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História My Distraction - Capítulo 19


Escrita por: e bea031205


Capítulo 19 - Capítulo 18


Prazer...

1.
Transitivo indireto e intransitivo e pronominal
m.q. APRAZER.

2.
substantivo masculino
sensação ou emoção agradável, ligada à satisfação de uma vontade, uma necessidade, do exercício harmonioso das atividades vitais etc.; alegria, contentamento, júbilo, satisfação.
"ria de puro p. de viver"

Durante todos os seus ando de serviço a empresa, Charllotte nunca havia sentindo prazer, em fazer a sua obrigação na comissão.
Ela não gostava de matar, não era prazeroso para ela.
Teve um tempo que se sentia um monstro pelas coisas que fizera em seu passado porém agora pouco lhe importava, mesmo assim não queria matar ninguém novamente.
E tudo por causa de Cinco.
Por algum motivo, o jeito bravo, ranzinza, mau humorado, postura auto-afirmativa dele, fazia a Gillis gostar dele.
De uma maneira estranha e pouco conhecido para a menina, mas gostava de Five e isso não era uma coisa que ela podia negar.
Por um lado enquanto analisava um dos casos que lhe foram entregues, ela agradecia a comissão.
Não por lhe torná-la uma assassina e sim por ter lhe dado a oportunidade de ter uma vida e também de conhecer o menino ex-agente que tinha que matar.
Ela pensava que as coisas fossem diferentes, a menina nunca o teria conhecido e nunca teria esperimentado esse sentimento tão bonito que ela sentia por ele.
A agente apenas queria ter o sentido mais, mas infelizmente não era possível, a garota suspirou.
A vida era realmente algo difícil.
O lado bom, era que em alguns poucos minutos seria a hora do almoço.
Mesmo não muito animada, sair daquele lugar lhe parecia uma ótima ideia.
Charllotte pois um sorriso no rosto, antes de continuar a ler o documento em suas pequenas mãos pequenas.

1955

Alguma cidade do mundo- A comissão

A menina de 15 anos sentia que a qualquer momento seu coração pularia para a fora de sua boca.
O suor escorria pelo seu rosto, e qualquer parte do corpo em que consiga se imaginar.
Se queisesse poderia cair morta ali mesmo.
Suas pernas doiam, seus pés (que estavam dentro de seus tênis) ela nem mais os sentiam.
Suas pequenas mãos de adolescentes estavam vermelhas e com pequenos cortes por causa do exercício extremo que ela estava.
Ao seu redor o grande campo verde, tinha diversas pessoas de diferentes idades fazendo o seu próprio treinamento que lhes foi dado.
A morena olhou ao seu redor para ver se mais alguém estava cansado como ela, mas ninguém estava parado como a menina.
Ela fez uma cara descontente ao pensar que teria que continuar.
A garota odiava fazer exercícios físicos, esse era o ponto fraco dela.
A morena apenas queria tomar um banho quente e se deitar em uma das camas macias do alojamento.
Seria a melhor coisa para ela.
Ela olhou mais uma vez ao seu redor para ver se alguém a observava.
Assim que viu que não, começou a se afastar de fininho do lugar.
Porém ao andar de costas para trás, a garota bate em algo, ou melhor dizendo, alguém.
- Onde pensa que está indo querida?- a voz da mulher de cabelos brancos disse atrás dela.
A adolescente virou em encarou a mulher, e deu um pequeno sorriso envergonhado.
- Sinto muito tia e que eu realmente não aguento mais- a garota disse sincera vendo a mulher lhe dar um sorriso.
- Oh, pequena Charllotte, você é bem parecida comigo quando eu era jovem e treinava aqui também- ela olhou para algum lugar aleatório antes de murmurar- bons tempos... bons tempos- ela voltou a olhar para a garota que tinha a testa franzida- mas, é como eu sempre digo " o treinamento é a chave para a perfeição", e você querida Lotte, tem o potencial para ser extraordinária- a garota apenas olhou para o chão- agora vamos volte ao praticar e espero que não pense em fugir novamente.
- Sim titia- a garota murmurou antes de voltar ao treinamentos.
- É realmente extraordinária- a mais velha disse em um sussurro antes de voltar ao prédio da empresa atemporal e assassina.

Atualmente

Cinco por um lado não entendia metade do que ele havia escrito com um pequeno giz branco em suas paredes.
Sabia que o método que escolhera usar, não era o mais eficiente e 100 porcento correto.
Mas, na tentativa desesperada de achar algo que ajudasse a dete- ló o fim do mundo, àquela era a mais eficiente, pelo menos ele pensava.
O ex-agente tinha desligado sua mente do resto do mundo, ela apenas estava concentrada nós diversos números e fórmulas que ele havia escrito.
E felizmente havia reduzido todas as suas contas a quatro nomes.
A quatro pessoas diferentes que se morressem o trágico fim do mundo não aconteceria.
- Tá, eu acho que eu consegui Dolores- o garoto disse murmurando para o manequim na cadeira- é, sutil mais é promissor.
Foi aí que ele pode escutar os passos pesados de alguém entrando pelo seu quarto.
E pelo peso ecessivo do andar, só poderia ser ninguém mais ninguém menos do que Luther.
O grandão logo se aproximou do irmão que em nenhum momento olhou para o loiro.
- Tá falando com quem?- o número um disse ao ver o irmão falando sozinho no quarto.- que quê é isso aí?- ele continuou perguntando ao ver os diversos rabiscos no quarto do garoto.
- É um mapa de probabilidade- o menino disse enquanto ainda continuava a escrever sobre a parede verde do quarto.
- Probabilidade de quê?- o loiro perguntou se aproximando mais do garoto que estava de pé na cama.
- Da morte que pode salvar o mundo- o ex-agente disse finalmente olhando de relance para o irmão. Estranhamente, ele não estava inrritado ao explicar o plano, porque se Charllotte estivesse ali ele teria que fazer a mesma coisa, então já tinha até se acostumado, pelo menos um pouco, tirando o fato de que ele não saberia dizer que é mais inrritante, a garota ou o seu irmão " mais velho ".- consegui reduzir a quatro- ele disse batendo nas palavras.
- Pera aí- o loiro falou cortando o menino, ele não entendia muito bem ainda- você tá dizendo que uma dessas pessoas causa o apocalipse?
- Não, estou dizendo que uma dessas mortes pode impedir- Five disse olhando para o irmão.
Luther apenas fez um barulho estranho, como se tivesse entendido, mas na realidade tinha ficado ainda mais extremamente confuso.
Cinco voltou a analisar seus cálculos e voltar a escrever.
- Eu não tô entendendo- disse o loiro sincero.
O moreno se virou e tentou explicar mais breviamente para o grandão agora a sua frente.
- O tempo é... instável Luther, a menor alteração nos eventos pode levar a resultados drasticamente diferentes na linha do tempo- ele disse rápido- o efeito borboleta- e depois voltou a olhar os nomes escritos sobre a tinta verde.- então o que eu tenho que fazer é achar as pessoas com as maiores probabilidades de impactarem a linha do tempo, e matar essas pessoas seja quem for- novamente cinco sentiu o fio de esperança que ainda tinha para salvar o mundo que todos amamos e conhecemos.
O moreno olhou novamente para os nomes antes de descer da cama e se aproximar do criado mudo ao seu lado, para deixar o giz da cor branca e pegar um livro e uma caneta para anotar os dados que conseguirá.
- É vai dar certo- ele murmurou quase inaldivel.
Luther enquanto o irmão fazia isso, deu a volta na cama e se aproximou da parede para ver melhor os resultados que o mais novo havia conseguido desenvolver.

Milton Green
Aleks Cameron
Kc Chávez
Robert Polko

Eram os nomes que estava escritos dentro de um circulo da mesma cor.
O loiro leu o primeiro em voz alta.
- Milton Green- ele se virou para o moreno que escrevia- quem é esse? Um terrorista, por um acaso?
- Acho que ele é um jardineiro...- o mais novo disse sem se importar muito, quem quer que ele fosse, não importava, com tanto que estivesse morto.
O loiro olhava incrédulo para o irmão.
- Não tá falando sério?- ele ainda disse com um rosto aterrorizado.
O moreno apenas fechou o livro, o colocando novamente sobre a pequena cômoda ao seu lado, o de o objeto estava anteriormente.
Ele logo se abaixou para poder pegar a mala a onde arma que ele tinha pegado do quarto do pai deles estava.
Ele nunca diria isso em voz alta, nem mesmo nunca diria a ninguém, mas entrar no quarto do velho tinha mexido com ele, alis se o tivesse escutado talvez nunca teria passado 45 anos preso e sozinho em um futuro horrível pós apocalíptico.
– Aí, isso é loucura Cinco você não pode...- o irmão dele continuou mais ao ver arma logo recomeçou a falar outra coisa- de onde tirou isso?- ele perguntou com a voz aterada.
O moreno apenas o olhou e voltou a abrir o zíper da mala.
– Quarto do papai- o ex-agente respondeu simples- acho que ele usou para atirar em um rinoceronte- ele deu de ombros e pegou a grande arma em suas mãos, logo a preparando para poder usá-lo daqui a pouco- é parecida com um modelo que eu usava no trabalho, encaixe bom nos ombros e bem segura- o garoto destravou a arma e olhou para o irmão, que apenas o encarava meio atordoado.
– Não pode matar esse cara- o grandão disse apontando o nome na parede, recebendo apenas um revirar de olhos da parte de Five- O Milton é só um homem inocente!
– É Matemática básica- o Hargreeves mais novo disse começando a ficar inrritado- a morte dele, pode salvar a vida de bilhões de pessoas- ele aumentou o tom de voz enquanto olhava para Luther, que também o encarava.- se eu não fizer nada ele vai morrer em quatro dias mesmo- ele deu de ombros- o apocalipse não irá polpar ninguém.
– Nós não fazemos essas coisas- o loiro disse tentando convencer Cinco a não fazer isso, não queira que seu irmão fosse um assassino ( mesmo ele já sendo ).
– Nós não vamos fazer nada- o garoto disse grunindo as palavras entre os dentes- eu é que vou...
– Eu não vou deixar você sair para matar um homem inocente Cinco- Luther disse e começou a aumentar seu tom de voz, que antes estava calmo.- não importa quantas vidas vai salvar.
– Então tenta me impedir- Five disse cerrando os olhos para o número um, e virou as costas para poder doar dali, levando a grande arma junto a ele.
– Você não vai a lugar nenhum- Luther disse, e ao ver um manequim que Five tanto gostava ali, ele o pegou e colocou Dolores para fora da janela do quarto, ameaçando joga-la para fora, caso o ex-agente continuasse com a ideia que tinha em mente.
O Hargreeves mais novo logo se virou e ao ver a cena apontou a arma para o irmão, ameaçando atirar caso ele não colocasse a boneca de plástico de volta ao lugar onde estava.
– Põe. Ela. A onde. Tava- ele disse as palavras pausadas e com a voz ríspida.
– Abaixe a arma, você não vai matar ninguém hoje- o loiro disse e continuou- eu sei que ela é importante pra você, então não me obrigue a fazer isso- o garoto ajeitou mais a arma, pensando em suas possibilidades- é ela ou a arma. Você escolhe.
Cinco pensou em suas possibilidades, podia atirar, mas com isso Luther soltaria Dolores.
Ele também podia se teletransportar e pegar a boneca, mas assim o loiro pegaria a arma.
Ou poderia apenas deixá-lo jogar e continuar com a sua missão.
– Escolhe- o número um disse vendo a indecisão do garoto.
Ao ver o homem jogar a boneca para fora, Cinco em desespero soltou a arma e se teletransportou, a tempo de não deixar Dolores cair pela janela de seu quarto.
Nesse meio tempo, o loiro aproveitou e pegou a arma que Five tinha deixado cair.
Assim Luther travou a arma novamente e a segurou com suas mãos grandes, assim emepedindo de que o moreno a pegasse novamente.
– Eu poderia fazer isso o dia todo- o loiro disse calmo, ao ver Five segurar a boneca firmemente com em suas mãos.
Cinco o olhou de cara feia se sentando na cama e olhando para o manequim em seus braços o olhando com certa... paixão?
O grandalhão abaixou o olhar ao ver o desespero que o menino tinha em seu olhar, e por um tempo se sentiu meio culpado.
– Eu sei que você ainda é uma boa pessoa- o mais velho disse calmo, e se aproximou, fazendo o chão de madeira do quarto ranger com seu peso extremo- se não teria arriscando tudo pra voltar para cá e salvar todo mundo.- Cinco não olhava, mas o loiro sabia que ele o escutava- mas, você não tá mais sozinho.- o grandão disse ainda com uma voz suave- você tem a gente, a sua família e também a Charllotte- Five tirou o olhar da boneca e encarou o chão, a simples menção do nome dela lhe causava arrepios, e o moreno não sabia se eram bons ou extremamente ruins- por algum motivo estranho, ela gosta de você, o bastante para arriscar sua vida e te ajudar. Você não tá mais sozinho, não mais.
O mais novo poderou e teve uma ideia.
Absurda e poderia dar totalmente errado, mas uma ideia.
Era a única chance que tinha.
– Tem outro jeito- ele murmurou, e finalmente virou seu tronco para tras, para poder ver o irmão.- mas é práticamente impossível.
– Mais impossível do que te trazer de volta?
O moreno apenas suspirou vontando a olhar para o manequim.

(...)

Charllotte sabia que daqui a poucas horas poderia sair finalmente daquela cadeira, que concerteza tinha deixado o bumbum dela quadrado de tanto tempo que estava naquela posição.
Mas, ela era inquieta, nunca ficava tanto tempo parada sem se mexer.
Por isso, decidiu que a melhor coisa era siar da ela com o intuito de tomar uma xícara quente de seu chá preferido.
Ela se levantou e seguiu seu caminha para fora da sala, sem se importar com os olhares que a seguiam enquanto ela caminhava.
Poderia algum dia andar sem atrair olhares se pessoas enxeridas e curiosas?
Ela andou até o elevador enferrujado da comissão e apertou o botão para chamá-lo e logo esperou calmamente, colocando suas mãos para trás de seu corpo.
Assim que a lataria chegou ao seu andar e abriu suas pistas com certa dificuldade, ela pode entrar dentro do local enferrujado e apertar o botão do último andar.
Foi um pequeno tempo tranquilo até lá, por pura sorte ninguém havia entrado no lugar com ela.
O que deu um pequeno aumento no humor péssimo da Gillis.
Assim que às portas se abriram novamente, a menina se apressou para sair do elevador, com o extremo medo de que se ela continuasse ali, a lataria logo cairia.
Com suas botas pretas de cano curto, batendo sobre o mármore branco do local, chegou a cafeteria logo vendo a gentil senhora que trabalhava lá, limpando o balcão com um paninho.
Ela sentiu um dos balcões do balcão, vendo a de cabelos grisalhos lhe abrir um sorriso.
Se Lotte estivesse em seu corpo normal, com certeza a senhorinha estaria tremendo.
Todos tinham medo dela, aliás Charllotte Gillis podia ser como uma bomba, que a qualquer momento explodiria.
Mas ali, naquela forma, ninguém a temia, e ela sentiu um sentimento, que ela jugou ser bom.
Talvez, ser uma adolescente novamente não era tão ruim quanto ela pensava.
– O quê vai querer querida...- a mais velha não terminou a frase, a penas a deixou no ar na esperança que a menina lhe dissesse seu nome.
– Charllotte- a menina disse sorrindo- e eu quero uma xícara de chá de camomila por favor.
– Bem bonito seu nome- a idosa disse se virando e começou a preparar o chá da agente, sem deixar de continuar a falar- tenho certeza que sua mãe tem bom gosto e é muito bonito, aliás você é uma bela menininha.
– É- a garota disse- ela era muito bonita mesmo.
– Eu sinto muito, eu não sabia.- a de cabelos Brancos disse arrependida ao ver que a menina tinha perdido a sua mãe.
– Tá tudo bem você não sabia, não posso te culpar- a morena tentou dar um sorriso falso, que pareceu sair como uma careta.
A mulher mais velha logo lhe entregou uma xícara com o conteúdo que ela pedira a poucos minutos atrás.
E em uma tentativa de não deixar o clima pesado a senhora tentou mudar de assunto.
– Sabe, você é uma das poucas pessoas que costumam pedir chá- Charllotte tirou o olhar da xícara branca para poder olhar a senhora que falava com ela- a maioria do pessoal por aqui, sempre pede café.
– É, todos adoram- a garota disse sorrindo e abaixou o olhar para baixo.- o garoto que eu gosto é viciado em cafeína...- ela murmurou baixinho dando um sorriso, antes de voltar a beber a bebida de cor marrom clara.
Era impressionante, como tudo fazia a agente se lembrar de Cinco.
Ela sentiria falta dele, muito falta e menso longe um do outro, Charllotte torcia para que ele conseguisse cumprir sua missão de salvar o mundo.
Porque Five não podia morrer, ela não aguentaria.










Notas Finais


Oi gente só para falar que nós duas super feliz com o apoio que estão dando para a história, e ficamos super felizes ♥️
Não esqueçam de favoritar a história e seguir nos duas.

Bjss
Bia's


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