História My First and Last Memory - Capítulo 6


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Categorias B.A.P, Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, IKON, Monsta X, Neo Culture Technology (NCT), Red Velvet, Seventeen, TWICE
Personagens B.I, Baekhyun, BamBam, Bobby, Boo Seungkwan, Chanwoo, Chanyeol, Chen, Chenle, D.O, Daehyun, Dahyun, Donghyuk, Doyoung, Haechan, Hansol "Vernon" Chwe, I'M, Irene, Jackson, Jaehyun, JB, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jeon Wonwoo, Jinhwan, Jinyoung, Jisung, Johnny, Joy, Jung Hoseok (J-Hope), Junghan "Jeonghan", Jungwoo, Junhoe, Kai, Ki Hyun, Kim Mingyu, Kim Namjoon (RM), Lay, Lee Chan "Dino", Lee Jihun "Woozi", Mark, Mark, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), RenJun, Sana, Sehun, Seulgi, Seungcheol "S.Coups", Soonyoung "Hoshi", Taeil, Taeyong, Ten, Wen Junhui "JUN", Wendy, Xiumin, Xu Ming Hao "THE8", Yeri, Youngjae, Youngjae, Yugyeom, Yuta
Tags 2jae, Chanbaek, Changki, Daejae, Double B, Jeongcheol, Jikook, Junhao, Junhwan, Kaisoo, Markson, Meanie, Renle, Soonhonn, Sulay, Xiuchen, Yoonseok, Yugbam
Visualizações 80
Palavras 5.861
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


1° de tudo: me perdoem pela demora, de verdade, minhas aulas voltaram e eu fiquei perdidinha na hora de escrever e quando vi já tinha dado quase 1 mês sem postar💔

2° esse capítulo ficou bem enchendo linguiça pq eu quero que vocês entendam tudo o que tá acontecendo e o que vai acontecer, então as primeiras 3mil palavras são bem nada haver com o capítulo passado.

3° espero que gostem, de verdade, eu tive probelmas para escrever e talvez ele não seja o melhor capítulo do mundo mas eu fiz com amor💕

4° O capítulo deve estar bem ruim comparado aos outros, eu sou uma negação narrando em terceira pessoa, me perdoem por isso também:(

5° a foto que o Youngjae pintou é essa última na segunda fileira. (Na capa do capítulo)

Capítulo 6 - Telephone Call...


Fanfic / Fanfiction My First and Last Memory - Capítulo 6 - Telephone Call...


YOUNGJAE:

16/12/ 22


- Amor.

Olhei em direção a porta que permanecia fechada e sorri. Jaebum respeitava minha privacidade como ninguém, ele podia simplesmente abrir a porta assim como Jungwoo e Yugyeom fazem, mas ele bate e pede permissão.

- Pode entrar Bummie.

Limpei as mãos em um pano úmido e sorri brilhante ao constatar que minha mais nova obra de arte estava pronta. Jaebum abriu a porta com cuidado, ele escondia alguma coisa nas costas enquanto trancada a porta e vinha em minha direção.

- O que você está escondendo ai? – perguntei realmente curioso.

Ele sorriu e veio se aproximando calmamente. Me levantei da cadeira tirando o avental logo em seguida.

- Fecha os olhos. – pediu assim que ficou a uma distância razoável.

O encarei sem entender mas fiz o que foi pedido.

- Agora pode abrir. – mandou baixinho.

Abri os olhos com medo do que pudesse encontrar, e os arregalei assim que vi o lindo buquê de rosas e girassóis em minha frente.

- Bummie, são lindas. – peguei o buquê maravilhado com a beleza das flores. – Te amo, obrigado. – o abracei fortemente logo o beijando.

- Também te amo. – recebi vários selinhos antes que ele se afastasse.

- Mas por que está me dando essas flores? – questionei confuso.

É dia dos namorados? Tem alguma coisa que eu esqueci? Por que eu sinto que esqueci alguma coisa? Jaebum me encarou incrédulo, e desatou a rir sem motivo, o encarei confuso.

- Por que você tá rindo?

Jae me abraçou apertado enquanto ria.

- Nós somos alma gêmea, com toda a certeza! – diz alegre antes de se afastar.

Ainda o encaro com um enorme ponto de interrogação na cabeça.

- O que você quer dizer com isso?

- Sabe que dia é hoje? – perguntou risonho.

- Dezesseis de dezembro.

- E ontem foi que dia?

- Quinze de dezembro. – respondi incerto.

- E essa data não lembra nada pra você? – me encarou com um sorriso enorme.

- Não, não me le- CARALHO! NOSSO ANIVERSÁRIO DE CASAMENTO! – gritei esasperado.

Minha nossa, como eu consegui esquecer isso? Eu sou uma lástima mesmo. Jaebum continuo rindo sem parar.

- Eu esqueci o nosso aniversário de casamento! Meu Deus do céu! Me perdoa amor, e-

Meu marido me abraçou novamente e selou minha testa com carinho.

- Bebê, eu também esqueci. – contou.

- Como!?

- Eu também não lembrei que ontem foi nosso aniversário de casamento, sendo sincero eu nem ia lembrar disso.

- E como você lembrou? – perguntei curioso.

- Assim que você saiu da mesa na hora do café o Jackson veio me perguntando se a gente tinha transado muito ontem.

Engasguei com o vento. Mas esse Jackson não toma jeito.

- Eu perguntei o motivo dele estar me perguntando uma coisa dessas, ai ele me disse que era assim que ele e Mark comemoravam o aniversário deles. Quando ele disse isso, tudo fez sentido, e eu percebi que tinha esquecido nosso aniversário. – sorriu.

- Eu jurei que era amanhã. Acho que estou meio perdido, fiquei quase três dias trancado aqui terminando aquele quadro e perdi a noção das coisas. – ri.

- Queria ter feito alguma coisa especial para nós dois, já fazem cinco anos que estamos casados.

- Não fique chateado, você anda tão ocupado ultimamente com os problemas do país que é normal esquecer algumas coisas, não se preocupe meu amor. – acariciei seu rosto com carinho.

- Mesmo assim. O que acha de jantamos juntos hoje, pra compensar a nossa memória horrivel?

- Por mim tudo bem. – sorri.

- Terminou seu quadro? – perguntou fofo.

- Terminei sim, quer ver?

- Achei que não quisesse deixar ninguém ver.

- Eu não tinha terminado ainda, e o quadro é presente de casamento, mas levando em consideração que nós dois temos uma memória horrivel ele virou presente atrasado.

- É o seu presente pra mim?

- É sim. – sorri.

- Me sinto mal agora, não te comprei nada. – diz triste.

- Bummie você já me deu tudo o que eu tenho de mais precioso nesse mundo. – segurei seu rosto com ambas as mãos- Você me deu uma segunda chance a cinco anos atrás, me deu a chance de ser pai de dois meninos incríveis, lutou por mim e pela minha carreira, me fez rei e agora marido do presidente. Eu te amo muito, mais do que eu achei que amaria alguém, então não se preocupe com presentes ou por ter esquecido nosso aniversário, isso são coisas triviais, eu sei que você me ama, só isso importa. – selei seus lábios com carinho.

- Eu casei com um anjo. – indagou enquanto limpava algumas lágrimas teimosas. – Acho que por isso nosso filho é um anjinho também.

- Jungwoo é o maior anjo do mundo, nós demos sorte de tê-lo encontrado. – constatei.

- Tem toda razão.

- Vem, preciso te mostrar o quadro. – peguei sua mão e o puxei até o cavalete.

Assim que ele viu o quadro sua boca se escancarou e eu vi as pequenas lágrimas surgirem em seus olhos.

- Jae... é lindo! – sussurrou com um sorriso enorme no rosto.

Eu havia pintado uma antiga fotografia nossa, ela foi tirada no primeiro aniversário de Jungwoo como um Jung. Foi Taeyong que tirou a foto, esse menino tem um dom incrível.

A fotografia em questão mostrava Bummie e eu sorrindo alegres, eu segurava um balão rosa e Jaebum apenas sorria. Escolhi pintar essa foto por que existe um significado por trás dela, foi nosso primeiro momento com Jungwoo, nosso primeiro momento como uma família completa: Eu, Jaebum, Yugyeom e Jungwoo.

- Ficou bonito, não é? Demorei o dobro para conseguir fazer com que parecesse mesmo uma foto, mas no final valeu a pena a demora. – sorri orgulhoso.

- Você é tão talentoso, esse quadro é lindo e já vai para o nosso hall de entrada.

Ri.

- Amor. – chamei.

- Oi.

- Você sabe que dia é hoje certo? Digo, o que também faz cinco anos hoje.

Seu sorriso murchou e ele concordou com a cabeça.

- Hoje fazem cinco anos que ele morreu.

- Quer ir visitar a cerejeira? Podemos ir lá e depois você volta para o trabalho, é bom que você vá.

- Você vai comigo?

- Obvio que eu vou. – segurei sua mão.

- Obrigado. – selou as costas da minha mão.

- Vamos.

Saímos do meu ateliê e fomos em direção ao nosso quarto, coloquei as flores em um jarro ao lado da cama e fui trocar de roupa, as minhas estavam sujas.

- Acha que devemos levar flores? – perguntou após entrar no closet.

- Acho que você deveria pegar aquelas cartas que escreveu e não teve coragem de colocá-las na caixinha de correspondência do Wonwoo. – afirmei enquanto colocava os sapatos.

- Ok.

Bummie pegou o montinho de cartas e colocou no bolso do sobretudo, assim que sai do closet ele pegou minha mão e assim saímos de casa. Ele decidiu dirigir o carro até a praça e eu não neguei, estou casando demais para dirigir.

Estacionamos o carro um quarteirão antes da praça, descemos de mãos dadas tentando não chamar muita atenção, funcionou pois chegamos ao memorial sem que ninguém percebesse quem somos.

- Como você acha que ele estaria se estivesse vivo? – perguntou depois de alguns minutos encarando a majestosa árvore.

- Acho que casado com Mingyu, tendo uma vida estável e feliz. Seu irmão merecia o mundo mas acho que o mundo não merecia ele.

Bumie caminhou até a caixinha vermelha de correspondência e colocou seus cartas ali, assim que voltou para o meu lado ele me abraçou apertado escondendo seu rosto no vão do meu pescoço.

- Eu não queria que as coisas tivessem terminado daquele jeito, foi tudo tão triste.

Senti suas lágrimas molharem minha pele.

- Ninguém queria que as coisas terminassem assim, amor. – sussurrei em seu ouvido – Mas o destino quis que fosse assim, não podemos mudar o passado.

Senti seus braços me apertarem mais forte e retribui o aperto.

- Eu te amo muito, muito mesmo. Obrigado por nunca ter me abandonado e sempre estar ao meu lado, eu tomei a decisão certa quando te perdoei a cinco anos, e sei que você sempre vai estar aqui do meu ladinho para todos os momentos.

Ri baixinho e beijei seus cabelos.

- Eu sempre vou estar aqui, eu te amo e nada vai mudar isso.

- Vamos pra casa, ainda tenho trabalho para fazer e quando mais rápido eu terminar as coisas mais rápido nós podemos ir no nosso encontro.

- Vamos.

Saímos da praça memorial ainda de mãos dadas e fomos andando tranquilamente pela rua. Jae acabou encontrado um vereador amigo e ambos começaram a conversar me deixando de lado, enquanto os dois falavam sobre assuntos diplomáticos resolvi ir na padaria ali perto comprar um pedaço de bolo, estava com fome.

Entrei na confeitaria tentando não chamar muita atenção e fui direto ao balcão.

- Bom dia, eu gostaria de um pedaço bem grande do bolo Red Velvet, por favor. – pedi gentilmente.

- Claro senhor, espero só um mi-

A adolescente que estava atendendo se irrompeu assim que levantou a cabeça para me encarar.

- Ai meu deus! Você é Choi Youngjae! O pintor famoso e esposo do presidente! – exclamou alegre. – Nossa, eu sou muito sua fã, você é incrível!

Sorri envergonhado e agradeci.

- Pode me dar um autógrafo, por favor. – pediu educadamente.

- Claro.

Pequei seu caderninho e deixei meu autógrafo em uma das folhas em branco.

- Você é a segunda celebridade que vem aqui, já estou adorando esse trabalho. – comentou alegre.

- Quem foi a primeira?

- Byun Baekhyun. – sorriu animada.

Baek?

- Na verdade ele ainda está aqui, olha.

Me virei na direção indicada e arregalei os olhos. Baek estava sentado de costas para mim, mas sei que é ele por conta do cabelo que escapa da toca, da postura reta, e das roupas de grife. Mas o que me deixou intrigado foi o homem sentado a sua frente, ele vestia roupas pretas e de couro, seu cabelo é claro e o mesmo possui vários piercings e tatuagens. Por um momento ele me pareceu o Wonwoo, mas descartei essa ideia absurda, não poderia ser ele certo, Wonnie está morto.

Baekhyun se levantou junto com o homem e ambos saíram. Me virei novamente em direção a atendente que me estendia uma pequena vasilha com meu bolo.

- Obrigado. – agradeci. – Posso fazer uma pergunta?

- Claro.

- Baekhyun já estava com aquele homem quando chegou aqui?

- Estava sim, eles entraram juntos.

- Por acaso você não ouviu o nome dele?

A menina parou para pensar e sorriu alegre em seguida.

- Acho que era Wonwoo. Não, tenho certeza que o Baek oppa disse Wonwoo.

Arregalei os olhos. Meu coração começou a bater muito rápido e as coisas começaram a girar.

- Você está bem? – perguntou.

- Estou sim, não se preocupe. – sorri amarelo- Vou pagar o bolo, obrigado pelas informações.

- Foi um prazer ajudar.

Paguei a comida e sai ainda atordoado da cafeteria. Não posso acreditar no que está acontecendo, deve ser muita coincidência, ele não pode estar vivo, certo?

- Amor? – Jaebum me sacudia levemente.

Arregalei os olhos quando percebi que já havia chegado perto de si. Como eu vim parar aqui?

- Ah, oi, desculpa.

Jae riu e entrelaçou nossos dedos. Olhei para frente e percebi que Jungwoo e Mingyu estavam ali também.

- Pai, o senhor está bem? – perguntou meu filho.

Olhei para Jungwoo e ele parecia um pouco aflito, mesmo que eu quisesse saber o que estava acontecendo Woo nunca me contaria, ele parece não confiar em ninguém e guardar muita coisa para si mesmo, e isso me aflige de uma maneira terrível.

- Estou sim, não se preocupe. Onde vocês estavam?

- Ali naquela lojinha de artes, Jungwoo pediu para que eu comprasse um novo conjunto de trintas. – respondeu Mingyu.

- Vocês ficaram sabendo a exposição de arte que vai ter amanhã no parque? – perguntou Bummie.

Todos negamos.

- A Yonsei University em colaboração com os alunos de artes vão apresentar seus quadros e esculturas em uma exposição amanhã a tarde.

- Nossa que legal, podemos ir tio Mingyu?

- Você deveria perguntar isso aos seus pais Jungwoo. – riu Mingyu.

- Eu sei que eles vai deixar, appa quer ficar sozinho com o papai para comemorarem o aniversário de casamento que esqueceram. – disse baixinho, mas alto o suficiente para que todos nós ouvíssemos.

Bummie e eu arregalamos os olhos, como ele?

- Jung Jungwoo como você sabe que nós esquecemos nosso aniversário? – perguntei.

- Eu sei de muitas coisas pai, muitas coisas. – piscou em minha direção.

Mas esse menino...

- Pode ir com Mingyu sim Woo, vou aproveitar e levar seu pai para passear.

Encarei meu marido.

- Você me perguntou se eu queria?

- Não precisa, sei que você vai ir. – beijou minha bochecha.

- Vocês são adoráveis, mas eu e o filho de vocês não somos velas, Ok? - sibilou Mingyu.

Rimos.

- Certo, amanhã você passa em casa e busca o Jungwoo, certo? – disse Jae.

- Certo. – concordou Mingyu.

- Vai conosco pra casa filho? – perguntei.

- Vou sim. – respondeu alegre- Obrigado pelas tintas e por ter me levado ao memorial, Mingyu hyung. – abraçou o mais velho.

- Não foi nada meu anjo, amanhã nos vemos de novo, sim?

Meu filho concordou e se despediu de Gyu.

- Obrigado por cuidar do Jungwoo, vocês fazem bem um ao outro. – agradeci verdadeiramente.

- Não se preocupa Jae, tenho Jungwoo como um filho, vou protege-lo a todo custo. – e beijou os cabelos da criança.

Bummie e eu abraçamos Mingyu antes que ele fosse embora. Logo em seguida fomos andando em direção ao carro.

- Papai, o que o senhor comprou na cafeteria? – perguntou Jungwoo.

- Bolo, quer? – ofereci.

O mesmo concordou e pegou o potinho com o doce. Abri a porta do carro e ajeitei nosso filho na cadeirinha.

- O que você estava conversando com aquele vereador? – perguntei.

- Nada de muito relevante, falando sobre alguns assuntos diplomáticos mas você sabe que eu não vou muito com a cara dele então tentei cortar o assunto o mais rápido possível, mas quando olhei você nem estava mais ali.- riu.

- Fui comprar um pedaço de bolo. – contei – Está gostoso filho?

Woo concorda e continua comendo. Resolvi me manter em silêncio sobre o que vi na cafeteria, não quero alarmar o Jaebum ou coisa parecida, pode ser só coisa da minha cabeça.


                      💫💫💫


17/12/22


- Você não acha que as pessoas vão ficar nos seguindo por ai? – perguntou enquanto amarro meu All Star preto.

- Deixa as pessoas nos seguirem, eu posso ser o presidente mas também tenho direito de sair pelas ruas com o meu marido. – afirmou enquanto arrumava os fios escuros.

Ri baixinho e me olhei no espelho.

- Parecemos adolescentes vestidos assim. – constato.

Estou usando uma calça jeans preta, moletom cor-de-rosa, e os tênis pretos. Jaebum também está usando calça preta só que rasgada, uma blusa da mesma cor com outra quadriculada de vermelho e perto por cima, e seus vans escuros.

- Não somos velhos Jae. – riu.

- O que vamos fazer exatamente? – perguntei enquanto descíamos as escadas.

- Eu só quero aproveitar esse dia com você, andar por aí como se não fossemos famosos, só um casal cheio de amor aproveitando um dia ensolarado.

- Não duvido nada que logo vamos virar notícia.

- Não me importo, não estou fazendo nada ilícito.

- Você nunca se importou mesmo. – ri baixinho.

- O que quer fazer primeiro?

- Estou morrendo de fome, vamos comer algo antes de qualquer coisa. – ditei.

- Você sempre está com fome, não me surpreende que queria comer.

Soquei seu braço e em seguida entrelaço nossos dedos. Mingyu havia passado mais cedo para buscar Jungwoo e o levar na exposição de arte, agora são por volta das três horas da tarde e eu e Bummie resolvemos sair para o nosso “encontro”.

Como prometido ele me levou para comer, fomos em um restaurante maravilhoso perto do rio Han. Depois de comermos resolvemos andar perto do rio, no calçadão, observando a paisagem bonita enquanto saboreávamos nossa deliciosa casquinha de sorvete.

- Como anda o trabalho? – pergunta Bummie.

- Ótimo, agendei uma exposição para o início do ano que vem, estou bem ansioso.

- O que pretende ter como tema?

- Sendo sincero eu não faço a mínima ideia. Pretendo pedir a opinião do Jungwoo.

- Tenho muito orgulho do nosso filho, Woo é alguém especial e temos sorte de tê-lo encontrado.

- Concordo, Jungwoo é um menino de ouro mas às  vezes eu sinto que ele esconde muitas coisas não só de nós, mas como de todo mundo.

- Ele me lembra o Renjun. Rennie sempre foi esperto demais, sabia demais, e sempre estava um passo a frente de todo mundo. Com o tempo ele se mostrou um gênio, muito espero, bom de lábia, e um excelente mentiroso.

- Como assim mentiroso?

- Não é em um sentido tão ruim, é só que ele sabe mentir para proteger as pessoas assim como para minimizar situações ruins. Eu me lembro até hoje da história de como ele soube que o Yixing hyung era seu pai biológico.

- Eu também lembro dessa história, ele sabia desde pequeno, investigou e fingiu que não sabia de nada até ter a oportunidade para contar. Acho que por eles serem bem semelhantes o Woo seja apegado ao Renjun.

Jungwoo e Renjun tem uma amizade muito adorável, eles sempre saem juntos e em todos os momentos que o Renie tem disponível ele passa com meu filho, quero dizer: passava, por que agora Renjun se afastou de todos nós, sem explicações e sem motivos.

- Sinto falta do Renjun. – admito.

- Todos sentimos, ele anda tão diferente ultimamente, será que alguma coisa aconteceu?

- Fiquei sabendo pelo Chanyeol que Chenle se mudou. – contei.

- Minseok me contou também. Não gostei muito de saber disso, meu irmão sai da casa do namorado/melhor amigo, para morar com um amigo que conheceu a menos de um mês! Não concordo com essa decisão.

- Nem eu concordo. – suspirei triste – Sinto que o Lele vem se afastando do Renie gradativamente, isso pode estar fazendo mal a ele. Meu irmão disse que Jihoon começou a atender o Renjun, talvez as coisas estejam mais sérias do que pensamos.

- Minie me disse que o Renjun tem trabalhado muito e não deixa ninguém entrar na sala dele, também falou que ele parece mais fraco do que antes.

- Temos que fazer algo, descobrir o que está acontecendo.

- Podemos tentar, não é certeza que vamos conseguir.

- Melhor tentar do que não fazer nada.

- Você tem falado com seu irmão? – perguntei enquanto olhava as várias flores plantadas por ali.

- Sim, ele anda muito sobrecarregado, e ainda tem essa coisa do “divórcio” dele com o Baekhyun e mesmo que esse rompimento seja simbólico eu tenho medo de que acabe virando real, assinado com papel e tudo. – desabafou.

- Você não acha que seria melhor para os dois? Baek já sofreu tanto, e me parte o coração vê-lo triste só de olhar para o Chanyeol.

- Se eu fosse o antigo Jaebum, provavelmente moveria montanhas para que esse divórcio acontecesse e que Chanyeol sofresse. Mas eu o perdoei a cinco anos, graças a você e ao Wonwoo eu pude perdoa-lo e entendo que meu irmão pode ser um completo idiota as vezes, mas ele é um idiota apaixonado pelo Baekhyun, e nada nem ninguém pode mudar isso.

- Fico feliz que você tenha evoluído dessa maneira Bummie, ver você e Chanyeol próximos me deixa feliz.

- Me deixa feliz também. – sorriu sincero.

Continuamos andando e conversando sobre coisas bobas até que resolvemos sentar embaixo de uma robusta árvore.

- Eu tô com fome Bummie. – digo manhoso.

- Mas de novo a Youngjae!? – perguntou fingindo irritação.

- Sim, de novo!

- O que você quer agora? – questionou rindo.

- Um sorvete e pipoca.

- Se você fosse uma menina juraria que está grávido.

- Já tenho dois filhos, não quero mais um não. – brinquei.

Bummie riu e me deu sim selinho antes de se levantar e sair em direção a barraquinha de comida. Me levantei também e segui em direção ao rio, o tempo está fresquinho mas o sol brilha com toda a sua intensidade.

Assim que sai do meio das árvores arregalei os olhos com o que vi. O mesmo menino que estava conversando com o Baekhyun ontem estava ali, parado ao lado de um banco enquanto olhava para um paninho cheio de sangue. Ele parecia perdido, pensativo, desorientado na verdade.

Esse homem me lembra muito o Wonwoo, acho que não faria mal ir lá e perguntar alguma coisa, certo? Certo. Comecei a me aproximar com cautela, mas assim que já estava quase o alcançado o mesmo pareceu sair do seu transe e correu em direção contrária à que eu estava, deixando cair o pano manchando no chão.

O paninho estava completamente sujo de sangue mas na borda havia uma pequena sigla bordada a ouro: KJH. Que diabos é isso?

- Youngjae! – ouvi Jaebum me chamar.

Guardei o paninho no bolso do moletom e me virei em sua direção com um lindo sorriso.

- Oi.

- O que veio fazer aqui?

- Vim ver o rio. Você demorou pra me achar? Desculpa, nem me atentei pra isso.

- Relaxa meu amor, eu vi você assim que cheguei onde estávamos. Toma aqui suas comidinhas, temos mais alguns minutos antes de voltar para casa.

Peguei o sorvete e a pipoca.

- Tenho certeza que vamos virar notícia no jornal. Sempre que saímos acabamos virando notícia.

- Não seja tão pessimista.

- Tá bom, não serei. Mas se tiver alguma notícia sobre nós dois no jornal você vai ter que ser o meu molde de escultura.

- E se não sair?

- Eu vou com você naquele jantar mega chato sexta-feira.

- Apostado.

E nós viramos notícia. Manchete dos jornais , capa de revista. Eu ganhei a aposta, ganhei um novo modelo.


                      💫💫💫


19/12


- Vou buscar as crianças. – avisei abrindo a porta.

Jaebum estava sentado lendo alguns papéis.

- Tudo bem, procure não demorar. Mas se ocorrer algum imprevisto me ligue, ok?

- Ok. – selei seus lábios rapidamente e sai correndo da sala.

A escola onde nossos filhos estudam fica um pouco longe e digamos que eu esteja só um pouquinho atrasado. Entrei em meu carro e sai, cheguei na escola faltando dois minutos para bater o sino.

Assim que o sinal soou, vi Jungwoo sair pelos portões junto com mais dois meninos, um deles eu sei que é Lucas já o outro eu não faço a mínima ideia. Woo me abraça e apresenta os dois meninos, o outro descubro se chamar Jaehyun, um nome bonito para uma criança bonita.

Eles me perguntaram se podiam ir lá em casa e eu de prontidão disse que sim, é bom ver meu filho buscando interagir com novas pessoas e sei que Lucas é um bom garoto. Estava tudo bem até que o pai deles chegou, e de tudo o que eu esperava vê-lo era a última das coisas.


                 💫💫💫💫


AGORA


- Nosso pai está bem ali. PAI! – gritou Jaehyun.


Olhei na direção em que a criança havia gritado e juro que meu coração quase saiu pela boca. É o mesmo homem que estava falando com o Baek, que deixou o lencinho cair e que é a cara do Wonwoo. Procurei me manter neutro, não posso expressar o que estou sentindo nesse momento.

Ele está falando com as crianças e eu só consigo pensar no quão parecido com o Wonnie ele é, se eu não soubesse que o Wonwoo está morto poderia dizer com todas as letras que esse homem é Jung Wonwoo.

Qual será o nome dele?

- ... Oi, sou Koo Wonwoo. – se apresentou.

Minha mente deu um nó e a única coisa que se passava era “caralho esse é o Wonwoo!” mas como? Eu devo estar louco.

- Jung Choi Youngjae. – sorri enquanto apertava sua mão

Preciso manter a calma, nada de surtar. Ele está tão diferente, não parece o Wonwoo que viajou a cinco anos e foi dado como morto, ele parece mais jovem e rebelde.

- Sei quem você é. – riu. – Você é muito mais bonito ao vivo. – sorriu com os dentes.

Se eu ainda tinha algum resquício de dúvida de que esse é o nosso Wonwoo, ela acabou de morrer. Esse sorriso é só dele, único.

Tem alguma coisa errada, ele parece ter perdido a memória, vou continuar bancando o sonso mas preciso ter uma conversa urgente que três pessoas.

- Obrigado. – agradeço levemente corado.

- Então Lucas quer ir na sua casa? – pergunta.

Encaro as crianças, Jungwoo estava tremendo levemente enquanto olhava para Wonwoo, Lucas parecia bem animado e Jaehyun estava calmo e pensativo

- Quero! – gritou Lucas. – Deixa pai, por favor! – implorou.

Wonu sorriu para o filho. Juro que estou tentando manter a pose mas minha maior vontade é enche-lo de perguntas e só parar quando minha mente voltar ao normal. Preciso urgentemente conversar com Baekhyun.

- Acho que não tem problema filho. Pode me passar o seu número? Assim podemos conversar depois sobre isso. – pediu educadamente.

Os piercings em seu rosto lhe davam um ar rebelde e juvenil, o cabelo claro o deixava lindo, sem contar as roupas em tons escuros e a maioria sendo de couro. Minha mente estava girando e girando mas tenho certeza que isso não está transparecendo.

- Claro.

Peguei seu celular e salvo meu número.

- Te mando uma mensagem e podemos conversar sobre as crianças.

- Sim, ótimo. – respira Youngjae.

- Tenho que ir agora, foi legal conhecer vocês, nos falamos depois. Tenham um bom dia. – se despediu.

Lucas e Jaehyun seguraram nas mãos do pai e saíram andando em direção à uma BMW preta bem polida.

Jungwoo se aproximou e puxou meu braço.

- Pai. – murmurou.

- É ele não é?

Me abaixou para ficar da sua altura.

- É sim pai. – diz com as lágrimas nos olhos.

- Você sabia que ele estava vivo não sabia? – perguntei receoso.

Woo tem uns dons estranhos, de alguma forma ele sabe tudo, TUDO, o que vai acontecer mas não conta até que tenha acontecido. Geralmente ele tenta evitar que coisas ruins aconteçam mas por algum motivo meu filho diz que não pode interferir tanto nas situações.

Não seria surpresa se ele me dissesse que sabia sobre o Wonwoo estar vivo. Admito que se ele realmente já sabia disso vou ficar muito magoado, mas de alguma forma não consigo culpar meu filho por esconder isso.

- Sabia. – respondeu baixinho.

- Por que não contou a ninguém? Você viu o quanto todos sofreram! O quanto seu appa sofreu! – perguntei exasperado.

Parei de gritar assim que ouviu o primeiro soluço e vi a primeira lágrima cair no chão. O que eu tô fazendo?

- Me-me desculpa pai. Eu juro que queria ter contado, mas não pude e ainda não posso.

Respirei fundo e abracei meu filho com carinho.

- Tudo bem. Mas você sabe que agora as pessoas vão precisar saber que ele está vivo, certo?

- Sim, eu sei. Mas ainda não é a hora certa, por favor não diga nada ao appa! – implorou.

- Tudo bem, não direi nada a ele mas vou falar com o Baekhyun.

- Tudo bem, só não diga que eu sei. – pediu.

- Tudo bem. – beijei sua testa.

Yugyeom chegou correndo afobado.

- Desculpa pai! A professora prendeu os alunos por mais tempo hoje. – disse quase sem fôlego.

Ri.

- Tudo bem meu filho. Vou deixar vocês em casa e vou ter que sair, digam ao seu appa que me ocorreu um imprevisto tudo bem?

Ambos concordam. Entramos no carro e os levei para casa, a caminho foi silencioso e incômodo. Yug e Woo não estão se falando e eu não fiz questão de tentar puxar algum assunto. Deixei ambos enfrente aos portões e pedi novamente que avisassem a Jaebum que eu precisei sair.

Assim que meus filhos saíram do carro liguei para o Baek.

- Jae! Ao que devo o prazer dessa ligação? – atendeu alegre.

- Quero Minseok e Jun na sua casa em dez minutos, estou chegando aí. – mandei.

- Que intimação é essa!?

- Precisamos conversar.

- Estou até com medo agora. Minie e Jun já estavam vindo pra cá, vou pedir que venham mais rápido.

- Ótimo, já estou chegando. – e desliguei.

Não sei o que esperar dessa conversa.


                      💫💫💫💫


Narradora:


- Gente, tem como vocês virem mais rápido? – perguntou Baek assim que a ligação foi atendida.

- Já estamos chegando Baek, pra que essa pressa toda? – questionou seu primo, Jun.

- Youngjae acabou de me ligar dizendo que precisa conversar urgentemente com nós três. Ele já está chegando, venham o mas rápido que conseguirem.

- Com certeza não deve ser nada bom. – constatou Minseok. – Estamos entrando na garagem.

- Ok. – e encerrou a ligação.

Os três melhores amigos haviam marcado de se encontrar para tentarem juntar mais pistas sobre Koo Wonwoo, foi muita sorte Youngjae ter ligado naquele momento.

Já fazem quatro dias desde que os três tiveram a certeza de que Wonwoo estava vivo. Nada muito relevante havia mudado na vida dos três amigos, como o Koo não queria lembrar do passado ele se manteve neutro e escondido, não importa onde o trio tenha ido, não conseguiam encontrá-lo.

- Chegamos. – diz Jun.

Ambos entram pela porta. Enquanto isso Youngjae estava estacionando seu carro próximo ao prédio e logo subindo em direção ao apartamento do amigo.

Enquanto subia pelo elevador Youngjae começou a pensar em toda a situação que se encontrava. Wonwoo não estava morto, parecia vivo demais para alguém que havia desaparecido a cinco anos, tantas perguntas rondavam sua cabeça.

Tocou a campainha assim que desceu no andar de Byun. Baek abriu a porta com um sorriso gentil, estava tentando esconder todo o temor que corria pelo seu corpo, ele e o Choi podiam ser amigos e até mesmo meio que familia agora, mas o jeito como havia ocorrido aquela ligação acabou assustando o cantor.

- Oi Jae.

- Oi Baekkie, posso entrar? – perguntou gentil.

- Claro. – deu espaço para o amigo passar.

Jae tirou os sapatos antes de entrar na casa do amigo. Assim que passou pela porta viu Minseok e Junhui sentados no sofá parecendo tão apreensivos quanto si mesmo.

- Sei que devo ter assustado vocês com a ligação e a intimação que dei, mas nós precisamos conversar. – disse assim que se sentou.

- Tudo bem Jae, sobre o que quer conversar? – questiona Jun.

Como mágica o clima dentro daquele apartamento ficou pesado e incômodo, pior do que antes.

- Wonwoo está vivo. – jogou na lata.

Os outros três engoliram em seco.

- Do que você tá fa-

- Não tentem me enganar, eu o encontrei três vezes! Na primeira vez foi com você Baekhyun! Na segunda foi sozinho no parque, e a terceira foi agora quando fui buscar meus filhos! Ele está vivo e vocês três sabiam disso, não mintam pra mim, por favor. – implorou

Baekhyun baixou os olhos, ele sabia que uma hora ou outra mais pessoas acabariam descobrindo sobre Wonwoo, não teria como esconde-lo para sempre.

- Sim, nós sabíamos. – quem se manifesta é Minseok.

- Por que não contaram?

- Foi um pedido do próprio Wonwoo, ele não quer lembrar o passado, contar aos outros seria um erro. – diz Jun.

- Por favor me contém o que está acontecendo. – pediu o Choi.

Minseok, Jun e Baek se entreolharam.

- Tudo bem, vamos contar. – diz Baek.

E então eles contam o que sabem. Baekhyun conta como encontrou o Jung e como foram as coisa nos últimos quatro dias, diz também que eles não sabem muito sobre o novo Wonwoo apenas que ele é um Koo agora, é tatuador e tem dois filhos.

- Conheci os filhos dele hoje. – diz Jae- Lucas ficou amigo do Jungwoo, eles querem se encontrar e por isso eu acabei encontrando o Wonwoo.

- E o que você fez quando o viu? – questiona o Zhang.

- Agi naturalmente, como se não o conhecesse. Não queria assusta-lo e essa me pareceu a melhor opção.

- Fez bem, Wonu deixou bem explícito que não quer lembrar o passado. – comenta Jun.

- Sobre a nova família dele, Rowoon esteve em minha casa na quinta. – diz Choi.

- Como!? – questionam os outros três.

- Ele foi ver os pais, pediu desculpas por ter ficado tanto tempo sem dar notícias e disse que teve alguns imprevistos por isso se manteve longe.

- Nós o vimos com o Wonwoo na sexta, eles têm alguma ligação assim como Junhoe e Jinhwan devem ter. – afirma Minseok.

Eram tantas especulações que rondavam a cabeça dos quatro, seria tão mais fácil de Wonwoo resolvesse falar, se ele resolvesse se lembrar.

- Eu acho que deveríamos contar aos outros. – diz Youngjae, depois de um longo período em silêncio.

Os outros três arregalam os olhos.

- Nós não podemos contar aos outros! Seria ir contra o que o Wonu pediu! – exclama Jun.

Youngjae não conseguia parar de pensar no que Jaebum faria se soubesse que o irmão está vivo, bem, com uma família. Ele sabe que é arriscado, mas seria pior se o mesmo encontrasse o irmão sozinho, pela rua, assim como havia encontrado.

Todos mereciam saber por eles que Wonwoo estava vivo e que havia perdido a memória, assim se caso encontrarem o Jung na rua, não fariam tanto escândalo.

- Precisamos contar, é melhor que todos saibam por nós que ele está vivo. Eu fui sensato quando encontrei o Wonwoo na rua, mas vocês acham que os outros vão ser!? Seria melhor que nós todos conversássemos com eles e explicássemos a situação com calma, assim o pedido do Wonwoo seria atendido.

E os três sabiam que o pintor tinha razão.

- Não havíamos pensado nisso, mas acho que você tem razão Jae. – concorda Baekhyun.

Baek sabia que uma hora ou outra todos acabariam descobrindo, talvez fosse mesmo melhor que todos soubessem da verdade por eles e a situação poderia ser amenizada.

- Quando? – questiona Jun.

Jun também concordava com o pensamento dos amigos, esse novo Wonwoo parecia querer ter a vida calma, uma forma de ajudar seria fazendo o proposto pelo Choi.

- Amanhã, não podemos perder tempo. Vamos falar com todos e pedir para que nos encontrem em minha casa.

- Tudo bem, eu posso mandar mensagem para todos marcando a reunião. – diz Seok.

- Certo.

Antes que qualquer um pudesse começar a falar o celular do Byun começou a tocar.

- Quem é? – questiona Jun.

Baek olha para a tela brilhante com um ponto de interrogação flutuando encima de sua cabeça.

- Não faço a mínima ideia.

- Atende e coloca no viva-voz. – recomenda Jae.

O mesmo concorda e atende a ligação.

- Alô!?

- Baekhyun?

Os quatro arregalaram os olhos.

- Oi Wonwoo, o que foi? – perguntou tentando parecer calmo.

- Quero saber se podemos nos encontrar amanhã de tarde?

- Claro, mas porque você quer me encontrar?

- Eu tomei uma decisão Baek, uma decisão sobre o meu passado e minhas memórias.


Notas Finais


Uuuuuuuuuuuu espero que vocês tenham gostado💕💕💕💕💕💕

⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️
Chenies!!!!!! My First and Last Breath está chegando aos 200 favoritos e eu só queria agradecer a todos que vieram de lá pra cá, ou começaram essa e se interessaram por ler a 1°.
Eu já disse milhões de vezes que eu não tinha perspectiva nenhuma pra fanfic e hoje eu posso dizer com certeza que estou feliz com os resultados que venho tendo. Obrigada a todos que comentam, favoritam, e os fantasminhas que mesmo não interagindo comigo eu sei que gostam de fanfic💕💕
Eu prometo tentar não decepcionar vocês e espero tê-lo comigo nos projetos futuros, bjs😘😘😘😘😘😘
⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️

O próximo capítulo vai ser narrado por alguém que talvez muitas pessoas estejam esperando🤐🤐🤐🤐🤐🤐
No final do próximo capítulo vão começar a ter "finais de ligação" momentos fora do contexto do que estava acontecendo durante a narrativa que ligam histórias de outros personagens. Pode ter ficado confuso mas vocês vão entender💘💘💘💘
Bjs e vejo vocês no próximo😘😘😘😘


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