História My Favorite Hero - Imagine Todoroki - Capítulo 12


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Katsuki Bakugou, Personagens Originais, Shouta Aizawa (Eraserhead), Shouto Todoroki
Visualizações 45
Palavras 985
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Genteeeeee desculpa se eu fiquei um tempo sem postar, é que eu tava lotada de trabalho, mas agora que as férias tão chegando, eu vou fazer o possível pra postar cada vez mais rápido (:

OBRIGADA PELOS FAVORITOS!!!! eu amo vcs❤❤

Capítulo 12 - A prova da licença (parte 2)


Se tem uma coisa que aprendemos durante todo esse tempo na U.A., é que, não importa o que aconteça, salve os outros. A vida dos inocentes vale mais do que ouro.

Durante a missão de resgate, nos separamos em pequenos grupos, assim, cobriríamos uma área maior. Vi de longe Midoriya tomar uma "bronca" de uma vítima por usar um argumento repetitivo, então é melhor prestar atenção e não repetir o erro.

Fiquei com Asui, Momo e Midoriya na parte em que parecia ser uma fábrica. Fiquei responsável pelo rastreamento de vítimas, já que tenho um bom faro, fica mais fácil achar as pessoas. Avistamos alguns trabalhadores embaixo dos escombros, e fomos até lá o mais rápido possível.

- Mantenham a calma, senhores- a morena começou- nós vamos ajuda-los- Momo se virou para mim- crie uma passagem de ar para verificar possíveis aberturas.

- Entendido- fiz o que ela pediu.

- Asui- a garota acenou com a cabeça- remova as pedras menores. Midoriya, ajude a Asui.

- S-sim...

- Temos um problema, Momo- chamei-a- os pedaços de escombro estão muito afastados. tem ar saindo pra tudo que é lado. Não vai dar pra remover sem que eles caiam- alertei.

- Droga... - ela parou e analisou a situação - talvez possamos remover alguns destroços para criar um equilíbrio seguro para retirar as vítimas...- ela pensou preocupada.

- Sim, mais seria muito demorado, além de arriscado, é claro. É difícil calcular algo assim com tanta precisão- Midoriya começou a falar sozinho.

- Eles estão muito ao fundo, não dá pra simplesmente segurar- parei um pouco- ... segurar, ajuntar, aproximar... grudar... - tive uma ideia-  Esperem um pouco, eu já volto.

- (s/n)? Pra onde está indo?!?- Midoriya perguntou.

- Vou buscar ajuda!

Saí o mais rápido possível pra buscar reforços, já que nenhuma das nossas individualidades parece ser adequada ao caso. Mas conheço alguém perfeito pra isso, pena que não tenho muitos laços com ele. E nem gostaria de ter...

•••

- Vou entrar- avisei aos policiais.

Abri a porta aos poucos, e dei de cara com um cheiro de podre, além de móveis quebrados e marcas de sangue nas paredes. Tudo isso era apenas o "fundo" da cena, que tinha como protagonista, ao centro do quarto, uma cabeça feminina decepada, com uma macabra feição apavorada e olhos virados, fincada em um dos pés quebrados da cama, que estava virada do avesso.

- Meu deus...- senti vontade de vomitar- mas o que diabos aconteceu aqui?

- Bom... - o policial ao meu lado ajeita o óculos- há sinais de luta, vestígios de sangue e parte de um cadáver.

- Não me fale o que já estou vendo...- o interrompi- o que mais encontraram?

- Além disso, não há provas de fuga- outro policial olha uma prancheta- e o resto do corpo da vítima não foi encontrado. O possível assasino não deixou pistas.

- Quem era a moça?- Me aproximei do cadáver, e a ânsia só aumentava.

- Era a enfermeira responsável por ele, senhora.

- O miserável destruiu tudo o que havia aqui dentro, e ainda feriu a mão que o alimentava...?- Perguntei, incrédula- Recolha mais vestígios, verifique as câmeras- Atravessei a porta e lancei um último  olhar para os políciais- Procurem qualquer coisa que justifique a fuga dele- saí a passos pesados, sem falar mais nada.

- Entendido, senhora Hurricane.

A cada segundo que passa, meu ódio por esse ser aumenta, junto da ânsia de vômito e dor de cabeça.

E pensar que esse demônio fazia parte da família...

•••

Procurei durante alguns minutos, mas eu infelizmente o encontrei.

- MINEEETAAAA!!!- corri em sua direção, até que parei, sem fôlego.

- Seja lá o que quiser fazer- ele me lança um olhar malicioso- vai ter que ser pra depois...

- ...- respiro fundo- vou ignorar totalmente. Mas voltando...- nunca achei que fosse dizer isso- preciso da sua individualidade.

- Como assim?- ele virou a cabeça, confuso.

- Depois explico- dirijo o olhar ao resto do grupo- se importam se eu roubar ele um pouquinho?

- Claro que não - Sero cruza oa braços- não vai fazer a menor falta.

- Escuta aqui, seu merda...- Mineta aponta para o moreno.

- Depois vocês se matam.  Agora vamos- o puxei pela capa e ele berrou.

Me impulsionei com o vento para chegar mais rápido, enquanto aturava os gritos de "vou morrer", " me tira daqui" e "vai mais devagar".

Chegamos no local, e antes de qualquer explicação, simplesmente atirei Mineta em cima dos escombros.

- Agora gruda esses negócio aí nas frestas. Sem perguntas.

- Mas por que você o touxe?- Asui coloca o polegar no lábio inferior.

- A individualidade dele é útil em grudar as coisas, além do quê, ele é leve, então não é tão perigoso. Pelo menos não pra nós...

- O QUÊ?!?!?- Mineta dei um berro, e todos rimos.

- Você é um gênio, (s/n)!

- Obrigada, Midoriya...- eu esbanjava um ar de orgulho.

- EIII!!! SOU EU QUE TÔ TRABALHANDO DURO AQUI. ME AGRADEÇAM!!!- Mineta gritou, sangrando.

Quando ele terminou, Momo criou um macaco hidráulico, que permitiu que Asui puxasse os homens com a língua, enquanto eu e Midoriya levávamos as vitimas para uma espécie de Safe Point*.

•••

Depois de algumas operações, quando eu e Midoriya fomos levar outro grupo de vítimas, uma  parte do muro foi explodida, e o herói Grand Orca apareceu provavelmente fazendo papel de vilão, junto com seus capangas, que lançavam algo parecido com concreto, e imobilizavam o alvo atingido.

- E então, herois...- Grand Orca deu um passo à frente- o que vão fazer? Lutar... ou proteger?

Ele deu uma risada sombria que fez todos estremecerem. Eu e Midoriya nos entreolhamos, se perguntando se cuidaríamos das vítimas ou dos vilões.

Vamos terminar o resgate

Nossa mente estava em perfeita sincronia. Ambos corremos, evitando as armas de concreto.


Notas Finais


*Safe point: literalmente um local seguro, onde você não recebe nenhum tipo de dano e aimda pode se curar. É muito visto em jogos (sim, eu jogo).

E me desculpem se não fez sentido lkkkk

Mais uma vez, obrigada ❤

Beijos no kokoro ~(=3=)~


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