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História My Distraction - Capítulo 24


Escrita por: e bea031205


Notas do Autor


Desculpa a demora pessoal🥺

Capítulo 24 - Capítulo 22


Peculiar...

1.
referente a pecúlio.
2.
que é predicado de algo ou de alguém; próprio.

Charllotte estava ansiosa.
É claro que estaria considerando o fato de que não fazia ideia do que Cinco estava fazendo e muito menos o plano que o moreno tinha em mente.
Lotte estava tão ansiosa que os seus dedos ficavam batendo na mesa de metal a sua frente.
Não conseguia muito menos se concentrar em seu trabalho, e muito menos fazer a dor absurda em sua mente parar.
Simplesmente não cinseguia fazer nada, enquanto não tivesse notícias do menino de olhos verdes.
Charllotte sentia suas bochechas esquentarem apenas em pensar no Hargreeves de 58 anos.
E repreendia a si mesma por isso.
A Gillis nunca pensou que pudesse gostar de alguém daquela maneira, e agora estava ali suspirando de amores por um garoto ranzinza e mal humorada.
Por Deus, ela tinha finalmente louca, era a única explicação.
O sinal tocou alto em seus ouvidos indicando o horário do almoço.
Ela viu todos os funcionários ali se levantando e se preparando para ir comer.
Charllotte, no entanto, foi a única que permaneceu sentada.
Five poderia precisar dela a qualquer momento, e por isso o sensato era ficar ali, sentada o esperando.
Agradecia para que isso fosse logo, olhar para aquela sala já a estava dando enjoos.
A garota suspirou cruzando os braços sobre a mesa metálica e colocando sua cabeça por cima, apenas voltando a desligar toda a sua mente.

(...)
Durante o trajeto inteiro do Hargreeves pelos corredores até a sua sala, ele não parava de pensar em Charllotte e no momento que tivera com ela antes.
Nunca tinha sentido esse sentimento e por isso o assustava, mesmo sendo bom.
Era diferente e peculiar, mas para ele não tinha importância, se era por Charllotte valia a pena.
Ela ainda podia ver em sua mente as bochechas de Lotte corando e ele achava aquilo...fofo?
Adorável, simplesmente adorável.
Cinco tinha acabado de finalmente se sentar quando o sinal indicando o horário do almoço soou.
O garoto no entanto permaneceu sentado fingindo ler os arquivos da pasta vermelha, apenas esperando o momento certo para agir.
Se perguntava se a Gillis o estaria esperando na sala que disseram trabalhar, se o estaria esperando.
A verdade é que ele não tinha ideia do que faria, por isso não contou seu plano a garota, ele simplesmente não sabia o que fazer, tudo agora era a base do improviso, e Cinco Hargreeves odiava não estar preparado para tudo, mas o que podia fazer?
Por isso, no momento em que todos saíram ele se virou para trás olhando a mesa da moça que já tinha se esquecido nome.
Se ela era a pessoa que gerenciava o caso do apocalipse ela devia ter um arquivo sobre isso, não é mesmo?
Por isso olhou ao seu redor conferindo se ninguém o olhava, então se levantou e começou a conferir as gavetas da mesa de metal da morena que trabalha atrás dele.
Logo achou a pasta vermelha que procurava.
O nome "APOCALIPSE", estampava a pasta do arquivo, e isso fez Five rir mentalmente.
Como podiam ser tão burros a esse ponto.
Logo o menino enfiou a pasta debaixo da roupa que usava e saiu da sala como se nada tivesse acontecido.
Logo pensando o que faria a seguir.
Precisava ler os papéis que estavam contidos na pasta.
Mas como?
Logo ele andou até o banheiro, lá de certa forma ninguém o encomodaria.
Então assim que chegou no local, logo empurrou uma das portas das cabines e entrou se sentando em cima de uma das privadas e logo puxando a pasta vermelha de dentro da roupa e começou a folhea-la para ler, foi aí que a porta do banheiro foi aberta e o menino logo escutou os barulhos do salto batendo contra o piso do banheiro e alguém entrar na cabine ao seu lado.
– Ah merda- ele murmurou baixinho ao ver os sapatos vermelhos da gestora, no banheiro ao lado.
– Como está sendo o seu primeiro dia?- a de cabelos brancos perguntou, fazermos Five se assustar por ela saber que era que estava ali, mas apenas franziu o rosto inrritado por ter sido interrompido na hora de ler os papéis da pasta.
– Não podia ser melhor - ele disse debochado.
A gestora apenas murmurou um hum, antes de abaixar a saia e deixar cair no chão, se sentando em seguida no vaso do banheiro.
– Que bom ouvir isso- ela disse, e Five com cuidado para não fazer barulho fechou a pasta vermelha em suas mãos, e colocando-a de volta por debaixo da roupa, para que a mulher do banheiro ao lado não pudesse vê-la.
A de cabelos brancos soltava barulhos estranhos com a boca, fazendo Cinco apenas franzir o rosto com nojo.
– Queimei minhas pregas- a mulher disse de repente- você já queimou a suas pregas?- ela perguntou com curiosidade para o menino e depois repetiu- pregada. Aquela região no falato duro que ajuda a passar a comida pro exofago?- ela então continuou a tagarelar- enfim, eu estou em uma dieta líquida já faz dois dias, isso explica essa maratona de xixi, uma engrenagem defeitosa e nada funciona como deveria- Cinco então cruzou os braços sobre o peito, na tentativa de tentar esconder melhor o arquivo vermelho- você sabe que nós valorizamos a integridade aqui no escritório- o menino, então ficou preocupad. O tinham descoberto? Charllotte havia contado? Não, não é? Ela não faria isso- acima de tudo. Confiança é essencial e essa confiança é construída com o tempo, mas em caso de uma violação a comissão vai agir prontamente sem piedade, esse tipo de eficiência eu sei que você mais do que ninguém valoriza, número Cinco- o menino escutou a descarga ser acionada e por nervosismo ajeitou a gravata de seu uniforme.- eu estou ficando com fome- a mulher, disse saindo da cabine e indo lavar a suas mãos- você já almoçou?- ela perguntou.
– Ainda não- ele respondeu gritando um pouco.
– Ah, ótimo o que acha de almoçarmos comigo no meu escritório?- a de cabelos disse- você pode comer comidas sólidas- ela se aproximou da cabine onde o garoto estava- e eu posso viver indiretamente- ela apareceu no vão dá porta- através de você. Podemos chamar a Charllotte também.
– Ótima ideia- o menino disse cínico, enquanto dava um sorrisinho falso.
– Maravilha isso vai ser tão divertido- ela disse e logo saiu dali voltando a andar até a porta do banheiro- vou chamar Charllotte, te espero na minha sala, número Cinco e então saiu.
O Hargreeves mais novo, soltou um suspiro de alívio, e então se levantou dali, logo se teletransportando para a sala onde trabalhava, deixando a pasta exatamente no lugar da onde ele havia tirado, torcendo para que ninguém  descobrisse o que ele havia feito.
O moreno de olhos verdes, logo colocou as mãos no bolso do shorts do uniforme da academia, e se pois a andar até a sala da gestora.

(...)

Charllotte estava totalmente entediada, os pés sobre a sua mesa e as mãos para trás da  cabeça a apoiando a mesma.
Ela cantarolava uma musiquinha dos anos 80, enquanto esperava algum sinal de fumaça, ou qualquer coisa que Cinco daria a ela.
Mas por enquanto nada.
E isso deixava a menina frustrada.
Foi aí que os passos de alguém usando saltos entrarem pela porta da sala, e em seguida a voz inrritante da mulher soou nós ouvidos da de olhos verdes.
– Olá querida- a mulher disse e Lotte apenas deu uma olhada na mulher revirando os olhos- não devia ficar sentada dessa maneira. Uma menina da sua idade física e intelectual devia ser um pouco mais delicada não acha?- a de cabelos brancos disse tagarelando.
– Acho que não, acho a maneira como estou sentada muito satisfatória- a Gillis disse ríspida.
– Quanto grosseria- a gestora disse e deu um sorriso- Pelo visto ainda não almoçou não é mesmo?- Charllotte apenas a ignorou- então, pensei em chamá-la para almoçar comigo e com o Cinco- Lotte quase caiu da cadeira ao tentar voltar a sua posição normal, graças a Deus tinha um bom equilíbrio.
– E por que eu deveria ir?- a menina perguntou,meio inrritada, aquela mulher gostava de pegar em seu pé.
– Pra ficar de olho em vocês dois é claro- a mulher respondeu como se fosse óbvio- você e àquele pirralho estão tramando algo, e eu vou descobrir. Agora levante e venha- a mulher disse antes de dar um sorriso falso e sair da sala.
Lotte apenas revirou os olhos novamente antes de se levantar e seguir a mulher de cabelos brancos, que estava passos a sua frente.
As duas então chegaram na sala.
Charllotte se sentou em uma das cadeiras a frente da mulher, enquanto a mesma se sentava em sua grande cadeira.
A comida estava sobre a mesa onde três pratos intocados de comida tinham a frente.
A menina fez uma careta ao ver o que tinha ali.
Ela não estava nem um pouco com fome.
Ao pensar nisso a porta do escritório da mulher foi aberta mais uma vez, passando por lá, Cinco que se sentou ao lado de Charllotte.
Os dois encararam a mulher a sua frente com certa raiva no olhar.
– Qual pessoal, comam- ela disse com o seu sorriso costumeiro no olhar- e não me olh com essas carinhas fofas- ela disse e Cinco fez uma careta antes de revirar os olhos e pegar o garfo e dar uma garfada na comida.
A Gillis apenas deu apenas uma última olhada na mulher que sorria para ela antes de dar uma garfada na comida e fazer uma careta.

(...)

Cinco não sabia a quanto tempo os três estavam ali.
Ele sabia que a gestora os tinha chamado ali porque desconfiava de algo, e de certa forma ela tinha razão para isso.
O Hargreeves também podia perceber o quanto Charllotte, que estava sentada ao seu lado, percebia o quanto ela estava tensa.
Ela não tinha comido nem um terço da comida, batia a perna freneticamente no chão, e não falava nada dês de que chegar na sala.
E o menino não conseguia entender o por quê disso, então apenas deu de ombros tinha que pensar em uma maneira de os dois saírem dali rápido.
Charllotte estava surtando por dentro, aquela mulher que um dia a chamou de tia, a inrritava até os nervos.
É claro, como ela trabalhava na empresa havia anos, falar com a sua superiora era necessário.
Mas, nunca mais do que uma conversa rápida de 5 ou 7 minutos, e agora estava ali tinha certeza a meia hora, e aquilo a incomodava.
Dês de que ela descobriu o que ela era para a gestora, ela nunca mais suportou a mulher.
E ela ainda se lembrava dos detalhes, muito bem.

A comissão- 1955- há 30 anos atrás

Algum lugar por aí

Agora a mulher de 27 anos caminhava pelos corredores da comissão.
Ela andava até a sala da gestora, desejando um caso para que logo pudesse sair daquela sala que ficava analisando relatórios quando não era preciso de seus serviços.
O problema era a morena ficava louca sentada entre aquelas pessoas e seus falatórios, aquilo fazia a cabeça dela querer explodir ou que alguém metesse uma bala em todas aquelas pessoas.
Ela finalmente chegou a porta que tanto desejava e bateu nela.
Mais nada foi ouvido, nenhuma resposta.
A mulher bateu na porta mais uma vez, e novamente nada foi escutado.
Derrotada ela entrou sem que a de cabelos brancos a tivesse permitido fazer tal ato.
Assim ela pode ver que a mulher não estava sentada na sua cadeira e muito menos estava dentro da sala.
A de olhos verdes, logo decidiu desistir e sair da sala, mais ao notar a pasta em cima da mesa a curiosidade da mesma se atiçou e por isso ela decidiu dar uma olhada no arquivo.
Fechou a porta com cuidado antes de andar até a mesa e puxar o arquivo.
Foi aí que a morena se assustou, seu nome estava escrito sobre ele.

Charllotte Jane Willians.

Ela até se assustaria ao ver seu nome real, mas como eles eram a comissão, deviam saber tudo sobre ela.
A curiosidade da menina se atiçou e por isso ela abriu a pasta e começou a ler os arquivos.
E sua expressão mudou para raiva assim que terminou de ler.
Ela jogou a pasta sobre a mesa com raiva antes de andar em disparada para a porta.
Era isso que ela tinha sido então?
Apenas um experimento que deu errado.
Por Deus aquela mulher era desprezível ao extremo.

Charllotte  Jane Willians
Tentativa N°1
Resultado: Falho
Poderes: teletransporte, manipulação mental, controle de objetos, super força e outros desconhecidos.
Obs: Ansiosa, problemas com raiva, tendência ao desastre. Precisa de medicamentos para ficar sedada e não causar mais danos.

A garota chacoalhou a cabeça voltando ao presente.
Mais precisamente ao momento em que estava antes de viajar em suas próprias lembranças.
A mulher comia como se nada estivesse acontecido e Cinco a olhava com olhar preocupado.
A gestora então pegou seu copo de suco e terminou o de tomar fazendo o canudo em que bebia fazer um barulho estranho com a falta do líquido.
Então um dos vasos na estante começou a se mexer.
Lotte estava irritada, muito irritada.
– E foi assim que Phil decidiu que arquiduque tinha que ir- ela disse e Cinco apenas a olhou deixando o copo de água que segurava sobre a mesa.- quer sobremesa?- ela perguntou a Five que apenas fez uma careta.
O vaso de balançou mais rápido sobre a estante.
– Não, comi um bolinho uma vez no apocalipse, e eu me enjoei. Não como sobremesa- o garoto respondeu e fez uma careta.
– Por favor- a gestora disse insistindo - seria uma desfeita- ela disse e empurrou o pote de balas que Charllotte tinha comido mais cedo.
O barulho da voz inrritante da mulher irritava cada vez mais a garota.
Fazendo assim o vaso se mexer e deixar cairá algumas gotas de água.
O de olhos verdes, aproximou a mão para pegar uma das balas do pote de vidro da mesa.
A mulher então acendeu o seu costumeiro charuto (n/a: eu sei que não é esse nome, mas eu não sei o que é exatamente o que ela usava para fumar) e então se encostou na cadeira.
– E aí tem gosto de que para você?- a mulher perguntou para o garoto que franziu o cenho tentando dizer realmente o saber que a bala tinha.
– De anos 50?- ele respondeu com dúvida.
– Isso. Exatamente isso. Nosso departamento de metafísica desenvolveu uma fórmula onde conseguiram pegar um ano inteiro e colocar em uma só bala, não é incrível? É esse aí teve como modelo, a bala de caramelo, que era a favorita da América no ano de 55- Lotte revirou os olhos e o pote se mexeu cada vez mais rápido, e de perto era possível ver ele trincando.- Ah, você vai gostar de saber disso, esse é o mesmo departamento que está fabricando o seu novo corpo. Falando nisso, eu tenho uma coisa para vocês dois- ela disse sorrindo e finalmente dirigindo o olhar a Charllotte que só pode revirar os olhos novamente.
Deus, como ela podia ter incorporado o Cinco naquele momento? Nem ela sabia.
– Carla!- ela apertou um dos botões do telefone em sua mesa.
– Sim- a voz soou do aparelho.
– Pode me trazer as caixas  por favor
– É pra já- respondeu a mulher no telefone.
A mulher logo entrou carregando as duas caixas, fazendo assim a gestora se levantar e Cinco e Charllotte olharem a mulher.
Nesse momento o vaso parou de se mexer, já que a Gillis tinha quebrado o contato visual com o objeto.
Cinco então se levantou ao ver a caixa branca onde tinha escrito seu nome nela.
– Jane querida essa é a sua- a de cabelos brancos disse para a garota, que sentiu seu sangue ferver ao ser chamada assim.- andem logo é só abrir.
Cinco abriu a caixa estava curioso para saber o que tinha dentro dela, já Lotte permaneceu sem mexer um músculo, apenas voltou a encarar o vaso que voltou a se mexer.
– Roupas fazem um homem Cinco- a mulher disse ao ver o garoto tocar o tecido azul em suas mãos.- não vai ser bom quando poder usá-las de fato? E você sentirá melhor eu garanto, estão aperfeiçoando o seu corpo nesse exato momento.
– Obrigado- o menino disse simples, por um momento se esquecendo que tinha que salvar o mundo.- é muita gentileza- ele continuou e fechou a caixa branca.- aquilo é um lança chamas chinês?- o menino disse se virando e aprontando para o objeto que estava em cima de uma cômoda na sala.
– Que visão- a mulher respondeu e Cinco se aproximou curioso do objeto.- a guerra é um conceito tão fascinante- a de cabelos brancos andou até o Hargreeves- um alívio temporário, pra uma falha humana, permanente é claro que é amei fácil ver a nove metros de distância- Charllotte apenas começou a bater a mão na mesa em um sinal de irritação.
Por Deus ela estava ficando inrritada e perdendo o controle.
– Esses são alguns itens que eu colecionei durante as minhas viagens- a mulher continuou dizendo e Five apenas pensava no estrago que tudo aquilo poderia causar, logo sua mente começou a trabalhar.- granadas m26, da guerra do Vietnã, esse talvez o item mais notável- ela pegou uma pistola que tinha ali- essa é a minha pistola do Walter. Ela é a mesma que ele usou para se suicidar- ela disse e apontou a arma para algum lugar.- nós não podemos ficar com esse tipo de coisa, mas ele não ia usar de novo mesmo- ela disse sussurrando e depois deu uma risada.- veja como ela se estabiliza.
Ela entregou a arma para Cinco, que a pegou e depois se pois a falar.
– Eu tenho algumas ideias para melhorar o protocolo da comissão- ele disse e a de cabelos brancos retirou a arma da mão dele.
– Mal chegou e já está promovendo mudanças- ela passou a mão no rosto do menino e tocou no rosto dele- então prossiga. Me conte tudo.
A gestora então voltou a andar até sua mesa.
Sem mais nem menos o vaso que Lotte olhava estourou fazendo o Hargreeves e a gestora se assustarem, enquanto a Gillis apenas dava um sorrisinho de canto.
Então com raiva ela se levantou da cadeira com força, a fazendo fazer um barulho ensurdecedor.
Em seguida andou até a porta para poder sair dali o mais rápido possível.
E enquanto fazia isso, o seu prato cheio de comida estourou fazendo a comida que restava voar pelos ares.
Logo abriu a porta com raiva, dando de cara com Glória que vinha por ali.
Cinco olhou para ela abismado.
Charllotte tinha feito aquilo? Sem ligar ele correu atrás dela.
Precisava saber o que tinha acontecido e Lotte era apenas que podia ter feito o estranho acontecimento.
E por Deus aquilo era incrível.





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