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História My Distraction - Capítulo 17


Escrita por: e bea031205


Notas do Autor


Tem um olho em nossas lágrimas 🥺

Capítulo 17 - Capítulo 16


Fúria...

1.
exaltação violenta de ânimo; ira, raiva, cólera.
2.
estro; entusiasmo, fervor, ímpeto.
"em Vozes d'África, Castro Alves mostra sua f."
3.
procedimento precipitado, inconsequente.
"a juventude arrebata-se por f. impossíveis"
4.
força, potência, poderio.
"a f. das ondas"
5.
POR ANALOGIA
pessoa fora de si, raivosa.
"ele ficou uma f. com o namoro da filha"

5 de março de 2001
Boston- Estados Unidos

- Ei! Toma cuidado por onde você anda, sua esquisita!- uma menina qualquer disse, enquanto a menina morena que havia esbarrado nela, apenas ignorava e continuou o seu caminho, para seja lá, onde ela estava indo.
A loira ao ver a garota a ignorando, correu até ela sendo seguida por suas duas amigas.
A loira segurou fortemente o braço da menina que tentou se soltar.
- Escuta aqui Charllotte!- a outra segurava o braço da de olhos verdes tão forte, que com toda a certeza deixaria uma marca enorme- Quem você pensa que é, em? Se me inrritar novamente eu vou acabar com você, sua esquisita- e em seguida empurrou a garota no chão, que bateu as costas no piso de amadeirado do local.
As três saíram rindo, como se nada tivesse acontecido, e morena no chão sentiu a raiva crescer dentro de si.
Ela se levantou, sentindo suas costas doerem, sem pensar duas vezes, correu, correu até chegar na cozinha do orfanato.
Ignorando os chamados das moças dizendo que ela não poderia ficará ali, ela foi até um dos armários, logo encontrando o que ela precisava.
- Ei pirralha! Não pode ficar aqui, volte para cima e fique com os outros!- uma das mulheres gritou com ela e segurou seu braço, mas a menina se soltou, dando um forte tapa no rosto da mais velha.
- Que garota insolente!- uma delas disse surpresa com a atitude violenta da morena.
Foi aí que tudo aconteceu tão rápido, que ninguém poderia descrever bem o que tinha acontecido.
A mais nova pegou os fósforos que estavam em suas mãos e o acedeu, tacando o palito flamejante contra o piso de madeira, que logo começou a queimar e soltar fumaça.
O fogo começou a se alastrar e todas as mulheres que estavam na cozinha começaram a sair do local desesperadas.
A menina acendeu mais um dos fósforos e jogou novamente na madeira para que o fogo se alastrasse mais, e mais rápido.
Sem se importa em se queimar a menina logo começou a sair de lá, andando pelos corredores e vendo as crianças correrem pelo fogo que já não estava mais só na cozinha do orfanato, e para ajudar mais ainda as chamas, a de olhos verdes continuava acendendo os fósforos e os tacando contra o chão.
A fumaça estava cada vez mais fortes, assim como as chamas.
Sem se importar se todos ali morreriam ou não, a menina saiu pelas portas da grande mansão que agora soltava as fumaças cinzas.
A menina de 12 anos sorriu com a cena, como se aquilo fosse realmente apenas uma brincadeira para ela.
A garota se virou de costas para o lugar e logo começou a andar novamente pela rua, como se nada tivesse acontecido.

Atualmente

Cinco sentia como se sua cabeça fosse explodir a qualquer segundo, quando se levantou da cama e encarou o lugar onde estava.
Viu seu irmão Luther o olhando enquanto estava sentado sobre uma cadeira.
Ele estranhou mais nada disse.
- Quer me contar o que aconteceu com você enquanto esteve fora? Sabe no futuro?- o loiro perguntou a irmão mais "novo" que logo suspirou e começou a contar sua terrível esperiencia em um futuro onde nada existia, e tudo era um completo e silêncio vazio.

O grandão não disse nada, até que depois de Cinco lhe contar tudo, ele finalmente falou algo.
- Quando vai acontecer? Esse apocalipse?
- Eu não sei dizer a hora exata- Five disse tirando os olhos de suas mãos para poder encarar número um- mas, pelas minhas contas faltam quatro dias.
Luther ficou inrritado, pelo menino não ter lhe dito nada.
- Por que não falou sobre isso antes?- ele perguntou inrritadiço.
- Não ia adiantar nada- o ex-agente murmurou.
- Claro que ia, poderíamos ter nos juntado e ajudado você a impedir essa coisa- o grandão continuava bravo, aliás se o irmão o tivesse contado, ele poderia ter ajudado a salvar o mundo, era isso que ele fazia.
- Não, não ia, sabe por que? Porque vocês já tentaram- Luther se endireitou na cadeira quando o irmão pronunciou aquelas palavaras.
- Como assim?.
Five olhou novamente para baixo, se lembrando dos acontecimentos que tinha vivenciado.
Ele demorou um tempo para responder, mas assim que o fez dizer as palavras doíam.
- Eu achei todos vocês- ele olhou para o irmão adotivo- seus corpos.
- Morremos?- o loiro perguntou receoso.
Cinco só o olhou, e Luther pode entender que sim, eles tinham morrido.
O Hargreeves mais novo pode ver as cenas de passando em sua frente, como um filme de terror que ele nunca esqueceria.
- De uma maneira horrível- ele finalmente disse depois de minutos de silêncio- tavam juntos, tentando deter quem acabou com o mundo.
- Como sabe disso?- o grandão perguntou ao moreno, que enfiou a mão no bolso esquerdo, logo tirando de lá o olho de vidro, que o tinha causado grandes decepções.
- Isso tava na sua mão quando eu te encontrei morto- Cinco disse e encarou a prótese ocular redonda, que ele logo jogou para o maior, que a pegou- deve ter arrancado da cabeça dele um pouco antes de morrer.
- Cabeça de quem?- o loiro perguntou enquanto olhava o olho fixamente.
- Eu já disse, eu não sei quem é- o garoto respondeu com a voz cansada.
- Tem o número de série atrás, dá pra restrear...- Luther começou mais o ex-agente o cortou.
- Não, isso não dá em nada- ele respondeu meio triste com isso.-Seria tudo tão fácil se àquela informação o tivesse levado a algum lugar.- é só mais um pedaço de vidro.
Luther devolveu o olho a Five que apenas derrotado o colocou novamente no bolso do shorts.

(...)

No caminho inteiro de Diego e Charllotte no carro do homem foi silencioso.
A menina não tinha a menor ideia de onde o Hargreeves a levava, mas naquele momento seu corpo doía tanto, que senti que a qualquer momento iria desmaiar de tanta dor.
Seu braço esquerdo a onde a bala tinha pega atingido de raspão, ardia e com toda a certeza já tinha inflamado.
Sua cabeça rodava, de tanta dor que ela sentia, e seus pulsos doíam pelo tempo em que tinha sido amarrados.
Além disso, podia ver a fúria sendo emanada do corpo de Diego.
Ele devia estar com raiva dos dois agentes por terem matado a Detetive, que ela tinha quase certeza que era namorada dele.
- Ela era sua namorada?- a de olhos verdes perguntou tentando amenizar o clima no carro.
- Não exatamente- ele respondeu curto e grosso e então, a Gillis fechou o bico percebendo que ele não estava muito para conversar.
Então ela apenas suspirou encostando sua testa no vidro.
Porque por mais que estivesse morrendo de sono, não conseguia fechar os olhos, então só desistiu de tentar e voltar a olhar a paisagem.
Ela não tinha ideia de onde estavam indo, mas de alguma forma estranha confiava em Diego, mesmo não o conhecendo, sabia que ele não leve faria mal algum.
O carro parou de repente a frente de uma academia, assim que ela viu o Hargreeves descendo se pois a fazer o mesmo, não tinha a mínima ideia do que o homem ia fazer, mas não queria ficar dentro do carro, naquele escuro e sozinha.
Ele empurrou forte a porta de entrada do local, e começou a andar rápido e pesadamente com a raiva subindo por todo o seu corpo.
Diferente do homem, Charllotte olhava tudo ao seu redor, tentando entender o por quê de Diego estar ali, assim que não tinha mais o mesmo em seu campo de visão, se pós a correr para poder encontrá-lo.
Passou direto por onde duas pessoas lutavam no boxe e um velhinho os conduzia no esporte, sem se quer notarem a garota que passava ali.
Lotte se viu em um corredor e pode ver Diego abrir uma maçaneta, a garota suspirou antes de seguir ele porta a dentro.
A porta foi aberta em um estrondo, e Luther que estava dentro do local se levantou ao ver Diego se aproximando com raiva dos dois que já estavam ali.
– Seu merdinha!- Lotte correu para dentro do local, para saber com quem ele brigava, seus olhos automaticamente olharam para Cinco, que por milésimos de segundos olhou para ela, antes de se levantar e encarar o irmão que explodia a sua frente.
A Gillis sentiu um alívio em seu corpo todo ao ver que o ex-agente estava bem, com a face em uma expressão desesperançada, mas bem.
A garota, levou um susto ao ver Diego indo para cima de Five, mas ela relaxou um pouco ao ver o loiro entrar na frente e segurar o de preto.
– Me solta! Tiras essas suas mãos de macaco de cima de mim!- gritou o número dois se debatendo com o aperto em que o irmão o segurava.
– Posso te segurar o tempo que for até você se acalmar- o grandão disse calmo, sem ainda soltar Diego.
A agente desceu os poucos degraus da escada que tinha ali, para poder se aproximar mais da briga que acontecia entre os 3.
Então o moreno mais velho, logo parou de tentar se soltar e tentou controlar sua respiração.
– Tá- o mesmo murmurou e Luther o soltou, colocando-o de volta no chão.
– Fala- o grandalhão pronunciou.- explica o que aconteceu.
– Nosso irmão andou muito ocupado dês de que voltou- Diego disse e cinco apenas voltou a se sentar e olhar para o irmão com sua cara de sempre- ele tava naquele tiroteio no Gridd's e na loja de departamento e depois os caras de máscaras atacaram a academia, tentando achar ele!- a última frase ele gritou voltando a ficar inrritado.
– E nada disso é problema seu- Cinco respondeu desinteressado.
– Agora é. Eles mataram a minha amiga- o número dois disse olhando com um certo tipo de desprezo no olhar para o irmão.
Luther se virou para encara-lo também, assim como Diego e Charllotte.
– Quem são eles Cinco?- o grandão perguntou, e sem pensar Lotte acabou respondendo essa pergunta.
– Hazel e Cha-Cha- os três a olharam, e percebendo o que fez, ela apenas deu de ombros.
– Trabalham, pra minha antiga empregadora. Essa mulher é chamada de A Gestora- o garoto disse aos irmãos que apenas o olhavam confusos.- ela mandou eles, pra me deter e aí quando a amiga do Diego se meteu no assunto, é preza fácil- ele terminou dizendo.
– E agora eles são minhas prezas e eu vou fazer eles pagarem- Diego disse bravo antes de começar a se retirar dali.
– Você tá cometendo um erro Diego, eles já mataram gente bem mais perigosa do que você!
– Isso é o que vamos ver- o Hargreeves disse antes de sair e bater a porta.
Charllotte apenas ficou quieta por instante observando a conversa silenciosa que os dois irmãos trocavam, a menina decidiu quebrar o silêncio.
– Uh, vocês sabem se ele tem algum kit de primeiros socorros?- ela perguntou atraindo os olhares de Cinco e Luther.
– Para que precisa disso?- o loiro perguntou, e a garota apenas deu de ombros.
– Levei um tiro de raspão, com certeza já deve estar super inflamada, mas fazer o que, se o mundo fosse um lugar perfeito...- ela começou a andar até a estranha cozinha que o local tinha logo achando o que precisava.
– Quer ajuda?- Five perguntou aparecendo ao seu lado, e o loiro apenas observava a situação dos dois "adolescentes"
Ela apenas assentiu, mesmo confusa pelo ex-agente lhe oferecer ajuda.
– Então o que esteve fazendo, enquanto eu estava fora?- ele perguntou enquanto limpava calmamente a ferida da menina, com um cuidado anormal.
– Bem- ela pensou por instante- acho que você passou esse dia fazendo algo muito mais interessante que eu- Lotte soltou um riso- eu fui sequestrada pelos seus colegas junto com Klaus, então nada de interessante- ela disse como se aquilo não fosse algo importante.
Five a olhou proecupado e percorrer todo o corpo dela em busca de algum ferimento que ela teve nessa experiência, mas suspirou aliviado ao perceber que a única coisa além do ferimento de bala, era que seus lábios estavam apenas com um pequeno corte.
Ele de repente parou de fazer o curativo e olhou novamente para os lábios rosados da menina.
Dês de quando eles pareciam tão atraentes?
– Eu fiquei proucupada, achei que tivesse morrido ou algo do tipo, pensei que nos iríamos morrer juntos- a menina disse olhando para o nada.
Cinco deu um pequeno riso antes de responder.
Eu não iria sem você, eu nunca iria sem você- ele ainda olhava a menina- Aliás acho que o inferno precisa de nós dois.
Assim que Charllotte percebeu o olhar de Five sobre ela e o olhou também.
Os dois estavam tão perdidos olhando um para o outro, que não perceberam quando Luther deixou o local, apenas deixando os dois do lado de fora da sala das caldeiras.
Cinco logo tratou de retirar o olhar da menina e se pois a terminar o curativo da garota, e assim que se fez o ato, ele se afastou de uma distância segura da menina.
Aquela aproximidade o deixava de alguma forma louco, e ele perderia qualquer controle que ainda tivesse sobre si mesmo.
Então ele fez a pergunta mais aleatória que poderia fazer, mas que Charllotte sabia muito bem respondê-la.
- Como me descreveria?- o menino disse olhando a menina que já o encarava.
- Você é furioso, mal humorado, incompreendido e solitário. Quer dominar os próprios demônios e as coisas que te assutam antes que elas dominem você. Tem medo de ser amado, porque seu pai nunca te amou e você teme que ninguém nunca possa te amar. Revive as lembranças ruins todos os dias e se sente perdido, em sua própria mente. É assim que eu descreveria você cinco.- ela disse sincera, achava isso mesmo dele. Nesse pouco tempo, sabia como ele se sentia e tinha um carinho estranho por ele, porque se indentificava.
- E por quê acha isso?- ele perguntou, ela tinha acertado exatamente o que ele sentia, o que ele é.
- Porque nós somos iguais Five, somos parecidos. A única diferença é que eu quero ser amada.
Um silêncio se fez no local, antes de Cinco o quebrar.
- Posso te descrever?
A garota apenas assentiu e esperou o menino recomeçar a falar.
- Acho que é uma mentirosa Charllotte- o menino a olhou, enquanto a mesma abaixa o olhar- que tudo o quê disse é mentira. Tá mentindo pra mim- ele puxou o rosto da menina para cima, e seu olhar inrritado a fuzilava, ele sabia, sabia de onde ela era, pra quem ela trabalhava. Foi até fácil saber, descobrir, mas queria que ela mesma falasse, no fundo ele torcia para que não fosse verdade, ele queria que não fosse- Eu confiei em você!
Lotte sentiu as pequenas gotículas de água começarem a sair por seus olhos verdes.
- Eu sei!- ela gritou- e eu...sinto muito. Me desculpa!- ela olhava o garoto, que a olhava com dor- o que queria que eu fizesse?! Que dissesse o que eu vim fazer aqui? Te contar tudo de uma hora para a outra?!
Cinco balançou a cabeça e deu um sorriso sarcástico, por Deus, como em poucos segundos a garota tivesse conseguido tirá-lo do sério.
- Me diga a verdade!- ele gritou mais alto ainda, não se importavam quem os estava escutando, naquele momento, realmente não importava- Seu nome é mesmo Charllotte? Ou é só mais uma das suas mentiras?- a garota abaixou a cabeça, não respondendo a pergunta- Por favor, me responde...eu tenho o direito de saber!
A menina voltou a olha-lo nos olhos, verde no verde.
- Meu nome é-é- ele ergueu as sombrancelhas inrritado- Charllotte Gillis.
O garoto deu um passo para trás atordoado com a informação.
Claro, que sabia quem era ela, todos sabiam.
- Você..?- ele ainda estava confuso, como ela podia ser A Gillis?
- É!- ela respondeu com a visão completamente embaçada- é sou eu! A doida, maluca e pirada!- ela gritava, alto, com raiva e ao mesmo tempo dor e não sabia porque- É, eu sou a psicopata que matou o pai! Que colocou fogo em um orfanato, matou o parceiro! E foi colocada em um centro de reabilitação, que ela simplesmente explodiu depois!- o menino a encarava sem reação- Sou eu, a muluca, mas a melhor agente que àquele empresa tem!
- Veio aqui para me matar...- não era uma pergunta. A menina fechou os olhos com força, mais lágrimas transparentes saíram, e ela não conseguia controlar, simplesmente não cinseguia.
- É! Eu devia matar você Cinco! Mas, eu não vou- o garoto que olhava para o chão a olho.
- Por que?- ele perguntou ainda com uma pontada de decepção.
- Porque eu não quero!- ela disse como se fosse óbvio- Por-porque eu...- ela não conseguia dizer, não conseguia, tinha medo. Tinha medo desse sentimento, porque todas as pessoas que ela amou na vida, acabaram mortas, tinha medo de que isso acontecesse com ele...
- Podia ter me contado!- Cinco disse e se aproximou dela.
- E-Eu ia dizer! Mas tudo isso aconteceu! Invadiram a casa, me sequestraram e mentiram para mim!- a menina segurou a mão do garoto- eu passei 34 anos da minha vida sendo leal aquela porra de empresa e eles mentiram pra mim! Mas, você- ela deu um sorriso- nunca fez isso Five, nunca mentiu pra mim. E eu confio em você- os dois se olhavam intensamente. Charllotte torcia para que ele deixasse ela ficar, que confiasse nela. Mas, entenderia se não...tinha traído a confiança dele- e eu preciso que confie em mim, mais uma vez...por favor- ela apertou mais a mão dele, esperando que ele pronunciasse algo, mas o Hargreeves permaneceu calado- Porque se não me quiser mais por perto, eu vou entender e não vou te atrapalha mais. Mas...por favor, se me perdoar eu largo a comissão, largo aqueles otários, por você! Por favor...
Cinco se sentia extramente confuso, ele gostava de Charllotte? Não sabia bem, talvez ela tivesse razão, tinha medo de deixar as pessoas amarem ele, tinha muito medo.
- Sinto muito- ele soltou a sua mão da dela, e logo sentiu a falta do calor e da sensação- mas, eu não posso fazer isso.
A Gillis soltou mais lagrimas, antes de engolir um seco e logo se virar para ir embora.
E assim fez, subiu os poucos degraus que tinha na sala das caldeiras.
Andou até a porta e assim que tocou a maçaneta, olhou mais uma vez para Five, que passava as mãos no cabelo, confuso demais.
Charllotte fechou e apertou os olhos mais uma vez, antes de abrir a porta e sair de lá.
Assim que o fez, pode ver Luther a olhar com uma cara confusa, perguntando o por quê de ela chorar
Ela o ignorou e saiu dali, tinha que se conformar.
Cinco não gostava dela, e a agente pensava que nunca mais o veria.
Mas, estava errada.
E mais uma vez, ninguém a amava, ninguém se importava com ela.
Nem a comissão e nem Cinco.


Notas Finais


Sério quem entender referência em negrito, nos duas seguimos essa pessoa 😝


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