História My Doctor - ( Imagine Kim Namjoon - BTS ) - (Longfic) - Capítulo 9


Escrita por: e Srta_Baby

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Drama, Gravidez, Hentai, Hoseok, Imagine, Jimin, Jin, Jungkook, Longfic, Namjoon, Taehyung, Violencia, Yoongi
Visualizações 372
Palavras 3.153
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei com mais um capítulo! Hehe...

Perguntas sobre quando ela vai ficar com o Namjoon serão respondidas nunca :')

Brincadeira...Mas vai demorar um pouco, tenham paciência, sim?

Tenham uma boa leitura.

Capítulo 9 - Cura


Dizem que o pior do câncer é a exaustão e as dores, deve ser verdade. Meus lábios estão ressecados e minha pele um pouco pálida, me fazendo parecer deprimida. Eu dormi no chão do banheiro, ou ao menos tentei, já que as dores pareciam não ter fim. Até pensei que poderia ser um pesadelo, mas não foi, e está tudo sujo com meu sangue.

Passo novamente o pano no chão, terminando de limpar mais uma mancha de sangue, fecho e abro os olhos, segurando a vontade de chorar. Me coloco de pé e jogo o pano no lixo, então começo a tirar a minha roupa, soltando resmungos. Minhas costas doem por causa da parede dura. Entro no box e ligo o chuveiro, iniciando o meu banho e, tirando todo o sangue da minha pele, mas não do meu interior. Me apresso ao lembrar dos meus filhos, eles devem estar acordando. Me enrolo na toalha e caminho até o quarto, suspirando de cansaço.

Escolho um vestido e preto rodado, com um decote não muito exagerado na frente. Separo um conjunto de lingerie também preto. Me arrumo terminado de por as sandálias e colocando um colar. Faço uma maquiagem básica, apenas para esconder as olheiras, passo rímel e gloss. Alcanço a minha bolsa e guardo alguns papéis e meu celular na mesma. Ponho a bolsa em meu ombro e desço para sala, a deixando no sofá e sorrindo ao ver um recado do Jin colado na mesa de vidro.

Bilhete :

Bom dia. Tive que ir para a empresa mas espero que fiquem bem, mais tarde eu passo aqui para ver vocês.

Ps: Jinnie fez café pra você.

Ass: SeokJin

Rio pondo uma mecha do meu cabelo atrás da orelha. Vou até a cozinha e aspiro o cheiro de café com pão. Jin não existe mesmo. Como apenas um pedaço de pão rapidamente e subo para o quarto da Yura.

— Eu espero que dê tudo certo. – sussurro para mim mesma, enquanto pego a pequena no colo.

[...]

— Vai no hospital de novo? – (N/I) indaga pegando Yura nos braços, ao mesmo tempo ela me olha nos olhos, séria. — Você está doente?

— Você vai saber na hora certa. – suspiro fazendo carinho na bochecha da minha bebê. — Eu preciso ir. – me viro e abro a porta do carro.

— (S/A! Volta aqui e me conta o que está acontecendo! – a mais velha me olha preocupada.

— Quando eu voltar, 'tá? – a olho rapidamente e respiro fundo, ligo o carro e piso no acelerador.

Molho os meus lábios cantarolando a música que toca no rádio. Preciso fazer alguns exames e a Doutora Jiyeon disse que já marcou a cirurgia. Portanto, sou obrigada a contar pelo menos para minha irmã. Eu não faço a mínima ideia de como eu vou contar isso e muito menos de como ela vai reagir.

O caminho até o hospital MyeongWon é calma e nesse meio tempo eu reflito um pouco. Entro no estacionamento e paro o carro em uma das vagas livres, saio do veículo e pego a minha bolsa, a colocando no ombro. Olho em volta e solto o ar pelo nariz, antes de dar o primeiro passo para dentro do prédio grande.

Passo pela recepção somente para confirmar a minha consulta, depois sigo pelo corredor e pego o elevador, indo para o quarto andar. Automaticamente meus olhos ardem ao chegar na sala da doutora. Aperto os olhos e engulo em seco, bato duas vezes na porta e entro, sorrindo para ela. Me sento em um dos dois assentos na sua frente e deixo a minha bolsa sobre o meu colo.

— Oi – sorrio fraco.

— Está tudo bem? – assinto ficando séria. Jiyeon lê algo em um papel em cima da sua mesa e me olha nos olhos. Meu coração acelera e quase sai pela boca. — Marcamos a sua cirurgia para daqui à duas semanas, está de acordo?

— T-Tá. – guaguejo e mordo o lábio inferior.

— Aconteceu alguma coisa, _______?

— E-Eu...Sangrei muito ontem e também doía muito, como se fosse uma cólica, só que dez vezes mais forte. – digo de uma vez. A vejo apoiar as mãos na mesa e me perfurar com seus olhos verdes. Aperto a barra do meu vestido, tentando controlar o meu nervosismo.

— Você está tomando os remédios? – ela pergunta e se levanta, indo até o seu armário.

— Sim, todos. – a sigo com o olhar, atenta.

— Preciso que você faça outros exames. – Jiyeon vê algo em minha ficha. — O tumor pode ter avançado.

— A...vançado? – pisco algumas vezes, sentindo meu peito encher; de dor.

— Fique calma, não é muito grave. –a Doutora preenche algumas receitas. — Tome esses remédios, qualquer outro sintoma novo, me procure. E você não poderá mais amamentar, os remédios podem prejudicar a saúde da bebê.

— Mas...Certo. – concordo sorrindo triste.

Uma das minhas maiores preocupações era isso – não poder mais amamentar. Yura tem somente nova messes, ainda não está em tempo de lagar o leito materno. Parece que a cada dia eu fico mais incapaz, para no final, eu não ser mas capaz de respirar.

[...]

Foram ao todo uma uma hora e meia gastas para fazer os exames, todos eles serão avaliados para eles darem um diagnóstico preciso no dia da cirurgia. Eu sinto fome, muita fome. Respondo algumas mensagens da mãe do Yoongi, que não para de me encher, perguntando como está o filho querido.

Guardo o meu celular na bolsa e sigo até a lanchonete, avisto Namjoon de jaleco, conversando com aquela garota do restaurante. Há um machucado no canto dos seus lábios, consigo perceber daqui. Me aproximo deles e abro um sorriso meigo, para ambos.

— Oi. – olho para ele e assim posso perceber mais alguns arranhões em sua face.

— Oi. – Namjoon sorri mostrando as suas covinhas. — Minah, você pode ir até a sala oito, ver como funciona os equipamentos.

— Tudo bem. – a tal de Minah sorri, passando por mim de cabeça baixa.

— Namorada? – pergunto e ele nega, com suas bochechas vermelhas. É a primeira vez que eu vejo ele envergonhado. — Desculpa. – peço sentindo minhas bochechas queimarem. Agora somos dois tomates.

— Vem, vamos nos sentar. – assinto e o sigo até uma das mesas desocupadas.

Me sento em uma das cadeiras e o Kim faz o mesmo, se sentando de frente para mim. Joonie sorri fazendo seu pedido e eu sorrio junto, tentando entender o que é isso que ele me faz sentir. Nossos olhares se cruzam e meu coração acelera. Esse Doutor mexe comigo de um jeito estranho.

— Obrigada, por ontem. – ponho uma mecha de cabelo atrás da orelha. — Se não fosse por você, com certeza cairia no chão. – solto um rido de nervoso.

— Não foi nada. – o loiro ri fitando-me. Sinto-me um pouco incomodada e me remexo na cadeira.

— O que tanto me olha? – levanto as sobrancelhas. — Sou tão feia assim? – brinco e agradeço o suco que o garçom que me traz. Levo o líquido até a minha boca e olho para Namjoon.

— Não, pelo contrário, você é linda. – sorrio meio sem jeito com o elogio. Minha vontade é de me enterrar debaixo da terra. — Como você está?

— Indo. – solto o ar dos meus pulmões e fito o meu suco. — Preciso contar uma coisa para minha irmã, mas não sei como.

— É muito grave? – seu tom rouco me faz encará-lo. Ele está sério.

— Talvez. – mordo a boca. — Desculpa, é que eu não consigo contar.

— Tudo bem. – ele sorri mostrando suas covinhas.

Namjoon toca a sua mão toca com a minha que está na mesa. Um frio percorre minha espinha. Seus dedos longos descem e sobem, fazendo um carinho na minha destra. Fecho os olhos sentindo sua vibração, calma, mas mesmo assim intensa.

— Acho que você deve contar de uma vez. – nossos olhares novamente se cruzam. O Doutor desvia o olhar para o chão e morde o lábio.

— É... – dou mais um gole no meu suco de maracujá. — Acho melhor eu ir. – me levanto e o loiro faz o mesmo, me olhando.

Em dois segundos minha visão fica turva e meu corpo mole. Tento de todas as formas respirar, mas parece impossível. Apoio a mão na mesa e fecho os olhos procurando por Namjoon.

— (S/A), você está bem? – engulo seco e abro a boca em busca de ar, mas a única coisa que sai e um grunhido.

— Joonie... – sinto meus olhos marejados.

Dou um passo em falso e quase caio, se não fosse por suas mãos, me segurando. Escoro a cabeça no seu peito sentindo meu corpo relaxar, logo apago, não sentindo mais nada.

Point Of View Namjoon

Eu a seguro em meus braços como se fosse uma boneca de porcelana. Meu peito sobe e desce. Ela desmaiou, em meus braços. Grito por alguém para me ajudar e a pego no colo. Observo seu rosto pálido e sua boca entreaberta. Ela é linda até dormindo.

Avisto a ginecologista dela e a chamo, rapidamente ela vem e olha para _______. Ela abre os olhos dela e verifica a sua pulsação.

— Levem ela para a sala. – Jiyeon fala para um dos enfermeiros.

Coloco (S/A) na maca e beijo sua testa, sentindo meu coração bagunçado. Seu corpo é levado e eu passo a mão por meus fios loiros. Ela parecia tão bem, de verdade. Se bem que o câncer não é uma doença nada fácil, independente do tipo. Eu só queria ajudar ela, saber como ela se sente em meio a essa doença. Corro atrás deles que a levam e tento entrar no quarto, porém Jiyeon me impede.

— Fique aqui, por favor. – ela pede e entra no quarto, fechando a porta.

Mordo o lábio inferior e caminho até a minha sala, totalmente abalado. Apoio as minhas duas mãos na mesa e aperto os olhos, sentindo eles com água. Meu corpo fica mole e minhas lágrimas caem lentamente​, juntamente com a dor em meu peito.

Eu preciso dela, do fundo do meu coração. Não posso perdê-la sem ao menos a ter em meus braços antes. Me pergunto aonde deve estar o seu marido, aquele idiota. Enquanto ela está aqui, ele deve estar em algum lugar, se divertindo com alguma vadia. Enxugo minhas lágrimas saindo da sala e caminhando até o quarto para onde _______ foi levada. Jiyeon está conversando com um enfermeiro na frente da porta e quando me vê, engole seco sorrindo fraco. Nego rapidamente e me aproximo.

— Como ela está? – pergunto com uma voz preocupada.

— Fraca. – ela suspira e eu também. — Precisamos fazer a cirurgia o mais rápido possível, os exames dela não estão nada bons.

— Você acha que ela tem alguma chance? – pergunto baixo e olho _______ pelo janela de vidro, sendo medicada.

— Namjoon, você mexeu nas minhas coisas, não foi? – escuto ela dizer e assinto sem a olhar, por vergonha.

— Me desculpa, mas eu precisava... – meus os ardem ao vê-la ali, numa maca e desacordada. — Eu precisava descobrir.

— Tudo bem, eu posso relevar essa. Mas não deixe o departamento de segurança descobrir . – a doutora sorri triste para mim. — Você gosta muito dela.

— Muito... – sussurro afirmando.

— Me escute, Namjoon. Não a deixe, tá? Ela precisa de alguém. – Jiyeon fala num tom de preocupação. — Creio que ela não falou nada a ninguém sobre a doença. E tenho certeza que seu marido não vai reagir nada bem quando souber.

— Você o conhece? – viro o rosto a olhando e ela assente, levantado uma das sobrancelhas.

— Min Yoongi era amigo do meu irmão no colegial, e logicamente e conheci _______ e viramos amigas. – sorrio pequeno ao ou ir tais palavras. Jiyeon sempre foi uma boa pessoa e não me surpreende ela ser amiga de _______. — Sábado eu vi o marido dela num bar que costumo ir, e ele estava com uma outra mulher e...

— Ele a trai, não é? – a olho fechando os punhos. Jiyeon assente.

— Eu não gosto de me intrometer, mas sim. – respiro fundo sentindo minha raiva só aumentar.

— Ela não merece passar por isso.

— É por isso que você precisa ficar do lado dela. – Jiyeon sorri ao me fitar. — Sei que ela também gosta de você, mas está presa a um homem, a um amor que está a destruindo aos poucos.

— Eu a amo tanto, sem ao menos conhecê-la. – sorrio olhando para _______. — Isso é possível? Eu sinto coisas quando estou perto dela. Ela mexe com o meu psicológico de uma maneira inexistente.

— Tudo é possível quando se trata de amor. – assinto concordando. — Você quer ir lá?

— Quero. – respondo um pouco receoso.

Seguro firme na maçaneta e minhas pernas vacilam, me obrigado a respirar fundo devagar. Abro a porta e meu coração aperta ao a ver ali. Chego perto e seguro na sua mão, fazendo carinho. Arrumo seus fios rebeldes e selo sua testa. Eu daria tudo para tê-la em meus braços, na minha cama, na minha vida, mas por enquanto só a tenho no meu coração.

— Eu vou cuidar de você. – sussurro sorrindo fraco. — Vou te curar e seremos felizes. Eu irei lutar por você, mesmo você não me vendo.

Não temerei mais aquele que nos faz mal.

Mas abrirei teus olhos e verás que somos um.

[...]

Point Of View (S/N)

Abro os olhos e resmungo com uma luz forte, que faz meus olhos aderem. Vejo paredes brancas, e deduzo que ainda estou no hospital. Sento-me com um pouco de dificuldade, por estar fraca. Engulo seco ao ver (N/I) sentada na poltrona branca, de cabeça baixa. Agora não há mais escapatória, eu vou tem que contar.

— (S/N), nunca mais faça isso comigo, ouviu?! – a maior se levanta ao me ver acordar, me olhando preocupada. — Você me assustou.

— Desculpa. – peço quase sem som. — Eu não queria te deixar assim.

— Então me fala, hm? – minha irmã suspira afagando minhas madeixas. — Jiyeon me disse que você está doente, o que é?

— Você promete que não vai contar pra ninguém? – pergunto olhando em seus olhos. (N/I) assente com veemência. — Lá vai. – fecho e abro os olhos. — E-Eu estou com câncer.

É impossível não chorar junto ao ver a sua reação; de medo. Minha irmã me abraça forte, ainda chorando, gaguejando palavras que não entendo. Eu sei que é difícil, não só para mim, mas para ela, que sempre esteve comigo, desde que nasci.

— Fica calma. – peço e seguro em seus ombros, a afastando.

— C-Como isso aconteceu? – mordo o lábio e nego lentamente. Não simplesmente "aconteceu", somente apareceu um tumor no meu útero. — O Yoongi sabe?

— Eu estou com muito medo. – confesso e seco as minhas lágrimas, que não param de cair. — Min Yoongi não sabe, só você.

— Por que não me contou antes? – ela tenta segurar o choro, mas não consegue e acaba desabando junto a mim. — (S/N) isso é sério, mamãe e papai precisam saber.

— Não. – deito a cabeça no travesseiro, olhando para o teto. — Nem eles e nem ninguém precisa saber!

— Irmã... – a mais velha segura na minha mão e enxuga suas lágrimas. — Nós vamos passar por isso juntas. Não importa o que aconteça, você sempre terá a mim.

— Eu sei. – sorrio fraco. — Você não pode contar isso pra ninguém, ouviu?

— Nem para o Hobi? – nego em um suspiro. — E o Yoongi?

— Preciso de mais tempo. – comento e junto as minhas mãos, sentindo ambas geladas. — Yoongi está diferente, não sei como ele vai reagir.

— Tudo bem. – ela beija a minha testa e sorri pequeno. — Você não vai morrer.

— Não vou. – forço um sorriso grande. — E a Yura e o Kook?

— Kook foi pra escolinha com o Tae. – (N/I) ri fraco, logicamente porque JungKook não está na idade de estudar ainda. — E Yura está lá fora com o Doutor.

— Namjoon. – sorrio olhando eles pela janela de vidro.

— Vocês são amigos?

— Somos. – dou de ombros. — Ele me ajudou muito esses dias.

— Ele me pareceu um homem legal. – nego rapidamente ao ver o seu olhar de "fica com ele".

— Esse olhar. – levanto as sobrancelhas e reviro os olhos. — Nem venha com insinuações, somos amigos!

— Eu não falei nada. – ella levanta as mãos. — Sua Doutora me disse que a cirurgia é daqui à duas semanas.

— É. – concordo.

Namjoon entra com Yura no meu quarto, ele se aproxima e eu pego. A bebê agarra meu pescoço e balbuça fitando o Kim. Rio baixo e beijo a sua bochecha cheia e fofa. Só dela estar aqui, meu coração esquenta. Eu não sou nada sem eles, nem vento.

— Você me deixou preocupado. – Namjoon diz rouco e guarda as suas mãos no bolso do seu jaleco. — Como se sente?

— Um pouco melhor, obrigada. – sorrio o olhando e dou atenção para Yura, que enfia minha mão em sua boca. Porquinha — Quando posso ir embora?

— Você precisa descansar mais um pouco, mais tarde terá alta. – (N/I) sorri. — Eu preciso ir buscar os meninos.

— Sem problemas, eu cuido das duas. – o loiro se põe ao meu lado e sorri mostrando suas covinhas.

— Certo, obrigada. – a maior beija minha cabeça, parecendo a minha mãe. — Passo aqui pra te buscar mais tarde.

— Tudo bem. – sorrio sem a olhar, brincando de cócegas com meu bolinho.

Namjoon me olha após minha irmã sair, ele sorri, me fazendo sorrir também, só que de um jeito envergonhado.

— Eu preciso descobrir uma coisa. – ele se aproxima mais e eu levanto a cabeça, olhando em seus olhos.

— Eu também. – sussurro e molho meus lábios que estão secos.

Ambos tocamos nossas destras, começando pelos dedos e depois entrelaçando as nossas mãos. Fecho os olhos ao sentir sua respiração em minha face. Ele vai me beijar? Eu vou beijar ele? Tanto faz, eu estou perdida agora.

— Máámmáaa...! – abro os olhos e rio alto, vendo Yura mordendo o meu queixo.

— Acho que temos uma ligação. - Joonie diz acariciando a minha bochecha.

— Também acho. – toco em sua mão que está em minha bochecha.

— Quero que saiba de uma coisa. – assinto para que ele continue. — Sempre me terá ao seu lado, sempre que precisar eu estarei aqui.

— Você não precisa fazer isso. – sorrio triste, olhando para ele e me sentindo mal por o fazer se preocupar tanto comigo.

— É verdade. – o loiro sorri segurando na mão de Yura. — Eu serei a sua cura.

Eu poderia jurar de pés juntos que a pessoa que eu vi em meus sonhos, não era ele.

Porém, mesmo sem poder enxergar direito, eu chamei por ele, gritei e, cai no chão, totalmente, ocasionalmente, quase morta. 


Notas Finais


Eu recomendo vocês preparem o psicológico de vocês para o próximo capítulo, que vai ser muito pesado!

Bom, nos vemos por aí ;-;

Beijos <333

🐼🌈💞


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