História My Fake Girlfriend - Capítulo 3


Escrita por: , kamzyup e fuckshoseok

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT), Red Velvet
Personagens Irene, Jisung, Joy, Personagens Originais, Seulgi, Wendy, Yeri
Tags Comedia, Girls'generation, Joyri, Loona, Nct, Nctdream, Redvelvet, Romance, Seulrene, Shinee, Yuri
Visualizações 113
Palavras 1.604
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Fluffy, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey hey pessoinhas! Desculpem pela demora com a atualização de MFG. Eu e as meninas decidimos que o dia de quarta seria um ótimo dia para postar e cá estamos.

O capítulo não é tão grande, mas espero que compense a demora.

Capítulo 3 - O dinheiro não pode comprar tudo


— Espero que você goste bastante desse trabalho e que possa trabalhar duro para mantê-lo!


— Irei dar o meu melhor, prometo!


Joohyun acenou com a cabeça, pronta para seguir o rumo até sua casa e finalmente poder descansar. Porém, algo a fez parar. Alguém, para ser mais exato. A garota que tinha quase atropelado mais cedo estava sentada na recepção, a observando. Seungwan curvou-se antes de caminhar rapidamente até a garota que encarava Joohyun curiosamente. Vários pensamentos passou pela cabeça da mesma. Será que ela veio para poder denunciar o incidente de mais cedo? Ou apenas queria tirar satisfação? E por que ela estava falando com a Seungwan?


Joohyun observava atentamente enquanto a garota deitava cuidadosamente o garotinho no colo de Seungwan e caminhava em sua direção. Joohyun suspirou sem saber o porquê que, de alguma forma, estava se sentindo desconfortável com o olhar da garota que se aproximava.


— Olá, meu nome é Seulgi, a garota que você atropelou hoje mais cedo, lembra? Ou eu devo te lembrar? — Disse ela, assim que se aproximou o suficiente para Joohyun a ouvir.


Aflita, Joohyun olhou para os lados, se certificando que ninguém tinha escutado aquilo.


— Eu lembro. — Disse Joohyun, depois de suspirar pesadamente. Ela estava tensa. — Será que você pode me acompanhar?


Seulgi a encarou com os olhos confusos, mas acabou concordando e apenas seguiu Joohyun até uma sala que ficava bem reservada.


— Bem, — Joohyun colocou a bolsa sobre a mesa, sentando-se na cadeira e olhou atentamente para Seulgi. — Quanto você quer?


O rosto de Seulgi se tornou curioso e interrogativo. Joohyun estava ficando cada vez mais impaciente.


— O quê?


— É só dizer quanto você quer e eu te faço um cheque agora mesmo. — Disse Joohyun, com um papel e caneta em mãos.


Seulgi finalmente entendeu o ponto da conversa e deu um leve sorriso.


— Por que você acha que eu quero algo de você? — Indagou Seulgi. Sua mãe sempre lhe dizia que esses empresários são sempre iguais. Só pensam em dinheiro e não querem mais saber de nada. — Dinheiro resolve todos os seus problemas, huh?


Joohyun, que ainda segurava a caneta, encarou Seulgi de volta. Joohyun não sabia se era por conta da exaustão, ou se era por conta do modo como Seulgi havia se tornado tão interessante para ela em pouco tempo, mas ela havia ficado sem argumentos.


— Eu não vim aqui para pedir nada, não preciso desse dinheiro sujo! — Exclamou Seulgi, sentindo a raiva tomar conta de si. Agora, ela havia odiado Joohyun mais ainda. — Eu só achei que você estivesse se sentindo mal com isso e pelo menos um pedido de desculpa fosse o suficiente.


Joohyun se sentia mal de verdade. Ela realmente achou que Seulgi tinha algum interesse em tirar dinheiro dela, como outras pessoas faziam e fariam. O mundo em que Joohyun vivia, tudo é baseado em dinheiro. Simplesmente tudo. Não há mão de obra sem dinheiro, e sem mão de obra, não há produtos. Você investia ali, para lucrar mais na frente. Por isso Joohyun se sentiu mal assim que ouviu as palavras duras e sinceras de Seulgi.


Largando a caneta e o papel, Joohyun se levantou e tentou tomar um pouco de controle da situação, mesmo que seu corpo estivesse quase desmaiando de exaustão.


— Você está certa. — Joohyun concordou. — Mas eu ainda quero lhe dar algo para me desculpar.


— Eu não quero nada vindo de...


— Venha viajar comigo.


As sobrancelhas de Seulgi se uniram, e uma interrogação se formou em seus pensamentos.


— O quê?


— Por favor, aceite. Eu não tenho mais nada para oferecer. — Joohyun já estava entregue a exaustão, não tinha mais controle das palavras, mas estava ciente sobre o quão confusa Seulgi estava.


— Por que uma viagem? E com você? Eu sou uma total desconhecida, e você também é! — Seulgi achou a ideia um tanto tentadora, mentiria se disesse que não estivesse considerando. Não por ela, e sim pelo Jisung.


— Eu queria me desculpar pelo o que aconteceu, mas para mim, palavras não são suficientes para isso, então uma viagem será uma boa forma de me redimir, não acha? — Joohyun dizia, enquanto Seulgi ouvia atenta a cada palavra. — E além do mais, essa viagem será bem entediante se eu for sozinha.


Seulgi não sabia ao certo o que estava sentindo. A vontade de dizer as verdades para Joohyun era grande, mas a viagem era demasiado tentador. Ela não sabia o que fazer, nem mesmo como agir diante dos olhos intimidadores de Bae Joohyun, então tudo que ela fez foi virar-se e sair pela porta da sala, mas não antes de ouvir, alto e claro, a voz calma de Joohyun.


— Se aceitar, esteja no aeroporto daqui a três dias com as malas prontas! Será um prazer te ter como companhia, Seulgi.


                              ***


Seulgi estava imersa aos seus próprios pensamentos sobre a conversa que teve mais cedo com Bae Joohyun, se é que podia chamar aquilo de conversa. Seungwan lhe contava animadamente sobre o quanto a empresa era bonita e estava contente por trabalhar lá, porém Seulgi não prestava atenção em nem uma mísera palavra do que a mais nova lhe dizia, para disfarçar sorria levemente e indicava que Seungwan prosseguisse.


Jisung brincava no meio da sala que tinha sido invadida por diversos carrinhos e um tabuleiro de damas no qual o menino disputava uma partida com o seu boneco do Homem de Ferro, pouco se importando com as duas mulheres que conversavam no sofá. Gargalhando alto das vezes que vencia o pobre boneco.


Em um certo momento da conversa, Seulgi já não conseguia manter seus pensamentos focados em outra coisa que não fosse aquilo, lhe parecia impossível demais e sem nenhuma alternativa resolveu pedir conselhos a mais nova á sua frente.


— Seungwan, o que você faria se uma completa desconhecida lhe chamasse para uma viagem?


Seungwan calou-se finalmente, analisando a situação. Ela não sabia o que responder de imediato então passou longos minutos refletindo.


— Eu aceitaria se o desconhecido não fosse muito duvidoso. — Seungwan respondeu-lhe sendo sincera o máximo que podia.


— Mesmo que essa pessoa fosse uma empresária famosa? — Seulgi lhe fez outro questionamento.


— Sim?! — Seungwan respondeu em tom de dúvida. — Por que? Aconteceu alguma coisa? — Perguntou.


Seulgi abaixou a cabeça após ouvir o questionamento da amiga, sabia que Seungwan ficaria insistindo até que ela contasse e além de tudo prometeram jamais ter segredos uma com a outra, por mais que fosse necessário. Nunca, em hipótese alguma, omitiriam as coisas uma da outra e era assim desde que Seulgi se divorciou e foi morar com Seungwan, pois não tinha nenhum lugar para ir além da casa da amiga. Respirou fundo tentando procurar coragem para lhe contar o que houvera ocorrido e ficou alguns minutos em silêncio antes de respirar fundo e dizer:


— Sua futura patroa me convidou para uma viagem a fim de se deculpar por ter me atropelado hoje mais cedo.


Seungwan relutou em dizer algo, parecia muito surpresa para tal coisa. Jisung que, até então, não prestava atenção na conversa se aproximou das duas mulheres com uma expressão confusa em seu rosto infantil.


— Por que a sua chefe atropelou a Omma, tia Seungwan? — Jisung perguntou.


Seungwan respirou fundo e massageou suas têmporas, evitando surtar com o que tinha acabado de descobrir da pior forma possível, diga-se de passagem.


— Por que você não me disse isso antes, Kang Seulgi? — Seungwan praticamente gritou.


— Porque eu não queria que você desse um chilique como está fazendo agora. — Seulgi esclareceu, porém sua resposta soou óbvia o suficiente.


— E você queria que eu fizesse o quê? Meu Deus, como você não me disse isso antes eu ia dar uns bons tapas na cara daquela mulher.


— Seungwan! — Seulgi a repreendeu. — Tente se acalmar.


— Como você quer que eu me acalme, hein? Me diz, Seulgi, como eu posso me acalmar? — Perguntou Seungwan exasperada. — Você foi atropelada e está aí me pedindo para ter calma!


— Mas tia Seungwan, você não viu nadinha. — Retrucou Jisung. — Foi horrível, a Omma estava de olhos fechados e não me respondia e…


— Você estava com o Jisung? — Seungwan bradou, interrompendo o garotinho.


— Aish, Seungwan, quer me deixar explicar? — Seulgi pediu.


— Vá então, Senhorita Responsabilidade, me explique!


Seulgi suspirou, ignorando o tom debochado da amiga, e disse:


— Eu saí para almoçar junto ao Jisung, no caminho de volta eu não percebi que um carro vinha em minha direção e ele acabou me acertando. Ironicamente era o carro da sua patroa. Mais tarde quando fui buscar você no trabalho vi ela lá e decidi que era um bom momento para falar sobre o ocorrido, mas ela agiu como aqueles empresários esnobes. Me ofereceu dinheiro e por fim essa viagem as Bahamas.


Seungwan permaneceu calada mesmo após o término da explicação de Seulgi, parecia analisar a situação da melhor forma que podia. Depois de algum tempo calada, Seungwan perguntou:


— Por que raios ela te convidaria para uma viagem?


— Eu não sei! — Seulgi respondeu, sendo totalmente sincera. — Eu estou confusa, não sei o que fazer por isso estou te pedindo conselho.


— Você quem deveria ter responsabilidade aqui. — Seungwan retrucou.


— Wendy Son, você não ouse debochar de mim nessa situação! — Seulgi advertiu recebendo uma risada em troca.


— Eu realmente não sei o que você deveria fazer. — Seungwan respondeu. — Mas tente seguir o que lhe parecer mais certo.


— Eu voto na viagem para Ba alguma coisa! — Disse Jisung.


Seulgi pareceu pensar bastante nas circunstâncias que suas atitudes lhe trariam. Seungwan disse-a para fazer o que parecia-lhe mais certo, mas o que fazer quando o que parecia certo para os outros era errado para si próprio?



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