História My Fate My Choice - Capítulo 6


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Lacey (Belle), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin)
Tags Bellequeen, Drama, Once Upon A Time, Romance, Rumbelle, Swanqueen (so No Fim)
Visualizações 29
Palavras 1.940
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


TUDO!

Capítulo 6 - Conhecimento


ELA A RAINHA RUBY RUMPEL SEU FILHO O QUE TODOS PENSARIAM REGINA EMMA BEIJO DE AMOR VERDADEIRO SEU PAI SUA MÃE SEUS LIVROS STRAPON SEXO HOMENS MULHERES LUZ TREVAS MALDIÇÃO GRAVIDEZ SER MÃE FAMÍLIA MEDO VONTADE NADA MACHISMO FÃS LIBERDADE TUDO… ENTÃO ELA SE VIU NO QUE PARECIA SER UM GRANDE MUSEU, DIANTE DELA HAVIA UMA EXPOSIÇÃO SOBRE UMA CIVILIZAÇÃO ANTIGA QUE VIVIA NAS CAVERNAS. ELA HAVIA LIDO SOBRE AQUELE MUNDO PARA ONDE A MALDIÇÃO DE REGINA OS HAVIA LEVADO, E SUAS HISTÓRIAS ERAM MUITO PARECIDAS COM A DE SEU MUNDO. ASSIM QUE A IDEIA DE SERES VIVENDO NA ESCURIDÃO POR SÉCULOS NÃO ERA UMA SURPRESA PARA ELA. ELA OLHOU PARA SI, VENDO QUE HAVIA MUDADO DE ROUPA NOVAMENTE, ELA NÃO GOSTOU, VESTIA O VESTIDO QUE HAVIA USADO COM SEU MARIDO NA CASA DO MAGO, ERA UM VESTIDO LINDO, AMARELO SUAVE E BUFANTE, ALGO DIGNO DE UMA PRINCESA, MAS O QUE ELA VESTIA ERA COMO OS RESTOS DELE, O VESTIDO ESTAVA SUJO E ESFARRAPADO, HAVIA UM GRANDE RASGO EM SUA SAIA, ONDE SE PODIA VER SUAS ROUPAS DE BAIXO, ELA NÃO ENTENDIA. ELA MOVEU SEU OLHAR DE VOLTA PARA A EXPOSIÇÃO, HAVIA ALI UMA FAMÍLIA DAS CAVERNAS. OS TRÊS, MÃE, PAI E FILHO ESTAVAM SENTADOS AO REDOR DE UMA FOGUEIRA, PARECIAM TODOS ADMIRADOS OLHANDO PARA ELA, ERA UMA PEQUENA CHAMA DE FATO, QUE MANTINHA A PEQUENA FAMÍLIA AQUECIDA. FAMÍLIA. PARECIA UM DESEJO TÃO ANTIGO QUANTO O TEMPO. NÃO PODERIA DIZER SE ERAM UMA FAMÍLIA FELIZ OU NÃO, SERÁ QUE DISCUTIAM? SERÁ QUE TINHAM PROBLEMAS DE COMUNICAÇÃO TAMBÉM? BEM, AS PALAVRAS AINDA NÃO EXISTIAM, MAS ELA ESTAVA CERTA QUE ISSO NÃO OS IMPEDIA DE SE FAZEREM ENTENDER. LOGO ELA MOVEU O OLHAR PARA A CAVERNA ATRÁS DELES, DIFERENTE DELES QUE ERAM ESTÁTUAS POUCO REALISTAS, A CAVERNA PARECIA BEM REAL, E MUITO ESCURA. ELA ENTÃO CAMINHOU ATÉ A FAMÍLIA DAS CAVERNAS E ACENDEU UMA TOCHA NO FOGO QUE ARDIA EM FRENTE A ELES, O FOGO CURIOSAMENTE ERA REAL TAMBÉM. ASSIM ELA TOMOU UMA LONGA RESPIRAÇÃO, E ENTROU NA CAVERNA. ELA CAMINHOU A PASSOS FIRMES NA GRANDE ESCURIDÃO, USANDO A TOCHA PARA ILUMINAR SEU CAMINHO, O QUE A PERMITIA VER UM METRO DE CADA VEZ. O AR BOLORENTO PREENCHIA SEUS PULMÕES, E O FRIO E A UMIDADE CAUSAVAM ARREPIOS EM SUA PELE. ELA DESVIOU DE ESTALAGMITES E CONTEMPLOU ESTALACTITES __ ERA UMA CAVERNA BELA E ASSUSTADORA __  ATÉ QUE SE DEPAROU COM UM PAREDÃO COM PINTURAS. ELA MOVEU A TOCHA ESPERANDO PODER DECIFRAR ALGUMA LÍNGUA ANTIGA, MAS ELA NÃO CONSEGUIA ENTENDER O ESCRITO EM NENHUMA IDIOMA QUE ELA CONHECIA. OTNEMICEHNOC. O QUE PODERIA SIGNIFICAR AQUILO? TALVEZ FOSSE UMA LÍNGUA QUE NÃO CONHECIA, MAS ERA IMPROVÁVEL VENDO QUE UTILIZAVAM O ALFABETO LATINO. TALVEZ O PROBLEMA FOSSE ELA. OU AQUILO ERA ALGO QUE ELA NÃO QUERIA ENFRENTAR? TALVEZ A MENTE DELA ESTIVESSE INDO EM UMA DIREÇÃO ERRADA, TENTANDO SE ESCONDER? DIREÇÃO OPOSTA? ELA SE PERGUNTOU, OLHANDO NOVAMENTE PARA A ESTRANHA PALAVRA, E FOI QUANDO PERCEBEU, A SURPRESA A PREENCHENDO: A PALAVRA ESTAVA AO CONTRÁRIO. ELA SORRIU, FINALMENTE CONSEGUINDO ENTENDER O QUE O ESCRITO DIZIA. __ CONHECIMENTO. ELA DISSE, ENTÃO OUVIU ALGO NA ESCURIDÃO ATRÁS DE SI. ELA SE VIROU, MAS MESMO COM A TOCHA ELA NÃO CONSEGUIA VER O QUE ERA. ELA ESPEROU, TENTANDO OUVIR MELHOR, ENTÃO ELA TORNOU A ESCUTAR A VOZ TRÊMULA E DISTANTE. __ EU A PERDI. A PERDI PARA SEMPRE. EU OS PERDI. A VOZ DIZIA, E O RECONHECIMENTO DELA FOI IMEDIATO, ELA CORREU NA ESCURIDÃO. __ RUMPEL? CHAMOU, O QUE ELE FAZIA ALI? NÃO IMPORTAVA, ELA O ENCONTRARIA. __ RUMPEL?! ELA CHAMOU NOVAMENTE, BUSCANDO ATRAVÉS DA ESCURIDÃO. ENTÃO ELA VIU UMA FIGURA MAGRA ENCURVADA EM UM CANTO. ELA SE APROXIMOU, ILUMINANDO O SER COM A TOCHA. __ RUMPEL? ELA O CHAMOU, MAS ELE NÃO OLHOU PARA ELA, ELA PODIA VER PARCIALMENTE QUE ELE TAMBÉM USAVA A ROUPA QUE ELES HAVIAM USADO NA CASA DO MAGO, E COMO A DELA A DELE TAMBÉM ESTAVA SUJA E CORROÍDA. __ EU NUNCA VOU CONSEGUIR ENCONTRÁ-LOS. É TUDO MINHA CULPA. É SEMPRE MINHA CULPA. ELE DIZIA, E LÁGRIMAS DESENHARAM SEU ROSTO OBSCURO. O CORAÇÃO DELA SE APERTOU. __ NÃO! ELA GRITOU. __ VOCÊ NÃO! VOCIFEROU, E FINALMENTE ELE OLHOU PARA ELA. __ BEL? ELE PERGUNTOU E ESTICOU UMA MÃO MAGRA PARA ELA, MAS ELA BALANÇOU A CABEÇA, E TUDO DESABOU. A ESCURIDÃO COMPLETA OS ABRAÇOU ASSIM COMO AS ROCHAS QUE BELA PODIA SENTIR POR TODOS OS LADOS, A TOCHA HAVIA SE APAGADO E PERDIDO NA QUEDA. A POEIRA PREENCHIA OS PULMÕES DELA, E ELA PODIA SENTIR ALGO APOIADO EM SUAS COSTAS. __ BEL? VOCÊS ESTÃO BEM? ELE PERGUNTOU. __ SIM. E VOCÊ? ELA RESPONDEU. __ O BEBÊ ESTÁ BEM? A VOZ DELE TREMEU E O CORPO DELE AS COSTAS DELA TAMBÉM. ELA SE SENTIA BEM COMO SEMPRE, O QUE ERA ESTRANHO, HAVIA SIDO UMA QUEDA E TANTO. __ SIM. ACHO QUE NADA PODE MACHUCÁ-LO POR CAUSA DA MALDIÇÃO. COMO VOCÊ ESTÁ? ELA RESPONDEU, VOLTANDO A PERGUNTAR SOBRE ELE. E ELA PODE JURAR QUE O OUVIU SUSPIRAR ALIVIADO. __ ENTÃO VOCÊ ESTAVA CERTA, ESSA ERA A MELHOR OPÇÃO PARA PROTEGÊ-LO. ELE DISSE, E ELA QUASE RIU. __ NÃO. EU ESTAVA ERRADA. EU DEVIA TER FICADO A SEU LADO E ENFRENTADO AQUILO JUNTOS. É MINHA CULPA QUE AMBOS TENHAMOS TERMINADO PRESOS NESSE LUGAR. ELA DISSE, SENTINDO AS LÁGRIMAS QUEIMAREM SEUS OLHOS. ELA AINDA NÃO PODIA ACREDITAR QUE ELE HAVIA ENTRADO NA CAIXA PARA SALVÁ-LOS, NÃO, ELA SABIA QUE ELE FARIA O QUE FOSSE PRECISO. ELA SÓ NÃO HAVIA ESPERADO POR AQUILO. __ POR QUE VOCÊ ENTROU AQUI? ELA PERGUNTOU, NÃO ERA UMA RECLAMAÇÃO, ELA SABIA QUE ELE ENTENDERIA A PERGUNTA. E NOVAMENTE ELA O OUVIU SUSPIRAR. __ PORQUE EU NÃO CONSEGUIA TIRAR VOCÊ DA CAIXA. ELE RESPONDEU. __ ENTÃO ENTROU EM UMA ARMADILHA DA QUAL NÃO PODE SAIR? A PERGUNTA NÃO EXIGIA RESPOSTA, MAS AINDA ASSIM ELE RESPONDEU. __ SIM. E ELA RIU, E ACARICIOU O VENTRE MESMO COM POUCO ESPAÇO. __ VIU, VOCÊ TEM OS PAIS MAIS LOUCOS DO MUNDO. O QUE FAZ DE VOCÊ O BEBÊ MAIS SORTUDO DE TODOS OS REINOS. ELA DISSE, ESTRANHAMENTE FELIZ. __ VOCÊ DEVERIA ME ODIAR, BELA. A VOZ DELE ERA UM FANTASMA. __ EU NUNCA PODERIA TE ODIAR. ELA RESPONDEU. __ EU FIZ COISAS HORRÍVEIS. ELE DISSE. __ SIM. ELA CONCORDOU. __ COMETI TANTOS ERROS. ELE CONTINUOU. __ SIM. ELA TORNOU A CONCORDAR E BUSCOU A MÃO DELE NA ESCURIDÃO, E ELA O ALCANÇOU. ASSIM QUE SUAS MÃOS SE TOCARAM AMBOS FORAM TOMADOS POR UMA ESCURIDÃO AINDA MAIOR, E FANTASMAS ASSOMBRARAM SUAS MENTES, COISAS QUE HAVIAM FEITO, PESSOAS QUE HAVIAM PREJUDICADO, ELES SURGIAM DE TODA PARTE, ESTICANDO SUAS MÃOS PARA ELES, OS ARRANHANDO, CHORANDO E GRITANDO. E ENTÃO ELES ESTAVAM SOZINHOS NA ESCURIDÃO, E O CHORO E OS GRITOS ERAM DE AMBOS. AO TOMAR CONSCIÊNCIA DISSO BELA SUSPIROU E APERTOU SUAVEMENTE A MÃO DELE. __ ESTÁ TUDO BEM. JÁ PASSOU. ESTÁ NO PASSADO AGORA. ELA COMEÇOU, DESEJANDO PROFUNDAMENTE PODER ABRAÇÁ-LO. ELA SENTIU A MÃO DELE TREMER CONTRA A DELA, ENQUANTO ELA INCLINAVA A CABEÇA SE ENCOSTANDO NELE, E FOI QUANDO ELA VIU A LUZ. UMA PEQUENA LUZ DISTANTE. __ ESTOU VENDO UMA LUZ, ACHO QUE PODE SER UMA SAÍDA. ELA DISSE, E ELE SE MOVEU ATRÁS DELA. __ EU NÃO VEJO NADA. RESPONDEU. __ ACREDITE EM MIM, ESTÁ LÁ. ELA AFIRMOU, E ELE APERTOU GENTILMENTE A MÃO DELA. __ VOCÊ É A ÚNICA COISA NA QUAL EU ACREDITO. ELE RESPONDEU, E ELA SORRIU NA ESCURIDÃO. PRIMEIRO ELA PRECISAVA SABER SE SERIA SEGURO PARA AMBOS. ELA PERCEBEU QUE ELE NÃO HAVIA RESPONDIDO AS PERGUNTAS SOBRE O ESTADO DELE E NOVAMENTE ELA VOLTOU A ISSO. __ QUERIDO? ELA O CHAMOU. __ SIM? ELE RESPONDEU. __ VOCÊ ESTÁ BEM?  ELA QUIS SABER, ELA PRECISAVA SABER, LEVOU UM TEMPO, ATÉ QUE ELE FINALMENTE RESPONDEU. __ SIM, ESTOU COMEÇANDO A ESTAR. MAS A VOZ DELE ERA UM POUCO DISTANTE, ELA SUSPIROU, SERIA MAIS DIFÍCIL DO QUE HAVIA PENSANDO. MANTENDO SEU PLANO EM MENTE E FOCANDO NA LUZ, ELA COMEÇOU A SE MOVER, USANDO AS PEDRAS DE APOIO, ASSIM QUE ELA CONSEGUIU SUBIR UM POUCO, ELA PODE SENTIR ELE SE MOVER ABAIXO DELA. __ ACHO QUE PODEMOS PASSAR. ELA DISSE. E SENTIU ELE TOCAR A PERNA DELA. __ CERTO, MOSTRE O CAMINHO. ELE RESPONDEU, E ELES SE MOVERAM EM SINCRONIA ATRAVÉS DO BURACO APERTADO, EM ALGUNS MOMENTOS ELA ESCORREGOU, E ELE A AJUDOU A PROSSEGUIR, DANDO SUPORTE AOS PÉS DELA. OS BRAÇOS E MÃOS DELA DOÍAM, E ELA PODIA APOSTAR QUE ELE SE ENCONTRAVA DA MESMA FORMA, DENTRO DA CAIXA ELE ERA APENAS HUMANO. QUANDO ELA ALCANÇOU A LUZ, ESTA A CEGOU POR UM MOMENTO E ELA PRECISOU USAR TODA SUA FORÇA PARA CAVAR, ENQUANTO ELE A SUPORTAVA EM SUAS MAGRAS COSTAS. POR QUE TUDO TINHA QUE SER TÃO DIFÍCIL PARA ELES? TALVEZ NÃO PRECISE SER, ELA PENSOU, E ENTÃO ELA ESTAVA FORA. ELA O AJUDOU A SAIR DO BURACO, E ELES RESPIRARAM PESADAMENTE NOS BRAÇOS UM DO OUTRO. __ VOCÊ CONSEGUIU. ELE DISSE, E ELA ALISOU AS COSTAS DELE. __ NÓS CONSEGUIMOS. ELA DISSE, MAS ASSIM QUE PERCEBEU ONDE ESTAVAM O DESESPERO LHE INVADIU. __ NÃO, NÃO, NÃAOO. ELA COMEÇOU, LEVANTANDO E OLHANDO AO REDOR, ESTAVA DE VOLTA A GRANDE BIBLIOTECA. VENDO A REAÇÃO DELA, ELE A OLHOU CONFUSO, NÃO ENTENDIA O QUE ESTAVA ACONTECENDO. __ BEL, O QUE ESTÁ ERRADO? ELE PERGUNTOU, LEVANTANDO, ENQUANTO ELA BALANÇAVA A CABEÇA INCRÉDULA, LÁGRIMAS DESENHANDO SEU ROSTO. __ FOI AQUI QUE EU COMECEI. EU NÃO VOU PASSAR POR TUDO NOVAMENTE. EU NÃO QUERO PASSAR POR TUDO NOVAMENTE. ELA DISSE, ENTÃO COMEÇOU A DIVAGAR. __ ESSES LIVROS SÃO INÚTEIS, TUDO AQUI É INÚTIL, NO FIM EU NÃO SAI DO LUGAR… ELE COMEÇOU A ENTENDER. __ BEL. ELE SE APROXIMOU DELA, PERTO DE UMA PRATELEIRA DE LIVROS E TOCOU OS OMBROS DELA, A FAZENDO OLHAR PARA ELE. __ ESTÁ TUDO BEM, EU ENTENDO, NÃO VAMOS REPETIR TUDO NOVAMENTE. ELE DISSE, E ELA FUNGOU. __ VOCÊ ME CONDUZIU ATRAVÉS DAS TREVAS, EU CONSIGO VER MELHOR AGORA. ME DEIXE CONDUZIR VOCÊ ATRAVÉS DA LUZ. ELE CONTINUOU. __ COMO? ELA PERGUNTOU. __ VOCÊ DISSE QUE ESTEVE AQUI ANTES. ELA ACENOU. __ VOCÊ ESTEVE. NÓS NÃO. ENTÃO NÃO ESTAMOS REPETINDO. ISSO É DIFERENTE PORQUE ESTAMOS JUNTOS. ELE DISSE E SE MOVEU, SE VIRANDO PARA A PRATELEIRA. ELE PEGOU UM LIVRO, AO QUE ELA PARECIA QUERER PROTESTAR. __ ACREDITE EM MIM. ELE DISSE, E ELA SUSPIROU. __ VOCÊ É A ÚNICA COISA EM QUE EU ACREDITO. RESPONDEU, E ELE SORRIU, ABRINDO O LIVRO. DESSA VEZ PARA A SURPRESA DELA HAVIA ALGO ESCRITO, APENAS UMA FRASE NO INÍCIO DO LIVRO. E ELES SE INCLINARAM PARA LER JUNTOS. __ O BEIJO DE AMOR VERDADEIRO É CAPAZ DE QUEBRAR QUALQUER MALDIÇÃO OU FEITIÇO CONHECIDOS. ELES LERAM JUNTOS. MAS ELA ESTAVA CONFUSA. __ EU NÃO ENTENDO. DISSE, ENQUANTO ELE SEGUIU ENCARANDO POR UM TEMPO. __ EU SIM. ELE RESPONDEU, FECHANDO O LIVRO E O COLOCANDO DE VOLTA NA PRATELEIRA. __ VENHA. ELE ESTICOU A MÃO PARA ELA, E ELA A PEGOU. ELE A GIROU SOBRE SI, FAZENDO O VESTIDO SUJO E RASGADO RODAR, AO QUE ELA SORRIU. __ VAMOS PARA CASA. ELE DISSE, E A PUXOU PARA SI, COLANDO SEUS CORPOS. __ EU SEI QUE VOCÊ NÃO QUER VOLTAR AO PASSADO, MAS HÁ APENAS UMA COISA QUE EU GOSTARIA DE MUDAR. ELE DISSE COM A TESTA ENCOSTADA NA DELA, ELA SORRIU GRANDE, FINALMENTE ENTENDENDO. ELES SE ENCARARAM, SEUS OLHOS CONECTANDO, E O AMOR BRILHANDO NELES, LENTAMENTE ELES SE INCLINARAM, E UNIRAM SEUS LÁBIOS, LUZ OS PREENCHEU, E OS ENVOLVEU, AQUECENDO, MUDANDO, NADA FICOU NO ESCURO, ELES SOUBERAM TUDO UM DO OUTRO, ELES NÃO ESTAVAM SEGUROS DE QUANTAS MALDIÇÕES ESTAVAM QUEBRANDO NAQUELE MOMENTO, TUDO QUE ELES SABIAM ERA...

 



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