História My Fallen Angel Seokjin [ Em correção ] - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jin, Personagens Originais
Tags Bts, Imagine, Jin, Seokjin
Visualizações 182
Palavras 1.765
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - We can fall


Fanfic / Fanfiction My Fallen Angel Seokjin [ Em correção ] - Capítulo 6 - We can fall

   Dois dias depois...


  

Você e Jin estavam cada vez mais proximos um do outro, ele sempre faz questão de estar contigo, sinceramente você já não se lembra dos seus dias sem ele.


 

 Talvez você já esteja completamente apaixonada por ele, mas não sabe ao certo se o sentimento é mútuo. 


Sem dizer que faz tão pouco tempo que se conhecem, mesmo você ainda tendo a impressão de já o conhecer a muito tempo. Porém isso não pode ser levado em consideração já que pode ser apenas uma impressão boba.


Ele a faz sorrir de coisas bobas, corar com apenas um olhar, sua presença já se tornou quase uma necessidade.


Ou isso é apenas carência de alguém solitária e ele foi uma válvula de escape. E ele é alguém que estava lhe dando um pouco de atenção.


Até mesmo suas crises de pânico haviam diminuído, já não acordava toda suada e gritando no meio da noite. Já não se encolhia na cama olhando para o teto no escuro. Tudo parecia definitivamente melhor.


Claro que você ainda sente saudades do seus pais, mesmo quando eles apenas lhe pressionavam para você escolher um caminho e se tornar alguém, estudar feito uma louca, isso mostrava que de alguma forma eles se importavam consigo.



  Hoje Jin a levaria para sua casa era primeira vez que você iria lá, ele compartilhou com você que havia aprendido a cozinhar um pouco no dia em que lhe conheceu, no dia em que se tornaram amigos, no dia em que ele lhe salvou.


Talvez você se pergunte como, mas foi simples, foi justamente no mesmo dia que ele havia começado a seguir um canal de culinária, o que a deixou boquiaberta já que ele possui o dom. Não é todos que aprendem a cozinhar de uma hora para outra, tão rápido que chega a ser sepurrel.


Obviamente ele não aprendeu tudo mas apenas o básico, contudo nesses dias ele dissera que já havia aprimorado.


   Ambos descobriram compartilhar de um mesmo gosto, pela cor rosa. Ele havia ficado sem jeito ao compartilhar com você, obviamente pensando que você acharia estranho. Mas ao contrário disso você achou magnífico, afinal não é todo homem que confessaria isso. Muito menos a uma mulher.


Você já estava pronta com um vestido na cor rosa juntamente com uma sapatilha branca, estava sem adereço algum ou maquiagem, apenas com seu celular em mãos o esperando.


 Não demorou muito e ouviu as batidas na porta, abriu a mesma e sorriu ao vê-lo.


Jin trajava uma camisa rosa que lhe caia muito bem com aquele lindo ombros largos, calça jeans e um tênis básico.


Você olhou para seus lábios carnudo e desviou o olhar para outro lugar, enquanto sentia seu rosto queimar e um sorriso envergonhado brotar em seus lábios.


 - Va-vamos? - perguntou guaguejando, isso soa ainda mais vergonhoso.


- Sim, você vai adorar alguns dos meus... amigos - ele exitou ao falar amigos ou talvez fosse apenas impressão sua.


Na verdade não importa, você os conheceria hoje e estava extremamente nervosa, talvez eles não gostasse de si.


Você fechou sua porta e ambos seguiram o caminho para o apartamento dele, vocês como sempre foram conversando, conversas bobas e sem importância.



  - Chegamos - ele disse em frente a um prédio.


 - Você mora pertinho a mim - falou surpresa por ele não ter comentado isso.


- É mesmo, vamos subir? - você assentiu - Eu espero que você se dê bem com eles - você também esperava isso.


 Os dois seguiram conversando a caminho do apartamento, lá já haviam três rapazes, seus olhos brilhavam com tamanha beleza, não apenas aparência em si, mas as auras brancas resplandecentes, as asas magníficas. 


  Você havia tentado diversas vezes tocar as asas de Jin mas todas as vezes suas mãos as atravessavam, você não sabia o porquê de só você conseguir vê-las ou o porquê de tudo as atravessar.


  - Muito branco - falei com os olhos brilhando e sorrindo - vocês também tem asas.


  Eles permaneceram calados apenas Jin se pronunciou - Este é Namjoon ou apenas Nam, este Hoseok ou Hope - disse apontando para cada um deles - este aqui é Jimin apenas Jimin - disse fazendo Jimin fazer uma careta.


  - Muito prazer eu sou ______ - disse sorrindo minimamente.


  - Nós sabemos -  aquele ao qual Jin disse  o que se chama Namjoon falou. Tudo ficou em silêncio e foi extremamente constrangedor.


  - Vocês são anjos igual ao Jin? - perguntou fazendo todos arregalarem os olhos.


  - O que? - gritou Hope escandalosamente.


   - Você contou a ela Seokjin? - era Jimin quem perguntava.


  - Contou o que? - perguntou.


  - Sobre nós - Jimin respondeu.


- Eu não disse nada, vocês que acabaram de contar - respondeu fazendo os dois arregalaram os olhos.


  - Isso é verdade - falei sorrindo - eu sei que vocês são anjos, mesmo que ele não me diga e negue, consigo ver a aura branca de vocês, é tão puro, tão claro e ainda tem as asas mas é uma pena eu não conseguir tocá-las, elas são tão grandes.


- Por que não?


Olhei para Namjoon - minhas mãos sempre atravessam e eu tento tocar nas de Jin sem que ele saiba - confessou.


- Você quer tentar? - você olhou para ele e assentiu.


  Timidamente você foi até ele e tocou onde estava suas asas mas dessa vez sua mão não atravessou, era tão macio, tão lindo, qualquer pessoa que já tocou um pássaro pode tentar imaginar como é a sensação, mas era ainda melhor.


Eram como plumas, sua mão deslizava enquanto você sorria largamente.


  - Isso é impossível - falaram todos exceto você que ainda estava admirada.


  - O que é impossível? - perguntou sem desviar os olhos da enorme asa ou tirar as mãos.


  - Isso é impossível, você poder vê-las ou toca-las, quem realmente é você? - perguntou Nam.


  - Eu quem deveria fazer essa pergunta - falei o olhando - isso parece tão surreal.


- Nós achamos o mesmo.


 - Como é voar? Qual é a sensação? - perguntou que sorriu, mostrando suas covinhas.


  - É a melhor sensação, é indescritível.. - respondeu - feche os olhos e abra os braços - você o obedeceu -  enquanto você está lá no alto pode sentir a brisa batendo em seu rosto, sua pele se arrepiando e seu cabelo esvoaçando.


Você abriu os olhos e Jin estendeu a mão para você - Nós vamos voar, voar! Eu quero lhe segurar e voar. Você irá comigo, garota? - começou a lhe rodopiar.


- Quando você quiser - respondeu feliz.


  - Mas por enquanto nos fale de você e o que te faz especial - falou Hope.


- Não há nada que me faça especial -  você contou toda sua história enquanto eles escutavam e contou como não havia nada de especial em você. Era tão fácil falar.


 - Eu não consigo entender - falou Nam.


 - Eu também não. Quantos anos vocês tem?


  - Somos muito mais velhos do que aparentamos.


  - E por que agora vocês estão me contando tudo isso, sendo que até agora pouco estavam estranhos?


  - Por que nós precisavamos te conhecer antes, pra saber se realmente íamos te proteger e ou íamos deixar eles te matarem, e fica mais fácil se você estiver ciente de tudo - falou Jimin e levou um tapa de Hope.


  - Eu nunca fiz nada pra ninguém, por que tem pessoas querendo me matar? - perguntou receosa.


  - É mais grave que isso, não são pessoas que te querem morta, são anjos, o céu te quer morto - Jin falou sério e você começou a rir.


  - Vocês tão levando a brincadeira longe de mais, só porque eu estou maluca vendo coisas que não existem, vocês estão exagerando. E até você Jin. -  falou limpando as lágrimas que escorriam enquanto você fungava.


  - O céu te quer morta pois você é uma ameaça, você provou ainda agora que não só consegue ver nossa aura, como ver e tocar nossas asas.


  - Eu não vejo o que tem de errado nisso Hope, sem dizer que isso tudo só deve ser coisa da minha cabeça. Parem de me assustar desse jeito, essas mentiras não são legais.


  - Não, não são mentiras e não coisas da sua cabeça, nós realmente somos anjos.


  - Então vocês estão aqui pra me matar? - perguntou com medo - Tudo bem então, podem me matar, eu só espero que não sinta nada - você fechou os olhos.


  Hope riu  e você abriu os olhos - Já dissemos que estamos aqui pra te proteger.


  - E por que vão fazer isso? Vocês fazem parte do céu e eles não me querem morto? Não é arriscado? - você estava com muitas dúvidas.


  - Estamos fazendo isso porque é o certo, cansamos de obedecer ordens sem questionar, isso é mais que arriscados, nós podemos ser acusados de traição e ser mortos ou ainda pior.


  - Pior que a morte?


  - Sim.


- Existe algo ainda pior que a morte?


- Sim, existe. E por mais que não queiramos essa punição, talvez seja necessária.


  - É ainda pior que o esquecimento? Eu não consigo pensar em nada pior que a morte e o esquecimento. 


  - Nós podemos cair assim como Lúcifer, podemos nos tornas a escória.


  - Vocês nunca se tornariam a escória, não por defender o que acreditam ou alguém inocente. Não por lhe darem esperança.


  - Essa é das minhas - gritou Hope - agora sei porque Jin se apaixonou por ela e está desafiando o céu.


  -  O quê? - perguntou com vergonha - se apaixonou?


  - Vamos comer? - mudou de assunto Jin.


 Passaram o almoço todo falando de coisas aleatórias, cada um falou o que admirava nos humanos e qual suas invenção eles mais adoraram.


Eles eram muito legais, quem os conhecer nunca pensariam que eles são anjos e não humanos como você.


  Mas não tocaram no assunto sobre o céu, eles serem anjos ou sobre o Hope dizer que Jin estava apaixonado por você. E talvez tenha sido melhor, talvez isso fez o almoço se tornar algo leve, sem preocupações ou mesmo de um futuro incerto.


Sobre uma queda ou se tornar um traidor, a escória. Sobre cair como aquele em que todos julgam sem ao menos conhecer.


Aquele em que fecham os olhos, apontam os dedos ou temem ao ouvir seu nome sem ao menos saber sua história, por não amar a existência humana, por não se curvar e ter aquilo que todo humano possui, a chance de escolha, o alivre arbítrio.


Ter asas e não poder voar, não ser livre. Como correntes prendendo seus pés. Prendendo ao seu ser, a quem realmente é.


  
 

  



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