História My Favorite Dancer! - Capítulo 4


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Categorias Chris Hemsworth, Deadpool, Homem-Aranha, Ryan Reynolds, Thor, Tom Hiddleston, Tom Holland
Personagens Chris Hemsworth, Loki, May Parker, Personagens Originais, Peter Parker (Homem-Aranha), Ryan Reynolds, Tom Hiddleston, Tom Holland, Wade Willson (Deadpool)
Tags Abo, Alfa, Alfaverse, Comedia, Deadpool, Homem Aranha, Lemon, Ômega, Omegaverse, Romance, Spiderpool
Visualizações 42
Palavras 2.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


1 - Eu simplesmente amo minha diva Loki, bem antes da Marvel lançar filmes e popularizar o personagem, mas com esse ator maravilhoso tudo ficou perfeito <3

2 - Não coloquei muitos detalhes sobre o casamento, porque espero fazer um spin-off deles depois xD

3 - Este cap. foi revisado por minha cúmplice @RoRivaille, que além de me dar ideias delicia, vai me ajudar com está parte a partir de agora, muchas gracias :*

Sem mais delongas, Boa leitura!

Capítulo 4 - Thorki


Fanfic / Fanfiction My Favorite Dancer! - Capítulo 4 - Thorki

Namoramos a aproximadamente um mês, sei que não pensava em ter nada sério com ele, mas à medida que fomos nos conhecendo - por persistência dele - percebi que valia a pena tentar. Ele é divertido, apesar que às vezes acho que exagera nas brincadeiras; é inteligente e principalmente, bastante carinhoso, jamais imaginei que seria tão “meloso”, não falo do romantismo, porque esse não é bem seu forte, é um completo tarado isso sim, no entanto sempre dá um jeito de me tocar ou me abraçar sem se importar com hora ou lugar; acho que gosto disso, da demonstração de seus sentimentos.

Por falar em tarado, não fomos para a segunda fase ainda, bem, é verdade que já rolaram algumas carícias e coisas assim, porém tenho evitado estar a sós muito tempo com ele. Não sou nenhum puritano, também não é um nervosismo de um virgem, é apenas que tenho medo de me descontrolar. Cada vez que ele me beija sinto minha consciência sucumbir em desejo, o seu quente toque estremece minha pele e sinto que me perderei nele a qualquer momento, talvez esse seja o meu real medo, deixar de ser eu mesmo, me apagar, sumir tudo que acredito e me tornar mais um ômega passivo e submisso, sem alma, sem essência, assentindo a tudo que seu alfa decreta. 

Agradeço aos deuses que ele seja tão paciente sobre isso, até agora tem mantido uma distância segura, digamos que sabe a hora de parar, e isso me faz gostar dele cada dia mais, salvo por hoje, de verdade ele me irritou, como alguém simplesmente aparece em sua porta, te entrega um grande embrulho e diz: “- Se arruma baby, vamos a um casamento!”. Aparentemente é o casamento do seu melhor amigo, ele já me falou dele só não fomos apresentados.

- Vai ficar com essa cara até quando? – pergunta quando paramos em um semáforo.

- Nasci com ela, lide com isso! – deixo óbvio a minha irritação.

- Oh, e sou muito grato aos seus pais por isso. – sorriu ladino, sério, ele me tira a paciência. - Eu já me desculpei, não? Eu simplesmente esqueci, se não fosse a minha secretária me ligando para avisar que o presente havia sido enviado, jamais teria lembrado.

- Que espécie de pessoa esquece o casamento do melhor amigo? – me viro para ele.

- Alguém que está com os pensamentos completamente preenchidos com outras coisas. – me olha de baixo para cima, com sua costumeira cara safada antes de voltar a dirigir. 

- Hum! – sinto minha raiva sendo dissipada aos poucos, mas como poderia ficar irritado mais tempo, quando tudo que quero é subir no seu colo aqui dentro deste carro e me enroscar em seu corpo? Ele está perfeito nesse terno preto, tão sedutor que não precisa nem se mover para ser sexy. Espero que a bebida não me roube o resto de sanidade que ainda tenho. 

 

[...]

 

Apesar de bravo, Peter está deslumbrante, tenho que me elogiar por ter tanto bom gosto, também devo me parabenizar por não ter voado nele enquanto se trocava, não sabia que o seu apartamento era tão pequeno; não estou menosprezando o lugar, é perfeitamente possível uma pessoa solteira viver ali, uma cozinha-sala, uma varanda até que ampla e um quarto suíte, tudo bem mobiliado e perfeitamente organizado, o problema é que seu quarto não tem porta, e mesmo quando ele me expulsou da habitação por encará-lo de mais, ainda era fácil vê-lo do sofá da sala. 

Sua tez pálida coberta por gotículas de água, a toalha vermelha envolta da cintura – a como pedi aos deuses que ela caísse –, quando subiu a box azul escuro pelas coxas e me deu um pequeno vislumbre de suas nádegas, senti meu membro fisgar sob a calça, acho que ele percebeu que eu estava olhando e se virou com vergonha sumindo do meu campo de visão. Respirei fundo para acalmar meu amiguinho, sério, estou subindo pelas paredes, mas tenho a sensação de que ele ainda não está pronto, estou respeitando o tempo desse garoto, só espero que não demore tanto, estou ficando louco.

- Como você sabe o meu tamanho? – me tirou dos devaneios.

- Digamos que meio que decorei. – sorri de canto, mas sem tirar os olhos da estrada. Sou franco, afinal não foram poucas as vezes que passei as mãos por suas curvas, nas primeiras vezes fui recebido com alguns tapas, porém agora já é bem normal nos amassamos um pouco.

- Você é muito safado, sabia?

- Não é nem a metade. – tive que rir, pelo visto Peter não faz ideia do quanto desejo ele.

- Chegamos! – passo para o estacionamento.

Loki escolheu casar no salão de festas principal do Gran Palace, com as famílias mais elitistas da cidade reunidas, é o local indicado. Ao adentrar o lugar da cerimônia, parece que só faltava a gente, porque com pouco tempo que nos sentamos no lado reservado aos amigos do bagunceiro a baboseira começou. Sinceramente acho uma besteira que pessoas que se amam tenham que atestar isso dessa forma para a sociedade, mas com esse ômega ao meu lado, talvez entenda um pouco o motivo das pessoas fazerem isso, elas estão tão felizes que querem mostrar isso para todos, pelo menos é o que sinto.

E ao ver a cara de Thor e Loki olhando um para o outro enquanto o juiz profere seu monólogo, me confirma o sentimento de um pelo outro. Entretanto como estava demorando, na hora de dizer aceito, Loki sai como uma pequena brincadeira que quase mata o coitado do loiro do coração. Esse meu amigo é impagável mesmo.  Terminado a troca de alianças e um beijo quase sexo com roupas, fomos ao grande salão onde está acontecendo a recepção.

- Parabéns, Loki, fisgou o Loiro mesmo, agora acabou a vida boa! – levo uma cutucada de Peter.

- Ingênuo, Wade, a parte boa começa agora, olha para esse pedaço de mal caminho, é só meu. – o comentário deixa meu bebê um pouco constrangido, ele ainda não conhecia o Loki, não sabe que isso aqui é como dizer bom dia para esse cara. 

- Eu também estou com sorte, você não imagina o que o Loki sabe fazer com a boca!

- Dispenso detalhes. – finjo nojo e todos rimos. – Esse daqui é o meu namorado, o Peter! – todos se cumprimentam. 

- Prazer, o Wade fala muito de vocês, principalmente de você, Loki.

- Aposto que só coisas boas, eu sou mesmo ótimo. – que convencido. Alguém acaba chamando os noivos e eles se afastam de nós, é a noite deles e tenho quase certeza que depois de andar de um lado para o outro falando com sabe-se lá quantos convidados tem aqui – o lugar parece pequeno de tantas pessoas e mesas espalhadas – eles mal vão ter pique para fazer sexo. Ah sexo, até pensar nessa palavra me acende, sexo bom e molhado, sexo barulhento e selvagem, sexo…

- Wade, meu rapaz, quanto tempo! – minhas fantasias libidinosas são interrompidas por um careca escroto, sócio do meu pai.

- Sr. Philips, como vai? – coloco o meu sorriso de negócios. Eu sou feliz por ter a minha própria empresa, jamais conseguiria lidar com gente como ele se tivesse que assumir o lugar do meu velho.

- Estou bem, mas vejo que você está melhor ainda. – Não comece, por favor! Peço mentalmente, conheço bem esse olhar alfa na direção do meu namorado.

- Deixe-me apresentar, esse é Peter Parker, meu namorado, Peter, esse é o sr. Daves Philips, um amigo da minha família. – passo o braço pela cintura do baixinho, enquanto ele cumprimenta o sujeito.

- Não sabia que você estava namorando, seu pai nunca me contou nada dessa belezura. – não lamba os lábios olhando para ele, velho safado!

- Ele não sabe, ainda é recente, mas pretendo apresentá-lo no futuro. – aperto o abraço.

- O Wilson terá que adiar os planos dele. – coloca a mão no queixo como se estivesse pensando - Ele estava bastante empolgado com o casamento do Loki, pena que não pôde vir, estava dizendo que logo será o seu e que já tem até pretendente para você, um alfa de uma indústria parceira nossa.

- O quê?! – eu sei que casamentos entre alfas para manter o “sangue puro” é bem comum, foi assim com meu amigo, por sorte se apaixonaram, mas isso é ridículo, não falo com meu pai há anos.

- Oras, meu jovem, você ainda está na idade de se divertir, e os ômegas são os melhores para isso, mas sabe bem que quando chegar a hora, se quiser ter uma família como a sua, terá que deixar de brincadeira e se casar com um belo ou uma bela alfa. – essa é a questão fundamental, não quero uma família como a minha, que vive de aparência.

- Não estou brincando, sr. Philips, ainda é cedo, porém tenho intenções de me casar com Peter um dia. – ele sorri como se ouvisse a piada mais engraçada do mundo. 

- Que espirituoso! – seca uma lágrima e apoia a mão no meu ombro - Filho, ômegas são bons para foder, mas casamento é coisa séria. – e sai de encontro a um grupo de velhos tão babacas como ele.

- Filho da puta! – solto o ar exasperado - Quem ele pensa que é para falar assim de você, – me viro para Peter - Devia ir lá socar a cara dele.

- Não, você não vai, não vai estragar o casamento do seu amigo por um alfa insignificante, além do mais, ele não falava só de mim, era dirigido a todos do meu gênero, e de certa forma ele não está errado, somos os melhores em foder mesmo. – sei que está brincando para tentar me distrair, mas não posso perder essa oportunidade. Passo meus braços por sua cintura e o trago para mais perto, ele rodeia meu pescoço com os seus.

- É mesmo, sr. Parker? Não gostaria de me demonstrar isso mais tarde não? – sorrio ladino antes de lhe dar um “selinho”. - Ficaria encantado de comprovar isso com você.

- Até parece que você nunca dormiu com um ômega! Vem, estou com sede. – me puxa para a mesa das bebidas. É verdade que já o fiz antes, no entanto, tenho a impressão de que nada vai se comparar a quando o tiver em meus braços, embaixo de mim, ofegante… Melhor parar, não quero ficar de pau duro no meio da festa.

O resto da noite, correu tranquilo, comemos, bebemos – até demais eu acho – e dançamos, o que me deixou com muito ciúmes dos olhares que meu bailarino recebeu, ao mesmo tempo que queria exibi-lo a todos como meu; nunca me vi mais confuso. 

Por conta do álcool, Peter achou melhor pedir um táxi para levar-nos a casa, não estou bêbado, tentei argumentar que estava acostumado a dirigir daquela forma, como ele acha que fui para o meu apartamento depois de todas as noites que estava perseg... digo, visitando-o na boate? Fora que se ele que bebeu mais que eu está bem? Por que eu estaria embriagado?

- Vou pedir um quarto então, – comecei a caminhar em direção a recepção do hotel, a verdade é que já havia reservado um, mas não quero forçá-lo - Ou deveria pedir dois? – virei para perguntar a ele.

- Não há necessidades, posso ir para casa.

- Você vai abandonar seu namorado bêbado que não está sóbrio o suficiente para dirigir, mas está para se cuidar sozinho? – revelei todo meu lado artístico enquanto colocava uma mão no peito.

- Já pensou em fazer dorama? Se um dia sua empresa ruir, tenta essa carreira que sei que vai fazer sucesso, vem, sei que já tinha um quarto aqui. – me puxou em direção ao elevador.

- Peter, isso quer dizer que…

- Vamos fazer sexo, oras – me completou - Já pagou pelo quarto, seria um desperdício não aproveitar. – piscou para mim. 

Nunca um elevador demorou tanto a descer, é agora, agora vai, só preciso que essa porta se feche e … era tudo que conseguia pensar enquanto esperava a droga do saguão sumir a minha frente.


Notas Finais


O cap ficou um pouco grandinho, mas espero que tenha agradado, e que venha o lemon \o/

Bjs, até a próxima!


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