso é chato, ouviu? --- respondeu Ericsson, surpreendendo Michelle.

--- O tio vai deixá essa gambá chupá sua pica?! ---

--- E por que não? Ela já chupou e faz isso direitinho! --- respondeu com um sorriso travesso.

--- E essa puta lavô a boca antes? ---

--- Não tem problema... Eu não lavei meu pinto ainda! ---

Michelle arregalou os olhos surpresa e estarrecida, ficando mais ainda ao ver o sorriso satisfeito de Cecília, que começou a se masturbar, indiscreta.

--- Posso lambê suas bolas? ---

--- Uma coisa de cada vez, menina! É uma chupadinha e só! --- regulou.

--- Hehe... Tá! Já mi basta! --- respondeu satisfeita.

Eles seguiram até um lugar um pouco mais ermo... Embora fosse um depois da uma da tarde, Ericsson parou seu carro em uma rua com poucas casas e nenhum movimento.

« ZIIIIIP... »

--- Muito bem, menina... Pode se servir! --- disse colocando seu pênis para fora.

--- Ó... Se tu quisé chupá, só depois di mim, valeu? --- disse Cecília segurando o membro e inclinando-se para ele.

--- Tô afim não, “cheirosinha”! Pode fazê seu serviço à vontade! --- desdenhou Michelle.

--- Tá belê!! --- rebateu despreocupada.

Ela expôs a glande e começou a instigá-lo acariciando com seus dedos finos... Ericsson afagava a cabeça de Cecília e esta tinha um sorriso ingênuo e ao mesmo tempo libidinoso... Pôs sua língua para fora, exibindo o piercing de aço e com a ponta atrevida começou a lambê-lo devagar.

--- Aprendeu bem a usar essa coisa na sua língua, vadia! --- elogiou Ericsson.

--- Huuum... Foi a Dorothy! Ela tem uma habilidade do cão c’a língua! ‘Cê sabe né, ‘fessô? ---

--- Hehehe... Sim... E com aquela bundinha safada dela também! ---

--- Hehe... Ela mi ofereceu uma grana pr’eu dexá ela trepá cum trêis... « Sliiiiiiip! » ‘Cê acha q’eu devo? Eu sô muito gulosa também; mas cum trêis ao mermo tempo, eu acho qui num dô conta não! ---

--- Hahahaha... Taí... Eu gostaria de ver vocês fazendo “mmmf*”! Mas como só quatro confirmaram ir, então... Fica ao seu critério! Pode fazer com dois primeiro e depois, libera um pra ela, que tal? --- respondeu em tom irônico.

(*MMMF é uma gíria do universo pornô que se refere em inglês “Macho+Macho+Macho versus fêmea”; pode ser entendido como uma relação de três homens sobre uma mulher. Como duas garotas e quatro homens irão se relacionar, isso é um “swing”; “gang bang” refere-se ao sexo grupal hardcore, com sadomasoquismo ou não.)

A menina o instigou com a língua por mais alguns instantes, até que iniciou a felação sugando primeiramente a glande cuidadosamente... Fazia sons estalados e intercalados, ora enfiando-a em sua boca, ora tirando-a totalmente e esmerilhando a saída da uretra com seu piercing arredondado.

« CHUUUUUUUUUUP!! »

--- Aaaaah... Isso! Chupe com vontade! --- sugeriu Ericsson, extasiado.

--- I-isso realmente é bom? --- indagou Michelle, intrigada.

Ele apensa respondeu com um sorriso... Bolinava a traseira de Cecília e então fez algo inesperado...

« PAAAF!! »

--- CHUPE LOGO ESSE CARALHO, PORCA! TÊM VAGABUNDOS ESPERANDO PRA TE FODER FEITO LOUCOS!! --- exclamou Ericsson após estapear a nádega da menina.

A menina estimulada acentuou seu serviço e passou a sugar o pênis dele com avidez... Enfiou em sua boca uma boa parte do membro de Ericsson e a mover sua cabeça, empurrando-o o mais fundo possível e fazendo sons languidos e indecorosos.

--- ANDE!! CHUPE!! CHUPE COM FORÇA! AAAAH... SUA VADIAZINHA ESQUÁLIDA E FEDORENTA!! QUER Q’EU JORRE NA SUA GARGANTA? HAHAHA... TRABALHE!! ANDE! TRABALHE DURO!!! --- instigava Ericsson.

Estarrecida, Michelle observava a felação de Cecília e as ordens indecentes de Ericsson... A menina simplesmente fazia exatamente como ordenada e sugava o pênis dele com força.

« CHUP, CHUP, CHUP, CHUP, CHUP, CHUP... »

--- Hahahaha… Ótimo!! Hahaha… Desse jeito!! Aaaah… Merda, sua filha da puta! Vai conseguir o quê quer! Uuuh... Chupe, ande! Chupe com mais força e use essa língua! Eu vô encher sua boca com porra! Uuuh... --- murmurava Ericsson, se contendo para que ela fizesse ainda mais intensamente. --- Guuuuuuh... AAAAAAH... ---

« SPLUUUUUUUUUUUUUSH!! »

--- TOMA!! MAS NÃO ENGULA DE UMA VEZ! EU QUERO VER O QUANTO EU PUS NA SUA BOCA! ---

A menina deu uma forte sugada enchendo suas bochechas e então, puxada pelos cabelos, ergueu sua cabeça e arreganhou sua boca inundada de esperma leitoso, movendo sua língua nele.

Ericsson deu um largo sorriso sádico e satisfeito...

--- Muito bem... Agora, ENGULA TUDO!! --- ordenou.

« GLUUUUP! »

--- Aaaaah... « Glup! » Dilíça!! Hehe... ‘Cê gozô pá caráio na minha boca, ‘fessô! Hihi... Chupá tua pica i inguli ‘ssa porra toda mi dexô doidona! Qué fudê um pouco do meu cu também? --- indagava Cecília lambendo os lábios, lasciva.

--- Eu quero que você e aquela piranhazinha masoquista façam um show que deixe aqueles idiotas de pau duro e fodam com eles até que as bolas deles estejam esgotadas e precisem que alguém sopre pra que tenha ao menos ar dentro delas depois disso! Faça isso, e eu vô te dar uma recompensa à altura... Faço você e ela cachorrinhas da minha filha! ---

--- É sério qui sua fia é uma tarada sádica qui só a porra? --- indagou Cecília.

« GUSH! »

--- UUUUIIII... --- gemeu a menina agarrada pelos cabelos e erguida por Ericsson.

--- E quem você acha que ensinou ela? --- respondeu com um sorriso maligno. --- Agora se recomponha aí... Os caras já devem tá subindo pelas paredes naquele muquiço... E sua amiguinha deve tá quase sufocada dentro daquela mala! ---

--- Hehe... Ela ‘güenta! Tem um fôlego do caráio! --- respondeu debochada.

Michelle preferiu ficar em silêncio... Prosseguiram então para seu destino.

 

O lugar era um antigo bar... O lugar estava fechado e a sacada indicava que há muito tempo ninguém entrava ali; ao menos era o que parecia... Ele encostou o furgão onde desembarcavam as cargas e disse para que Cecília o aguardasse um instante na porta traseira...

--- Com medo? --- indagou à Michelle.

--- Um pouco... ---

--- Ótimo! Esse medo vai te ajudar a respeitar o quê vou te dizer agora... Não diga seu nome a nenhum dos homens lá dentro... Não faça nenhum tipo de pergunta a eles, não olhe fixamente para eles, não deixe que te bolinem e caso fique excitada, NÃO SE MASTURBE na frente deles em hipótese alguma! Quando eles e as meninas começarem a trepar, mantenha-se sempre perto de mim e caso te provoquem, não responda nada a eles, ouviu? --- orientou Ericsson.

--- O tio não vai...? ---

--- Não vim aqui pra isso! E não me faça perguntas enquanto estivermos lá dentro... Se precisar de qualquer coisa, me peça! Mesmo que seja pra ir ao banheiro, ouviu? --- respondeu preparando-se para sair.

Michelle acenou a cabeça e também se posicionou para sair.

Ericsson foi para a parte traseira do furgão e dali tirou uma enorme mala preta... Ela era nova e reluzente... Esticou o puxador e assim a conduziu pelas rodinhas para dentro do prédio.

Os corredores tinham uma iluminação soturna com cores escuras... As paredes descascadas indicavam o quão decrépito era o lugar... O cheiro de imundície se misturava ao de um aromatizante vulgar e sons de ventiladores e exaustores velhos e rangentes abafavam uma conversa ao fundo... Passaram pela antiga cozinha do lugar e então, através de portas sujas entraram no saguão.

Mesas e cadeiras empoeiradas estavam amontoadas em um canto junto às portas da frente, enquanto as enormes mesas de bilhar estavam dispostas juntas umas das outras como se formassem uma plataforma... Junto ao balcão havia uma mesa onde dois homens jogavam enquanto outros dois sentados em banquetas assistiam e conversavam, bebendo e fumando, empesteando o lugar com fumaça.

--- Finalmente! E aí, Doc? Por que demorô tanto? --- indagou um dos sujeitos na mesa, pronto para uma tacada.

--- O quê importa é q’eu estou aqui, não é mesmo, Hans? --- rebateu Ericsson enquanto se aproximava.

--- Verdade! --- disse outro sujeito. --- Você, e essas gracinhas! ---

--- Opa! Trouxe uma moreninha gostosinha, Doc! Onde arrumô essa daí? Hehe... E aí gatinha? --- indagou um terceiro, sentado junto ao balcão.

--- Ela não é pro bico de vocês, seus marginais! --- respondeu com um sorriso despreocupado. --- Quem é que tá ganhando nessa porra? ---

--- Hahahaha... Seu russo fajuto e filho da puta! Trouxe outra menina só pra nos ver fudendo novamente? Que animal mais cruel é você, Doc! --- ironizou Hans.

--- Haha... Concordo! Se bem que sua filhinha é bem mais gostosinha que essa... Huhu... Se me permite o elogio! ---

--- Enfie seu elogio na bunda junto com esse taco, Marlon! Essa menina adorável não precisa que um escroto como você diga a ela que é bonita, desse jeito tão vulgar! Mas vamos ao quê interessa... São apenas vocês aqui hoje? ---

--- Só! Mavis e Claude tiveram que cumprir compromissos... Mavis foi levar os filhos na casa dos pais dele e Claude conseguiu vender mais uma casa velha pra um ricaço... Negócio grande! Hehe... Filha da puta sortudo!! --- explicava Marlon, preparando sua tacada. --- E essa daí? Só vai ser essa magricela? ---

--- Huhu... Adivinhem onde tá a outra? --- indagou Ericsson, irônico.

Os quatro homens entreolharam-se curiosos... Um deles fixou olhares na mala que Ericsson trazia consigo.

--- Nenhum de nós aqui é necrófilo, Doc! Por mais gostosinha que ela possa ter sido, eu não encararia um... ---

--- Ela tá bem viva, seu idiota! A bastarda é masoquista e quis ser transportada assim!! --- interrompeu Ericsson.

Eles fizeram silêncio entreolhando-se intrigados mais uma vez... Um dos homens no balcão levantou-se e caminhou rapidamente até eles.

--- Ponha logo essa porra ali... Quero ver com meus próprios olhos! --- disse o sujeito.

« ZIIIIIIIIIIIP! »

Eles puseram a mala sobre as mesas arrumadas e foram logo a abrindo, ansiosos de seu conteúdo...

--- Puta merda!!! --- exclamou Hans.

--- Pode repetir isso! --- disse Marlon, igualmente surpreso.

--- PUTA MERDA! --- repetiu Hans.

A menina estava encolhida em posição fetal dentro da mala... Vendada, amordaçada e com as mãos e pernas atadas por fitas adesivas; completamente nua... Ela tinha ainda vibradores enfiados em seus orifícios, gemendo baixinho, completamente suada pelo abafamento de seu cativeiro.

--- Maluca! --- exclamou Marlon, surpreso.

--- Com certeza... --- concordou Hans.

--- Maluca... Mas, mais gostosinha que essa magrela! --- observou um terceiro.

--- Tô com o Fred! --- concordou um quarto sujeito. --- ‘Bora desembrulhar logo e ver qualé a dela! ---

--- Pega uma faca e corta logo essas fitas! --- orientou Hans.

« SNICKT! »

--- Tá na mão! ---

--- Porra, Duke! Já não falei pra você não ficá andando c’o essa merda?! --- ralhou Marlon ao vê-lo sacar um canivete.

--- Num fode! É pra defesa pessoal!! ---

--- As “bonecas” discutem isso depois! Corta essas fitas com cuidado! Se for pra machucá-la, que seja c’a piróca!! --- ralhou Fred.

Com cuidado, o homem foi soltando a menina cortando as fitas atadas aos braços e pernas da menina... Logo que se viu livre, Dorothy sentou-se e retirou sua venda e o mordedor em sua boca.

--- Arf... Arf... G-gostaram da minha chegada? --- indagava com um sorriso travesso.

--- Hehe... Impressionante! Huhu... Fiquei bolado; mas também fiquei excitado! --- comentou Fred.

--- Hummm? Ei... Eu acho que te conheço... --- comentou Marlon. --- Ah... Você é a filha do Carlton Robertson da loja de eletrônicos! ---

--- Hum? Conhece meu pai? --- indagou a menina.

Ele deu um sorriso cafajeste e olhou para os companheiros.

--- Esse filho da puta me vendeu um rádio fajuto que queimou numa semana! Fui reclamar e me deu uma “volta”! Hehe... Eu te vi uma vez com sua mãe, apertando ele na frente da loja! ---

--- Hihihi... Ele é um vagabundo terrível! Minha mãe também! Hihi... Mas eu sô séria! Meu “negócio” não permite falsidade! --- respondeu Dorothy, sorridente.

--- “Séria”, é? Ah... Queremos vê isso! --- ironizava Hans. --- Mostra pra gente o quanto ‘cê é “séria”, bonequinha! ---

Ela se pôs de pé sobre a plataforma improvisada e sinalizou para Cecília, um pouco afastada deles...

--- Botem essa merda aqui encima, por favor? --- pediu Dorothy.

Fred pegou Cecília pela cintura, ajudando-a subir.

--- Tira logo essa roupa, puta! --- ordenou Dorothy.

--- Hehe... Pá uma vadia masoquista, ‘cê é autoritária pá caráio, mona! --- rebateu obedecendo-a.

Dorothy era uma menina branca aparentando catorze anos... Esguia e mais esbelta que Cecília, seus pequenos seios eram arredondados como limões e seus mamilos bicudos e  de aureolas pequenas e rosadas... Tinha uma pequena tatuagem de borboleta na virilha esquerda e um piercing de borboleta no umbigo... Uma pequena argola no lábio inferior da boca e uma entre a narina. Usava um penteado juvenil repartido em longas e finas madeixas sobre as orelhas redondas e pequenas, ornadas de piercings de aço. Sua genitália era lisa e sem pelos, possibilitando ver também uma peça presa em seu clitóris pontiagudo. Seus olhos azuis e seu sorriso incisivo acentuado por suas finas sobrancelhas escuras denunciavam seus pensamentos maliciosos...

--- E aí, Professor? Essa vadia ficô torrando muito teu saco? --- indagou a Ericsson. --- Essa puta num parava de falá que tava doida pá chupá teu pau de novo! ---

--- Depois que chupou, ficou mais calma! --- respondeu com um sorriso malicioso.

--- Maldita! Mas tá legal! ‘Cê mi deixa chupá outra hora, né? ---

--- Aê... O ‘fessô disse qui se a gente detoná c’os cara, leva nóis pá sê cachorra da fia dele!! --- disse Cecília, já completamente nua.

--- Então... Vamos primeiro deixá esses porcos de pau duro, sua desgraçada fedorenta! --- respondeu com um olhar agressivo. --- Eu quero ser fodida... Mas antes, eu vô me aquecer um pouco... ---

« GUSH!! »

--- AAAI! --- gemeu Cecília agarrada pela nuca e puxada para junto de sua amiga.

Dorothy avançou sobre Cecília tascando-lhe um beijo lascivo na boca... Os homens ali ficaram impressionados, sorrindo maliciosamente com a agressividade dela.

--- « Puah! Sliip... » Huuum... Ainda tem o gosto da piróca do Professor na sua boca imunda, Jerk Beef! Huhu... Eu já tava cum fogo graças a essas porras enfiadas nos meus buracos e o calor que levei na mala; sentindo esse gosto e esse teu cheiro de azedo, tô c’a xereca pegando fogo! Hehe... Falaí, puta... Tá louca pá levá umas pirocadas na sua xereca? ---

--- Tu num sabe o quanto... Hehe... --- respondeu Cecília.

Dorothy levou o rosto ao ouvido da companheira e segurou-a pelos cabelos...

‘--- Então... Faça como combinamos, sim? Daquele jeito! ---’ sussurrou.

Dorothy deu uma leve mordida na orelha da amiga, incitando-a, afastou-se um pouco e puxou da própria vagina um pequeno dildo vibrador... Virou sua traseira para eles, insinuante... Afastou as pernas e com as mãos suas nádegas, exibindo seu ânus, latejante...

--- Huuungh... Ooooh... --- gemeu se contraindo.

« POOOOOP... POC! »

Outro vibrador escoou de seu reto, indo ao chão... Ela exibia o orifício latejante, sorrindo satisfeita... Como elas haviam combinado, Cecília foi até sua traseira e segurou-lhe as nádegas... Sem dizer nada, ela aplicou um anilingus na amiga, arrancando-lhe gemidos desconcertados de prazer.

--- Aaaah... Huuuum... Isso! Vai! Vai sua vadia! Lambe! Lambe meu cu! Enfia essa língua lá dentro, porca!! --- instigava Dorothy.

--- « Sliiip... Sliiip... » Huuuum... Lambe o meu também! --- murmurava Cecília.

--- Não! Agora não! Anda!! Lambe com força!! --- ordenava Dorothy.

--- Huuum... Só por que sua bunda é gostosa... ---

--- Huuum... E você é nojenta! Nojenta; mas lambe gostoso! Aaah... Ainda lembro a primeira vez q’eu dei meu cu pá tu lambê... Eu tinha acabado de dá uma bela cagada! --- respondeu irônica.

--- « Sliiip! » E tu... Lambeu o meu depois... Huuum... No banhêro da escola... Huuum... Foi uma delícia... O seu cu era apertadinho... ---

--- Perto do seu, o meu ainda É apertadinho! Huuum... Sua arrombada! Vai... Empina essa bunda pra esses vagabundos verem como teu cu é LARGO! Hehehe... Vagabunda... --- instigava Dorothy.

--- Huuuum... M-mas foi você qui perverteu minha bunda... ---

--- Hahahaha... Eu?! Hahaha... ‘Cês ouviram isso? Já encontrei essa daí enrabada pela bunda e ela diz que EU quem perverti o cu arrombado dela! Hahaha... Então tá! --- debochava.

Dorothy tinha uma postura autoritária... Afastou-se desvencilhando de Cecília e com um olhar dominador apontou com a cabeça para que ela se deitasse... Sentou-se voltada para as pernas da companheira como se fosse fazer um “meia-nove”; mas acomodou-se sobre sua face, avançando então para as pernas dela e erguendo-as para o ar.

--- Vô te mostrá o quê é perversão agora! Chupa minha xereca, porca! Hehe... Vejam o que eu vô fazê c’o ela agora!!! --- disse Dorothy aos demais.

Segurando com força, ela dobrou Cecília para que pudesse lhe fazer também sexo oral, deixando-a de pernas para o ar e suas partes íntimas totalmente expostas ao atento público, que se deleitava vendo-as instigar uma à outra.

Elas se lambiam vorazmente... Os gemidos delas instigavam os quatro homens ávidos, que desviavam seus olhares maliciosos.

--- Porra... Já tô c’a pica dura! --- murmurou um deles.

--- Tamo esperando o quê? ---

--- Huhu... É por isso q’eu não levo vocês pro clube de strip na cidade! Segurem mais um pouco! ---

--- Hahaha... Só! A parada tá ficando manêra, porra! Segurem o facho! ---

--- Porra... Tô sem fudê faz dois meses, cara! ---

--- Ah, cala a boca! Segura aí... Huhu... Depois, limpa sua cara nelas!! ---

--- Hahaha... Pode apostá que sim! ---

Michelle e Ericsson haviam se afastado um pouco... Observavam próximos ao balcão... Ela estava incrédula vendo duas garotas se atracando daquele jeito espontaneamente.

--- Tio... ---

Ericsson sinalizou para que ela fizesse silêncio... A menina lembrou-se das orientações prévias e então acenou sua cabeça.

“--- Melhor mesmo eu não falar nada agora... Aqueles caras... Um deles tá até armado de faca... Se essas minas não manterem as atenções deles pra elas, um deles pode achá q’eu tô disponível e ficá chato... ---” pensou prudentemente.

 

--- Vem! Eu vô te fudê agora!! --- disse Dorothy à sua companheira.

--- Hahahaha... É muito estranho ouvir isso de uma menina para outra! --- ironizou Hans.

--- Pode ser... --- comentou Marlon. --- Mas sabe? Dá um tesão ver... ---

--- Duas mulheres se esfregando uma na outra? --- indignou-se Fred.

--- ‘Cê nunca viu nem em filme pornô? Cara, em que planeta ‘cê vive? --- indignou-se Duke.

--- Calem-se! Vão desconcentrar as gatinhas! --- repreendeu Hans. --- Vai fundo, mina! Bota pá fudê c’o essa magricela!! ---

--- Hehe... Ouviu Jerk Beef? Querem-me ver sendo teu cara! Anda! Eu vô metê meu grelo nessa xereca cheirando a queijo azedo! ---

--- Hehehe... Vem, puta! Vô escová tua xereca alisada di cera quente! Quero vê se tu vai gemê mais qui eu! --- rebatia posicionando-se para entrelaçar suas pernas às dela.

“--- Ai, qui nojo! Ela vai mermo se esfregá nessa nojenta?! Cara... Eu já tinha visto algo assim num vídeo na internet; mas ao vivo com garotas da minha idade? Nunca passou pela minha cabeça! Porra... Não consigo achar isso interessante! ---”

Michelle olhou para Ericsson... Os olhos dele permaneciam fixos na cena; mas não parecia estar excitado com aquilo... Seu olhar era um tanto frio e analítico... Parecia mais interessado no desenrolar do quê no erotismo exótico daquelas duas.

« FRUSH, FRUSH, FRUSH, FRUSH... »

--- Huuum... Anda! Huuum… Vai, puta… Se mexe!! Num quero fazê o serviço todo!! --- instigava Dorothy.

--- Huuum... Bandida... ‘Cê é mais habilidosa qui eu... Afff... Puta merda! Meu grelo tá duro feito preda! Huuum... Tua xereca lisinha é muito gostosa!! ---

--- Aaaah... Isso! Fala assim mermo! Huuum... Te ouvir gemendo e elogiando minha xereca mi excita! Merda! Assim eu acabo fazendo tudo sozinha!! --- murmurava Dorothy, deliciando-se.

« FRUSH, FRUSH, FRUSH, FRUSH... »

--- Aaaah... D-Dorothy... Puta merda!! ---

--- Assim!! Mais forte, filha da puta!! Aaah... Mais! Mais, porra!! Aaah... Esfrega essa merda de grelo com força!! ---

--- Brinca com meus peitinho!! --- instigava Cecília.

--- Então vem nos meus, desgraçada!!! --- respondeu projetando-se para ela.

Elas encostaram seus seios uma na outra, esfregando com força os mamilos rijos, instigando-se... Dorothy mostrava-se mais vigorosa que sua parceira, empurrando-se com mais intensidade... Abraçou-se à ela e levou novamente o rosto ao dela.

‘--- Vai... Enfia o dedo no meu cu! ---’ sussurrou.

‘--- Esfrega tua língua na minha! ---’ disse Cecília.

« HUUUUMM... MMMFFF... SLIIIP... SLIIIP... SLIIIP... »

Usando suas coxas elas instigavam uma à outra... Esfregavam busto e genitália e dedilhavam o ânus uma da outra intensamente, gemendo e arfando ofegantes enquanto beijavam-se de maneira lasciva.

--- Huuum... M-merda... Isso é muito bom!! ---

--- Arf... Porra... Enfia! Enfia mais fundo!! ---

--- Uuuuh... C-caralho... Huuum... E-eu... Vô gozá... ---

--- Huuumm... Ainda não! Uuuh... Porra... Agüenta um pouco! ---

--- Merda, Dorothy...

--- Uuuh... M-mais um pouco... S-só mais um pouco!! --- murmurava extasiada.

--- Huuuum... E-eu vô mi mijá, porra! ---

--- Eu tô mi segurando... Huuuh... M-mija na minha cara? ---

--- E-eu também quero!! ---

--- Afff... Então vamos!! ---

Cecília foi a primeira a ficar de pé e posicionar-se sobre a amiga sentada aos seus pés, afastando os lábios de sua vagina, expondo sua uretra.

--- AAAAAAAH... --- gemeu ela, desprendendo um forte jato de urina sobre Dorothy.

Com um sorriso satisfeito e obsceno ela teve o torso e parte do rosto regado pela companheira... Após isso, foi a vez de Cecília assumir a mesma posição para que fizesse o mesmo.

« PHSSSSSSSSSSSSSSSS!!! »

Cecília escancarou sua boca, enchendo-a com o intenso jato dourado lançado por sua amiga... Gargarejou com a urina dela para que todos vissem e a engoliu consensualmente com um largo sorriso de satisfação.

--- Porca! Adoro quando você se faz de privada pra mim! Eu ainda vô fazê você comê minha bosta quentinha!! --- debochava Dorothy. --- E aí, seus vagabundos? Gostaram? ---

Hans foi o primeiro a abaixar suas calças e mostrar seu enorme membro para a menina...

--- Parabéns! Olha como minha pica ficô dura? ‘Cês se chuparam, se esfregaram e se molharam como queriam... Agora, hora de fazerem o serviço c’a gente! ---

--- Só!! Porra... Nem quando eu peguei a minha primeira namorada eu fiquei de pau duro como eu tô agora! Aê... Nem ligo se for você, magricela... Quero uma dessas boquinhas aqui, mamando minha rola!! --- adiantou-se Marlon, também mostrando seu pênis para elas.

 

Descidas ao chão, as meninas então começaram a interagir com os homens que as aguardaram ansiosamente... Dorothy escolheu Hans e Duke; dois homens fortes e de porte avantajado, enquanto Cecília escolhera Marlon e Fred; dois sujeitos de porte mediano, mas ainda assim, fortes o suficiente para uma mulher adulta; o que não era o caso delas... Ávidos pelas meninas aceitaram de imediato receber sexo oral delas, que embora jovens e aparentemente frágeis, sabiam exatamente como instigar seus parceiros; principalmente Dorothy, diferente de sua amiga estabanada e impulsiva, usava sua boca, língua e mãos com mais habilidade...

--- Hehehe... Isso! Aah... Usa muito bem a língua, menina! Huhu... Já comi foi puta nessa vida; mas com 52 anos é a primeira vez que vejo uma pirralha safada tão habilidosa e despirocada da ideia como tu! Haha... Vir embalada em uma mala daquele jeito mexeu com meu tesão! --- comentava Hans.

--- Hehe... Verdade! Porra, garota... Eu já botei umas putinhas novinhas pra trepá comigo; mas nenhuma assim, feito tu... E caralho... Como tu é gostosinha... --- elogiava Duke, extasiado.

« CHUUUUP... CHUUUP... CHUUP... »

--- Uuuuh... Como chupa essa magrela! --- murmurou Marlon.

--- Haha... E bate punheta! Huhu... Aí... Quer conferir se o cu dela é largo como a outra disse? --- indagava Fred com um sorriso obsceno.

--- Quero conferir TUDO dela! Aaaah... Quero sentir a xereca dela engolindo minha piróca até as bolas! ---

--- Eu quero o rabo dela! Haha... Ela me lembra muito um viadinho q’eu comi na cidade vizinha... Huhu... ---

--- Caralho Fred! A mina chupando tua pica e tu vem falá de viado?! --- ralhou Marlon.

--- Hahaha... Mas o moleque até que enganava! Hahaha... Engoliu minha pica bonito com a boquinha safada e com o cuzinho apertado dele! Huhu... ---

--- Hehe... Num ligo pá quem vai comê minha bunda... Mas vai tê qui chupá minha xereca antes! --- disse Cecília, com seu jeito travesso.

--- Aaaah... Quer que um puto chupe tua xereca cheirosa, magricela? Huhu... Vai ter que merecer primeiro! Dá uma ENGOLIDA na minha pica, anda! Quero vê se tu barra o viadinho guloso q’eu enrabei! --- desafiava Fred.

--- “Inguli”, é? Tipo assim? ---

« GLOOOOP... »

--- OOOOH?! --- surpreendeu-se ao ter o pênis absorvido por ela. --- AAH... CARALHO?! A PUTA ENGOLE QUE UMA BELEZA!! ---

Fred lançou um olhar para Marlon... Num relance ele puxou a menina para si...

--- Eu num perdôo! Hah! Vô fudê a boquinha dela!! --- exclamou segurando a cabeça de Cecília, forçando ainda mais seu membro na garganta dela.

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

--- PORRA, SEU VAGABUNDO?! --- indignou-se Marlon. --- Vai sufocá a garota! ---

--- Sufoca porra nenhuma! Olha como a desgraçada tá fazendo! Porra... Ela tava doida por isso!!! --- rebateu Fred, violando a garganta de Cecília. --- Aaaah... Delícia! Se ela me fizer gozar, lambo a xota e o cu dela! ---

--- Porra! Deixa ao menos a mão dela pra mim, seu merda!! --- disse Marlon puxando uma das mãos de Cecília para masturbá-lo.

---- Hahahaha... Olha! Olha como aquele boçal tá fazendo tua amiguinha engolir vara? Hahaha... Vai! Faz logo em mim, ou vai ficá pra trás! --- instigou Hans.

--- Huhu... Tô afim de engolir rola feito carne num espeto, mora? --- rebateu Dorothy.

Hans olhou para seu companheiro seriamente...

--- Aquela grana qui tu tá mi devendo, Duke...? ---

--- Nessa hora tu se lembra né, desgraçado? Tá belê! Ela é um pitelzinho... Pode ir primeiro! Curto a boquinha dela mais um pouco! --- respondeu com um sorriso irônico.

Dorothy ficou de quatro erguendo bastante sua traseira para Hans...

--- Me segurem! Quero uma foda bem louca!! --- sugeriu atrevida.

--- Vô fazê de você um carrinho de mão! --- disse Hans, preparando-se.

Ele segurou-a pelos quadris e empurrou o pênis na vagina dela... Habilmente segurou as pernas da menina, puxando-a para si.

--- Huuuungh... Q-que pica enorme!! --- gemeu ela.

--- Vai... Sacou o quê ela quer, seu mané? ---

--- Vá se fudê, Hans! Vai ensiná teu filho a fudê puta!! --- rebateu irritadiço.

--- Hehe... Ele já sabe! --- rebateu debochado.

Dorothy foi suspensa no ar... Segura por Hans e segurando-se em Duke, ela abocanou o membro deste e então os homens começaram a se mover nela.

--- Huuum... Que beleza! A bucetinha dela ainda é bem apertada! ---

--- Haha... E a boquinha dela é um tesouro! Hehe... Ok... Pau nela! ---

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

--- « Puah! » Aê… Eu também quero! --- manifestou-se Cecília.

--- Não seja por isso! ---

--- SAI FORA, MARLON! Ela chupô minha pica... Eu disse que se ela fizesse direito, eu lambia a xota e o cu dela! Pode ficá c’a boquinha dela agora; a bundinha dela vai ganhá umas lambidas! --- interviu Fred.

--- Porra... Tu num é meu pai pá ficá me dando ordens não, porra! ---

--- CALA A BOCA E BOTA LOGO ESSE TROÇO PRA MAGRELA CHUPÁ, SUA BESTA!! --- respondeu Fred.

 

Michelle prosseguia assistido àquela orgia... Seu estarrecimento havia diminuído; entretanto não deixava de se impressionar com a lascívia das meninas a mesma idade que ela e a tranqüilidade daqueles homens.

“--- Cara... Isso é estupro, num é? Tá... Essas minas vieram aqui por vontade própria; mas sei lá... ---”

--- Intrigada? --- indagou Ericsson.

--- Boladona!! ---

--- Isso é natural! --- respondeu despreocupado.

--- Isso é certo, tio? ---

--- Não; não é! --- prosseguiu Ericsson. --- De fato, o quê esses homens e eu estamos fazendo é crime, em vários sentidos... Quanto a essas meninas, é só diversão! ---

--- Por quê? ---

--- Quando crescemos, somos incumbidos de obedecermos às regras do Estado... Vamos sendo esclarecidos de leis e normas e à medida que nosso conhecimento sobre nossos direitos aumenta, sobre os deveres aumenta na mesma proporção! Somos livres como indivíduos; mas para o bem da comunidade nossa liberdade e cerceada! Não fosse isso, assassinato, roubo e estupro seriam encarados como algo natural e isso enfraqueceria a ordem... Sexo entre pessoas muito jovens também pode ser um sério problema à saúde de uma nação; por isso a pedofilia é crime grave nesta sociedade dita “moderna”... Mas crianças não são INOCENTES, crianças são IGNORANTES! “Inocência” é um mero conceito “angelical” e “poético” da humanidade! Essas meninas, por exemplo... Elas não são loucas, nem tão pouco foram empurradas a isso por mim, ou seja, lá outro adulto; foi opção delas! --- explicava Ericsson. --- Esses homens não têm histórico de pedofilia em suas vidas; mas tinham o desejo reprimido de fazerem sexo com uma menor de idade... Essas meninas tiveram relações sexuais violentas; mas ao invés de se retraírem e se fazerem de vítimas, decidiram fazer o quê bem entendessem com seus corpos... Eu não estou agenciando nenhuma delas... Se elas aceitarem dinheiro desses caras, eu não quero um centavo, como não quero deles... Assim como elas, eu faço isso por prazer, não por dinheiro! ---

Michelle fez uma careta pensativa...

--- Ficou confusa? --- indagou Ericsson.

--- Sim... ---

--- Não se preocupe! É assim mesmo! Agora, não fale muito... Quero ver o quê aqueles animais ali pretendem fazer agora! --- respondeu focando-se novamente no grupo à frente.

Dorothy e Cecília prosseguiam com seus parceiros... As coisas pareciam ainda mais acaloradas entre eles...

--- Aaaah... Dei uma gozada! --- murmurou Hans.

--- Libera aí a xereca dela! --- disse Duke.

--- Haha... É toda sua, seu bandido! --- disse desvencilhando-se dela.

--- Esperem... --- disse ela enquanto se colocava de pé.

--- Vai regular pra mim? --- indagou Duke.

--- Deita aí no chão! ---

Sem cerimônias ele deitou-se e a menina se pôs sobre ele...

--- Huuuungh... --- murmurava Dorothy enquanto agachava sobre o pênis dele. --- Aaaah... Isso... Deixa eu cavalgá nesse porco só um pouco? ---

--- Vai fundo! --- respondeu Hans. --- Mas depois eu vô querê teu cuzinho, puta! ---

--- Sério? Hehe... Tá... --- respondeu a menina com seu sorriso malicioso.

Ela começou a se mover incitando Duke... Sorria provocante e com um olhar ávido... Lambia os lábios denunciando uma travessura em sua mente...

--- Já foi cavalgado por uma menina, porco? ---

--- Hahaha... Nenhuma tão safada! --- respondeu debochado.

--- Sério? Eu sô muito gulosa... Uma vez eu cavalguei num moleque um pouco mais velho que eu e ele ficô dizendo: “Peraí! Peraí... Vai devagar, porra!” Foi ridículo! Ele parecia um mariquinha! Você vai fazê o mesmo se eu começá a sentá nessa coisa com vontade? --- perguntava ela.

--- Tenta e descobre! --- respondeu debochado.

Dorothy deu um sorriso maldoso e se apoiou com as mãos sobre o abdômen dele...

« PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF… »

--- ORA!? E não é que ela sabe se mexer direitinho? Foi desse jeito que você fez um molecote gemer feito uma mocinha? ---

--- Não... Foi desse jeito! --- respondeu Dorothy.

« PAH! PAH! PAH! PAH! PAH! PAH! PAH! »

--- Wooooow!! Hahahahaha… Agora eu acredito que tu fez um moleque chiar!! Haha... Vai! Eu num sô mais nenhum moleque, pirralha! Eu já fudi foi muito com uma puta mais velha que tu, desse jeito!! --- exclamava Duke ao vê-la cavalgar violentamente sobre ele. --- Hahaha... Cara... Dá pra sentir o útero dela batendo no meu pau!! ---

--- Filha da puta sortudo da porra!! --- ironizou Hans.

Enquanto isso, Cecília era currada por Marlon, que também usava sua vagina...

--- Uuuuh... Aaaah... Caralho! Gozei! ---

--- Certo... Agora é minha vez! --- disse Fred.

--- Hehe... Por que um di cada vez? ‘Cês num qué vir os dois ao mermo tempo? --- indagava Cecília espojada no chão.

--- Eu tava mesmo pensando numa porra dessas... --- disse Fred. --- Fica de pé, sua nojentinha! Tenho uma ideia perfeita pra você! ---

Prontamente Cecília ficou de pé e aproximou-se do homem, que a fez ficar de costas pêra ele.

--- Vai usá minha bunda? --- indagou esperançosa.

--- Tô cheio de vontade... Mas tenho uma ideia muito melhor!! ---

Ele a ergueu com as pernas arreganhadas e logo preencheu sua vagina com seu membro...

--- Marlon... Vem na xereca dela! ---

Ele ficou encarando Fred e a menina; entendeu intrigado com a sugestão, mas esperou alguma relutância dela...

--- Não tenho problema em esfregá meu pau no teu na buceta de uma mulher; mas essa pirralha agüenta?!? --- disse intrigado.

--- Enfia i discobre! --- respondeu Cecília, com um largo sorriso travesso.

Ele encarou-os intrigado novamente...

--- Ah... Porra! FODA-SE!!! --- exclamou avançando sobre eles.

--- Aaaah... Huuum... I-isso... Infia... Uuuh... --- Gemia a menina.

--- Caralho!! Já era meio apertada; mas agora... Aaah... Vai rasgá essa puta! --- murmurava Marlon.

--- Uuuh... Rasga nada! Ela agüenta a safada! Hehe... Vê se ela tá gritando? ---

--- Uh... Caralho, Fred! Mas tu é cruel, hein? ---

--- Aaah... Tu vê algum problema nisso, mina? ---

--- Uuuiii... N-não! Uuuh... Eu adoro!! Eu adorooo!!! --- exclamava desconcertada.

--- Ooooh... Entrou! --- disse Marlon, surpreso.

--- Agora mexe! Hah! É agora que o bicho pega!! --- exclamou Fred.

Cecília gemia desconcertada com dois fustigando sua vagina... Os homens se moviam cada vez mais forte.

--- AAAH... ISSO!! HAHA... ISSO!! AAAH... OLHA SÓ, DOROTHY... TEM DOIS CARA NA MINHA XERECA!! --- gritava ela à companheira.

--- Hehe... É? Eu sabia qui sua xereca borrachuda engolia fácil; mas essa mi surpreendeu!! Hahaha... Mas eu ainda num quero alargá a minha assim... Eu prefiro dois caras em mim... Um em cada buraco!! ---

Ela lançou um olhar sugestivo para Hans e esse logo compreendeu o quê deveria fazer... Sorriu satisfeito e atendeu à sugestão dela, posicionando-se na traseira dela.

--- Que bandidinha safada! Então é assim que gosta, é? Pois bem! Eu tava mesmo seco pelo seu cuzinho! Ei, Duke... Vamos dá a essa cachorrinha a parada que ela deseja? ---

--- Hehe... Manda bala! Quero ouvir ela latir levando pica encima e pica embaixo! --- respondeu segurando os braços da menina.

« CHOOOOP!! »

--- AAAAAIIII... --- gemeu Dorothy. --- Aaaaah... Malvado! Quase rasgô meu cuuuu... ---

--- Hahaha... Quer q’eu tire? --- debochou Hans.

--- Huhu... Eu quero que mexa essa merda! Haha... Seu bandido!! --- respondeu com um sorriso travesso.

 

Michelle olhava incrédula o que eles faziam com as meninas com o consentimento delas... Os movimentos intensos, as palavras indecorosas e os ganidos obscenos... Eram realmente um bando de animais em frenesi, fornicando intensamente naquele lugar sujo, impregnando-o ainda mais com a imundície de seus atos.

“--- Merda... Essa porra num vídeo num é a merma coisa que ao vivo! Caralho... Me acendeu! Vê esses caras fudendo desse jeito... Merda... Tá mi dando vontade! ---”

Ela levou as mãos entre as pernas... Fazia uma cara de desconforto; pois queria se tocar; mas havia sido recomendada a não fazer isso... Sua mente fantasiava várias situações; mas a mais latente, envolvia uma pessoa em específico...

--- T-tio Eric... T-tem banheiro nesse lugar? --- indagou receosa.

--- Logo ali... Mas não é limpo há tempos! --- respondeu apontando com sua cabeça.

--- O senhor me acompanha? Eu... Tenho medo de... --- balbuciava Michelle.

--- Vamos! Eles não darão falta de nós mesmo! --- respondeu Ericsson.

 

Eles entraram no banheiro feminino... O lugar era tão decrépito como todo o resto do lugar; mas havia ainda luzes... Michelle olhou para as paredes desgastadas e rabiscadas com toda a sorte de coisas... Havia no ar o cheiro de privadas imundas e ar saturado graças à pouca ventilação.

--- Quer q’eu te espere do lado de fora? ---

--- N-na verdade... Não vim aqui pra mijá... Eu saquei por que o tio disse pra não me masturbá na frente daqueles caras! São uns porcos e não pensariam duas vezes em vir encima de mim; e eu não saberia o quê fazer... Provavelmente acabaria fudida por eles! --- murmurava ela. --- Tio... O senhor sacou, num sacô? Tô pegando fogo de ver aquilo, e agora tô cheia de vontade... Mas eu não quero um vagabundo daqueles me comendo... Mas... O senhor é diferente... ---

Ele a encarou do alto de seus um metro e noventa de altura... Estava sério e analítico...

--- Na verdade, Michelle... Não sou assim “tão diferente” daqueles homens! Também sou um animal oportunista e agressivo; mas... Compreendo a vontade de quem se relaciona comigo! Mas, é amiga de minha sobrinha e ela lhe quer muito bem; por isso, eu não posso simplesmente avançar e me aproveitar de sua fragilidade momentânea! Se quiser q’eu lhe faça algo, vai ter que ser explícita em seus desejos... Desculpe; mas essa é minha condição! --- respondeu serenamente.

Ela ficou silenciosa e pensativa... Sabia que sua situação era vulnerável, entretanto ele ainda estava sendo gentil quanto ao fato dela ser amiga de sua sobrinha...

--- Então... --- disse começando a desabotoar seu short. --- Esquece q’eu sô amiga da Eva! ---

« SUUUUUP! »

Michelle arriou seu short e calcinha... Tirou-os colocando sobre o lavatório e então se voltou novamente para Ericsson...

--- Acho esse lugar horrível; mas tô com tanta vontade que nem ligo! Tio... Quer q’eu chupe teu pau como fez aquela puta? --- indagava com um olhar suplicante.

Ericsson avançou sobre a menina e ela não ofereceu nenhuma resistência... Segurou-a pelos cabelos aplicando-lhe um beijo obsceno, apertando seu corpo ao dela... Incondicionalmente ela se rendeu à sua vontade lasciva e retribuía o gesto, acariciando-o.

--- « Puh! » Isso não é necessário, por enquanto... Podemos até fazer isso em um lugar mais apropriado; mas neste momento... Vamos fazer aquilo que estamos mais ávidos! --- respondeu ele.

--- Tio... M-mi fode!! --- murmurou.

--- Hehe... Quero vê sua xereca antes! --- respondeu sorrindo maliciosamente.

Ele a ergueu colocando-a sobre o largo lavatório e afastando suas pernas... Ela deu um gritinho estridente, surpresa; mas não refutou o gesto inesperado... Ericsson afastou os lábios vaginais admirando-a.

--- Tem uma xerequinha muito convidativa, menina... O grelo é pequeno e delicado e os lábios internos são bem delicados... Parecem com os da minha filha! Huhu... Sua pele morena é deliciosamente excitante e esses pentelhinhos pretos... Imagino que já tenha experimentado alguém lhe lambendo a buceta... Mas... E esse buraquinho mais embaixo? --- indagava lascivo.

--- O cu? N-não... Nunca mi lamberam o cu não! Eu já dei; mas passei um gel pro cara metê... T-tio... ‘Cê falando assim dá vergonha! --- disse constrangida.

--- Quer parar? ---

--- N-não! --- respondeu encabulada. --- Se quer lamber, vai fundo... Mas também não vô mi contê e vô gemê, valeu? ---

Ericsson deu um sádico sorriso e enfiou-se ainda mais entre as pernas de Michelle, alcançando suas partes íntimas com seu rosto.

« SLIIIIIP... SLIIIIIIIP... SLIIIIIIIIP... »

Ele então começou a lamber o ânus de Michelle... A menina segurava-se para não gemer vergonhosamente, apesar da bravata de que gemeria despreocupada... Mordia os lábios e fazia caretas desconcertadas enquanto era instigada.

--- V-você não sente nojo? Esse lugar...? ---

--- Não faça perguntas bobas, menina! Ao invés disso, relaxe um pouco! Aproveite o estímulo! --- respondeu sério.

« PUT... »

--- AI? --- surpreendeu-se ao sentir a ponta do dedo dele em seu ânus. --- V-vai me dedá? ---

« SLIIIIIIIIP... »

--- Huuuuumm... --- gemia enquanto seu ânus era invadido lentamente.

Ericsson havia enfiado boa parte de seu dedo máximo no ânus dela e o movia lentamente... Sua respiração quente entre as pernas da menina a instigavam ainda mais...

--- Percebo seu grelo levantar... Gosta do que faço? ---

--- S-sim! E-eu já levei uma dedada aí; mas não como ‘cê tá fazendo... É muito... Bom... --- balbuciava.

--- Então sinta isso! ---

Estimulando-lhe o ânus, ele começou a lamber sua vulva e o que mais havia com habilidade... Michelle começou a gemer, cedendo aos estímulos cada vez mais intensos...

--- M-mais... Mais rápido! Aaah... C-caralho... Isso é bom... Eu tô sentindo seu dedão lá no fundo... Desse jeito, vai tirá merda da minha bunda... Uuuh... S-sinto um pouco de vergonha... Não tem medo d’eu cagá na sua mão? ---

--- Se quiser fazer, faça! Só não se segure! Isso é pra que desfrute, não que sofra! Huhu... Eu não ligo! Estou adorando sua bucetinha suada e melada de tensão e ansiedade; mas quero que fique excitada... Diga palavras indecorosas e obscenas... Não tem ninguém aqui além de nós! --- instigava Ericsson.

--- D-desculpa! Eu sô meio retraída na frente de um adulto... ---

--- Então ignore! Pense que temos a mesma idade! --- respondeu ele.

--- Tá... --- respondeu encabulada.

Ele prosseguiu estimulando-a... Seus estímulos iam ficando mais intensos junto com os gemidos de Michelle, cada vez mais altos.

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

--- AAAH... HUUUM... M-MAIS!! AAAH… MAIS… M-MEU CU QUER MAIS!!! ---

--- Hehe... Então... Sente-se bem pelo cuzinho? --- indagou Ericsson. --- Quer algo mais grosso e comprido dentro dele? ---

--- QUERO!! EU QUERO!! --- exclamou convicta.

--- Então peça! ---

--- F-fode o meu cu, tio! --- murmurou ela.

--- Desculpe... Eu não ouvi... Poderia repetir mais alto? ---

--- Fode o meu cu, tio!!! --- repetiu ela.

Ericsson se pôs de pé e abriu o fecho de sua calça... Seu pênis estava ereto e firme; contudo...

--- Eu não ouvi direito... O quê é mesmo o quê você quer pirralha? --- indagou com um ar opressor.

Ela ficou encarando-o perplexa... Ele estava totalmente transformado e emanava uma aura ameaçadora... Michelle olhou para o membro ereto e ficou hesitante...

Uns instantes se passaram e ele prosseguia em silêncio inquiridor... Exigia dela uma resposta adequada para prosseguir com sua perversão...

--- Quero que me foda... Seu... Seu merda!! --- disse ela, seriamente.

Ele sorriu para ela e então segurou seu braço com força, puxando-a de cima do lavatório... Sem dizer nada a fez seguir pelo banheiro até o reservado de uma privada, abriu a porta e a fez entrar bruscamente...

--- Se apóie e empine essa bunda pra mim, puta! Ande! --- ordenou.

Ela olhou para a privada imunda e havia apenas a caixa de descarga limpa para se apoiar... O cheiro ali era ainda mais forte...

--- Vai fazer isso aqui? ---

--- Se não é o quê você quer, me sugira algo! --- respondeu incisivo. --- Agora, se não está a fim q’eu foda seu rabinho magricela neste chiqueiro, me convença; ou eu irei te dá um tapa! ---

Ela percebeu que ele falava sério... Ela o havia provocado e estava em um caminho sem volta...

--- Quer saber? --- disse Michelle. --- Foda-se... Ou melhor... FODA-ME!! ---

Ela se apoiou na caixa de louça, empinando sua traseira como ele sugeriu... Ericsson sorriu satisfeito e segurou-lhe as nádegas, colocando seu pênis entre elas, esfregando-o.

--- Ainda não me pediu adequadamente, menina! Se vai fazer sexo com um cara num lugar como esse, tem que mergulhar no clima! Ande, não temos o dia todo!! Eu não farei a menos que me peça!! ---

Ela bufou ansiosa... Não entendia o porquê daquela encenação; mas ao fim...

--- ANDA FILHO DA PUTA! MI FODE!! TÁ ACHANDO Q’EU QUERO FICÁ OLHANDO PRA ESSA BOSTA DE GRAÇA? JÁ TÔ C’O MEU CU PRA VOCÊ, META ESSA MERDA NELE E ME FODE!! --- gritou aparentemente furiosa.

--- Assim é bem melhor! --- respondeu Ericsson com seu sorriso sádico.

« CHOOOOOOOOP!! »

--- AAAAAH!!! --- gritou Michelle ao ter seu ânus empalado.

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

« CHOP, CHOP, CHOP, CHOP... »

Ele enfiava seu pênis com força segurando os quadris dela, forçando-a... Michelle olhava para a privada e bufava sendo fustigada intensamente.

--- Aaaah... Aaah... C-caralho! Seu pau quase rasgô minha bunda; mas eu... Eu tô adorando!! Aaah... Aaah... Isso! Mete! Mete essa trolha no meu rabo!! --- murmurava desconcertada.

--- Arf... Arf... Seu cuzinho é mesmo apertado! Hehe... Tava ansiosa por isso, não tava? Um cara como eu... Adulto, vigoroso, com um pinto longo e grosso enterrando no seu buraco... Diga menina... Quantas vezes deixaram de comer teu cu achando que você era um viadinho? ---

--- Arf... Arf... U-uma porrada de vezes! Arf... Arf... E uns qui via q’eu era garota desistia, por que tava a fim de comê muleque... Arf... Uuuh... Delícia! Aaah... Não pára! Mete mais!! Mete mais forte!! --- gemia Michelle.

--- Vai me deixá fazer o que quiser contigo? ---

--- Sim! Só não pare!! --- respondeu sem hesitar.

--- Huhu... Eu sou um homem violento... Acha que agüenta? ---

--- Aguento!! Eu aguento... Só não pare!!! --- respondia extasiada.

--- Tem vergonha de ser puta? ---

--- Não! --- respondeu Michelle.

--- Então diga!! ---

--- Eu sô puta! --- respondeu.

--- Mais alto! Me convença!!! ---

--- EU SÔ PUTA!! --- gritou em plenos pulmões.

--- Tá vendo essa merda aí? Tá com nojo? ---

--- Eu não ligo!! --- respondeu ela.

--- Ótimo... Você tá na minha frente e se ocupando do meu pau; então farei de VOCÊ minha PRIVADA e vou encher seu cuzinho com MIJO!! ---

“--- Hã?! Ele tá falando sério? Ele vai mijá dentro do meu cu? Isso... Isso é nojento... Ele não pode tá... ---” pensava indignada.

--- Aaaaah... --- suspirou Ericsson, se aliviando.

« PSHSSSSSSSSSSSS... »

--- Huuuungh?! ‘Cê... ‘Cê tá mermo mijando?! --- surpreendeu-se Michelle. --- Tá enchendo! Tá enchendo minha bunda com mijo?! Aaaah... S-seu... Seu porco!! ---

--- Aaaah... Huuum... Fale o quê quiser menina! Uuuuh... Sinto seu cuzinho beber meu “chá quente” com vontade! Huuuum... Quase tão bom quanto o cuzinho da Millie! Ela só falta se derreter quando eu faço isso nela! --- deleitava-se Ericsson. --- Aaaah... Pronto! Agora eu posso prosseguir! ---

--- Hum?! Não vai tirar pr’eu pôr esse mijo pra fora?! ---

--- Eu ainda não gozei, nem você... Disse que me deixaria fazer o quê quisesse contigo, lembra? Isso está tão ruim a ponto de me pedir para parar? --- indagava Ericsson, segurando-a com força.

Michelle ficou olhado emburrada para ele... Ericsson não tinha mais um olhar incisivo, mas seu sorriso malicioso causava desconforto em Michelle.

--- Na verdade... É estranho... Sinto minha tripa cheia e meio estranha... Mas... Isso mexe comigo... Tá... Prossiga! --- respondeu desconcertada.

Ele levou a mão ao rosto dela e a encarou...

--- Estou abusando de você, menina... Mas lembre-se, foi você quem consentiu! Ainda que fale pra qualquer um o quê fizemos, foi você quem me autorizou a violar e perverter sua traseira juvenil deste jeito... Não se envergonhe, desfrute ou assuma que não era o quê esperava que fosse... Cometemos erros que não podemos corrigir, apenas vivemos com eles... Vai ter muitas experiências; se serão ou não agradáveis, depende de você! Agora... Está mesmo decidida a prosseguir? Pois se eu recomeçar aqui, eu não irei parar até que nós dois ou eu esteja satisfeito, entende? ---

Ela pensou um instante e então deu sua resposta...

--- É difícil pensá com minha bunda cheia de mijo e um talo grosso desses entalado nela... Heh... Fodemos agora; pensamos nisso depois, qui tal? ---

Ele deu um sorriso amigável balançou a cabeça e...

--- Huhu... É uma sábia decisão! ---

« GUSH!! »

--- ENTÃO... PREPARE-SE PARA SER SACUDIDA, PUTA!! --- exclamou Ericsson, segurando os braços de Michelle, voltando-os para trás.

« PAH! PAH! PAH! PAH! PAH! PAH! PAH! »

« PAH! PAH! PAH! PAH! PAH! PAH! PAH! »

--- AAAH... AAAH... P-PORRA?! PORRAAAH?! AAAH… TIOOO… MERDA!! MERDAAA!!! --- exclamava ela sendo fustigada intensamente. --- AAAH... CARALHOO!!! AAAAH... SEU MALUCO! FILHO DA PUTA!! AAAH... DESSE JEITO... DESSE JEITO EU VÔ QUEBRÁ! AAAH... ISSO!! AAAH... MI FODE!! AAAH... ISSO!! AAAH... FODE! FODE MEU CU!! AAAH... ---

--- HAHAHA... DECIDA-SE! HAHAHA... TÁ GOSTANDO? --- indagava altivo.

--- TÔ!! AAAH... HUUUMM... EU TÔ!! CARALHO!! AAAH... ESSA PIRÓCA NA MINHA BUNDA... AAAH... EU VÔ PIRÁ!!! --- gritava desconcertada.

--- Huuunf... Huuunf... Aperta! Aperta meu pau! Huuunf... Isso!! Eu vô enchê seu rabo com minha porra! Arf... O meu saco já começou a latejar batendo nas suas coxas deliciosas!! Aaaf... Você é uma delícia, menina!! ---

--- Aaaah... Diga o meu nome!! --- suplicou.

--- Michelle! ---

--- Mais... Mais... Por favor, Eric... Mais!! --- suplicava Michelle.

--- Michelle... Você é uma delícia! Sua pele... Seus peitinhos duros... E essa bundinha gulosa!! Eu tô adorando!! Tô adorando fudê seu rabinho!! Ande! Gema! Gema pra mim, Michelle... GEMA!!! ---

--- AAAAHNNN... EEEERIC... AAAAHNNN... EU VÔ PIRÁÁÁÁ!!! ---

« PAH! PAH! PAH! PAH! PAH! PAH! PAH! »

« PAH! PAH! PAH! PAH! PAH! PAH! PAH! »

--- Aaaah… Aaaah… Eu vô gozá… Uuuuh… --- gemia ericsson, fustigando-a.

--- Aaaah... E-eu... Eu também... I-isso é estranhoo... Aaaahnnn... HUUUUUUUUNGH!! --- gemeu Michelle em um orgasmo intenso.

--- Ooooh... Seu cu... Apertou o meu pau... Ooooh... ---

« SPLUUUUUUUUUUUSH!!! »

--- AAAAHNNNN!?? --- gritou Michelle sendo inundada pelo intenso ejaculo em seu ânus.

Ela estava suada e desconcertada... Ele a segurava pelos braços, mantendo o pênis nela.

--- Arf... Arf... M-mais uma... --- murmurou ela.

--- Hehehe... Por um acaso eu ouvi você dizer “mais uma”? --- indagou irônico.

--- É demais pra um tiozinho vagabundo feito você, tio Eric? --- rebateu Michelle.

Ele sorriu satisfeito com a ironia dela... Ergueu-lhe o torso e projetou-se para ela.

--- Aprendeu a responder com ironia russa, querida Michelle? Que delicioso! Em consideração a isso, te ensinarei mais umas coisinhas... Uma delas é: nunca ironize um russo que está com a arma dele enfiada em você! ---

--- Achei que tu fosse americano... --- rebateu com um sorriso debochado. --- Mas tá belê! Me mostra aí mais um pouco, tio! ---

Eles se beijaram intensamente... Ela se remexia instigando-o, enquanto ele fazia o mesmo nela.

--- Huhuhu... Então vamos... Mais uma vez! --- disse ele, preparando-se.

CONTINUA...

 



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