História My First Love - Capítulo 3


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Categorias Bendy and the Ink Machine, Five Nights at Freddy's, Histórias Originais, Transformers
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Sillypotato
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Palavras 1.332
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishoujo, Bishounen, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Lanchonete


Fanfic / Fanfiction My First Love - Capítulo 3 - Lanchonete

Os amigos teriam caminhado por um curto tempo de cinco minutos. Ao saírem do terminal, seguiram por três quadras, até enfim chegar à um pequeno estabelecimento.

Uma típica lanchonete quadrangular localizada em uma esquina um tanto movimentada. As paredes exibiam um tom de laranja claro e marrom escuro - Um grande letreiro acima da porta de vidro apresentava o nome do local e dos lanches e porções ali vendidos, assim como endereço e telefone.

Ao lado de dentro, um balcão de cozinha separava a área de trabalho das mesas de clientes, que eram coloridas e redondas; Constituídas de um tipo de plástico, comumente encontradas nos bares locais. Já ao lado de fora, mais mesas e cadeiras, onde o grupo decidia o melhor canto para se acomodar.

- Agora, para onde? - Renato tomou frente, observando a movimentação da loja.

- Isso não está muito agitado pra essa hora? - Indagou Gabriel, inexpressivo como sempre.

E de fato, estava. Apesar da vasta área reservada aos seus clientes, muitas pessoas compareciam ali, o que era no mínimo, diferente. Especialmente para uma manhã de Segunda-Feira.

- Acho que aqui já está bom. - Hinata se pronunciou, aproximando-se de uma mesa azul. Abriu a boca para falar outra vez, quando avistou Renato e Jhonatan sentados ao outro lado da calçada, em um conjunto de mesas e cadeiras vermelhas.

- Ei, pessoal! Por aqui! - Renato acenava para os demais.

- Como chegaram ali tão rápido? - Matheus questionou. Ao se virar para os outros, reparou que já haviam seguido caminho para lá. - Ah, esquece. - Murmurou para si mesmo.

O grupo fora dividido em dois locais. Na mesa vermelha, Renato, Jhonatan, Rayane, Natália e Gabriel. E ao lado, na mesa amarela,

Hinata, Caroline, Maryanna e Matheus.

- E então, o que vai ser? - O loiro sentou-se ao lado esquerdo de Carol, após puxar a cadeira para a menor se sentar.

- Está vendo, Matheus? É esse o tipo de tratamento que você deve me dar! - Mari provocou o amigo, lhe dando uma cotovelada na costela.

- Vou anotar isso! - Matheus gemeu, descontente.

- Por mim... Qualquer coisa está bom. - Declarou Caroline, como quem gostaria de ir embora.

- Não seja assim, Pequena. - O maior a chamou pelo apelido carinhoso. - Chegaremos à tempo de você assistir suas séries!

- Assim espero. - Ela rebateu, como se não fosse grande coisa. - Caso contrário, quebro o seu braço.

- Adoro essa sua agressividade. - Hinata forçava um sorriso.

Enquanto os dois se entendiam, Mariana e Matheus tentavam conter o riso.

- Vamos nos decidir logo? Eu tô com fome. - Renato fez um muxoxo. - Eu vou morrer de fome, e a culpa é de vocês!

- Sem escândalo, Renatilson. - Gabriel deu-lhe um 'pescotapa'.

- Qualquer coisa bem gordurosa pra mim, está ótimo. - Rayane afirmou, tendo o consentimento da amiga sentada a seu lado.

- Você nos conhece, mano. - Jhony resolveu se intrometer. - Faça o seu melhor!

- Tá bem. Tá bem. - O menor se deu por vencido, enfim levantando-se e indo para o lado de dentro da conveniência fazer o pedido.

Os minutos se passavam - Tudo corria normalmente, Natália e Rayane conversavam, Matheus e Mariana trocavam olhares, Gabriel mexia em seu celular, Jhonatan tirava fotos constrangedoras dos amigos em momentos de descuido, e Caroline e Hinata discutiam sobre assuntos desimportantes.

Em um segundo de distração, foi possível ouvir um baque sobre a superfície da mesa amarela.

Caroline levantou a cabeça para enxergar. Era Wallace.

- Olá meus queridos! - Disse ele em um sorriso amigável.

Wallace era um jovem de estatura alta e porte médio. Possuía pele clara e cabelos pretos ao estilo 'scene'. Os olhos eram castanhos claros, destacados por um par de óculos pretos - estilo soldador. Usava um largo capuz preto e uma calça jeans desfiada, também preta. E por fim, um par de coturnos negros.

Sua postura era um tanto quanto encurvada, o que chamava a atenção das pessoas ao seu redor.

- Hei! - Carol o tratou pelo apelido e, sem pensar duas vezes, levantou-se para abraçá-lo.

- Olá, Carol... - O maior sorriu, aceitando o abraço sem relutância, apenas para a abraçar de volta.

- O que faz por aqui? - Carol ergueu a cabeça para enxergá-lo melhor.

- Estava dando uma passadinha. Os encontrei por acaso. - Hei olhou para o lado, tentando encobrir o assunto.

- Você mora à quatro fuckings quilômetros daqui! Isso não é uma 'passadinha'. - Disse a morena enquanto fazia o cálculo. - Mas que bom que está aqui!

- Eu discordo... - Murmurou Hinata, que os observava descontente.

- Ah, Hinata... Você estava aí? Não tinha te visto. - Wallace deu um de seus famosos sorrisos sínicos.

- E você continua com o mal costume de aparecer no lugar errado na hora errada. - Disse ele, arqueando a sobrancelha esquerda.

Em instantes, teriam começado uma troca de olhares desafiadora, que logo fora interrompida.

- Voltei! - A voz escandalosa de Renato podia ser ouvida por todo o lugar.

Após fazer o pedido, vinha correndo na direção do trio, sugando o que parecia ser um sache de ketchup. A cena, por mais que fosse inusitada, aliviou a tensão do momento.

- Eaí, Renato. - Wallace desviou a atenção para o garoto.

Rapidamente, o moreno pulou em seus braços, o abraçando e ignorando Caroline por completo, assim a fazendo se afastar.

- Hei! - Exclamou. - Mano, eu tava com saudade! Nunca mais me abandone.

- Eu não abandonei ninguém. - Protestou. - Eu tenho uma vida, sabia?

- Eu sou sua vida, idiota! - Renato fez biquinho.

- É... Por aí. - O maior acariciou-lhe a cabeça.

- E então, vai se juntar a nós? - Carol dirigiu a pergunta a Wallace.

- Não se dê o trabalho, Caroline... Tenho certeza de que ele já estava de saída, não é, Hei? - Hinata se pronunciou, o observando.

- Para que a pressa, meu querido? Na verdade, eu não tenho nada importante para fazer. - Respondeu, se afastando de Renato e tomando uma cadeira para si, sentando-se ao lado direito de Carol.

- O que você está comendo, Renatilson? - Matheus demonstrou uma certa curiosidade, ao ver o amigo com o sache na boca.

- Eu não vou te dar um pouco, Matheus! - Disse ele, fechando a cara.

- Ei, Renato. Já que está de pé, peça algo para mim, certo? - Wallace enfiou a mão direita no bolso da calça, tirando sua carteira e a entregando para o garoto. - Pegue o quanto precisar.

- Deixa comigo! - Renato a tomou da mão de Hei, e novamente sumiu para o lado de dentro da loja.

- Posso saber o que você faz fora da escola? - Caroline deitou a lateral de seu rosto sobre a palma da mão direita, apioando o cotovelo sobre a mesa.

- Ah, eu... Acordei sem ânimo pra assistir aula. - Hei deu uma breve resposta, sendo encarado pela garota, que arqueava as sombracelhas.

- Você deu fuga nos professores de novo, estou certa? - A menor questionou, em um tom de insatisfação.

- Como você... - O moreno arregalou os olhos, entendendo que enfim fora encurralado.

Não entendia como a amiga tinha a capacidade de ler seus pensamentos de forma clara e com perfeita exatidão.

- Se você ficar de recuperação de novo, eu não vou te ajudar. - Prosseguiu, enfim terminando sua lição de moral.

- Entendo perfeitamente, Senhorita. - Wallace a provocou, dando um sorriso de canto.

- Onde é que está o Renato com nosso lanche? - Hinata murmurou, já impaciente, olhando para todos os lados possíveis.

Após mencionar, o mesmo vinha em direção aos demais, segurando uma grande bandeja prateada em seus braços - As quais se encontravam as porções.

Parou em frente à mesa vermelha, que estava mais próxima.

Começou a distribuir as bandejas à seus devidos lugares, sempre com elegância, como se ele mesmo fosse o garçom.

O dia estava apenas começando...



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