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História My Distraction - Capítulo 30


Escrita por: e bea031205


Notas do Autor


Capítulo novo pq essas autoras são muito boiola desse casal

Capítulo 30 - Capítulo 28


Novidade...

1.
condição do que aparece, do que se apresenta pela primeira vez.

2.
notícia (boa ou ruim); nova.

Preocupação...

1.
prevenção, opinião antecipada, ou a primeira impressão que uma coisa fez no ânimo de alguém.
2.
ideia fixa e antecipada que perturba o espírito a ponto de produzir sofrimento moral.

Cinco tinha levado ele mesmo e Charllotte até o quarto do mesmo.
Lotte estava deitada na cama bagunçada do garoto, enquanto o de olhos verdes, que agora tinha trocado o seu pijama azul por um dos uniformes da academia, andava de um lado para o outro no quarto pensando sobre o que Pogo tinha dito sobre o suicídio de seu pai e como ele sabia do apocalipse.
Todas as perguntas acabavam sem resposta e a Gillis não era de muita ajuda, por causa disso apenas olhava o teto do quarto enquanto cantarolava uma música de quando era criança e sua mãe cantava a ela, na tentativa de fazê-la dormir e relaxar.
Apesar daquilo desconcentrar Five diversas vezes, a voz suave da garota o acalmava, mais do que ele poderia admitir.
– No que está pensando?- a garota disse por fim, se sentando na cama e olhando para o garoto que andava sem parar.
– Em como aquele velho maluco sabia que tínhamos que salvar o mundo- o menino disse e suspirou sentando na cama com as pernas para fora.
Lotte engatinhou até ele e se sentou ao lado do mesmo.
Os dois encaravam o chão, lado a lado.
A Gillis se surprendeu quando o menino entrelaçou a mão de ambos, e não pode deixar de dar um pequeno sorriso.
Então com a são livre virou o rosto do menino para si própria.
Eles se olharam nos olhos por alguns instantes.
Verde com verde.
Esperança com esperança.
Lotte se aproximou mais e logo colou os lábios de ambos, começando um beijo lento.
A menina dessa vez pediu a passagem com a língua que Cinco não pode deixar de ceder.
A língua dela explorava cada canto da bica de Five, que dessa vez não tentou lutar pelo controle, pela primeira vez.
Apenas deixou que Charllotte conduzisse àquele momento maravilhoso para ambos.
A menina tinha seus olhos fechados quando os dois se separaram ofegantes.
Diferente dela, Cinco tinha seus olhos abertos e encarava os lábios inchados de Lotte, então não tardou em se aproximar de novo, iniciando outro beijo entre os dois.
Lotte apenas deixou agora Cinco fazer o que tinha que fazer.
E para os dois não importava, quantos beijos já tinham dado.
Cada um deles seriam bons como da primeira vez e maravilhosos para ambos.
Eles se separaram encostando as testas juntas enquanto se olhavam.
– Acho que nunca vou me cansar disso- ela disse sorrindo.
– Uhum- o garoto apenas respondeu ainda um pouco atordoado.
– Eu- ele começou iria começar a dizer quando as engrenagens em sua mente começaram a trabalhar, ele queria permanecer naquele momento com Charllotte para sempre, mais para isso o mundo precisava ser salvo- vem, eu tenho que falar com Klaus- ele disse se levantando, enquanto saia do quarto e deixava uma menina meio perdida em seus pensamentos, antes de se levantar seguir os garotos pelos corredores da mansão.
Ela enquanto andava não podia deixar de sorrir, ela nunca pensaria que se apaixonaria.
Muito menos por alguém como Cinco e agora ela estava ali, suspirando e desejando que os lábios do garota permanecessem aos seus para sempre.
Ela se apressou para poder chegar no quarto de Klaus, em poucos segundos depois de Cinco.
A situação que encontrará era um tanto engraçada aos olhos da garota.
O número quatro estava deitado sobre a sua cama com um rolo de lá preta, enquanto tentava tricotar algo com aquilo, era uma cena hilária, pelo menos no ponto de vista da menina.
Ele sem embolava todo enquanto mexia com aqueles pauzinhos de plástico e se concentrava totalmente naquilo até Five entrar no quarto falando como uma maritaca, mas é claro teve a decência de bater na porta antes.
– aí, levanta- ele disse enquanto adentrava o quarto com Charllotte ao seu encalço-  a gente tá indo.
– A onde?- Klaus perguntou olhando para os dois adolescentes e tirando sua concentração do que fazia.
– Salvar o mundo- o garoto disse como se fosse uma coisa óbvia, o que de certa forma era.
– A só isso tá...- o homem sem camisa pronunciou enquanto jogou a lã preta e os gravetos do lado da cama e começava a se levantar.
– O povo disse que o papai se matou, para nós reunir de novo, né?- ele disse enquanto andava pelo quarto e Lotte dava uma olhada por toda a decoração estranha no quarto bagunçado e confuso do homem.
– É- o número quatro disse e começou a calçar seus sapatos.
– O que me fez pensar- o garoto continuou e a Gillis olhou para o de olhos verdes para saber sobre o que ele estava pensando antes- eu tive que saltar para descobrir quando o apoclipse iria acontecer- o ex-agente fazia gestos com a mão enquanto falava- mas o papai não viaja no tempo, então como o filho da mãe sabia que tinha que se matar uma semana antes do fim do mundo?- o moreno disse pensativo.
E Charllotte finalmente entendeu o que ele tanto pensava e também não tinha uma resposta certa para a pergunta dele, que ela sabia que tinha sido totalmente retórica.
– É, ah você sabe que eu...- Klaus disse começando a responder a pergunta mais foi cortado pela garota.
– Klaus,  não responde- ela disse enquanto sorria para o homem- foi uma pergunta puramente retórico- ela disse e voltou a olhar os objetos jogados e espalhados pelo quarto.
– A verdade é que a vida inteira ele falou, que a gente salvaria o mundo de um apocalipse eminente- o menino falava como se aquilo fosse a descoberta mais incrível de toda a sua vida de 58 anos.
– É mais eu sempre achei que ele só falava isso para convencer a gente a lavar a louça- Klaus disse enquanto ainda tinha uma seria dificuldade em calçar seus sapatos.
– Eu também- o Hargreeves "mais novo" exclamou- mas, e se o velho realmente sabia o que ia acontecer?- o garoto se aproximou do irmão que agora já tinha sua camiseta em mãos pronta para colocá-las.
– É mais como ele sabia disso?- o homem perguntou enquanto passava a camiseta pela cabeça.
– Não faço ideia- o moreno disse- mais o fato é que o plano de merda dele funcionou- o menino disse dessa vez com a voz um pouco mais baixo- nós voltamos para casa e já que estamos aqui por que não salvamos o mundo?- o menino perguntou.
– É, mas quem?- o número quatro perguntou enquanto colocava seu colete- você e eu, e sua namorada?- o homem perguntou.
– É, não era minha ideia mais... Eu trabalho com o que tenho- o menino disse e os três começaram a sair do quarto.
Five sabia que Klaus tinha chamado Charllotte de namorada dele, mas aquilo era quase verdade, não é?
Lotte também se sentiu feliz em Cinco não negar que eles eram namorados, mas ela se perguntava se os dois eram mesmo aquilo, porque a menina adoraria que isso fosse verdade.
Então um Diego passou apressado em direção ao seu quarto, enquanto tirava o casaco que estava usando.
– Onde você tava?- a menina perguntou vendo a pressa de Diego.
– Preso na cadeira- ele disse simples e todos os três que estavam no corredor arregalaram os olhos e se aproximaram da porta do quarto de número dois, que se apressava para pegar todas as suas coisas- é uma história longa, cadê o Luther?- o latino perguntou, enquanto pegava suas armas no quarto.
– Não sei, a gente não vê ele dês do café- o de olhos verdes disse.
– É, e faltam apenas dois dias para o fim do mundo, é a hora perfeita para ele desaparecer- Klaus disse enquanto se balançava de um lado para o outro.
Nesse meio tempo Diego já estava saindo de seu quarto prendendo apenas a sua fivela de facas.
– Merda!- o latino exclamou.- a Allison tá em perigo- ele disse.
E todos se entrolharam.
– O quê?- Lotte disse ficando preocupada, por mais que de primeira vista não tivesse gostado nem um pouco da atriz, agora achava ela uma mulher realmente interessante e se algo acontecesse a ela, sentia que iria dezabar- o que houve?- ela perguntou com sua voz trêmula.
– Ela foi sozinha atrás do tal de Leonard Peabody, ou Harold Jenkins- ele disse e todos eles começaram a andar em direção as escadas, para poderem procurar Luther e juntos procurarem Allison.
Cinco tinha uma certa dificuldade ao andar rápido daquele jeito, aliás ainda podia sentir seu ferimento doer como nunca.
Lotte notando isso passou um dos braços dele pelo seu pescoço, enquanto fazia a mesma coisa com ele, da mesma forma.
Dessa forma Five tinha como apoio para não cair a garota ao seu lado.
Ele não pode deixar de dar um sorriso que passou despercebido pela menina, mesmo assim não importava, aliás era apenas um sorriso de muitos que Cinco daria a ela.

(...)

Os quatro estavam desesperados atrás de Luther, e não o encontravam em lugar nenhum.
Diego estava ao volante, enquanto isso, Cinco ao seu lado no banco da frente e Lotte e Klaus iam atrás e olhavam a paisagem pela janela.
– Esse é o último bar da região- o latino disse ao estacionar do lado de fora de um bar.
– E o que te faz pensar que Luther, estaria em um bar?- a menina perguntou enquanto tirava o cinto que a prendia.
– Eu...- o moreno mais velho logo tentou arrumar uma resposta plausível- eu só sei tá legal!- o homem disse nervoso enquanto gritava.
– Tudo bem espertinho- a menina disse com deboche enquanto abria a porta do carro para poder sair e todos os outros faziam a mesma coisa.
Lotte correu até Cinco para ela servir de apoio novamente e ele cedeu, gostava de ter a garota tão perto daquela forma.
Assim os três irmãos Hargreeves e a menina estranha entraram dentro daquele bar, encontrando um loiro grandalhão bebendo um copo de alguma bebida por aí.
– Eu falei que ele estaria aqui- o latino disse sorrindo, a verdade é que ele não fazia ideia de o que loiro estaria mesmo lá e se surprendeu ao ver que ele estava.
Uma música coutroy tocava no lugar e poucas pessoas estavam no local aquela hora da manhã e as que estavam conversavam entre si, deixando o loiro imerso em seus próprios pensamentos.
– Olha aí- Klaus disse apontando para ele, mesmo todos já tendo percebido que Luther se encontrava alí.
O grandão olhava para os irmãos e Lotte se perguntando o que eles estaria fazendo ali dessa vez.
– Tomando uma para curar a ressaca- o de colete verde disse em um tom de brincadeira e o loiro apenas revirou os olhos.
A Gillis tirou o seu braço do pescoço de Cinco, mais ele diferente dela a segurou mais forte pelos os ombros, fazendo a mesma ficar mais perto se colada ao corpo do menino, ela então sorriu e voltou a prestar atenção na cena a sua frente.
– Me deixem em paz- o grandão disse e olhou para mesa a encarando.
– Deixa eu conversar com ele aqui- Diego disse enquanto se sentava na cadeira ao lado da Luther.
– Tá bom- Klaus falou enquanto se desencostava da mesa redonda do bar- vamos deixar os dois se lamentando aí até a morte- o de verde fez graça novamente, mais ninguém percebeu o humor.
Então Cinco, Charllotte e Klaus foram para algumas mesas mais afastadas deixando assim os dois sozinho sentados na mesa.
Os três se sentaram encostraram em uma mesa e mesmo assim Cinco ainda continuava com o braço em volta dos ombros da menina enquanto olhava para os dois irmãos agora sozinhos.
A diferença é que eles apenas podiam escutar os murmurios da conversa entre número um e número dois ( n/a: meu Deus isso saiu tão estranho, ksksksk).
Por isso Klaus não pode deixar de fazer piadinhas sobre Cinco e Lotte.
– E aí Lotte- ele disse chamando a menina que virou o rosto para poder encarar Klaus.
– O que foi? - a de olhos verdes perguntou confusa.
– Quantos dólares, esse velho rabugento paga para você fingir ser namorada dele?- o de verde disse e deu um sorriso brincalhão.
A Gillis corou e Cinco revirou os olhos.
– Não pago nada a ela- o menino disse irritado- ela está aqui porque quer ajudar- ele disse não tirando os olhos de Diego e Klaus que pareciam não estarem se entendendo muito bem.
– Isso quer dizer que a gente namora?- a menina perguntou baixo, apenas para o Hargreeves mais novo poder escutar.
– Não!- o menino disse rápido sentindo suas bochechas corarem- claro que não- ele disse e limpou a garganta.
Lotte sentiu seu sorriso diminuir, isso significava que ele não gostava dela do mesmo jeito que ela gostava dele?
Ela lançou um olhar triste para Klaus que percebeu e deu apenas um sorriso tentando amenizar o clima que tinha ficado no ar.
A menina suspirou cansada por tudo e ainda mais por não ter dormido nada na noite passada e ainda, por Cinco dizer que ele não estavam namorando.
Aquilo era verdade, mais será que a resposta de Five significava que os dois não ficariam juntos nunca?
Sem se importar se Cinco realmente gostava dela, a de olhos verdes e cabelos castanhos claros deitou a cabeça no ombro do menino e fechou os olhos, nem que fossem por poucos segundos, ela precisava daquilo.
Cinco sentiu seu coração errar uma batida com o gesto da menina.
É claro os dois já tinham estado tão perto antes, mais era sempre bom estar com Lotte ao seu lado, nem que fosse por poucos minutos.
A sensação de apenas tê-la ali, já fazia o coração do menino palpitar como nunca tinha feito antes.
Foi aí que o barulho da cadeira sendo arrastada fortemente no chão do bar, fez Charllotte se assustar e abrir os olhos e encarar os dois irmãos na mesa assustada.
Luther tinha se levantado rápido e agora saia correndo do bar com pressa.
Cinco se soltou de Charllotte com cuidado para os dois poderem sair mais rápidos em direção ao automóvel.

(...)

Diferente das outras vezes Diego estava atrás junto a Luther, e Klaus.
Cinco dirigia o carro pela estrada em alta velocidade sem se importar, estavam uma situação de emergência e ao seu lado no banco da frente, estava Charllotte que roía as unhas em um sinal de nervosismo.
Todos eles quietos perdidos em seus próprios pensamentos confusos.
– Aí- o loiro grandão disse perto do ouvido de Five- dá para ir mais rápido?- ele perguntou.
– Se perguntar de novo eu vou queimar você com um esqueiro- o de olhos verdes disse sem tirar os olhos da estrada.
Luther apenas deu uma olhada para Charllotte que deu de ombros pelo comportamento de Five.
Mesmo com o loiro o irritando, o número Cinco pisou o pé com força no acelerador, alias Allison também era sua irmã.

(...)

Demoraram cerca de mais 10 minutos dês da última vez que alguém disse algo no carro e agora todos os cinco desciam apressados do carro indo em direção a cabana de madeira.
Todos subiram atrapalhados pela escada tentando todos serem os primeiros a chegar no lugar e abrir a porta.
Todos menos Lotte que estava para trás roendo ainda mais suas unhas com medo do que poderia acontecer.
Luther então chutou a porta da cabana e logo começou a gritar desesperado.
– Allison! Allison!- ele gritava enquanto se abaixava até a mulher e Klaus ao ver a cena fazia o mesmo- Allison! Alisson por favor!:- ele dizia chorando.
Diego apenas olhava a cena de boa aberta.
Enquanto isso Cinco e Charllotte eram os últimos a entrar e ao ver a cena a Gillis virou o rosto para poder parar de ver a cena e tentando controlar as lágrimas que caiam de seu rosto.
Cinco a abraçou ainda olhando atentamente para a irmã, e Lotte tinha o seu rosto enterrado no pescoço do menino enquanto chorava.
Todos aterrorizados e com medo de que algo acontecesse com Allison que ainda por incrível que pareça estava viva.





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