História My First Boyfriend - Capítulo 18


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Jimin Bottom, Jungkook Top, Menção Namjin, Menção Yoonmin, Power Bottom, Taeyoonseok, Yoonseok
Visualizações 260
Palavras 1.550
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ta, eu atualizei mesmo assim... Mas talvez eu demore para voltar, por conta que preciso baixar as coisas tudo novamente!

Capítulo 18 - What is your real face?


Fanfic / Fanfiction My First Boyfriend - Capítulo 18 - What is your real face?

 

— O que pretende falar sobre ele?

— Sabe kookie… Jimin não é bem quem você pensa. No passado, ele era uma pessoa totalmente diferente, um garoto tímido, quieto, na dele… Para os outros, é claro. Quando o conheci, Park mostrou a verdadeira putinha que realmente era.

— Do que caralhos você está falando? — Jeon perguntava irritado.

— Shiih… Deixa eu terminar! Chim mentia para mim, falando que seus colegas me viam com outras pessoas, traindo-o. Quando na verdade, era ao contrário. Certo dia, eu peguei ele na cama com uma garota. Apenas dei a lição que merecia, no caso… Aquela do vídeo.

— Estuprando ele apenas para dar uma lição? Você é nojento! — O moreno dizia extremamente irritado, enquanto se segurava para não socar a cara de Naru.

— Ele estava gostando, afinal, aquela putinha implorava para eu fode-la todos os dias.

— Era só isso que queria falar? — Jeon dizia enquanto segurava seu choiro de raiva. Estava confuso, será que realmente Naru estava falando a verdade? Mas porque no fundo, seu coração dizia que há algo errado nessa história? Jimin poderia ser um babaca… Mas o mais novo sabia que o loiro não merecia isso.

— Claro que não! Vou precisar de sua ajuda em algo muito importante para mim. Claro, se não quiser que eu poste o vídeo.

— O que?

— Jungkook, Jungkook… Eu percebi a forma que você olha para meu Chim. Não quero que chegue mais perto dele, faça ele correr de volta para meus braços ou… Algumas coisinhas além dessa que eu lhe mostrei irão ser vazadas. Não quer que o Park passe vergonha, ou até mesmo mude de cidade, não é? — O mais velho dizia com um sorriso irônico em seus lábios.

— Park Jimin não é de ninguém.

— Kook… Ele é meu, e sabe disso! É apenas questão de tempo para ele voltar para mim, e eu sou capaz de tudo para tê-lo de volta.

— E Hoseok? — Jungkook tentava arrumar alguma desculpa para fazer Naru desistir da ideia de ter o loiro novamente para si.

— Ah… Ele é apenas um dos meus passatempos.

— O que? Quer saber… Vou embora, antes que eu quebre essa sua cara. — O moreno dizia enquanto andava para a sala de estar, buscar suas coisas.

—  Mas já? Está tão cedo.

— Não pretendia ficar aqui por muito tempo de qualquer forma.

— Sabe que não pode recusar, só se não se importar com o que vá acontecer com Park Jimin, seria engraçado vê-lo acabado novamente, igual à uns anos atrás…

— Chega. — Jeon dizia enquanto ia para cima de Naru, pegando seu colarinho com força ameaçando dar um soco. — Se você falar alguma coisa dele novamente, eu juro que vou te bater até você entrar em coma.

— Ora, ora… Para que tanto estresse? Vamos lá, me solte…

— Você me dá nojo!  

— Até amanhã, Kookie! Obrigado por me escutar, e a propósito, não esqueça do nosso trato!

                                             [...]

 

— Ele veio falar comigo sobre umas coisas… Apenas isso, nada demais.

— Que tipo de coisas?

— Para não queimar o filme dele com o Jeon… Se não…

— Se não o que, Park Jimin? — O platinado pergunta alterando seu tom de voz. — FALA!

— YOONGI! — Hoseok grita, querendo chamar a atenção do mais velho, que não entendia o quanto Jimin estava assustado, machucado e ainda mais, preocupado. — Se for para ficar gritando com ele, não abre a PORRA da boca! — Jung dizia irritado, pois Min só estava piorando a situação. — Ele encostou em você?

— Não. — O loiro mentiu, escondendo o fato de Naru ter tampado sua boca enquanto o ameaçava e o ofendia novamente. Sabia que no momento em que o platinado soubesse sobre tal ação, com certeza iria matar aquele monstro. — Me deixem um pouco sozinho, por favor…

— Olha, Chim… Eu sinto muito, não queria falar daquele jeito… Só não sei mais o que fazer, quero tanto te proteger! — Min dizia chateado com sua ação anterior.

— Está tudo bem, Yoonnie!

— Não está! — O mais velho dizia enquanto se abaixava, abraçando Park fortemente, depositando um selar em sua testa. — Eu te amo tanto… Não aguentaria lhe ver sofrendo novamente.

— Eu sei… Também te amo, obrigado por sempre me defender, e me proteger!

— Você salvou minha vida, Jimin! Foi graças a você que estou aqui hoje, e sabe muito bem disso.

— … E você salvou a minha, estamos quites a muito tempo.

— Sempre cabeça dura né? Bom, estarei ali. — Yoongi dizia apontando para um banco com uma distância mínima entre o lugar onde o Park estava. — Não saia daqui sem mim.

— Certo… Obrigado. — Jimin dizia enquanto retirava seu celular do bolso, com seus fones de ouvido brancos.

                                                      [...]

 

— Olha, Hosek… Seja sincero comigo, você e ele já …? — O mais velho perguntava curioso, e um pouco receoso com a resposta, pois não sabia o que viria.

— Não. Apenas saímos juntos umas três vezes, trocamos alguns beijos… E nada mais que isso. Por que você se importa?

— Porque eu te amo.

— Se me amasse… Teria me falado a verdade, não esconderia NADA de mim. Nem mesmo seus piores segredos.

— Tenho meus próprios motivos para não conseguir confiar nas pessoas para contar tais coisas.

— Você confia em Jimin… — O ruivo dizia num tom tristonho.

— Ele salvou minha vida, devo isso a ele.

— Me sinto um idiota estando aqui, igual um cachorrinho indo para você no momento em que chamou. — Jung dizia irritado, mas não com Yoongi, nem mesmo com Naru, muito menos com Jimin. Mas consigo, pois não sabia o que escolher, não sabia o que falar, muito menos o que sentir.

— O que? Do que está falando?
— Por que é tão difícil te esquecer? Se não fosse por você e Jimin, Jeon não teria se alterado tanto a ponto de fazer tais coisas.

— Por que é tão difícil você focar apenas na gente? Pare de tomar as dores de seu amigo! Eles irão se resolver com o tempo.

— Jungkook é cheio de problemas, eu não consigo… Simplesmente não dá para ignorar isso, sabendo o mal que isso o causou.

— E você acha que Jimin não tem nenhum problema? Se você acha que aquela experiência com Naru foi a única, você está muito enganado. Não sabe sequer ⅓ do que ele sofreu, o que contamos para você foi apenas uma pequena parte. Ambos sofrem, mas pelo menos Jeon não foi… Esquece.

— Não foi o que? — De repente, o loiro interrompe a conversa.

— Ei, vamos até aquela loja de conveniências aqui perto… Estou com vontade de comer alguns doces, preciso de algo para me animar. — Park falava num tom de dúvida, não sabia se isso realmente iria ajudar. Era irrecusável tal pedido do garoto que estava destruído por dentro, após ver seu pior pesadelo novamente.

Decidiram acompanhar o menor que estava triste, que estava realmente precisando de alguém, e de alguns incentivos. Dessa vez, sem sexo, apenas boas companhias e umas bebidas que não poderiam faltar acompanhadas de ótimos doces e salgadinhos.

                                                      [...]

Assim que Jeon Jungkook saiu da casa de Naru, extremamente irritado e confuso, estranhou, sua cabeça rondava várias perguntas, e nenhuma delas poderiam ser respondidas, a não ser pelo próprio Park, ou Naru.

Mas será que o mais velho realmente conta a verdade? Ou esconde mais coisas, igual Jimin faz?

Jeon sentia seu peito arder ao lembrar que terá que se afastar do loiro.  Não conseguiria ver Jimin chorando, sendo motivo de chacota por algo tão egoísta de sua parte.

Ele só queria esquece-lo, não conseguia parar de pensar nele, na sua boca carnuda e deliciosa, no beijo suave, no timbre de sua voz doce. No seu lindo sorriso, e até mesmo sua cara de cachorro sem dono quando está chorando. É a coisa mais fofa. Na cabeça de Jeon, o mesmo se perguntava o porquê de sentir tanta falta do loiro, ele precisava encontra-lo, precisava saber o outro lado da história.

 

— MERDA! POR QUE VOCÊ NÃO SAI DA MINHA CABEÇA?  — O moreno gritou, chutando uma lata de lixo que logo vira no meio da rua. Atraindo atenções das pessoas desocupadas, ou as que estavam voltando do trabalho. Logo, seu telefone começou a tocar, tirando de seu transe.

 

— Alô, mãe? O que a senhora deseja? — Jeon falava educadamente no telefone.

— Você pode passar em uma loja de conveniência para mim?

— Posso… O que a senhora irá querer?

— Alguns doces… Pode pegar alguma coisa para você também, está com a carteira, certo?

— Sim…

— Depois lhe devolvo o dinheiro, continuando, também quero energético! Aquele red bull de morango sabe? Não estou lembrando o nome correto… Mas é um vermelho, você entendeu né, filho?

— Sim, sim. Daqui a pouco estarei em casa.

— Não demore!

— Certo…

 

Assim que desligou o celular, foi em direção a lojinha, pegando os doces que sua mãe gostava, e alguns salgadinhos que gostava para si. Assim que foi em direção aos fundos, onde ficavam os freezers com os energéticos, se deparou com alguém totalmente inesperado…

Park Jimin.

Estava trajando um moletom cinza, com chinelos brancos. Em seus braços havia uma pequena cesta, com alguns doces, salgadinhos bebidas e até energéticos.

Jeon ficou estático, pois não sabia muito o que fazer. Não queria vê-lo, sabia que não podia… Mas ao mesmo tempo, queria tocá-lo, abraçá-lo, sentir aquela pele áspera, o cheiro forte da colônia do mais velho. Queria sentir novamente Park Jimin em seus braços.

 

E dessa vez, ele não fez questão de se segurar. Não dessa vez.

 


Notas Finais


Até a próxima, beijocas!


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