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História My Distraction - Capítulo 32


Escrita por: e bea031205


Notas do Autor


Postando esse agora porque vai ser o último de hoje👌

Capítulo 32 - Capítulo 30


Felicidade...
1.
qualidade ou estado de feliz; estado de uma consciência plenamente satisfeita; satisfação, contentamento, bem-estar.
2.
boa fortuna; sorte.
"para sua f., o ônibus atrasou, e ele pôde viajar"

Amor...
1.
forte afeição por outra pessoa, nascida de laços de consanguinidade ou de relações sociais.
2.
atração baseada no desejo sexual.

Vício
1.
defeito ou imperfeição grave de pessoa ou coisa.
2.
qualquer deformação que altere algo física ou funcionalmente.

Quando Klaus, Diego e Charllotte chegaram a mansão, logo começaram a tentar procurar Vanya por toda a mansão, mais apenas o que encontraram foi Cinco andando por ela em busca da mesma coisa que eles, Vanya.
Charllotte teve muito alto controle para não bater na cara de Five naquele momento, mesmo que estivesse com uma vontade absurda de fazer isso, mais encontrar a baixinha de cabelos castanhos era a prioridade, por isso como uma verdadeira adolescente emburrada não olhou para Cinco em nenhum momento.
O ex-agente mesmo que não admitiria aos outros se sentiu triste ao perceber que a menina estava brava com ele, menso assim fingiu que para ele não importava.
Os quatro se encontravam todos juntos no segundo andar, e depois de tanto tempo desistiram de procurar a mais velha, que não se encontrava alí.
- Nenhum sinal da Vanya- o menino disse por fim.
- Ela também não está em nenhum quarto- o latino pronunciou a Klaus e Lotte que se aproximavam do outro lado.
- Lá embaixo ela também não tá- Klaus disse enquanto ele e Charllotte paravam a frente dos outros dois Hargreeves.
- Vou sair- o latino disse de repente e deu uma pequena batidinha no ombro do de colete verde e camisa colorida.
- Espera aí! Como assim?- o mesmo disse perguntando ao irmão confuso.
- Espera, a onde você vai?- Five perguntou também vendo o irmão de afastar.
- Ei Diego- Lotte apenas o chamou.
- A Vanya ainda tá lá fora- o de olhos verdes disse dando alguns passos para frente- e o Hazel e a Cha-Cha também- o garoto disse em um tom elevado.
- Eu sei- Diego pronunciou e parou de andar para pode olhar os três ali- vou pegar as minhas coisas e sair- ele disse simples- tenho que acertar as contas com àqueles babacas- o homem de preto voltou a andar.
Dessa vez não parou em nenhum momento.
A Gillis apenas revirou os olhos, e Cinco ainda olhava o nada desacreditado.
Foi aí que a menina percebendo que o garoto estava distraído, aproveitou e deu um tapa forte no rosto do mesmo, que com toda certeza deixaria a marca da mão dela em vermelho no rosto do menino.
- Charllotte!- ele gritou bravo se virando para a garota, que deu de ombros e saiu dali.
Klaus deu uma gargalhada alta e gritou para a menina por conta da distância.
- Boa Lotte- falou enquanto ria.
O ex-agente esfregou a bochecha a onde tinha levado um tapa, antes de se virar para o irmão e lhe lançar um olhar de reprovação.
- Ei o papai disse alguma coisa sobre o apocalipse quando você falou com ele?- o menino perguntou assim que o "mais velho" parou de rir.- alguma pista de como vai acontecer?
- Não nunhuma pista- o de colete pronunciou entediado- a barba ficou exelente- ele continuou se lembrando, e o de olhos verdes franziu o cenho com a última declaração do irmão.- mais nenhuma pista.
Cinco apenas soltou o ar que prendia com força, antes de enfiar as mãos no bolso do shorts da academia, e ir em direção as escadas bravo.
- Pensando bem ele falou alguma coisa sobre o meu potencial- Klaus começou a dizer enquanto seguia Cinco pelas escadas- e como eu nem tinha chegado perto do verdadeiro...- o menino o cortou.
- Como é que ele sabia, sobre o apocalipse?- Five disse pensativo.
- Eu não sei- o número quatro respondeu querendo que o irmão parasse de falar sobre o apocalipse que agora já estava resolvido, pelo menos para eles- mas, olha esse negócio seu de ficar saltando no tempo, como é que você soube como fazer isso?- ele perguntou ao irmão chagando ao andar de baixo antes dele.
- Não soube- o garoto disse como se fosse óbvio- você perceberia isso se estivesse mesmo sóbrio- Cinco pronunciou antes de começar a ir em direção a sala.
- Espera aí- o de roupas coloridas exclamou- eu estou sóbrio, tá? Eu tô sóbrio a dois dias... A quase dois dias agora- ele disse alto e o irmão parou.
- Dois dias- o ex-agente repetiu com sarcasmo.
- Quase 45 anos- Klaus murmurou.
- Olha- o moreno começou- quem você quer enganar Klaus?- o menino fez uma pergunta retórica e com seu tom de você carregado de sarcasmo e cinismo- você tá impaciente o dia todo.
- Acho que nós dois estamos lutando contra o vício né?- Klaus deu alguns passos na direção do irmão, ele já estava irritando o homem pra caramba.
- Ué não sou viciado- Cinco disse calmo.
- É sim. Viciado em uma droga chamada " o apocalipse"- o de verde colocou as mãos para trás enquanto falava.
- Tá errado- o menino disse bravo.
- Negação, primeiro sinal- o homem disse antes de se virar o que fez Cinco se teletransportar.
- Você e eu- ele apontou o dedo para Klaus que riu- não somos iguais em nada- o menino pronunciou extramente irritado.
- Eu já vi esse olhar- Klaus o provocou mais- nós olhos de alguém que não sabe mais quem é, sem estar chapado- o moreno abaixou o braço- confia em mim, você só tem que mandar isso para longe- o homem dessa vez diz calmo e baixo.
Cinco então enfiou a mão no bolso pegando a prótese ocular e tacando ela com tudo no chão, fazendo o pedaço de vidro se estilhaçar no chão com tudo.
E depois ele saiu andando com força.
- Era no sentido figurado, mas isso serve também- Klaus disse e levantou as duas mãos antes de suspirar- um dia de cadê vez- ele murmurrou e olhou para o chão se perdendo em seus próprios pensamentos.

(...)

Lotte estava por aí, andando pelos corredores da grande casa dos Hargreeves.
Não se importava para onde estava ou a onde estava indo.
Não importava, não no momento.
O que ela faria agora?
Viveria ali para sempre até o final da sua vida?
Ou iria embora? E tentaria viver uma vida nova e diferente?
A verdade é que ela não tinha ideia do que faria dali para frente, e outra a comissão a caçaria, até o final.
E no fim, morreria de um jeito ou de outro.
Então o que valia tudo que ela tinha feito até agora?
E mais, Cinco gostava dela? O bastante para quere-la por perto?
Ela não sabia.
Ela não sabia mais de nada.
Como poderia saber de algo?
Sua vida inteira sempre havia sido uma bagunça, e ela nunca se encaixava em nenhum lugar, não importava onde fosse.
E agora, ali, junto com aquela família estranha e desfigurada Charllotte finalmente sentiu que àquele era o seu lugar.
Porque todos eram como ela. Podiam fazer coisas extraordinárias, mais estavam quebrados por dentro, presos em seus próprios medos e sofrimentos.
Perdidos e com problemas.
Ou de uma forma nada elegante: Fudido pra caralho.
Mais ela não se importava.
Não mais.
A menina suspirou percebendo que mesmo pensando ela não conseguia pensar em nada concreto, ainda mais cansada daquele jeito, por isso logo não tardou em se dirigir ao quarto de Five, talvez se ela dormisse um pouco tudo ficaria claro.
Aliás a quanto tempo não pregava os olhos?
Nem ela saberia dizer.
Derrotada chegou ao quarto e se jogou na cama, antes disso percebeu que o manequim ou melhor Dolores, já não estava onde divia estar, mesmo assim, não era importante para ela.
Por isso fechou os seus olhos verdes e deixou que sua mente desligasse um pouco.
Aliás, tinham salvado o mundo não é?

(...)

Cinco bebia uma bebida estranha que ele tinha feito no bar da casa.
Ele estava perdido em seus próprios pensamentos enquanto pensava no que faria a seguir.
A verdade, é que Klaus de certa forma tinha razão.
Ele havia perdido tanto tempo da sua vida, tentando achar uma maneira de impedir o fim do mundo, que não tinha pensado no que faria depois que conseguisse deter o apocalipse.
O moreno havia perdido 45 anos da sua vida naquilo, e agora tinha uma chance de recomeçar de tentar de novo.
De tentar ser melhor.
Mais o que poderia fazer?
Como poderia seguir dali para frente.
Seus irmãos iriam embora daqui a pouco, cada um deles viver a própria vida.
E ele?
Ficaria sozinho?
É claro tinha Charllotte, mas ela ficaria com ele? Pro resto da vida, aguentaria um garoto de 13 anos de idade com uma mentalidade rabugenta de um velho de 58 anos?
Ele não sabia, e também não poderia saber até encarar a menina.
Mas, ele ficava tão estranho cadê vez que chegava perto da morena e sentia que cada coisa que dizia a ela era errada, e o de olhos verdes simplesmente não sabia se portar diante dela.
Parecia com medo e assutada, e ele não sabia o porquê.
Mas, sentia que se ele não estivesse com Charllotte, nada teria sentido.
Então isso era amar?
Isso era sentir algo que nunca poderia ser explicado para uma pessoa?
E ali estava ele.
Cinco Hargreeves, sentada em um balcão bebendo um bebida alcoólica verde esquisita e pensando se era possível amar alguém como ele amava Charllotte.
Talvez ele não fosse mais viciado no apocalipse, talvez Charllotte fosse sua nova droga, e agora sentia que era totalmente dependente.
- o que acha?- ele perguntou ao manequim, precisava parar de pensar em Lotte, porque se não ficaria completamente pirado- acha que conseguimos mesmo? Acha que impedimos o apocalipse?- ele perguntou ao manequim e depois bebeu a bebida com um canudinho- e agora?- ele perguntou. Talvez Dolores pudesse dizer a ele com continuar, como seguir em frente- não sei...- ele murmurrou derrotado- aceito sugestões- ele deu um riso e então alguém bater na porta.
Ele logo pensou que poderia ser Vanya, mais descartou a ideia, àquela casa também era dela, ela poderia entrar quando quisesse.
- É vou atender- ele disse para o manequim e se levantou pronto para atender a porta e junto com ele levou a sua bebida.
Ele andou até a porta e abriu, e assim que fez isso pode observar Hazel com uma arma apontada para o menino, então ele apenas soltou um suspiro cansado.
- Oi velho amigo- Hazel disse simples.
- Você tá com a minha irmã?- o moreno perguntou enquanto encarava o grandão sem ânimo- se não estiver aceita uma marguerita?- o menino disse calmo. E deixou a porta aberta voltando para onde estava antes de precisar atender a porta- entra aí- ele gritou para Hazel que o seguiu antes de fechar a porta da casa.
O garoto se sentou a onde estava, a diferença e que ele encostou suas costas na bancada e voltou a sugar a bebida verde em seu copo.
- Veio me matar?- o menino perguntou ao Hazel já que o mesmo continuava segurando sua arma apontada para o garoto.
- Ah- o homem se tocou que ainda segura a o objeto preto em suas mãos- merda!- ele exclamou e guardou a arma- foi mal é o hábito. Eu até entendo porque você se sente assim- Hazel começou a tagarelar.
- Você atacou a nossa casa. Tentou matar a minha família, sequestrou o meu irmão e a menina que eu gosto- o ex-agente disse calmamente citando tudo o que o homem a sua frente tinha feito.
- É eu não posso mudar o meu passado, não esqueça que eu não sou o único matador nessa sala, você tem o seu passado sangrento também- o grandão tagarelou sem pausa o que fez Five apenas ignorar e tomar mais um gole de sua marguerita- falando nisso, aquele serviço que você fez em Cancún foi épico- o homem disse olhando para Cinco com admiração- eu nem acredito que eu tô aqui falando com você depois desses anos...- o de olhos verdes o cortou.
- Hazel, por que está aqui?- o menino perguntou, odiava pessoas que não eram diretas.
- Bom eu...- ele começou a dizer antes de Diego aparecer e chutar as costas do homem, que caiu no chão.
- Diego para com isso- Five olhou feio para o de preto que apenas ignorou e deu um salto por cima de Hazel que permanecia no chão.
O menino apenas então ignorou vendo que mesmo se ele dissesse ao irmão para não fazer aquilo ele continuaria de toda a forma, por isso apenas bebeu mais a bebida e voltou a olhar a cena de camarote.
O de collant preto deu uma chute na face de Hazel que estava se levantando antes de ser atingido.
E depois mais outros seguidos.
- Diego Ei- o mais novo tentou chamar o irmão novamente mais sem sucesso. Porque o mesmo começou a distribuir socos na cara do grandão- Diego, antes de matar ele seria melhor ouvir o que ele tem a dizer- o menino gritou.
Mais foi completamente ignorado.
Hazel jogou Diego para longe e se levantou, o Hargreeves deu uma cambalhota e depois pegou uma de suas facas.
- Vou matar ele pelo o que ele fez com a Patty- o de preto pronunciou cansado- você faria o mesmo se ele fizesse algo com a Lotte- o homem disse antes de voltar a tentar chutar Hazel.
- Não iria matar ele- Cinco disse sendo sincero- eu iria torturar ele, até ele pedir ou melhor implorar para morrer.- o irmão de Cinco continuou a bater em Hazel que desviava- tá legal, então mata e vê no que dá- ele deu mais um gole em sua marguerita.
Diego tentava acertar o grandão com a faca que desviava por um triz.
O de preto então logo fincou a faca de prata na coxa esquerda de Hazel que gritou de dor.
- Uhh ui- Cinco fez uma careta imaginando a dor. Hazel então jogou o número dois para trás que cambaleou- essa deve ter doído.
O de azul tirou a faca da perna e jogou em Diego.
Que nesse meio tempo se recuperou e se levantou batendo em Hazel com força.
Diego deu um chute no mesmo antes de dar uma cambalhota e acertar seu pé na cara dele de novo.
Os dois então tentavam da r socos um no outro e Cinco apenas observava a cena sem expressão enquanto ainda tomava sua bebida.
O grandão bateu a testa na de número dois que urrou de dor, e em seguida Hazel pegou o mesmo apertando o seu corpo com força.
Assim Diego em uma tentativa de se soltar mordeu com tudo a orelha de Hazel que gritou de dor mais alto.
Five percebendo o que aconteceu deixou sua bebida na bancada com cuidado antes de se teletransportar para trás dos dois que brigavam.
O garoto pegou um pote de vidro e de com força na cabeça do irmão que caiu no chão desmaiado.
- Morder já é demais né?- o garoto disse antes de se apoiar em uma pilastra por conta da ferida em sua barriga- Hazel, seja lá o que tem para dizer é melhor que diga rápido- o ex-agente olhou para o irmão no chão- antes de que ele acorde.
E então voltou a se sentar a onde estava.
- Sai da comissão, larguei a minha parceira e agora vim me oferecer como voluntário- ele exclamou rápido e Five pegava a sua bebida na bancada.
- Pra quê?- o menino perguntou não entendendo.
- Para impedir o apocalipse- Hazel pronunciou e depois tirou o vidro de seus ombros. O garoto deu uma risada baixa.- eu posso saber o que eu falei de tão engraçado?- ele perguntou irritado olhando para o menino.
- Antes de responder isso por que quer ajudar a gente?- Cinco perguntou e deu mais um gole em sua marguerita.
- digamos que eu tenha, mais um interesse pessoal em uma loja de Donuts- o homem respondeu simples e o Hargreeves deu mais uma risada.
- Sinto muito em te dizer isso amigo, mas você Chegou um pouquinho atrasado- o moreno disse sorrindo, o que fez Hazel ficar extremamente confuso.- o fato de você estar aqui agora, significa sem sombra de dúvidas que o apocalipse acabou.
- É?- o de azul perguntou desacreditado- como sabe?.
- O alvo tá morto achamos ele de manhã- o menino falou se lembrando da cena.- você era a única ecognica conhecida que sobrou na equação.
- Ha ha- o homem riu- merda! Sério?- exclamou feliz.
O menino concordou.
- E se você saiu os cavaleiros do apocalipse já eram- o garoto disse e colocou o copo de vidro no balcão.
O grandão comemorou de felicidade.
- Legal!- ele pronunciou enquanto ria e andou até o balcão se sentando ao lado de Cinco e pegou o liquidificador que tinha o resto da bebida que Five tinha feito.- o que a gente faz agora?- ele perguntou a Cinco.
- Pra falar a verdade eu não sei- o menino disse sincero- eu tô atrás dessa coisa a tanto tempo que eu nunca pensei no dia seguinte- ele olhou para Hazel- não sei mesmo e você?
- Tô cansado dessa loucura- o homem disse enquanto brincava com seus próprios dedos como uma criança- eu quero recomeçar- ele olhou para o garoto- devia fazer o mesmo.
- Não é tão fácil assim né?- Five falou e sorriu para o nada.
- Mais também não é tão difícil. Pensa se nunca tivesse viajado no tempo e tivesse se metido com a gestora o eu teria acontecido?- ele perguntou ao de olhos verdes.
Que olhou para o irmão no chão antes de voltar o seu olhar a Hazel.
- Eu acho que eu teria virado mais uma criança mal resolvida emocionalmente como todo mundo aqui- ele disse e depois murmurou- e também não conheceria Charllotte.
- É, é isso aí- Hazel falou alto- falou como um adulto. Aja como um também e vai atrás da Charllotte, pelo pouco que eu sei sobre ela na comissão, ela é uma mulher forte e tenho certeza que é uma última pessoa- o homem se levantou deixando Five pensativo nas palavras do agora também ex-agente- boa sorte.
O garoto olhou para Dolores.
- Hazel- ele chamou o homem que andava em direção a saída mais se virou para poder saber o que o moreno queria- só mais uma coisa antes de ir.
- Diga.
- Qual de vocês foi o pistoleiro que matou a Detetive Pacth?- ele perguntou.
- Foi uma pistoleira- o homem falou simples e o Hargreeves entendeu que tinha sido Cha-Cha que tinha atirado na amiga e ex-namorada de sei irmão.
- É que pena. A arma dela poderia inocentar o meu irmão- o de olhos verdes falou suspirando.
- Bom hoje é seu dia de sorte amigo- Hazel tirou as duas armas que tinha junto com ele- pode ficar com as duas- ele colocou as mesmas sobre a bancada do bar- 3u cansei dessa vida- o grandalhão então saiu, indo em direção a sua vida nova.
E Cinco pensou que devia fazer o mesmo, só precisava saber de uma coisa, mais para isso Diego tinha que acordar de seu sono de beleza.
Por isso menino deu mais um suspiro antes de sugar mais um pouco de sua marguerita.


Notas Finais


Só se preparem para amanhã pq o próximo cap tá muito soft♥️🥺


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