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História My Distraction - Capítulo 12


Escrita por: e bea031205


Notas do Autor


INSPIRADA* na história da @Prettygirl_Me

Só falamos: Porradaria e tiro, rapaziada

Capítulo 12 - Capítulo 11


(1/3) nessa semana

Confusão...


1.
ato ou efeito de confundir(-se).

2.
estado do que é ou se encontra confundido, misturado.

3.
ato ou efeito de tomar uma pessoa ou uma coisa por outra; equívoco, engano.

4.
conflito entre duas ou mais pessoas por falta de concordância a respeito de algo; discórdia, desentendimento, briga.

5.
perturbação da ordem; desordem, tumulto, baderna.

6.
mistura confusa, desordenada, de seres ou coisas; mixórdia, misturada.

7.
falta de ordem; desarrumação, bagunça.

8.
deficiência de método; falta de clareza, de exatidão.

Charllotte se sentia solitária.
Durante parte de sua vida esse sentimento sempre foi o mais sentindo pela garota.
Dês da adolescência até a idade adulta, de alguma forma sempre se sentiu solitária e excluída.
Nunca sentiu que nenhum lugar era o seu lugar.
A Gillis estava no quarto de Cinco, olhando para teto enquanto pensava, os raios de Sol já não estavam no céu a pouco tempo.
A agente pensava no que faria. Ela queria ter tido uma vida normal, e comum, talvez assim tomar uma decisão seria mais fácil.
Isso no caso era insano considerando que a tentar ter uma vida assim, só piorou mais o seu estado mental, ao tentar ser normal, foi solitária, e agora era solitária talvez pelo resto de sua vida.
As chances de tentar ser normal fizeram ela ser o que ela era hoje.
Uma funcionária da comissão. Até por um tempo pensou em sair do local, pensou em sair da empresa.
Mas não se lembrava oq ué tinha feito a ficar, a lealdade pelo lugar que lhe deu uma vida, ou o medo nunca se encaixar na sociedade humana.
As vezes ela se recordava do que tinha acontecido para toda sua vida sair dos eixos. Talvez se sua irmã não tivesse morrido, ela ainda seria feliz ao lado da irmã.
Lotte moveu seu olhar para o relógio que o garoto tinha no quarto, e suspirou ao ver o horário. 20: 09 PM.
Ela se perguntou quando Five voltaria, se ele voltaria.
Pensou que talvez ele estivesse em apuros, ou até morto.
As duas opções fizeram Charllotte ficar proucupada.
Sabia que o menino poderia muito bem se virar sozinho, e também ele era um bom agente, pelo menos imaginava isso.
De qualquer forma não deixou de se preocupar, o ex-agente era importante para a menina de alguma forma e por isso, desejava aos céus que ele estivesse vivo e bem.
O garoto podia não ser tão ruim quando quisesse, mas tudo que ele atraí eram problemas. Era difícil para a garota lidar com isso, mas se sentia realmente viva ao lado do garoto, coisa que não se lembrava de ter sentido a anos.

Ela não queira mata-lo.

Charllotte arregalou os olhos quando chegou a essa conclusão. Ela se levantou da cama rápido, ficando sentada nela.
Sua cabeça doía pela velocidade que tinha feito a ação, mas nada era tão importante quanto aquilo.
Ela não podia querer nada, tinha que seguir a missão que tinham dado a ela.
Mas a ideia de tirar a vida do garoto se tão, insana e doentia que fazia a Gilli se sentir um monstro, como se todas as coisas ruins que ela tinha feito, não eram tão ruins quanto a ideia de tirar a vida do garoto.
Charllotte se sentia pressionada pelo desejo de mantê-lo bem e seguro, mesmo com seus comentários inrritados e arrogantes e com a sua paixão por um manequim que chamava de Dolores.
O ex-agente a fazia se sentir bem, segura e de certa forma amada, como havia se sentindo em um passado distante. E ela não queria perder aquilo. Não de novo.
Ela se levantou da cama e se espreguiçou.
Pensava pensar, realmente pensar.
E a melhor forma de fazer isso era com bebida alcoólica.
Nada melhor que alguns shots de vodka para manter a mente funcionando bem.
E confie nas palavras de Lotte, ela pensava muito melhor quando não estava sóbria e racional.
Ela seguia em busca da escada para poder chegar ao andar principal e pegar uma bebida.
Ao passar por uma porta entre-aberta pode ver respingos de água, e imaginou que alguém tomava banho.
Ao escutar a voz de Klaus cantarolando teve a certeza daquilo, e pensou que ele devia tomar banho de porta fechada, mas ignorou e continuou sua busca pela escada.
Por mais que ela já tivesse andado pela casa milhões de vezes, ela nunca saberia se localizar no lugar.
Tudo parecia tão igual, que nunca sabia exatamente a onde estava.
Ela conseguiu achar a escada e desceu até o andar inferior e foi em busca de um armário de bebidas.
Quando o achou, fez uma cara de desanimada.
Era igual ela tinha pensado, o armário não continha nem iam vodka, apenas garrafas de whisky e algumas de vinho.
Porp que ricos tinham que ser tão frufrus em relação a bebidas?
Além disso o armário estava trancado, e não queira quebrar o vidro do móvel que parecia valer uma fortuna.
Se contentou em apenas beber um copo de suco então foi até a cozinha.
Ela pegou a bebida na geladeira e logo encheu o copo e bebeu todo o conteúdo dentro dele.
Mesmo dessa forma ainda não conseguia tomar uma decisão ao que fazer.
Mas ela não teria tempo para isso, só que ela não sabia disso ainda.
Ao voltar para sala, se jogou no sofá se deitando no mesmo.
Ela fechou os olhos e tentou relaxar, remover toda a preocupação de sua mente e pensar com clareza.
Pensar o que seria melhor para ela, nas duas opções de decisões que poderia tomar. Pelo que queria lutar. Foi quando um som encoou por toda a casa.

Tiros, muitos tiros.

Charllotte arregalou os olhos e levantou se rápido do sofá, tentando distinguir de onde vinha os sons.
Não estavam longe e também não eram de uma arma só, eram de duas.
Seus olhos verdes observaram o lugar onde estava tentando achar algo a eu poderia usar com arma e proteção.
E praguejou quando decidiu não usar armas na missão, tudo seria tão fácil se tivesse uma consigo.
Ela corria em direção a cozinha para tentar achar algo afiado o bastante para machucar quem quer que fosse.
Mas, nem precisou procurar, a sua frente uma lâmina estava cravada na parede.
A pequena arma não parecia ter sido feita para ser usadas em pequenas distâncias e a menina sorriu, ela era ótima em atirar nas coisas.
Charllotte puxou a lâmina que estava presa e a segurou nas mãos.
Finalmente ação de verdade.
Quando se aproximou do som pode ver Diego lutando com um homem de máscara azul esquisita.
O homem era grande e parecia saber lutar muito bem.
Lotte pode ver a arma do mesmo jogada no chão, se conseguisse pegar ela, o homem morreria em questão de segundos.
Porém para conseguir pegar a arma, Diego teria que segurar o grandalhão por alguns segundos a mais.
Mas, os tiros que foram ouvidos a traz de si a impediram de fazer tal ato.
Havia mais alguém atirando. Dessa vez alguém de máscara rosa. Pelo tamanho e estrutura corporal, era uma mulher, e também era uma ótima atiradora.
A bala passou em seu ombro direito. O cortando, a dor consumiu o sem braço inteiro, mas não podia ser impedida por isso.
Ela correu para trás de uma das paredes com a respiração ofegante e pesada.
Seu braço doía demais, mas não era a primeira vez que levava um tiro.
Aqueles dois que atiravam, não lhe eram estranhos, tinha certeza que já os havia visto em algum lugar.
Com os tiros da mulher, Diego acabou soltando o parceiro da mesma, e o grandão voltou a pegar sua arma do chão.
O Hargreeves correu e começou a subir para a escada, subindo ao segundo andar, e os dois armados o seguiram.
E Charllotte também o seguiu, podendo ver o homem se jogar do segundo andar, caindo no sofá que antes da confusão, Lotte estava deitada.
Ela aproveitou que os dois atiradores estavam distraídos e respirou fundo, pegou a pequena faca nos dedos e mirou, e logo a lâmina acertou o de homem de máscara azul infantil, em seu braço.
Ele soltou a arma em sua mão pelo susto.
Ela correu e pegou a arma logo pulando do segundo andar e caindo em cima do sofá do patamar de baixo.
Agradeceu mentalmente por Diego já ter saído do mesmo.
Ela logo se escondeu atrás do móvel, junto ao Hargreeves, que a olhou espantado.
– Como fez aquilo?- ele perguntou a menina que deu um sorriso sarcástico.
– Meu avó era do exército, ele me ensinou alguns truques- ela disse sincera. Realmente seu avô a ensinou golpes de luta antes de incentivar ela a falar.
– E obrigada por ter saído do sofá, eu teria te esmagado- ela disse e se levantou e destravou a arma em sua mão.
Correu em direção a escadaria, porém antes de conseguir alcançar a mesma para fugir, os dois mascarados apereceram na sua frente.
– Merda- ela murmurou e apontou a arma para os indivíduos- Se vazarem daqui, eu não estoro seus miolos, nessas suas cabeças de ervilha, seus desgraçados.
Os dois apenas riram da garota, claro que ririam, ela tinha um corpo de criança.
Ela sentiu seu sangue ferver, e apertou o gatilho atirando contra os dois.
O grandalhão correu para cima dela na tentativa de pegar o objeto nas mãos da garota.
A mascarada rosa, começou a atirar contra ela, e Charllotte tentava desviar de todos, mas qual seria o problema se algumas das balas a acertassem? E a dupla pensava que nem ela, pois não tentavam se proteger.
De repente, algo parecido com uma bola de boliche, acertou a mulher que cambaleou para trás, e caiu. Luther se fez presente na visão de Lotte, o Hargreeves pegou a mulher no chão e a jogou longe.
A Gillis arregalou os olhos, parecia que ele não tinha feito nenhum esforço para fazer tal ato.
Claro. Extraordinários. Todos tinham habilidades, e a agente então pensou que a habilidade de Luther era super força.
A garota tirou os olhos do homem, e viu Allison que deu um chute nas costas do grandão, que não se abateu e ele revidou dando um soco no rosto da mulher, que cambaleou para trás, e tentou se recompor e tentar bater no homem novamente.
Charllotte tentou atirar, ama as balas na arma haviam acabado,e ela apenas jogou a arma contra o grandalhão.
O mesmo segurou Allison pelo pescoço e a ergueu do chão. A mulher se contorcia, tentando se soltar das mãos do maior, e Charllotte sentiu seu rosto esquentar com a adrenalina e a raiva do homem que machucava a mulher.
Ela viu Diego pular nas costas do homem, que ainda não soltava a Hargreeves. A garota correu um direção aos três que lutavam.
A menina chutou as partes de baixo do homem, que rapidamente soltou a atriz pela dor que sentia.
Lotte sorriu, esse golpe sempre foi o melhor que ela poderia usar para se defender de homens grandões, tinha feito muito isso durante um tempo de sua vida, no passado.
Allison caiu ofegante no chão, respirando com dificuldade.
Lotte correu para poder ajudá-la.
– Vamos, eu te ajudo- ela disse estendendo a mão para a mulher, mas antes que a mesma pudesse pegar a mão da Gillis o grandão puxou a menina pela roupa a puxando para trás.
Ele passou o braço envolta do pescoço da mesma, que se debateu em uma forma de se soltar.
Se ela não estivesse no maltido corpo de uma adolescente, ela com certeza já teria acabado com os dois, mas como a porcaria da maleta tinha falhado, tinha perdido a maioria de sua força, e agora não conseguia nem se defender.
Onde estava o maldito do pirralho, quando ela precisava dele?
Olhando para um prédio como um piscicopata, com sua esposa manequim chamada Dolores.
Luther apareceu, em seu campo de visão, agarrando o grandão por trás.
Mas diferente de Diego, a força era maior oq ué fez o homem soltar Charllotte que respirava pesadamente.
Pelo canto dos olhos pode ver o loiro arremessar o homem pela casa, como se fosse uma bola de basquete, como se o mascarado fosse leve, e não pesado. A garota tinha que admitir, por mais que odiasse Luther, aquilo era muito incrível, tremendamente... extraordinário.
– Quem diabos são essas pessoas?- Allison disse ofegante.
Charllotte pode ver no chão as duas pequenas lâminas de Diego, talvez deviam ter caído enquanto ele lutava, mas no momento não importava como elas tinham ido parar no chão, ela correu até às facas e as pegou na mão.
Respirou fundo e se concentrou, colocou uma das lâminas entre os dedos e mirou no grandalhão de máscara azul, que lutava com Luther.
Ouviu que os irmãos conversavam sobre algo, mas ela não tinha tempo para isso, precisava se concentrar.
Logo as imagens de diversos treinamentos passaram por sua mente, e ela mirou e logo lançou uma das facas e em seguida a outra rapidamente.
As duas atingiram o grandalhão que urrou de dor, e sua máscara estranha se virou para ela.
Charllotte deu um sorriso debochado e riu nasalado, ninguém se metia com ela, e saía ileso.
Mas, antes que pudesse chegar até os irmãos, a de máscara rosa começou a atirar e a garota correu para tentar se proteger.
– Merda, eu divia ter trazido a minha- ela murmurou.
Devia ter trazido sua pequena pistola ao menos, mas se lembrou que era difícil esconder qualquer arma no corpo, ainda mais em seu que agora era magricelo.
Porque tinha certeza, se tivesse uma arma, os dois idiotas já estariam no chão e cheios de sangue.
– Saiam daqui agora! Vão- ela escutou a voz do número um, em meios aos tiros.
Quando Luther saiu da sala, restando apenas ela e a de máscara rosa.
O loiro com certeza não a tinha notado ali.
– Estou sem arma- o grandão disse.
– Vou atrás dele- a de rosa pronunciou e correu em direção as escadarias.
Enquanto o grandão se aproximava de onde ela estava, e ela se preparou para correr onde a mulher estava indo.
Ela se escondeu atrás de um sofá, e antes que pudesse fazer qualquer movimento, ela escutou a voz de Vanya.
– Gente, vocês estão bem?- ela vinha da porta, o que significa que ela tinha acabado de chegar ali. A voz dela estava preocupada e a Gillis estalou a língua, pensando no que fazer- Olá? Pessoal?- ela andou calmamente até a sala, olhando ao seu redor.
O grandalhão surgiu por de trás dela. A agente sentiu o ar dos seus pulmões sumirem, quando ele a atacou. Em um primeiro movimento ela desviou, mas não teve tanta sorte na segunda vez, e um tapa foi acertado em sua face, e ela caiu longe.
Lotte rangiu os dentes e quase se levantou para poder defender a mais velha, mas Luther foi mais rápido e gritou.
– Ei seu idiota!
Sem pensar duas vezes o homem de máscara correu em direção ao Hargreeves.
Charllotte aproveitou o momento de distração e correu até Vanya que estava no chão atordoada.
Lotte se surpreendeu ao saber que a mulher ainda estava consciente.
– Você consegue se levantar?- a Gillis perguntou e Vanya assentiu- vem vou te tirar daqui.
A mais baixa correu para trás de uma das pilastras e a menina a acompanhou, e parou ao lado dela. A garota cobriu a sua própria boca com sua mão para sua respiração não ser ouvida, pelo homem que passava ali perto e se manteve alerta.
Quando ele saiu às duas correram até o número um, para ajudá-lo.
Quando uma pergunta soou na cabeça da agente.
Onde estava Klaus?
Ela correu em disparada as escadas para procurar o homem.
Todos ali podiam se defender muito bem, mas ele não sabia se Klaus lidaria bem com aquele campo de guerra.
Da última vez que tinha o visto, ele tomava um banho em um dos diversos banheiros da casa.
O único problema, era que ela não lembrava em qual deles o homem estava.
Charllotte o procurou por todos os banheiros até ver a porta de um deles entre aberta.
Com certeza era aonde Klaus estava, ama o banheiro estava vazio.
Tinha então que procurar ele pela casa, até acha-lo.
Porém antes que conseguisse pensar em que direção ir, sentiu mãos em seu pescoço novamente, dessa vez apertando cada vez mais, o ar em seus pulmões já não existia, e mesmo assim ela tentava se soltar do grandão.
Só pode sentir seus olhos se fecharem e o preto invadir toda a sua visão e em seguida, não pensava em mais nada.
Ela tinha apagado.

(...)

– Allison- Vanya disse enquanto conversavam com a irmã, quando descobriam o estanho e bizarro, acontecimento com Luther- onde está a Charllotte?- a voz dela soava preocupava com a menina.
– Merda- a outra mulher murmurou- levaram ela! Cinco vai matar todos nós por isso.
As duas se entrolharam e juntas disseram.
– Merda!


Notas Finais


Meu Deus! ksksk
Cinco vai ficar p da vida.


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