História My favorite doctor (Imagine Baekhyun) - Capítulo 9


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Categorias EXO
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Do Kyung-soo (D.O), Kim Jong-dae (Chen), Kim Jong-in (Kai), Kim Jun-myeon (Suho), Kim Min-seok (Xiumin), Oh Se-hun (Sehun), Park Chan-yeol (Chanyeol), Zhang Yixing (Lay)
Tags Baekhyun, Exo, Imagine
Visualizações 174
Palavras 972
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oieeee
tem alguém aí ainda? pois aqui vai mais um cap

Boaa leitura <3

Capítulo 9 - Visita


Fanfic / Fanfiction My favorite doctor (Imagine Baekhyun) - Capítulo 9 - Visita

 

Minha convivência com Baekhyun depois do beijo continua a mesma. Acho que nenhum de nós soube como reagir, então é como se fingíssemos que nada aconteceu. 

Estava conversando com ele em relação ao acidente, já se passaram uns quatro dias mas ele ainda está acompanhando o caso. Ele me contou que durante um turno trabalhava no hospital em que eles estão. 

Baekhyun: Eu falei com a mãe do menino sobre você, S/n. Ela queria muito te conhecer. 

Ao me lembrar do garotinho que eu tanto me apaixonei, meu coração palpitou só de pensar em vê-lo novamente, mas dessa vez ele estaria bem melhor. 

      Eu: Pode ser. Eu também quero ver como estão. 

Byun avisou-me que hoje seu horário da tarde era no hospital e não na clínica , então se ofereceu para me pegar em casa no seu intervalo.

Já o esperava do lado de fora para não atrasá-lo muito e fiquei um pouco nostálgica no momento em que seu carro parou. É errado aquele bendito beijo não sair da minha cabeça? Só que aparentemente pra Baekhyun não teve significância alguma. 

- Hey S/n. - assenti pensativa. - aconteceu alguma coisa? 

- Ahhh. - não posso gaguejar. - Só estou nervosa pra ver aquele menino de novo... O que mais seria? - ri de nervoso. 

- Você parece estranha. – insistiu. – Tem certeza que tá bem?

- Tá tudo ótimo, Byun. É só impressão sua.

O caminho foi meio silencioso, o que só conseguiu aumentar meu nervosismo. Quando chegamos  ao hospital minhas mãos suaram e eu tentei repassar o que falaria para aquela família mais uma vez. Sim, eu treinei um pouquinho.

O mais velho me guiou até uma mulher e me explicou que se tratava da mãe do garotinho. Me aproximei meio incerta.

- Olá, eu sou a S/n. – fiz reverência. – Eu que tentei ajudar o doutor Byun no acidente.

A mãe do menininho parecia bem abatida, mas até onde eu sabia seu marido ainda não tinha acordado e seu estado não era um dos melhores.

- Obrigada. – ela me abraçou inesperadamente. – Obrigada por ter ajudado meu filho quando todos já haviam desistido. O doutor me contou que ele mesmo não fez nada para ajuda-lo e que você não aceitou que aquele fosse o último dia dele.

- Eu não sei o que o seu filho conseguiu causar em mim. – me sentei ao seu lado e deixei que ela segurasse minhas mãos. – Mas no momento que meus olhos bateram nele eu só senti que devia tentar fazer pelo menos o mínimo pra deixar ele bem.

- Você quer vê-lo? – concordei feliz.

 Ela deixou que eu ficasse sozinha com ele para poder conhecê-lo melhor, pois  nem o nome dele eu sabia ainda. Quando entrei no quarto ele estava dormindo enquanto abraçava um ursinho. Me sentei ao seu lado e acariciei seus cabelos pretos e lisos.

- Você? – uma voz infantil chamou minha atenção.

Agora ele já estava acordado e seus bracinhos agarraram meu pescoço bem forte.

- Você me conhece? – perguntei intrigada.

- Sim, você apareceu nos meus sonhos e lá você me ajudava.

- É claro que eu ajudava. – retribui o sorriso. – Eu posso saber o seu nome?

- Meu nome é Kwan e eu tenho – ele parecia pensativo. – Isso aqui de idade. – formou o número 4 com os dedinhos.

 - E eu me chamo S/n. Bom, minha idade eu não consigo usar mais os dedos pra contar. – ele riu

Duas batidas na porta fizeram com que Kwan parasse de insistir que não era mais uma criança. Baekhyun pediu licença e se sentou ao meu lado.

- Eu trouxe alguns doces. – olhou para o menor. - Você não pode comer muitos por conta da medicação, porém vou te dar um de cada.

Kwan fez uma dancinha de comemoração e se sentou em meu colo.

- Eu estou tão arrependido por ter desistido dele. Se não fosse por você provavelmente ele estaria morto. – Byun deu um doce pra ele.

- Ei. – chamei sua atenção. – Não foi sua culpa, para com isso. Acontece que a sua profissão exige que lute por quem tem mais chances.

- Noona. – Kwan me puxou pela camisa. -  Ele é seu namorado?

- Não. – Eu tive ataque de risos. – Ninguém quer a Noona.

- Eu quero. – Kwan beijou minha bochecha.

- Quer dizer que eu tenho um concorrente? – Byun se pronunciou me deixando corada.

- Você precisa escolher S/n noona.  

- Humm... Deixe-me pensar. - coloquei a mão no queixo e encarei os dois. – Realmente tá difícil.

- Pense bem, S/n. - retrucou o mais velho.

- Eu vou querer o Kwan. – corri até ele e o enchi de cócegas.

 - Eu tenho uma namorada e você não. – deu língua para Baek.

~*~

A tarde foi resumida em brincadeiras, doces e historinhas infantis. Mas por estar escuro e o meu tempo de visita ter acabado, eu tive que me despedir de Kwan.

- Eu prometo que vou voltar e vou trazer os doces que você gosta. – repeti nossa promessa pela segunda vez.

- Tchau, noona. – me abraçou por fim.  

- Vamos? – assenti e segui Baekhyun até a saída.

- S/n posso perguntar uma coisa? – respondi que sim. – É sério que você prefere namorar até o Kwan do que eu?

Eu tive que parar de caminhar pra rir e parece que isso só aumentou a sua paranoia.

- Byun Baekhyun, você tá mesmo se comparando a uma criança de 4 anos?

- Não respondeu minha pergunta.

- Como eu disse, ele é uma criança e não queria acabar com a brincadeira dele.

- Então quer dizer eu posso fazer isso?

Não tive tempo nem de perguntar o que era, pois seus lábios colados aos meus já deixavam claro a sua intenção. Segurei seus cabelos querendo o trazer pra mais perto e acabar com todas as chances daquele beijo terminar rápido.


Notas Finais


como fiquei muito tempo sumida, postei um com direito a beijo na boca hihi
espero que tenham gostado.


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