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História My Distraction - Capítulo 29


Escrita por: e bea031205


Capítulo 29 - Capítulo 27


Angústia...

Podemos chamar de angústia a forte sensação psicológica, caracterizada por "abafamento", insegurança, falta de humor, ressentimento e dor. Na moderna psiquiatria é considerada uma doença que pode produzir problemas psicossomáticos.

Charllotte se sentia angustiada.
Nem mesmo depois de seu relaxante banho quente, a garota conseguiu esconder a preocupação ao olhar para Cinco deitado inconsciente na cama dele.
O que aconteceria se ele não acordasse?
Os irmãos conseguiriam deter o fim do mundo? Ou tudo apenas iria virar cinzas igual o Hargreeves mais novo falava? O que seria dela? A comissão nunca a aceitaria de volta, certo? Ela iria morrer junto a todos?
Eram tantas perguntas se passando em sua mente naquele momento, que a mesma não conseguia para de andar pelo pequeno quarto de Five naquela madrugada.
Por um momento se amaldiçoou por ter jogado os remédios fora, talvez se os tivesse tomado até acabar estaria mais calma do que naquele momento.
A mesma tinha pegado uma camiseta branca de Allison em deu armário, que estava para dentro junto com a saia preta que ela usava antes, aliás todos os shorts, calças e saias da número três, ficavam extremamente largas no pequeno corpo da Gillis, que preferiu ficar com sua saia rodada da cor preta.
Ela já tinha abandonado a sua pequena bota preta em algum lugar do quarto, por conta disso andava descalça, o que fazia seus pés tocarem o chão de madeira do local.
As unhas da garota se encontravam roídas de tanto que colocava seus dedos na boca.
Foi aí que ela escutou.
- Ei, acho que não precisa abrir um buraco no meu chão honey- a voz rouca e sem força de Five soou os seus ouvidos, o que fez a ex-agente se virar para encara-lo antes de andar até a cama do mesmo e se agachar.
E assim deu abraço torto no garoto que não soube o que fazer, por causa disse apenas colocou seus braços ao redor da mesma.
Lotte permaneceu por alguns segundos assim e logo suas pequenas lágrimas marotas começaram a sair de seus olhos verdes.
- Você está chorando?- o garoto perguntou confuso ao sentir os pequenos barulhos que saiam da menina.
A mesma saiu do abraço antes de dar um tapa no braço do menino.
- Ei!- ele exclamou e a olhou extremamente inrritado.
- Nunca mais me assuste desse jeito seu pirralho irritante!- ela disse enquanto tentava secar algumas lágrimas- eu achei que tinha morrido.
Cinco sentiu seu coração se aquecer ao perceber que a mesma tinha se preocupado com ele, e nesse instante o sentimento bom de saber que alguém se importa com ele subir por todos o seu corpo.
Ele não pode deixar de dar um sorrisinho de lado e a menina ao ver isso apenas deu um pequeno sorriso também.
- Sabe...- o garoto iria dizer algo como " você fica bonita quando chora" ou " você fica bonita vermelha desse jeito", mas se repreendeu mentalmente. Aquilo era tão clichê, tão comum. Cinco não queria ser comum, mesmo que o quê ele queria dizer fosse verdade- esquece- ele disse e olhou para o machucado em sua barriga e sua roupa suja de sangue.
O mesmo então levantou seu tronco devagar na tentativa de se levantar e sentiu seu corpo inteiro doer pelo ato.
Mas ele já tinha passado por situações piores, um simples estilhaço de explosão não o impediria de salvar o fim do mundo.
- Ei, onde pensa que vai?- a Gillis disse ao menino vendo o mesmo fazer esforça para sair de cima da cama.
- Não temos muito tempo Charllotte, o fim do mundo está logo ali- o menino disse se pondo de pé.
Lotte revirou os olhos com o jeito teimoso do velho de 58 anos, por Deus, ele não podia se dar uma folga?
- Cinco, por Deus- a menina disse pondo a frente dele- por favor, pode esperar até amanhecer para isso?- ela o olhou nos olhos e Five apenas a encarou de volta- o mais difícil você já fez, descobriu o responsável por toda essa merda- ela disse brava, ela mesma não sabia o porquê de estar tão irritada- pode por favor, por favor, por algumas horas descansar por causa desse ferimento? Por favor são só algumas horas e depois, pode fazer o que quiser- ela disse e passou os braços ao redor do pescoço do menino, que franziu o cenho- por mim...- ela pronunciou baixo fazendo Cinco olhar para os lábios vermelhos e convidativos que ela tinha.
- Tudo bem- ele disse relutante, fazendo Lotte abir um sorriso de fora a fora- mas, vai ter que me dar àquel beijo que está me devendo- Five nem sabia como tais palavras tinham saído de sua boca. Se a alguns dias atrás lhe dissessem que Charllotte e ele estariam se beijando, o mesmo acharia graça e debocharia daquilo, mas agora, sentia que não podia viver sem Charllotte, nem por um segundo se quer.
A menina também se assustou. Ela queria muito beijar Cinco, igual tinham feito da última vez na comissão, mas por que a gira de sentia com tanta vergonha de fazer a mesma coisa de antes.
Sem pensar muito nisso, a mesma aproximou seu rosto ao do garoto.
Os dois alternavam seus olhares dos olhos dos mesmos, para as bocas um do outro.
Até que Charllotte quebrou o pequeno espaço que tinha entre os doidos, fazendo os lábios deles se encontrarem novamente.
Five logo aprofundar o beijo, pedindo a famosa passagem com a língua, que a menina cedeu de imediato.
As borboletas no estômago podiam ser sentidas em ambos os lados, fazendo Lotte e Cinco gostarem daquele sentimento.
As línguas deles batalhava por espaço, igual a última vez que eu estiveram tão próximas.
Até que a Gillis sentiu que seu ar já não existia mais e se separou do menino ofegante, fazendo seu peito subir e descer rapidamente.
Five deu um sorriso, antes de se aproximar dela novamente, em uma tentativa de beijar Charllotte de novo.
Até que um estrondo foi escutado do andar de baixo e a voz de Klaus soar por toda a casa.
A menina se afastou do Hargreeves, fazendo assim ela retirar os braços que estavam no pescoço dele.
Ela deu um sorriso tímido antes de andar em direção a porta do quarto.
- Tentar dormir um pouco- ela disse ao menino enquanto se virava- e é sério, gente dormir, você merece um descanso- ela sorriu e logo desapareceu, deixando o Hargreeves " mais novo" parado no mesmo lugar, enquanto ainda sentia a sensação dos lábios de Charllotte sobre o dele, e como ele queria que àquele momento se eternizasse para sempre, de novo.

Charllotte desceu as escadas da casa rapidamente, sentindo se ainda tonta e com um sorriso bobo da cena que tinha acontecido a alguns minutos atrás.
Ela sentia que seu corpo inteiro estava preenchida por uma onda de felicidade, e que aquilo não seria apenas um sentimento momentâneo.
Assim que chegou nos últimos degraus da escada, pode ver Klaus sentada no sofá conversando com alguém ao seu lado, ou melhor dizendo Ben.
Lotte não entendia bem porque não conseguia ver o irmão moreno de quem o número quatro tanto falava.
Aliás, se ela tinha todos os poderes dos irmãos Hargreeves, como simplesmente não cinseguia ver o que Klaus via?
Talvez seja porque não conhecia Ben, ou talvez até, não tivesse realmente todos os poderes que ela achava que possuía.
Ou talvez, ela só não acreditava que podia realmente ver fantasmas.
Ela então se aproximou do sofá e se sentou nele observando Klaus reclamar de Luther.
– Aquele grandão vai se tornar insuportável a partir de agora Ben- o homem dizia sem reparar na presença da menina ao seu lado- ou Charllotte?- ele disse de repente olhando o nada, ainda sem perceber que a garota estava ao seu lado- ela está do meu lado? - ele disse confuso e a Gillis deu uma risada, fazendo assim o homem a olha-la- ou Charllotte - ele disse finalmente reparando nela e dando um sorriso- como vai a minha criança preferida?- a garota apenas abriu mais o sorriso, Klaus era realmente uma pessoa interessante.
– Bem vou bem, eu acho- ela disse e reparou que pela primeira vez dês que conhecerá número quatro ele parecia totalmente sóbrio- você está sóbrio Klaus?
– Oh, você percebeu- ele disse animado e bateu palmas- eu estou limpo, pela primeira vez- ele falou e se levantou do sofá- estou me sentindo ótimo- ele pronunciou e rodopiou pela sala, fazendo a menina dar uma gargalhada alta e gostosa.
– Isso ótimo Klaus- a menina disse antes de rir mais e aproveitar a companhia do homem que dançava na sala.

(...)

Lotte estava apoiada sobre a bancada da cozinha, vendo o número quatro fritar alguns ovos na frigideira.
– Tem certeza que quer que eu não faça o café da manhã?- a de olhos verdes perguntou vendo o homem se atrapalhando na cozinha com aquela espátula para cá e para lá.
– Podia fazer o café para mim- ele disse enquanto cantarolava.
– Nem morta. Não tenho ideia como se faz café, eu odeio- ela disse e fez uma careta.
– Você e Five são um casal bem improvável- Klaus disse distraído enquanto colocava a comida em um prato- àquele velho ranzinza não vive sem café- o homem então pegou um sino e começou a tocar enquanto saia da cozinha, sem antes deixar a água na chaleira para ferver.
– Vamos acordar!- ele gritava enquanto balançava o sino pela casa.
A garota apenas riu e se sentou no banco a frente da mesa, concentrada apenas em girar a xícara de chá que tinha em duas mãos, se perguntando se Cinco acordaria logo.
Foi aí que ela escutou Klaus voltando para a cozinha dessa vez sem tocar o sino dourado em suas mãos.
– Não vai acreditar Lotte, mas Luther já não é mais um homem puro- ele disse enquanto preparava o café, que a Gillis tinha certeza que seria horrível, mas assim que ele disse isso a menina explodiu em risadas, por Deus aquilo era tão engraçado.
Em meios as risadas e brincadeiras da parte de Klaus, Charllotte tinha até se esquecido do fim do mundo, e da bagunça em que sua vida se encontrava naquele momento.
Foi aí que ela escutou os passos pesados de  Luther que se aproximavam da cozinha.
Logo o número quatro e a ex-agente pararam de dar risada e tentaram a segurar.
O loiro grandalhão chegou quase rastejando ao local e usava o sobre-tudo verde militar na tentativa de diminuir a claridade da luz do sol que batia em deu rosto.
Ele logo atordoado se sentou a frente de Charllotte, mas não disse nada quando a viu, nem mesmo a Klaus, apenas permaneceu queito em seu lugar.
Logo Lotte se perguntou aonde se encontrava o Hargreeves "mais novo", por isso tentou olhar pela porta da cozinha se mais alguém se aproximava, mais sem sucesso, então apenas tomou uma xícara de seu chá preferido e encarava a clara que ressaca que o loiro estava.
Ela de repente ficou tão imersa em seus pensamentos que nem prestava atenção nas palavras que o número quatro disse a seguir.
– Aqui- Klaus se aproximou do loiro com uma jarra de café transparente e tomou cuidado ao derramar a bebida na xícara que tinha a frente do grandalhão- bebe que você vai ficar melhor- e enquanto quando Luther pegou a xícara Cinco se aproximou tirando a mesma da mão do loiro que apenas viu sua caneca sendo levada sem fazer nada, então Klaus empurrou para ele a outra xícara que tinha enchido com a bebida cafeínada preta. Lotte apenas girava sua xícara em suas mãos por isso não percebeu quando Five sentiu ao lado do loiro.
– Olha, ótimo- o número quatro disse ao perceber a presença do irmão mais novo.
– Caramba- o moreno disse alto ao dar um gole no café de Klaus- quem é que eu tenho que matar para arrumar um café descendente?- ele perguntou inrritado e então finalmente a Gillis notou o de olhos verdes e murmurou para Klaus.
– Eu sabia que seu café estava horrível.
– Da para começar logo isso?- o grandalhão perguntou irritado por conta de sua dor de cabeça infernal.
– Alguém aí viu os outros?- o homem ao lado de Charllotte perguntou- cadê Allison, cadê Diego? Não? Tá bom- ele disse sem se importar muito- então isso é o meus próximo que temos de um coron- ele disse enquanto batia com a espátula na mesa de madeira- que a gente vai conseguir ter aqui né? Prestem atenção- ele disse fazendo todos na mesa voltarem o seu olhar para ele- não tem um jeito fácil de dizer isso, mais eu vou falar logo- ele disse enquanto mexia os braços sem parar e depois deu um suspiro.
O silêncio ficou no lugar por um tempo, enquanto todos esperavam que ele falasse algo, até Luther fazer isso.
– Klaus- o irmão disse de uma forma para qual o número quatro falasse logo o que queria.
– Ontem a noite eu falei com o papai- ele disse e Lotte arregalou os olhos para ele. Isso Klaus não havia contado a ela.
Todos o olhavam confusos, aliás o mesmo tinha dito que não enviava ninguém a anos e agora estava ali, dizendo que havia conversado com o Sr. Hargreeves em pessoa, ou melhor alma, ou seja lá o que fosse.
O grandão olhou para Cinco que ainda encarava Klaus sério.
Então Five apenas pegou a sua xícara de café enquanto Luther falava.
– Achei que você tinha dito que não conseguia enviar ninguém a anos- o homem disse calmo.
– É é eu sei- Klaus disse com indiferença- mais eu tô sóbrio- ele levantou os braços para cima e comemorava- eu fiquei puro ontem para poder com alguém especial e acabei tendo essa conversa com o nosso querido pai em pessoa- ele suspirou pesado e Lotte apenas deu mais um gole em seu chá, enquanto observava por de trás da xícara branca os movimentos do garoto a sua frente.
– Algum de vocês tem aspirina?- Luther perguntou ignorando completamente qualquer coisa que tenha saído da boca de Klaus.
– Ali em cima do lado do biscoito- Cinco o respondeu.
– Ou ou ou ou ou, é sério isso gente. Isso aconteceu de verdade- o de colete verde disse tentando chamar a atenção dos irmãos que não acreditavam nele- eu juro para vocês.
– Tá, tá tá legal eu vou brincar- o moreno de olhos verdes disse enquanto fazia uma cara cínica- o que é que o velho tinha para dizer?- ele perguntou e deu um sorriso com sarcasmo recheado.
Charllotte apenas revirou os olhos e empurrou a xícara vazia de chá de camomila para longe.
– É claro, ele me deu àquele sermão de sempre, falando sobre a minha aparência, sobre os meus fracassos na vida, etc e tal- ele disse enquanto mexia os braços- até aí nada de novo, nem a vida no além conseguia amaciar o coração de pedra do papai. Mas, ele me falou um coisa sobre o assassinato dele- Luther o olhou agora já que esse assunto o interessava- ou sobre o não assassinato dele porque...- Klaus de uma pausa dramática- o papai se matou- ele disse sério e olhou para baixo com pesar.
Todos os olhavam inacreditados, como se aquilo fosse a pior mentira que ele tinha dito.
– Não tenho tempo para as suas brincadeiras- o grandão disse se levantando da cadeira, enquanto Cinco continuava na mesma posição, apenas virou o seu olhar para Charllotte que olhava para Klaus.
– Não, não, não eu tô falando a verdade Luther- o número quatro disse desesperado e por alguns segundos Five acreditou nele, por mais que fosse impossível.
– Então por que ele fez isso?- o garoto perguntou tentando entender.
– Porque era o único jeito de fazer a gente voltar para casa de novo.
Na mente de Lotte e do ex-agente, aquilo não era uma teoria impossível, aliás tinha gente que era completamente pirado.
– O nosso pai não iria se matar assim- o grandão disse bravo.
– Você mesmo disse que o papai tava deprimido, trancado no escritório e no quarto o dia inteiro- o moreno disse enquanto pensava nessa possibilidade.
– Não, pessoas suicidas apresentam certas tendências e comportamentos estranhos- o loiro disse como se entendesse alguma coisa sobre depressão e suicídio.
– É como mandar alguém para a lua sem motivo algum?- Klaus disse tocando na ferida e ponto fraco de Luther.
– Eu juro por Deus Klaus, que se estiver mentindo...- o grandão começou enquanto tentava ameaçar o de colete.
– Eu não tô! Não tô não- Klaus disse desesperado.
– o senhor Klaus está correto- Pogo apareceu na cozinha e todos se viraram para poder vê-lo, já que o mesmo dizia que Klaus falava a verdade- lamentávelmente eu ajudei o senhor Hargreeves a executar o plano dele- o chimpanzé disse calmo enquanto se apoiava na bengala.
– O que?- Luther perguntou surpreso e desacreditado.
– Assim como a Grace, foi uma decisão difícil para nós dois, mas difícil do que poderia imaginar- Pogo disse com a voz carregada de tristeza- antes da morte do país de vocês, o sistema da Grace foi ajustado para que ela fosse incapaz de aplicar os primeiros socorros, naquela fadidica noite- Cinco virou o seu olhar para encarar Lotte, que deu um sorriso ao mesmo em uma tentativa de dizer sinto muito.
– Que velho maluco- o garoto apenas disse enquanto olhava ainda para a de olhos verdes.
– Então aquelas imagens de segurança..- o grandão disse como se tudo fizesse sentindo.
– Serviam para afomentar o mistério do assassinato- o chimpanzé disse simples- seu pai achava que tendo vocês aqui, investigando isso juntos reacenderia o desejo de serem uma equipe de novo.
– E pra quê?- o de olhos verdes perguntou tirando os olhos de Charllotte.
– Para salvarem o mundo é claro- Klaus deu uma risada debochada e disse um "ata".
– Primeiro a missão na lua e agora isso- o grandão disse bravo- você me viu atrás de respostas e não disse nsda- o loiro disse bravo a Pogo que apenas mantinha seu olhar cansado- quer compartilhar mais alguma coisa Pogo?- Luther falou mais alto- mas alguns desses segredos?.
– Se acalma Luther- Cinco e Charllotte falaram ao mesmo tempo.
– Eu não vou me acalmar. Fomos enganados pela única pessoa na família a quem confiavamos- o loiro disse ainda com seu tom de voz elevado.
– Foi o último desejo de seu pai Sr. Luther- o macaco respondeu- eu apenas...eu não tive escolha- todos ainda se encaravam em silêncio, até o loiro andar até Pogo.
– Sempre a escolha- ele disse antes de sair da cozinha e Pogo o seguir.
Cinco passou a mão no rosto e nos cabelos tentando pensar e se concentrar.
Lotte então andou até ele e passou a mão pelo pescoço dele, dando um pequeno abraço e depois deu um beijo na bochecha dele.
O moreno segurou uma das mãos dela antes de dizer.
– Eu tenho que pensar- e então teletransportou os dois rumo a algum lugar.
Deixando Klaus ali sozinho olhando para o nada.


Notas Finais


Desculpa a demora 👉👈🥺

A gente tá tão feliz, a gente já tá quase chegando na reta final da Fanfic.
Talvez semana que vem já vamos ter terminado a primeira temporada, mais pode ter certeza que a gemte vai escrever a segunda temporada ♥️
E valeu mesmo gente por acompanhar ☺️


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