História My First and Last - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
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Palavras 2.193
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aqui está um capitulo, grande até e com algumas controvérsias rs
Espero que gostem.

Capítulo 12 - Capítulo IX


Fanfic / Fanfiction My First and Last - Capítulo 12 - Capítulo IX

Maio 2017

Sook POV

— Vocês são as melhores pessoas do mundo. — envolvi o pescoço dos dois meninos em um abraço desajeitado, já que estávamos em movimento.

— Você é interesseira, Bunny. — Jungkook resmungou.

— O coelho é você, Jungkook. — Jimin me defendeu.

— O que vamos fazer agora? — perguntei animada, não ligando pro apelido.

— Vamos pra casa? — Jungkook respondeu incerto.

— Vamos pra casa do Hoseok. — Jimin decidiu.

— Ele sabe que estamos indo?

— Ele não precisa saber, gatinha.

[...]

 

— Ainda bem que vieram, estava virando um móvel já. — Hoseok me abraçava enquanto se dirigia para dentro da casa, com os meninos atrás. — Já chamei os outros.

— Que contato é esse que vocês têm? — eu realmente estava surpresa.

— Amorzinho, os únicos que têm alguma coisa pra fazer, numa tediosa tarde de quarta-feira, são os nossos caros Namjoon e Jin. Aproveitando pra dizer que eles não irão vir.

— Eles prezam pelo futuro deles, bobão. Deveríamos estar fazendo o mesmo. — apertei seu nariz.

— Estudo deriva de escola, que vem do latim echola, ou seja, estudo é só na escola, minha vida. — Hoseok filosofa, mas com mais uma de suas bobagens.

— Ai Jesus, cala a boca, Hobi. — sai do abraço e fui sentar no sofá, na verdade, me joguei. Vivo me jogando nas coisas. Logo depois, Hoseok se joga em cima de mim.

— Eu já falei que te amo hoje, minha preciosidade? — se aconchegou em meu peito.

— Ainda não, Hobi. — acariciei seus cabelos.

— Eu te amo, Sook, te amo mais do que batata frita com cheddar e bacon.

— Eu também te amo, dengo.

— Olhe bem onde você coloca essa sua cabeça, Jung Hoseok! — Jungkook alertou.

— Me deixa, coelho demoníaco. — Jung murmurou e deitou a cabeça, mas segundos depois, ele não se encontrava mais em meu colo, e sim com a cara sendo prensada no chão, por Jungkook.

— Repete. — meu Iran disse entre dentes.

— Coelho demoníaco. — Hoseok respondeu cheio de graça, adorando provocar o mais novo.

— Você vai ver, seu dançarino mesquinho. — e assim se deu início a mais uma de suas lutinhas. Eu levantei e fui ao banheiro, no andar de cima, a fim de realizar minhas necessidades. Após tudo feito, lavando a mão reparei em meu reflexo no espelho. Sem graça. Cabelos longos e escuros, sem corte algum, pele em um tom abaixo do pálido e boca avermelhada. Um reflexo sem graça. Talvez esteja na hora de uma mudança.

Sequei minhas mãos, e abri a porta com o intuito de voltar a bagunça da sala, porém mãos me empurraram de volta ao cubículo, trancando a porta.

— Ei! — exclamei e logo notei quem era. — Você é louco?

— Talvez. — deu de ombros.

— O que você tá fazendo aqui, Yoongi? — revirei os olhos e cruzei os braços. — Me deixa sair.

— Não antes de eu te ajudar, love. — se aproximou.

— Ajudar no que?

— Um dia tu vai saber. Mas antes, fique sabendo que eu e Jin estamos muito chateados por você ter nos deixado fora da sua vida. — sorriu como se escondesse algo, e isso me fez engolir a seco. — Bom, tira o cabelo do pescoço, por favor. — o obedeci e vi se aproximar de mim.

— O que está fazendo? — perguntei incerta.

— Já falei, te ajudando. — e assim grudou seus lábios em meu pescoço, o beijando com calma. Inconscientemente, fechei os olhos e suspirei. Yoongi, pra piorar tudo, começou a distribuir chupões por meu pescoço, e infelizmente, gemidos de minha parte escaparam.

— Irei desconsiderar os gemidos, love, que por sinal são agradáveis. — riu soprado, o que me fez corar. — Acho que assim está bom. — analisou meu pescoço. — Só falta... — bagunçou meu cabelo, de modo com que parecesse que realmente estávamos numa pegação intensa. — Pode ir, love. — sorriu como se nada tivesse acontecido, destrancou a porta e me empurrou para fora. — Descerei daqui a pouco. — e assim fechou a porta.

Que merda acabou de acontecer?

Vendo assim, dá a entender de que eu e Yoongi já ficamos, o que é totalmente um engano. Nunca fiquei com nenhum dos amigos do meu irmão, quer dizer, tinha o Namjoon. Sim, o Monie. Acabamos por nos beijar numa festa, mas ele nem era amigo do meu irmão ainda, era um simples novato. Bom, e agora Taehyung, que por obra do destino se encontrava subindo as escadas. Assim que seus olhos bateram em mim, um sorriso invadiu seu rosto e ele se aproximou. Eu, desesperada, tentei arrumar meu cabelo e esconder meu pescoço com algumas mechas, não queria ser tachada como vadia, já que mais cedo estávamos nos embolando e algumas horas depois eu apareço com marcas não deixadas por ele.

— Oi, linda. — se aproximou. — Onde estava?

— Ah, eu fui no banheiro. — sorri nervosa.

— Entendi. — sorriu quadrado. — Não posso correr o risco, então... — se aproximou, com a finalidade de depositar um beijo em minha bochecha, mas parou no meio do caminho. — Mas que marcas são essas? — afastou meu cabelo, analisando, e antes que eu pudesse falar alguma coisa, Yoongi sai do banheiro, ajeitando a calça, de modo sugestivo. Olhei para Taehyung, que não possuía mais nenhum sorriso no rosto, e sim uma carranca, fuzilando Yoongi. — Banheiro, huh? — falou sarcástico.

— Tae, — me apressei. — Não é nada do que você tá pensando.

— Na verdade, eu acho que é sim. — Yoongi se manisfestou, se encostando no batente da porta, cruzando os braços. Levei meu olhar ao menino em minha frente, e vi um brilho diferente em seu olhar. Taehyung tombou a cabeça e cutucou, internamente, a bochecha com a língua antes de me afastar, gentilmente – por incrível que pareça, para o  lado e andar em direção ao amigo. Me apressei e me enfiei no meio dos dois antes que aquilo ultrapassasse os limites.

Você tocou nela? — a voz de Taehyung saiu baixa e grave, muito grave.

— Ah, Taehyung, — Yoongi sorriu. — Os gemidos dela enlouquecem qualquer um.

— Yoongi! — exclamei nervosa. — Cala a boca, droga!

— Por quê? Eles são uma delícia, assim como... — colocou a mão em minha cintura, puxando-me para si. Taehyung acompanhou o olhar e notei o brilho no olhar aumentar.

Tire as mãos dela. — falou entre dentes.

— Vai fazer o quê, Kim? — Yoongi realmente tinha um parafuso a menos, já que o atrevido virou meu rosto e me deu um selinho, pude sentir o olhar do Kim acompanhando todos os seus movimentos. Milésimos depois, eu me encontrava no chão, com o braço doendo pelo atrito ter sido forte, berrando por Jungkook. Meu irmão, subiu afobado com Hoseok e Jimin em seu encalço, assim que viu a briga feia dos meninos correu para separar. Quem precisava ser contigo era Taehyung, que estava irreconhecível com a raiva estampada em seu olhar. Digamos que o nível de machucados dos dois, era quase o mesmo. Taehyung possuía o lábio e o supercílio cortado, enquanto Yoongi sangrava pelo nariz e possuía certa vermelhidão no olho esquerdo.

— Que raios tá acontecendo aqui? — Jungkook gritou nervoso. Por mais que seja o mais novo dos meninos, ele agia como um meninos mais velho. Taehyung que se debatia nos braços de Hoseok e Jimin, tentando se soltar, não respondeu meu irmão, mas por meio de palavras atacou Yoongi, que passava a mão no nariz, limpando o sangue.

Por que você tem que se meter na minha vida? — falou alto.

— Desculpa se eu quero te ver feliz. — Yoongi explodiu.

— Eu não pedi a sua ajuda.

— Você quer ficar nessa pra sempre?

— Isso é problema meu, Yoongi. Você passou dos limites. — falou baixo, e mais calmo. — Passou, realmente, dos limites. — olhei para Yoongi e vi sua expressão de arrependimento. Taehyung gesticulou e os meninos o soltaram. Taehyung olhava o menino de uma forma que cortava o coração de qualquer um. Um misto de tristeza e decepção.

Taehyung dirigiu o olhar a mim, e andou em minha direção, agachando e conferindo se eu estava bem.

Taehyung. — Jungkook o chamou em um tom de alerta.

— Não vou machucá-la. — bufou. — Nunca. — e assim se levantou e desceu as escadas, logo pode-se ouvir a porta bater. Rapidamente me coloquei de pé, com a finalidade de ir atrás do garoto, mas a dor em meu braço e a nova dor no quadril me fizeram gemer de dor.

— Yaegiya... — Jungkook me segurou, e me encarou preocupado.

— Eu preciso ir atrás dele, Kookie. — falei desesperada. — Explicar o que aconteceu e...

— Melhor ele ter o tempo dele, Sook, — Yoongi manifestou com a voz baixa. — Eu realmente passei dos limites. — murmurou. — Perdão, Sook. — e assim tomou o mesmo rumo que Taehyung.

Eu só queria saber o que tinha acontecido ali. Na verdade, eu só queria abraçar Taehyung e dizer que foi um mal entendido. Claro, eu gostaria de falar com os dois, mas Yoongi estava certo, a expressão refletida no olhar dos dois, deixava claro o tempo que os dois teriam que ter.

Jungkook me abraçou por trás, mas sem querer, acabou encostando em meu braço, fazendo meus olhos se encherem de lágrimas e mais um gemido sôfrego escapar de meus lábios, dessa vez mais alto.

— Yaegiya, acho melhor irmos ao médico... — Jungkook me olhou.

— Ela pode ter deslocado o ombro, ou até mesmo fraturado — Jimin opinou.

— É melhor irem ao médico, vocês vieram de carro? — Hoseok perguntou e recebeu uma resposta negativa dos meninos. — Eu levo vocês.

[...]

Acabou que fora apenas um mau jeito, então o médico apenas indicou o uso de uma tipóia para que não houvesse desconforto.

Chegando em casa, eu e Jungkook cumprimentamos Sra. Yui, mulher contratada por meus pais, para que viesse uma vez por semana conferir a casa. Uma mulher dócil, gentil e conhecida a tempos por nossa família.

Subimos até meu quarto, onde deitamos e ficamos em silêncio.

— O que foi aquilo? — Jungkook quebrou o silêncio.

— Eu não...

— Não minta pra mim, Sook. — direcionou o olhar a mim. — Taehyung é uma das pessoas mais calmas que eu conheço em relação a briga. Algo muito grave deve ter acontecido pra ele explodir. — realmente, nunca ouvi boatos de Taehyung em relação a brigas ou discussões. Passei a analisar o que tinha acontecido, o ponto da discussão foi eu. Depois que Yoongi me beijou, Taehyung partiu pra cima. Foi um caso de... ciúmes?

— Eu vou contar o que eu sei, tudo bem? — ele assentiu. — Mas vai ter que me prometer que não ficará bravo comigo. — Jungkook era ciumento e poderia me dar um sermão, só pelo fato de ter ficado com um dos seus amigos.

— Tudo bem. Agora fala. — contei desde o começo, desde o começo mesmo, do meu desejo, das palavras de Yoongi, da noite na casa de Taehyung. Tudo, tirando a parte que envolvia as minhas sensações. Jungkook me ouvia em silêncio, concentrado em qualquer palavra que saísse de minha boca. Quando terminei, Jungkook bufou e apoiou a mão na testa, balançando a cabeça.

— O Yoongi é um idiota. Um tremendo idiota.

— Eu não entendi o porquê de Taehyung ter dito aquelas coisas à Yoongi. — fui sincera.

— Eu queria saber de onde você herdou essa lerdeza. — Jungkook me olha incrédulo. — Graças á Deus, eu fui livrado disso aí. Obrigado, Senhor. — olhou para o céu agradecendo, o que me fez rir e empurra-lo levemente, com uma mão só.

— É sério, idiota. — falei risonha. — Você sabe de algo?

Saber eu sei, mas não vou te contar. — levantou. — Não cabe a mim dizer. Qualquer coisa tô no quarto, só gritar. — piscou saindo do meu quarto e fechando a porta.

— Jungkook! — como eu odiava quando ele fazia essas coisas. Menino ridículo.

Momentos depois meu celular começa a tocar, e o contato de Jin brilha na tela.

— Alô?

Oi, Flower.

— Oi, Prin, tudo bem? — enrolei uma mecha de meu cabelo entre os dedos. Acho que vou cortar.

Tudo. Fiquei sabendo da confusão. — Hoseok e sua maldita boca grande. — Como está o braço?

— Só um mau jeito mesmo. — dei de ombros. — Hoseok te contou?

Na verdade, Yoongi me contou, na verdade ele veio aqui pra casa depois do incidente. Hoseok mandou mensagem depois só dizendo que houve a briga e que você acabou por machucar o braço.

— Ah. — murmurei.— Ele está bem?

Ele vai ficar. Quer conversar? — Jin sabia que eu queria desabafar, ele me conhecia tão bem. O que eu não pude contar para Jungkook, contaria para o Jin.

— Yoongi já tinha te contado que eu e o Tae havíamos nos beijado, não é?

O quê? Não! — um péssimo mentiroso, senhoras e senhores.

— Jin.  

Tá, ele pode ter comentado algo sim. — confessou.

— Então... — acabei contando toda história e não deixando nada de fora.

Puts, que barra... — sábias palavras.

— Pois é...

Como você tá se sentindo em relação a essa história?

— Estou preocupada com os dois. Não quero que parem de se falar. Mas o que mais me deixa angustiada é saber que eu possa ter magoado Taehyung de certa forma, entende? Ele me fez sentir o que nunca senti, em apenas dois dias. Os arrepios, as borboletas na barriga, e tudo mais. Quando ele me beija, parece que tudo sai do lugar sabe? — e lá estava eu falando o que estava guardado. — É um beijo tão... Não tenho palavras, a forma que ele me tratou... Ele é incrível, Jin, e me corrói saber que eu possa ter o magoado. — Jin ficou em silêncio por um tempo, quando me perguntou algo que me perturbou a noite toda.

— Você gosta dele?

 


Notas Finais


E foi isso, as coisas estão indo rápidas? Sim, eu acho que estão, mas fazer o que né?
Comentem.
Até a próxima.


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