1. Spirit Fanfics >
  2. My Distraction >
  3. Capítulo 6

História My Distraction - Capítulo 7


Escrita por: e bea031205


Notas do Autor


Desculpa a demora pra postar, ainda mais a esse horário, nós duas estávamos cheias de coisas para fazer e acabamos, esquecendo de terminar o cap.
Mais aqui está prontinho, grande e entregue.
Espero que gostem.

A é leiam as notas finais.

*INSPIRADA* na história da @Prettygirl_Me

Capítulo 7 - Capítulo 6


Futuro...
1.tempo que se segue ao presente.
2.conjunto de fatos relacionados a um tempo que há de vir; destino, sorte.

Qual era o problema daquela família?
Essa pergunta soava na mente de Charllotte durante todo o trajeto de carro até o prédio da MARITECH, ela se perguntava qual se ao problema com a família Hargreeves?
Primeiro, Cinco era um mal humorado de carteirinha, inrritante e reservado.
Vanya, não parecia se encaixar naquela família.
Allison, que não conhecia bem, mais sabia que a mulher tinha problemas com seu ex-marido, que agora lutava pela guarda da sua única filha que se chama Claire.
E agora conhecia Klaus, que aparentemente era um drogado de primeira.
Em todo o caminho da mansão da família, até a fábrica de próteses corporais, a voz do mais velho se fez presente no carro.
A agente entendeu que ele estava criando uma história, pra que se alguém ousasse perguntar, todos eles teriam a resposta na ponta da língua, porém nunhum dos passageiros nos bancos da frente do carro, pareciam se importar, com as palavras que saiam da boca do número 4.
Lotte até o achou um pouco maluco, porque as vezes ele próprio se chamava pelo nome "Ben".
A Gillis percebeu que toda vez que Klaus pronunciava o nome, Charllotte podia a ver o sentimento de dor nós olhos de Cinco.
Mas, quem seria Ben?
Mas, voltando ao assunto, o primeiro a sair do carro, foi Klaus, que saiu dando pequenos pulinhos de alegria, talvez porque receberia dinheiro para comprar drogas ou algo assim.
Five saiu do carro e logo colocou as mãos no bolso, como sempre fazia, e Charllotte seguiu os dois andando com cuidado.
O mais velho passou o braço pelos ombros de Cinco, que se mexeu tentando se desvencilhar do toque dele, e depois o olhou com uma cara feia.
Lotte riu, o homem estava realmente se divertindo fingindo ser pai do garoto.
Os três entraram dentro da empresa e logo se dirigiram a recepção do local.
A recepcionista ao ver as duas crianças novamente, arregalou os olhos, e logo se ajeitou no lugar com medo.
Klaus foi até a mulher em uma forma de fazer a mesma chamar o homem de jaleco branco, que Cinco tinha ameaçado mais cedo.
Porém, Charllotte se pois na frente dos dois e foi até o balcão se encostando nele.
– Olá moça, esse aqui é o pai do meu namorado, ele queria conversar com o doutor que o filho dele ameaçou.- ela deu um sorrisinho falso, para que a mulher pudesse acreditar melhor nela, e isso realmente aconteceu.
– Claro, querida vou chamá-lo, só um minutinho por favor.
A mulher logo pegou o telefone que tinha ali, e discou alguns números e logo pediu para que o doutor, que agora a agente sabia que se chamava Lance, pudesse vir até aqui.
Eles esperaram alguns minutos, e logo o homem de mais cedo apareceu.
Ao notar a presença do ex-agente, sua expressão antes neutra, agora demonstrava o pavor e medo de ver o garotinho.
Charllotte quis rir, como um homem daquele tamanho podia ter medo de um garoto de 13 anos? Por Deus, que mané.
– Você deve ser pai desse garoto, não é mesmo?- o doutor perguntou estendendo sua a mão para Klaus, que a apertou e depois balançou a mão dos dois juntos.
O homem retirou sua mão se afastando um pouco.
Talvez ele estivesse pensando o mesmo que a Gillis a minutos atrás.
Aquela família era problemática, e ele tinha razão, eram concerteza um bando de loucos.
– Oh, foi você a quem meu filho ameaçou? Sinto muito, ele é tão rebelde, talvez tenha puxado da mãe- Klaus disse e depois olhou para o nada- Aquela vagabunda- o médico arregalou os olhos, e o "pai" de cinco voltou a olhar o outro homem- Será que podemos conversar sobre o olho que o meu querido filho achou?
– Ah...claro, me sigam- ele parecia não querer dizer aquelas palavras, estava estampado em seu rosto que a única coisa que ele queria era expulsar, todos eles de lá, pensavam que eram um bando de malucos.
E pra falar a verdade, devia ter expulsado todos eles enquanto tinha tempo, porquê se soubesse o futuro daqui a poucos minutos, mandaria até prender as três pessoas que estavam o seguindo até sua sala.
Como Charllotte já tinha percebido, a MARITECH, era realmente bonita.
Todas as salas eram separadas por vidro, e podia se ver tudo que acontecia em cada uma delas, o que a garota considerava uma falta de privacidade, mas decidiu não se estressar com isso, quem fosse o dono da loja, deveria gostar de vidro, porque era ao que mais tinha no local.
Se perguntava por que gastavam tanto dinheiro em uma fábrica de próteses corporais.
Aliás quanto a construção do prédio havia custado?
Além dos sistemas de segurança. Do lado de fora, podia se ver diversas câmeras de vigilância, e guardas, mais por dentro, você não via nenhum sistema, pelo menos não a vista de qualquer pessoa, e certamente não deveria ter, a maioria das lojas e departamentos era desse tipo.
Muita segurança por fora, e muito pouca por dentro.
A sala do homem ficava no segundo andar, por isso tiveram que subir de elevador lado a lado, os quatro.
E Charllotte riu quando viu o homem de jaleco branco, ficar o mais longe possível de Klaus e Cinco, porquê ele pensava que se o menino tinha essa personalidade, tinha puxado do pai.
A sala do doutor era parecida com todas as outras.
Paredes de vidro, uma mesa retangular da cor branca, e duas cadeiras da mesma cor.
Klaus e Five se sentaram nas cadeiras, enquanto Lotte ficou em pé no meio das duas, o senhor Lance, se sentou em sua cadeira e olhou para os três a sua frente.
– Então...- o homem começou dizendo- sobre o que queriam falar?
– Ãn...a é. Eu queria falar sabe, sobre o olho que meu filinho achou. Eu queria saber quem o dono...pro meu menino entregar pessoalmente.
Se Lotte não conhecece os dois, até juraria dizer que os dois realmente eram pai e filho, se o irmão do ex-agente, não fosse um drogado, até poderia seguir na carreira de ator, ele faria o maior sucesso.
– Como eu disse ao seu filho mais cedo, qualquer informação, sobre as próteses corporais que produzimos aqui, são restritamente confidenciais. Sem o consentimento do cliente, não posso ajudá-los em nada.
Resposta errada, Charllotte pensou, ao ver Five se levantar inrritado.
Pelo amor de deus o menino era realmente muito estressado, não é atoa que tinha a idade mental de um velho de 58 anos.
– Não podemos ter o consentimento do cliente, se não soubermos o seu nome!- o garoto disse em um rosnado para o homem , que Lotte pode ver se encolher um pouco na cadeira em que sentava.
Klaus estava entretido demais o olhando para os objetos na mesa do doutor Lance, então Charllotte se aproximou tocando levemente o ombro do ex-agente em um ato de acalma-ló, o que não mudou muito, ele continuava a olhar inrritadiço para o homem de jaleco branco.
– Não é meu problema- o senhor na cadeira falou, parecendo manter sua voz sem tremedeira de medo- Desculpe. Mas não posso fazer mais nada por vocês...- antes de terminar sua fala ele foi interrompido por Klaus, que se levantou da cadeira em um pulo.
– E quanto ao meu consentimento?
– Como é?- o homem de jaleco perguntou confuso.
– Quem te deu... permissão pra bater no meu filho?- a voz de Klaus assumiu um tom de tremedeira e choro. E logo a Gillis percebeu o plano que ele tinha em mente e começou a entrar no jogo.
– O quê?- Cinco e o doutor Lance perguntaram juntos.- eu não toquei no seu filho- dessa vez apenas a voz do homem foi ouvida.
– Sério? Então por que o meu filho está com esses lábios inchados?- Klaus continuou e Lotte segurou o riso, finalmente iria poder fazer o que mais queria.
– Seu filho não tem o lábio inchado.
– Como você pode?- Charllotte forçou as lágrimas e tremendo sua voz, para fingir o choro, que funcionou- Como pode dar um soco em meu namorado?- ela se virou para Cinco que a encarava, e ela lhe deu um pequeno sorriso entre as lágrimas, antes de acertar um soco na cara do mesmo. Deus, sabe quanto ela queria ter feito aquilo antes. O menino protestou colocando a mão nos lábios que agora sangravam um pouco- E...o senhor tentou me beijar a força- ela chorou mais, e o homem a olhava descreditado- como o senhor pode? Seu monstro!
Ela gritou alto e o homem apenas olhava a cena com os olhos arregalados.
– Eu quero um nome, agora!- a voz de Klaus disse, enquanto o mesmo dava um sorrisinho.
O doutor Lance e cinco olhavam para os dois, como se tivéssem pirado totalmente an batatinha.
– Vocês são loucos!- a voz do homem de jaleco gritava.
– Você não tem ideia.
– Deveria nós dar um nome, senhor. Não sabe e não faz ideia do que podemos fazer- a voz de Charllotte soava confiante e ao mesmo tempo chorosa pelas lágrimas que saiam de seus olhos.
– Isso mesmo- Klaus concordou com a menina, e se aproximou da mesa do homem, pegando em suas mãos um globo de Neve- Paz na terra Sr.Big. É tão lindo!- e mesmo que estivesse sorrindo ele atirou o globo na própria cabeça. Ele era realmente louco, misericórdia, aquilo devia ter doído.os gemidos do número 4 poderam ser ouvidos, enquanto o mesmo dava pulinhos de dor- Por deus, como dói- ele exclamou.
– Vou chamar a segu...- o doutor disse pegando o telefone, porém Klaus foi mais rápido e o arrancou das mãos do doutor.
– Precisamos de ajuda- a voz do Hargreeves soava assustada- Fomos atacados, no es-escritório do senhor Big e precisamos da segurança!
Ele jogou o telefone na mesa depois disso e Charllotte deu um sorriso.
– Ouça o que vai acontecer Grant...
– É Lance...
– Em 60 segundos, dois seguranças vão entrar pela aquela porta e perguntar, que merda houve aqui. - então Lotte virou seu olhar para Cinco que sorria com a situação. Ela voltou a olhar para Klaus, ele era incrível- e nós vamos dizer que o senhor nós deu a maior surra- Klaus suspirou e depois voltou a falar novamente-  você vai fazer o maior sucesso na cadeia Grant. Eu sei com é, eu já estive lá...vai rodar que...o que quero dizer é que você vai fazer o maior sucesso.
– Vocês são uns loucos pervertidos!
Charllotte e Klaus apenas olhavam debochados para o homem, enquanto Five os olhavam com admiração pela atuação.
O homem assuntado concordou em levá-los aos arquivos, que ficavam em uma sala.
Todos os documentos ficavam guardados em armárioa brancos que tinham ali.
Cinco e Klaus se aproximaram do homem para poder saber das informações, enquanto Charllotte andou até a janela enorme que tinha ali.
Ela observou as pessoas a andar, gosta a de observar os seres humanos.
Mas, nunca tinha tempo para apresia-los.
Realmente, se tivesse conhecido o ano de 2019 nessa cidade, ela concerteza odiaria menos esse ano, porém não era possível desfazer algo que aconteceu a 30 anos, ela apenas teria que viver com a culpa em seus ombros, talvez pelo resto da vida, remoendo de culpa e arrependimento, fadada a sempre se lembrar.
– Que estranho...- a agente se virou a escutar a voz de confusão do doutor Lance.
– O que?- a voz de Five perguntou curiosa, e a Gillis se aproximou para escutar melhor.
– O olho. Ainda não foi comprado- ele disse enquanto foliava diversas vezes o documento e o relia, para saber se as informações estavam mesmo corretas.
– O quê? O que quer dizer?- Klaus perguntou. Como se ele soubesse a verdade sobre o olho.
– Nossos registro consultam que esse olho, com esse número de série...- homem franziu o cenho e arregalou os olhos assustado- Isso não pode estar certo! Ele ainda nem foi fabricado!- e o doutor, Charllotte e Klaus olharam para o garoto.
Não é que o pirralho tinha visto mesmo o fim do mundo.

Enquanto os três saíram do prédio, Charllotte pensava no que faria agora.
Aquele olho era a prova de que o ex-agente realmente falava a verdade, ele tinha mesmo visto fim do mundo.
Isso significa que a comissão tinha mentindo, ou melhor, omitido coisas dela e de todos os outros.
O fim do mundo ocorreria, e se ela nunca tivesse ganhado essa missão, talvez nunca teria descoberto sobre a tragédia que aconteceria daqui a 7 dias.
Ela não sabia se era algo tão importante assim, aliás não vivia na terra a um bom tempo, e a mesma não tinha trazido boas lembranças a Lotte.
Os 16 anos que viveu ali, não foram os melhores anos de sua vida, ( se houvesse algo que ano de sua vida em que foi feliz ).
No final das contas se o mundo acabasse não faria diferença a ela, mas não gostaria de pensar que bilhões de pessoas morreriam, daqui a uma semana, e não sabiam disso.
Para ela a terra não era importante. Porém, para todas aquelas pessoas, ele era.
Gostava de pensar que ainda podia ser boa, ainda que a vida não tenha sido boa com ela, ainda se questionava se iria ficar ao lado da comissão ou do estranho ex-agente, que ligava para todas as pessoas que iriam morrer e não só nele mesmo.
Foi aí, nesses pensamentos que ela percebeu, que Cinco, apesar de ser extresado, reservado, mal humorado, sem educação...ele era bom, porque estava ariscando sua própria existência, para a salvar a existência de 7 bilhões de pessoas.
Ainda havia esperança para ele, afinal.
– Isso é um problema- a voz de Five soou finalmente depois de minutos de silêncio da parte do mesmo.
Podia se ver em seus olhos, o quanto ele estava entristecido por não saber o nome do dono do olho.
Klaus por outro lado parecia estar animado, ele havia dado um belo de um show lá dentro, e só por isso, fez Charllotte gostar mais ainda dele.
– Mas e a minha atuação " e onde fica o meu consentimento, babaca"- a voz do número 4 soava divertida e orgulhosa, e a agente não pode deixar de sorrir.
Five parou de andar e sua face se tornou uma expressão enfurecida.
A garota percebendo que Cinco estava prestes a surtar e perder a cabeça, se sentou no degrau da pequena escada que tinha ali.
– Klaus, não importa- e a garota suspirou. Ele era muito bipolar, sendo sincera na opinião da Gillis ele precisava de um terapeuta ou algo do tipo, ela nunca tinha visto tanta raiva em uma pessoa só.
– Que é? O quê que é? O que tem esse olho de tão importante assim?- disse Klaus com um tom despreocupado.
– Tem alguém que vai perder o olho, nós próximos sete dias, e isso vai causar o fim da vida na Terra e tudo o que conhecemos- o garoto disse bem perto do rosto do irmão com sua carranca costumeira, depois passou pelo mesmo na intenção de ir embora.
Klaus fez bico não entendo nada do seu o irmão falava, pra falar a verdade ele não entendia a maioria das coisas que o velho de 58 anos, no corpo de um menino de 13 falava. Ele nem conseguia entender que Cinco na verdade tinha 58 anos, imagina entender que o apocalipse aconteceria em poucos dias, ele se preocupava mais em ganhar suas 20 pratas.
– Tá será que você pode me pagar minhas vinte pratas? Paga aí- e estendeu a mão.
Klaus era realmente uma figura.
– Suas vinte pratas?
– É minhas vinte pratas.
– O apocalipse tá se aproximando e você só consegue pensar em ficar chapado?
– Na verdade eu também tô com uma fominha- ele disse passando a mão na barriga e depois fazendo um barulhinho estranho, e Charllotte soltou um pequeno riso.
O que fez cinco a olhar com uma cara feia de repreensão e depois voltar a olhar seu irmão, com sua cara incrédula.
– Você é inútil- disse Five como uma conclusão- todos vocês são inúteis!
Ele disse bravo e depois se sentou nos degraus que o prédio tinha, ao lado de Charllotte.
– Ah para com isso, você tem que relaxar seu velho- Klaus disse acompanhando o irmão se entrar com os olhos.
Lotte observou cinco suspirar cansado, ele tentava de tudo para salvar o mundo e sua família, enquanto o outro homem apenas se preocupava em comprar suas drogas e ficar chapadão.
– E...vem cá eu já entendi porquê você é tão inrritadinho- a voz do número 4 soou novamente e ele se sentou do outro lado de cinco.- você deve tá com um puta tesão reprimido- e riu. A agente também não pode deixar de rir, Klaus só falava merda, má pelo menos era engraçado- desses anos todos sem ninguém, pode deixar qualquer um maluco né? Fica sozinho...
A Gillis olhou para Five que encarava o chão, como se se lembrasse de todos os anos que ficou preso sem ninguém, com fome, sem esperança, com frio...perdido.
Charllotte já tinha esperimentado dos mesmos sentimentos, não daquela forma, mas já tinha.
O que a surpreendeu foi a fala seguinte do garoto.
– Não tava sozinho.
Como assim não estava?
Ele disse que todos tinham morrido, TODOS.
– Não?- a voz dela soou mais como um sussurro do que como uma fala- Quem estava lá?- agora estava curiosa pra saber.
O garoto suspirou e olhou o horizonte a sua frente.
– O nome dela era Dolores...- ele parou por um instante como se estivesse lembrando- ficamos juntos por mais de 30 anos.
– 30 anos?!- Klaus perguntou surpreso- aí caramba.
– Como ela era?- Charllotte perguntou e o ex-agente apenas a olhou.
Verde no verde, mas logo virou o rosto, ignorando a pergunta dela.
–O máximo de tempo que eu fiquei com alguém, foi sei lá...três semanas? E foi só porque eu precisava de um lugar pra dormir, e tava cansado de procurar outro lugar...
Lotte arregalou os olhos quando a luz azul dos poderes de Cinco bateram em seu rosto.
Filho de uma mãe, tinha ido embora sem ela.
A garota se levantou em um pulo, e olhou para todos os lados procurando o garoto.
Passou se segundos que Five tinha se teletransportartado, e finalmente Klaus percebeu que ele não estava mais lá, e que ele falava sozinho.
– Cinco- ele chamou, mesmo sabendo que ele não estava lá.
A agente estava inrritada e quando visse o garoto novamente lhe daria um belo de um soco na cara, de novo.
– Merda!
Quando um táxi passou na rua e lá dentro Five dava um tchuzinho para os dois.
– Ou ou! Eu quero minha grana!- Klaus gritou se levantando Bravo.
– Eu vou te dar um soco quando te ver novamente pirralho!- a Gillis gritou ao mesmo tempo que Klaus, gritava.
Ela apenas suspirou depois disso.
E se sentou novamente nos degraus, número 4 repetiu o ato e os dois ficaram assim por alguns momentos.
Até o homem quebrar o silêncio.
– Tem algum dinheiro aí?
Charllotte apenas deu um sorriso, Klaus era uma pessoa intrigante, realmente intrigante.












Notas Finais


Oi gente💓
Nos duas estamos muito, muito felizes por saber que estão gostando da nossa história, a gente fica até mais animadas pra escrever, tanto que esse aqui foi um capítulo com mais de 3000 mil palavras.
Amanhã vai ter capítulo novo, então aguardem.
E obrigada de coração 🥺😘

Bia's


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...