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História My Distraction - Capítulo 11


Escrita por: e bea031205


Notas do Autor


Oi gente.
Desculpa nós duas por não ter postado o cap antes, é que agora vai entrar em uma parte da história que a gente vai ter que desenvolver mais os acontecimentos.
Por isso a gente vai demorar para postar os capítulos.
Porém, vamos tentar postar 2 em cada semana, e se der 3 por semana.
Não vai ter dias específicos tá legal?
Sabemos também, que esse capítulo tá meio ruim, mas relevem porque o próximo...

INSPIRADA* na história da @Prettygirl_Me

Capítulo 11 - Capítulo 10


Fugir...


1.
transitivo indireto e intransitivo e pronominal
escapar(-se), desviar(-se) precipitadamente de (perigo, pessoa ou algo ameaçador, desagradável ou tentador).
"f. às tentações, f. dos credores"


2.
transitivo indireto
retirar-se de, deixar (local, região etc.) por qualquer motivo; abandonar.


Mãe...


1.
mulher que deu à luz, que cria ou criou um ou mais filhos.


2.
fêmea de animal que teve crias ou que cuida ou cuidou delas.


3.
POR EXTENSÃO
pessoa que dispensa cuidados maternais, que protege, que dá assistência a quem precisa.


Charllotte passou o dia todo esperando pelo ex-agente.
Mas, não teve nenhum sinal de seu alvo.
Havia o procurado por todos os lados, tinha perguntado a Pogo, que lhe disse que não sabia de nada.
Se arriscou até perguntar a mãe robô dele, mas ela também disse que o garoto não falava com ela a muito tempo.
Perguntou até a Allison e Luther na hora do café, mas os dois não tinham nenhuma informação do garoto.
Lotte já devia ter imaginado que o menino sumiria de uma hora para outra. Mas isso a deixava de certa forma frustrada.
Como podia sumir quando quisesse,? E por sinal dar explicações a ninguém?
A agente sentia que talvez fosse sua culpa o garoto não estar em casa.
Ela se tia que o surto que teve na noite anterior o tivessem espantado, se não por qual motivo ele teria saído sem avisar?
Talvez tivesse achado ela fraca e estupida demais para o ajudar.
Mas a questão é que a garota não tinha esses surtos do nada, quase sempre eram ao lembrar de seu passado, da vida seu ela perdeu.
E ao lembrar da data ela simplesmente perdeu o controle, foi naquele dia a anos atrás, depois do terrível acontecimento que sua vida mudou totalmente, e sabia se era para melhor ou pior.
Era estranho para a garota, passou a vida inteira sem confiar em alguém, para escutar, o mínimo que fosse sobre seu passado e com Five, ela tinha se aberto tão fácil.
Por mais que não quisesse admitir, o menino rabugento e mal educado, trazia uma paz e afeto a Lotte, que ela nunca tinha sentido antes, não pelo menos naquela intensidade.
Ainda assim, quando visse Cinco novamente, trataria de lhe dar um belo de um soco em seu rosto.
Não gostava que ele tivesse deixado a garota sozinha naquela casa que parecia ter se pertido na época dos anos 90.
Sempre dizia em sua mente as mesmas coisas sobre a casa, gélida, solitária e massante.
Ela odiava aquilo, e ficar dentro da casa, só piorava o mal humor dela.
Lotte até poderia sair e procurar o garoto, mas não conhecia aquela região. Nunca chegou realmente a viver naquela época.


Charllotte pensou que Cinco não apareceria, por isso apenas se contentou a andar pelos corredores da casa.
Ela entrava por todos os cômodos da casa, e eram tantos que ela nem podia contar.
Uma partes dela queria saber como era viver na casa, e outro não queria fazer ideia de como era viver lá. Sua infância, e adolescência, já tinham sido traumatizantes o suficiente.
No período da tarde, passou lendo alguns livros da grande estante da casa. Pensou até em terminar o livro da Vanya, mas algo nele a deixava triste.
Então decidiu ler algum qualquer.


Quando a noite já caí, a porta da casa foi aberta e a garota olhou esperançosa para ela esperando que fosse Cinco, mas não era.
Vanya entrou com as mãos em seu sobretudo cinza, como sempre e ao ver a Gillis ali, andou em sua direção.
O estanho é que Alisson estava com ela, e as duas conversavam como se fossem amigas a anos.
- Olá Charllotte- ela parecia feliz, coisa que raramente o rosto da mulher tinha- Como vai?
- Bem.- ela sorriu e Lotte retribuiu o sorriso a mulher- eu só estava estava lendo um pouco para passar o tempo. E você?
- Bem, super bem acho- respondeu a morena, e depois olhou ao redor da sala- onde está o Five?- a garota soltou um riso nasalado, como forma de ironia e depois respondeu inrritada.
- Se souber onde ele está pode me contar, também queria saber- ela bufou e Vanya juntou as sombrancelhas- ele some do nada e nunca avisa a ninguém, e eu fico aqui esperando que ele volte logo.- Allison riu, e depois disse.
- Típico dele. Dês de criança ele é assim, se acostume.
- É, ele pensa que as outras pessoas o trapalham- a mais baixa concluiu. E Charllotte bufou mais uma vez
- Não muda o fato que quero dar um belo de um soco na cara dele- ambas as mulheres riram da expressão facial que a garota fez.
Lotte para as duas, era uma pessoa muito interessante.
Alisson de sentiu no sofá, e respirou fundo.
- Acho que Luther logo chegará com os outros.
- Pra quê?- a Gillis perguntou curiosa.
– Reunião de família! Não é uma ótima notícia?- o sarcasmo na voz da atriz era perceptível.
E Lotte não pode deixar de rir. Como não tinha gostado de Allison antes?
– Klaus e Five?- ela perguntou, como se fosse os dois que faltavam para a reunião da família Hargreeves.
– E Diego- Vanya acrescentou.
Esse irmão Charllotte não conhecia e se perguntava se ele era piscologicamente fidido como seus irmãos.
A porta casa foi aberta e a agente pode escutar a voz de Klaus falar algo sem parar como se fosse a coisa amai importante do mundo.
Ao lado dele vinham Luther e um homen de roupa preta engraçada.
Aquele devia ser Diego.
Mas não havia nenhum sinal de Five com eles.
Assim que a viu, número 4 correu para se sentar ao lado da garota no sofá.
E passou seu braço pelos ombros dela.
– Ouh, pequena Charllotte, como está você?- ele disse em uma voz divertida e a garota deu um sorriso.
Klaus era incrível.
– Bem, eu acho.
Os dois olharam para os outros que estavam na sala de pé.
– Cadê o Cinco?- dessa vez quem perguntou foi a atriz.
– Ele disse que tinha coisas mais importantes para resolver- Luther disse e depois deu de ombros.
– É. E ficou olhando para aquele prédio estranho, como se fosse um piscicopata, e falando com aquela boneca estranha dele- Klaus brincou.- Como aguenta ele?
A garota riu antes de responder.
– E quem disse que eu o aguento? Onde ele está?- ela perguntou mesmo já sabendo a resposta.
– No prédio do olhou- o homem disse simplório- ele pirou de vez se quer saber.
Ela já imaginava que ele estaria lá. Tinha ficado super paranóico por não conseguir a informação que queria, e agora ficaria lá até saber.
– O quê! Vamos ao que interessa- Diego disse rápido- então Luther o que tem para nós mostrar?- ele nem reparou na menina ou se quer perguntou quem ela era. Talvez não se importasse, ou já soubesse.
Ela ficou feliz, não gostava de se apresentar as pessoas.
Bem teve que fazer muito isso antigamente.


12 de abril de 2003


Ottawa- Canadá


A menina se olhava no espelho ajeitando o vestido azul claro e branco mais uma vez.
Tinha que estar impecável, precisava ser perfeita, algo que a garota não estava acostumada a fazer.
Ela olhou mais uma vez sua aparência antes de sair do quarto.
Ela usava uma fita branca em seu cabelo e sapatos da mesma cor.
Ela andava calmamente para não fazer barulho, era a primeira coisa que a senhora lhe havia ensinado.
"Uma dama, precisa se comportar como uma. Mas, não ao andar. Ao andar a dama deve ser um gracioso cisne"
Mas não era fácil para a adolescente.
Tinha que manter a postura correta, andar corretamente e tocar perfeitamente.
O nervosismo a consumia, sua mãe adotiva, uma senhora de 58 anos receberia pessoas importantes naquela tarde, na hora do chá, e a garota morena ficarão piano para os convidados.
Ela sentia sua mão suar, se algo desse errado seria cruelmente castigada, e não podia deixar isso acontecer.
Não comia a dias e sua barriga roncava.
Tinha que deixar o nervosismo se esvaziar de seu corpo.
Parecer calma em situações de stress e nervosismo era essencial.
Tinha que parecer estar bem, tinha que fingir e mentir.
Algo que a de azul sabia muito bem o que era.
Ela desceu as escadas com delicadeza e sutileza.
E logo apareceu na sala de visitas da senhora.
A mais velha olhou para a garota, e a analisou de cima a baixo apenas com olhos, não queria se dar ao trabalho de ter que se levantar de seu sofá confortável.
– Bem, pelo menos está apresentável- a voz rígida e frígida da mulher soou nós ouvidos da garota.- vamos Charllotte se aprese. Ande logo para o piano e começe a tocar, logo meus queridos amigos iram chegar.
A menor apenas assentiu com a cabeça e se sentou no piano que ali tinha.
Ela começou a tocar as teclas do piano com delicadeza, e tentando não errar nenhuma das notas da partitura que estava a sua frente.
A morena podia escutar as conversas e vozes que logo se formavam no local e ela continuava tocando, podia até dizer que nem sentia mais suas mãos, quem dirá seus dedos.
Sua mão já doía, e para piorar suavam, o que dificultou na hora de tocar.
– Charllotte querida.- a voz da dona da casa se fez presente nos ouvidos da garota- venha aqui meu bem, querem todos te conhecer.
A música logo parou, porque a menina parou de tocar o instrumento e se levantou cuidadosamente do banquinho em que estava sentada.
Ela andou devagar e calmamente, tentando se lembrar de todas as regras de etiqueta que a tinham ensinado nesse ano inteiro, de aprendizado.
Ela parou, a onde estava todos podiam olhar para ela.
A menina colocou as mãos para trás e ajeitou a postura.
A morena não teve muito tempo de contar quantas pessoas tinham na sala exatamente, estava muito nervosa para isso.
Mas, com certeza tinha mais que cinco.
– Vamos lá querida se apresente- a senhora disse parecendo ser simpática, coisa que ela só fazia na frente de outras pessoas.
A garota engoliu um seco, e tentou fazer sua voz parecer o mais calma e firme possível.
– Meu nome é Charllotte Gillis. Eu tenho 13 anos, eu toco piano e estou aprendendo a tocar o violão celo. Falo inglês, francês, espanhol e um pouco de russo.
Ela pode ver as pessoas na sala conversarem uma com as outras, e balançando as suas  cabeças em aprovação.
– Realmente uma menina adorável e de muitos talentos, um ótimo trabalho Sra. Moustier.- uma das poucas mulheres na sala pronunciou, e Charllotte pode ver a mesma sorrir e estufar um pouco o peito.
– Querida, pode voltar a tocar para nós, por favor.
A morena voltou a se sentar no piano e tocar as teclas novamente.
Suas mãos voltaram a doer, mas teria que aguentar, tinha muito tempo ainda para continuar tocando.

Atualmente

Charllotte voltou a realidade quando escutou o barulho de Allison e Luther descendo as escadas.
Em que momento eles tinham subido lá para cima?
Eles traziam com eles, uma televisão com um aparelho para fita cassete, e uma fita cassete.
Os dois trouxeram os aparelhos para a sala onde todos estavam esperando.
Lotte podia sair daquela reunião de família estranha e ir atrás do ex-agente, agora que sabia a onde o mesmo se encontrava.
Mas, algo a fez ficar: 1° porque ela queria muito ver a briga de família rolando, ela adorava discussões familiares. 2° porque estava brava com Five por ter sumido e a deixado aí.
O menino estava cada vez mais paranóico com fim do mundo, e a agente sabia que até certo ponto, o menino não sabia ideia do que fazer.
Então ela apenas ficou sentada no sofá como os outros.
Voltando aos dois irmãos com os aparelhos, eles montaram tudo ali no local rapidamente.
– O que é isso?- Diego perguntou se levantando. Sua face tinha uma expressão séria, como se a presença de todos ali o incomodavam.
– Eu encontrei uma gravação das câmeras de segurança do quarto do papai- Allison respondeu, terminando de instalar os aparelhos- Do dia em que ele morreu- concluiu sua fala e Lotte pode ver Diego assentir.
– Mas, o que isso tem a ver com a nossa mãe?- perguntou ele. Luther se virou para encara-lo antes de responder.
– Você vai ver.
A atriz apertou o botão do player e todos se levantaram para poder chegar mais perto do aparelho, inclusive a Gillis que está a curiosa para ver o vídeo.
E em volta da pequena televisão formaram um aglomerado, querendo ver do que se tratava a vídeo.
A filmagem começou normal, Grace usando suas mesmas vestimentas de sempre, sua blusa branca e a saia rosa de bolinhas cor do céu. Seu sorriso diário estava em seu rosto, enquanto um senhor- que Charllotte deduziu ser o pai deles Sr. Reginald- estava de preparando para dormir,e tomar uma bebida quente antes de se deitar para dormir. Foi quando o acontecimento aconteceu. A mulher se inclinou sobre o homem e depois se afastou andando até a porta e ficando paradas na frente dela com um sorriso no rosto.
Reginald Hargreeves, colocou a mão no pescoço, como sinal que não conseguia respirar, se mexendo em forma de pedir ajuda a robô, que apenas ficava parada na porta, esperando que ele morresse. O mesmo sorriso continuava em seu rosto, como se não percebesse que o homem estava morrendo em sua frente.
Quando a gravação acabou Diego pediu para que passasem de novo. E de novo. E de novo. E de novo. Ele parecia descrente sobre a hipótese que a mãe dele poderia matar seu pai. Não acreditava no que via.
– Vocês acreditam mesmo que a mamãe possa ter matado nosso pai?- Vanya perguntou descrente e incrédula para Luther, que respondeu grosso.
– Faz tempo que saiu de casa Vanya. Talvez você não conheça mais a Grace- ele disse depois voltou a olhar o vídeo que se passava novamente na televisão.
Charllotte quase soltou um insulto para defender a mais baixa, mas se conteve, não queria mais brigar com nenhum dos irmãos Hargreeves, ainda mais com o brutamonte a sua frente.
– Se ele tivesse sido envenenado apareceria no relatório do legista- Diego respondeu impaciente. E era como Lotte pensou ele não acreditava nas gravações.
– Não preciso de nenhum relatório para me dizer o que estou vendo com os meus próprios olhos- Luther respondeu irônico e Lotte teve a vontade enorme de dar um soco no rosto do homem.
Ele a inrritava facilmente e ela não sabia o porquê.
– Talvez a falta de gravidade tenha mexido com a sua cabeça- Diego disse bravo e inrritado para o irmão.
Uau, Luther tinha ido a lua, que demais.
Sentiu a curiosidade de perguntar mais sobre o assunto, mas aquele não era o momento certo.
Diego volta a fita mais uma vez e aponta Narrando os acontecimentos.
– Olhe aqui. Olhe mais perto. Papai está com o monuculo. Mamãe se levanta. O monuculo sumiu.
– Sim!- concordou Klaus ao lado de Charllotte.
– Ela não estava o envenenado, estava pegando o monóculo para limpá-lo.- ele se afastou indo em direção ao sofá.
– Então, a onde ele está?- Luther perguntou, o olhando- Procurei pela casa inteira e não encontrei, procurei até nas coisas dela e nada.
– Isso é porque eu tirei dela- Diego respondeu- Depois do funeral.
– Estava com ele esse tempo todo? - Allison dessa vez perguntou ao irmão.
Charllotte sabia no que isso iria dar, então apenas saiu da sala, não aguentaria ver todos eles brigando e discutindo.
Eles tinham que aproveitar, por mais que tivessem perdido seu pai, ainda tinham uns aos outros.
Se fosse ela no lugar deles, ela aproveitaria.
Porque ela faria de tudo para ter sua irmã mais velha viva e com ela. Faria de tudo 9ra ter Sabrina ao seu lado.
Se precissace daria a sua vida, para que ela pudesse viver.






Notas Finais


Aí próximo capítulo vamos dar olá para o nossos amigos Hazel e Cha-Cha ✌️


Bjss


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