História My Favorite Dancer! - Capítulo 7


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Categorias Chris Hemsworth, Deadpool, Homem-Aranha, Ryan Reynolds, Thor, Tom Hiddleston, Tom Holland
Personagens Chris Hemsworth, Loki, May Parker, Personagens Originais, Peter Parker (Homem-Aranha), Ryan Reynolds, Tom Hiddleston, Tom Holland, Wade Willson (Deadpool)
Tags Abo, Alfa, Alfaverse, Comedia, Deadpool, Homem Aranha, Lemon, Ômega, Omegaverse, Romance, Spiderpool
Visualizações 50
Palavras 1.413
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hola, cariños!
Alguém mais teve dificuldades com a plataforma esses dias?
Eu passei horas tentando postar o cap. ontem e não conseguia. Mas aqui está!

Boa leitura!

Capítulo 7 - Meu namorido


Fanfic / Fanfiction My Favorite Dancer! - Capítulo 7 - Meu namorido

- Amor, onde coloco essa caixa? – gritou da sala o causador dos meus problemas.

- ‘Tá escrito o quê nela? – gritei de volta do quarto, onde arrumava as minhas roupas.

- Livros! 

- Já sabe então. – contestei antes de ir ao seu encontro. Gostaria de dizer que minha mudança a sua casa foi algo que planejávamos há tempos e que depois de tantos anos de namoro, finalmente fomos morar juntos, mas não, essa… grrr… coisa, que é o meu namorado, conseguiu magistralmente que eu fosse expulso do meu apartamento por perturbar a vizinhança, isso mesmo, por BARULHO. Só de me lembrar já me irrito. 

- Acabou? Você tem poucas roupas, Peter. Precisamos comprar mais. – se levantou e me deu um beijo na testa.

- Não preciso de tantas coisas, as que tenho são mais que suficientes. – abracei sua cintura enquanto curtia um pouco do seu cheiro.

- Falou a traça de papel, sério, para quê tantos livros?

- Conhecimento nunca é demais, querido. Agora, vem me ajudar! – o puxei para que colocasse os livros nas prateleiras mais altas.

- Não ‘tá feliz de ter seu próprio estúdio? Onde já se viu a ideia de um casal dormindo separados?

- Primeiro, não somos um casal como você fala e segundo, minha paciência ‘tá acabando, sr. Wilson. – suspirei em indignação.

- Tem que ver o lado positivo, Peter, nós temos um vínculo, quer coisa melhor do que ficar perto do seu companheiro destinado? E só não nos casamos agora mesmo porque você não quer. Ah, e sobre um quarto separado, nem vem, não ia rolar, e agora, graças a minha genialidade e amabilidade, você pode usar esse quarto como seu estúdio. Pode me agradecer. – abriu os braços arrogantemente convencido. Isso é sério?

- Você nunca me escuta para nada, na primeira vez, a quatro meses atrás, tu me deixaste com chupões por todo o corpo, mesmo eu te pedindo que não o fizesse, e para completar me fez ser expulso de meu apartamento. – alterei o tom, já me irritando.

 

Provavelmente o grito que eu dei foi ouvido até no saguão do hotel, porém quem não se assustaria ao olhar no espelho e se ver coberto de marcas roxos e vermelhas, com mordidas até no pé, quem morde o pé de alguém? Foi a nossa primeira vez e o desgraçado não escondia o sorriso satisfeito ao entrar no banheiro e me olhar de cima a baixo, se não fosse por sentir meus quadris tão doloridos, juro que o mataria aqui nesse quarto mesmo.

 

- Bons tempos. – falou sorrindo, como se também tivesse lembrado.

- Bons tempos? Bons tempos? Isso foi no mês passado, seu imbecil! – saí pisando forte em direção a sala.

 

Sábado, uma semana atrás, 7h da manhã, alguém toca a minha campainha, olho para o lado e vejo Wade dormir numa paz de dar inveja, depois das muitas vezes que fizemos sexo nesses últimos meses, descobri que ele tem um sono tão pesado que nem mesmo um avião caindo ao lado o despertaria. Cansado, me levantei dolorido de mais uma noitada; a impressão que tenho é que esse alfa filha da mãe, quer que eu compense todo o tempo que ele ficou se segurando. Que surpresa a minha, ao abrir a porta e dar de cara com um síndico irritado e com um “lindo” aviso de despejo em mãos. Nem pude argumentar nada, já havia recebido reclamações semelhantes antes; Céus, quantas vezes eu falei para esse cretino se controlar, precisava mesmo acordar todo o prédio quando vinha dormir aqui? Agora o que farei? – respirei fundo antes de entrar e quase matar o causador dos meus problemas.

 

-A culpa não é minha se você não sabe gemer baixo, bebê. – uma voz sarcástica me alcançou antes que eu chegasse as caixas restantes no meio da sala.

- Talvez se alguém não empurrasse tão forte dentro de mim, que até fazia a cama bater na parede, eu não precisaria gritar para descontar um pouco. – cruzei os braços me virando em sua direção.

- Somos realmente perfeitos um para o outro. – sorriu ladino antes de vir me abraçar. - Sério mesmo, amor, você é tão incrível na cama que não tem como eu me segurar, quando eu vejo essa sua bundinha a vontade que eu tenho é de te comer em qualquer lugar. – a malícia já saia por seus poros.

- Nem vem, eu te conheço, essa conversinha não vai colar dessa vez, vamos organizar essa bagunça primeiro. – me virei e passei a mexer em uma das caixas, se eu não por limites, vamos acabar transando aqui no chão mesmo. Bem, agora que me lembro, acho que só falta esse lugar mesmo.

 

Quando ele abriu a porta não tive como evitar fazer cara de espanto; não é que eu não saiba que lugares assim existem, só não esperava me relacionar com alguém de uma classe social tão diferente da minha. Seu apartamento, na cobertura, ouviram bem, na cobertura, só a sala era umas quatro vezes maiores que o meu pequeno lar doce lar, uma decoração visivelmente luxuosa me deixou com receio até de sentar no sofá.

Embora soubesse que poderia destruir propositalmente qualquer coisa ali dentro, que Wade nem ligaria, preferi ficar parado na porta antes de ser puxado com força e imprensado na parede, sério, só pode ser um fetiche. Senti suas mãos invadirem a minha roupa e com uma habilidade que já estou me acostumando, fiquei completamente nu antes de ser jogado no sofá. Primeira vez em sua casa, e nem água ele me oferece, ri com o pensamento bobo, antes de sentir sua boca me sugar o pênis, me engolindo inteiro e me fazendo gemer.

Basicamente, fizemos sexo no apartamento inteiro; a sala foi o início, móveis e sacada da janela não passaram em branco, depois fomos ao quarto onde encerramos a noitada. No outro dia, cozinha, sala novamente, banheira, piscina, sim ele tem uma piscina no terraço – que inclusive tem uma parte do fundo de vidro que deixa uma bela iluminação na sala de estar próximo a parede de vidro da mesma – que possui uma área de lazer. Enfim, um final de semana que começou na sexta à noite, quando nos víamos com mais folga e que durou até a segunda, com carícias nada castas durante o banho antes de cada um rumar para sua ocupada semana. 

 

- Mas, amor, eu só quero aproveitar meu namorido. – se abaixou e me abraçou por trás, beijando minha nuca e consequentemente me arrepiando todo; se eu gemer eu perco.

- Namorido? Andou conversando com a Lili de novo? – mudei o foco.

-Eu adorei o apelido. – riu - O que tem nessa caixa? – se afastou e abriu uma das que estavam ao meu lado.

- Ah, roupas de trabalho. – falei simples.

- Desse tamanho? Você usa isso nos shows? Por que você ainda trabalha na boate mesmo, hein, Peter? – olhava sério para mim, mais um ataque de ciúmes.  

- Já conversamos sobre isso, não vou largar meu emprego, adoro dançar e você sabe disso. – tentei me concentrar na organização e encerrar o assunto.

- Você já tem seu estágio, este que te rendeu um emprego garantido quando sair da faculdade, tem um alfa rico e gostoso que pode te dar tudo, por que ainda trabalhar naquele lugar? – sua voz estava normal, embora soube-se que ele estava irritado.

- Não vou discutir sobre isso. – me levantei para sair da sala antes de sentir meu braço ser agarrado.

- Ainda não terminei, você acha que eu gosto de ver aqueles alfas todos babando em cima de você? Não pensa como me sinto? Não é desconfiança, Peter, muito menos estou menosprezando o seu trabalho, mas poxa, veja o meu lado, não é fácil ver o cara que você ama se insinuando para outras pessoas.

- Me insinuando? Você ‘tá cego de ciúmes e pelo bem do nosso relacionamento, vou esquecer que disse isso, antes que eu me irrite e te deixe uma semana sem sexo. – soltei o ar exasperado.

- Vá em frente, se é isso que você precisa para pensar a respeito, tudo bem por mim, além do mais sei que não vai aguentar mesmo. – debochou na cara dura cruzando os braços.

- Está me desafiando, sr. Wilson? Parabéns, acaba de conseguir o que queria, vamos ver quem é que não aguenta aqui. – saí sem olhar para trás, logo batendo a porta do quarto com força; se é guerra que ele quer, é guerra que ele terá, esse alfa babaca.

 


Notas Finais


Gosto de ver briguinhas bobas hehe ¬¬

Quem desiste primeiro? Façam suas apostas!

Bjs, até a próxima!


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