1. Spirit Fanfics >
  2. My Distraction >
  3. Capítulo 7

História My Distraction - Capítulo 8


Escrita por: e bea031205


Notas do Autor


Desculpa a demora, estávamos super ocupadas e não conseguimos postar antes, mas tá pronto.
Na nossa opinião foi o pior capítulo que a gente já escreveu, mas...

*INSPIRADA* na história da @Prettygirl_Me

Capítulo 8 - Capítulo 7


Infelicidade...

1.estado do que é ou está infeliz.

2.acontecimento que tem consequências funestas; calamidade, catástrofe, desastre.
"sucedeu-lhe grande i."

3.situação lamentável, dolorosa; desdita, infortúnio, desgraça.
"causar a i. de uma família"

4.circunstância adversa; falta de sorte; azar, revés.


Klaus não era uma pessoa ruim.
Ao contrário disso, o homem por mais que fosse um pouco doido e responsável, de todos irmãos, ele era o mais engraçado e o que mais fez Charllotte rir, coisa que ela não era acostumada a fazer.
Mesmo que as vezes não falava nada com nada, de todos os Hargreeves, ele foi o que a mais cativou. Claro, que tinha Vanya, por qual tinha tomado um estranho carinho, por ela lembrar muito alguém que ela amava. Tinha também Cinco, de alguma forma o garoto a intrigava e de alguma forma se sentia atraída em saber mais sobre ele. Tinha também Alisson, ao pensar nela também se sentiu um pouco encomodada por ter brigado com ela, não sabia o porquê de ter gritado com Vanya, talvez o dia dela estivesse ruim, ou algo parecido, não merecia.
Klaus e Lotte ficaram a um bom tempo sentados enquanto conversavam, nem sabiam quanto tempo passaram ali, apenas jogando conversa fora.
A Gillis logo quis saber mais sobre o seu alvo.
– E o cinco, como era quando crianças?- ela estava curiosa, para saber se ele era inrritado dês de criança ou desenvolveu enquanto estava sozinho no apocalipse.
– Ele... não era tão diferente quanto ele está agora. Todos nós odiavamos nosso pai- ele disse e o olhou para o nada- Five era o único que realmente falava o que sentia me relação a ele pro velhote, mais tempos- ele falava de um jeito que fazia a agente levantar as sombrancelhas, se o pai deles, era tão ruins assim, porque ele falava das lembranças como se fossem boas?
Só poderia ser o Klaus mesmo.
– Como era...sabe, o pai de vocês?
– Ele era horrível. Um péssimo homem e um péssimo pai- ele disse com uma voz em tom divertido- Ele era um ricaço  famoso, mas era um homem horrível. Ele conseguiu fuder com psicológico de 7 crianças. Mas convenhamos o velhinho é o que mais se parece com ele, tadinho- ele dizia em quanto balançava a cabeça em forma de negação.
Lotte não pode deixar de rir.
– Vocês são em sete?
– Sim, eu sou o número quatro- ele dizia.
– Vocês todos tem um número, seu pensei que sei lá, seu pai tinha perdido a vontade colocar nomes em vocês e por isso o nome Five- a garota disse o que fez Klaus esplodir em uma risada.
– Na verdade, a gente não tinha nomes, éramos chamados por números, até a nossa mãe dar nomes comuns a gente. Ele não se importava em chamar a gente por nomes de verdade, ou dar carinho pra gente, como eu disse ele era um monstro.
Aquilo explicava bastante sobre eles, sobre todos os irmãos Hargreeves, pelo menos todos em que tinha conhecido.
– Isso fudeu com o nosso piscologico. O número um, o Luther, ele sempre tentava ser o melhor para agradar o papai, ridículo na minha opinião. O número dois, o Diego, na minha opinião ainda acha que é um herói. A Alisson, que é a número três, pelo menos eu acho...sempre conseguia tudo o que queria por causa dos poderes dela- ele fez uma pausa como se estivesse pensando no que falar a seguir- eu, que nó caso sou o quatro, acho que sempre fui o mais fudido- ele deu uma risada- a péssimos tempos. O Cinco, que sumiu antes de ganhar um nome, sempre foi o mais desobediente, sempre brigava com o velho, e a Vanya, que é a número sete,- ele pensou e depois continuou- não tenho muitas lembranças com ela, sempre excluímos ela, porque não tinha poderes.
Charllotte se sentiu mal pela Vanya, ela era excluída de tudo e de todos. Era diferente dos irmãos e por isso na opinião da garota tinha tido uma infância pior do que os irmãos. Se alguém tinha que ter virado um problema, era ela, mas ela parecia ter superado, e aquilo deixava Lotte feliz.
– Ei quer uma carona pra sua casa?- a voz de Klaus soou em seus ouvidos e ela sorriu pro rapaz.
– Acho que vou pra sua, Five vai para lá de qualquer jeito, e eu preciso ficar de olho nele mesmo- ela se levantou e o homem ao seu lado repetiu o ato.
Ele vasculhou os bolsos em busca de algo, e depois retirou uma chave de lá.
Como ele tinha conseguido pegar a chave do carro de Cinco?
Klaus era mesmo uma caixinha de surpresas.
Eles entraram no carro e o rapaz o ligou e logo começou a dirigir.
Talvez não seja uma escolha muito inteligente deixar Klaus dirigir, mas ela não estava com vontade de pegar no volante, foi aí que a mente de Charllotte despertou.
Na conversa com o número 4, ele disse que eles eram em sete.
Mas, ela só tinha ouvido falar de 6 irmãos Hargreeves.
Quem seria o sétimo?
– Klaus- ela o chamou e ele fez um barulho para a garota saber que ele estava ouvindo- você só me contou de de você e dos seus outros cinco irmãos, mas você disse que eram em sete, então quem falta.
Ele tirou os olhos da estrada olhando para o banco de trás, ele sorriu antes de voltar a prestar atenção na direção.
– O nome dele é Ben, ele já não está mais aqui- ele disse enquanto sorria.

Charllotte achava que sempre se surpreenderia com o tamanho da casa da família Hargreeves, na opinião dela, até parecia maior só que da última vez que esteve por lá.
Assim que chegaram, Klaus se despediu, alegando que precisava de um longo banho e depois desapareceu pelos diversos corredores da mansão.
Lotte não tinha ideia do que faria enquanto, esperava o ex-agente voltar para a casa.
Ela não sabia explicar o porquê, mas ao olhar para a casa enorme se sentiu triste, vazia.
Se em apenas poucos segundos já se sentia triste e sozinha por estar dentro da casa, imagine todos os irmãos Hargreeves que passaram toda a infância lá dentro.
Era deprimente.
Permaneceu um tempo na sala pensando no que fazer, porém seus pensamentos vagaram para Cinco.
O menino sempre a intrigava, também se perguntava quem seria Dolores, ele disse que estava sozinho no apocalipse, mas porque agora dizia que não estava?
A realidade e que Charllotte queria conhecer e tentar entender mais sobre o menino.
Five nunca dizia o que pensava, sempre era tão reservado, quando não conseguia o que queria, se inrritava como uma criança.
Se ele tinha 58 anos, porque agia como uma criancinha?
Se esse tal de Dolores realmente existe, como aguentou ficar mais de 30 anos com o ex-agente?
Se Lotte, que tinha uma paciência do tamanho do mundo, se inrritava facilmente com o garoto, imagine Dolores?
Ela decidiu parar de pensar nisso e decidiu andar e conhecer a casa novamente, porque tinha certeza, que ainda não tinha visto um terço dela.
Ela começou a sair da sala enquanto Dubai uma das escadas.
A casa estava tão silenciosa que podia escutar sua própria respiração e os barulhos que seu tênis preto surrado fazia ao tocar no chão.
Ela observava tudo dês das cores da parede até as cores do piso.
Olhava os quadros de perto, como se tentasse entender a casa.
Como crianças podiam ter vivido ali?
Como alguém consiga morará ali?
Era tudo tão morto, frio e vazio.
Aquilo não podia ser uma casa, como uma família podia morar nela?
Ao chegar em uma das escadas, pode ver uma luz amarelada no topo, e a sua curiosidade bateu e ela começou a subir as escadas que rangeram com os passos da garota.
– Olá?- a voz da menina soou, mas ninguém a respondeu.
Ela então entrou no cômodo.
Ele era velho e empoeirado, talvez se estivesse melhor cuidado, seria um lugar legal.
Na arquitetura, era um lugar urbano de grande potencial.
Era agradável, talvez pudesse até dizer que o lugar lhe dava um certo conforto, diferente dos outro cômodos da casa.
As paredes eram de tijolos e podiam e estavam a vista as estacas de madeira se sustentação da casa.
A menina sentiu os ombros relaxarem.
Até que percebeu que sentada na janela, grande e bonita do lugar, estava Alisson, que fumava um cigarro enquanto olhava para fora da casa.
A agente sentiu seu coração se apertar, tinha sido uma pessoa horrível com ela, e mesmo que fosse por uma boa causa, ninguém deveria receber palavras e ser tratada daquele jeito, tão duramente.
Charllotte até pensou em dar as costas e não ter que encarar a mulher, mas isso só mostraria que a Gillis pareceria a mesma garotinha assustada e que não encarava seus problemas, igual a anos atrás.
Então se aproximou lentamente da mulher, Para não a assusta-la e nem parecer hostil.
Ela suspirou e tocou levemente o ombro da mais velha.
Que se assustou ao vê-la.
– Er...oi- ela falou com a voz de vergonha. Talvez até porquê seu próprio orgulho estava sendo ferido naquele momento.
– O ir você quer?- a voz de Alisson soava com raiva e descontentamento ao ver a menina.
E ela tinha uma certa razão de estar brava a garota tinha sido super incensiva com ela.
Eu...ann- a garota tentava encontrar as palavras certas, para a conversa não tomar outro rumo- queria pedir desculpas...sabe...por mais cedo. Eu não sou assim sempre é que...a Vanya, me lembra muito a minha irmã e... só me desculpa tá legal- Alisson a olhou por um tempo decidindo o que falaria.
Lotte mordeu o lábio inferior em ato de nervosismo extremo.
– Eu...acho que também foi grossa demais, com a Vanya, eu não devia ter posto a culpa nela, ela só tava tentando me ajudar e eu fui uma péssima irmã. E Vanya também me disse que você é bem sincera, então.
– Eu sou, mas qual é o lance com Vanya afinal, por que nunca a tratam bem?- Charllotte queria mesmo saber, nenhum dos irmãos parecia se importar com a garota, tratavam ela como um tremendo nada.
Como se ela não fosse importante.
– É só complicado- a voz de Alisson soava como se ela tentasse explicar, o porquê de sempre tratarem Vanya daquela forma, mas não conseguindo- ela só é diferente de nós- ela disse tragando o cigarro.
Aquilo não era realmente uma boa justificativa, só porque ela era diferente tinham que tratá-la mal.
– Nossa, suas justificativas não são realmente muito significativas. Diferente como?- w voz da menina já estava um pouco estressada, francamente, devia ter dado meia volta.
– É só que...fazemos coisas, que as pessoas não podem fazer e Vanya é uma delas- a Hargreeves a olhava e Charllotte a olhava também.
Então entendeu o que ela queria dizer, ela também tinham poderes como Cinco.
– Como o Five? Sabe o lance que ele faz.
Allison franziu o cenho antes de perguntar.
– Conhece o cinco?- ela estava confusa, se seu irmão tinha Desaparecido, tinha voltado do futuro, como podia ter uma amiga.
– Conhece o Cinco?
– Longa história- a menina disse rapidamente. Como contaria que na verdade fazia parte da comissão, uma empresa que queria matar seu irmão, e que ela estava lá justamente para fazer Isso, acabar com a existência do garoto.- isso querer dizer que vocês tem poderes?
Isso explicava o porquê de Cinco fazer aqueles saltos no tempo, também explicaria o porquê de ter ido parar no futuro.
Era isso o que Five queria dizer quando chamou Vanya de comum, porquê ela não tinha poderes, por isso era excluída.
– Bem, como sabe, pelo menos eu acho, somos sete no total, e tirando a Vanya todos nós temos essas habilidades especiais. Cinco com seus saltos no tempo, e eu com os meus rumores...
– Rumores?
– É eu...an...posso manipular sua mente, tirar o seu livre arbítrio- e Charllotte levantou as sombrancelhas- mas, eu não faço mais isso.
– E qual é a habilidade do Klaus?
– Conhece ele também? Bem, ele fala com os mortos, ou pelo devia fazer isso.
Talvez seja por isso que ele gostava de se drogar.
– Deve ter sido difícil pra Vanya- Lotte disse baixo e Alisson a olhou- sabe, ver todos vocês fazendo coisas, extraordinárias e ela...
– Também foi difícil pra nós- Allison disse tentando se defender.
– É eu sei..mas, vocês excluíam ela, a ignoravam, fingiam que ela não era importante. Por anos, excluíram ela, e a desprezaram. E até hoje fazem isso, em dois dias que a conheço, ela já foi crítica duas vezes.
– Então por que ela escreveu aquele livro sobre a gente? Para ganhar atenção?- a Hargreeves mais velha disse.
E Charllotte franziu a face.
– Que livro?
– Um livro, onde ela conta sobre nós, sobre nossa família.
– Está me dizendo que existe um livro sobre vocês?- havia um livro sobre eles, isso era ótimo, assim poderia saber tudo sobre Cinco- E dói muito saber como ela se sentia?
– Se ela queria que a gente soubesse o que ela sentia, podia ter contado para nós, não espalhar todos os nossos segredos e nossa vida pessoal.
– Vocês a teriam escutado? Teriam tentando entender o que ela sentia? Tentariam entende-la?- Allison desviou o olhar para baixo.- eu vejo no olhar dela Alisson, ela se sente sozinha, e por mais que a tratem mal, ela se importa com vocês, todos vocês. Ela só precisava de ajuda... precisava dos irmãos dela.
– Tem razão- a mulher murmurou.
Ninguém disse nada por alguns segundos, apenas ficaram lá.
Allison pensando no quão horríveis era com Vanya, e Charllotte pensando onde conseguiria ler o livro de Vanya.
Passos e o som de uma bengala foram escutados e subindo pelas escadas.
A imagem de Pogo apareceu.
– Srta. Allison, estava procurando por você- a voz suave do primata soou- Ah, olá Srta.Charllote, como vai.
– Oh, bem obrigada Pogo.
– Conhece ele também?- Allison perguntou a garota que apenas riu- Como...como sabia que eu me encontrava aqui?
– Não dói difícil- Pogo se aproximou- era onde vinha sempre quando precisava pensar- ele respondeu.
– Quem disse que...- ela própria se interrompeu e quanto pensava.- Luther...
– Na verdade foi a Srta.Vanya. Ela ligou para saber se você estava bem.
Allison olhou para Lotte, que apenas deu um sorrisinho amigável.
As duas sorriram uma para outra, antes da Gillis se levantar e começar a sair.
– Agora irei ler um livro de como era crescer com um mordomo macaco- ela disse e pode escutar a Allison gritar.
– Ele é um chimpanzé!
E a garota voltou a andar pela imensidão de corredores da casa.
Acharia o livro e descobriria mais sobre a família Hargreeves.
De uma vez por todas.







Notas Finais


A gente quis escrever algo mais baseado nas 3 meninas.
A Allison, a Charllotte e a Vanya, porque as três bem...bem...bem mais pra frente vão ser bastante unidas.
No próximo, já vamos saber como a Charllotte vai ficar ao ver nossa "querida" Dolores. E logo logo, Hazel e Cha-Cha, vão entrar em cena...


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...