História My friend has a crush on you - EXO - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lu Han, Sehun, Xiumin
Tags Chanbaek, Exo, Hunhan, Kaisoo, Texting
Visualizações 342
Palavras 3.327
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpa chegar atrasada aaaaa a faculdade está me matando esse último bimestre
mas eu cheguei hehehe

boa leitura e até as notas finais xoxo

Capítulo 21 - Twenty One


Eu não sabia porque que concordei em fazer parte disso se eu nem ao menos conhecia o irmão do Luhan, e eu tinha certeza que eu ficar aos beijos com Baek na frente de Kyungsoo não ia dar certo. Mas fazer o que quando o menino que você ama te chama – quase obrigando – pra isso falando um “por favor” impossível de resistir, e seus amigos te ameaçam de te matar e jogar no lago? Não tem o que se fazer. Então estou aqui, metido em um plano estúpido que eu tinha certeza que não daria certo.

Já haviam se passado um mês desde que Baekhyun nos contou sobre o irmão do Luhan gostar do Kyun, e desde então minha relação com o Baek foi melhorando cada vez mais e a com Kyungsoo foi decaindo cada vez mais. Não que eu me importasse com ele, mas é que eu sei como é ser rejeitado e depois ter que deparar com coisas que você não queria... Na verdade, talvez eu me importe com ele, ele é frágil demais e tão amoroso que me sinto mal por isso. Mas só de lembrar do sorriso do Baek e de sua personalidade brilhante – que é o oposto da minha – já afirmo que, na verdade, essa foi a melhor coisa a se fazer. Nós ainda não estávamos namorando pois nenhum dos dois teve coragem de pedir, até porque nos conhecemos pessoalmente fazem apenas um mês e algumas semanas então seria muito apressado. Então estamos em um tipo de relacionamento aberto, eu acho.

O dia do filme seria hoje e todos já estavam avisados de que seria na casa do Baek e, como eu já tinha ficado ali para dormir, estava ajeitando as coisas com ele. A casa era simples e ele morava com a mãe, que eu descobri ser muito simpática e não tem nenhum preconceito sobre nosso relacionamento – aliás, acho que ela é quem mais apóia – me fazendo sentir mais confortável ali. Não questionei a ausência do pai pois sabia que não tinha necessidade de saber disso, da mesma maneira que eu não queria explicar a ausência de minha família inteira. Depois daquele dia, que expliquei sobre meus cortes no pulso, Baekhyun disse que iria esperar para que eu estivesse pronto para me abrir com ele e, sério, eu só consegui confirmar mais ainda o quanto aquele garoto era bom demais para mim. Cheguei até a pensar que eu não o merecia, coisa que talvez seja um pouco verdade.

- Terror ou ação? – ele parou em minha frente mostrando as duas opções de filmes para assistirmos depois, mas era tão cedo para decidir aquilo – Vamos, channie, me ajuda.

- Ainda são duas horas da tarde, Baek... – disse o puxando para o meu lado em seu sofá e ele se sentou deixando os filmes em seu colo. – Eles vão chegar só mais tarde.

- Mas e se não der certo? – deitou a cabeça em meu ombro e eu me aconcheguei para acariciar seus cabelos macios, outra coisa que com certeza foi para a minha lista de coisas favoritas no mundo. Soltei uma risadinha fraca, como podia ser tão inseguro aquele garoto? – O Luhan disse que o Jongin disse que o Kyungsoo não fala muito com ele .

- E eu estou dizendo pra você relaxar um pouco. – ele se aconchegou mais em meu colo e concordou com a cabeça. Não daria em nada se ele ficasse nervoso com aquilo, era só um filme e não tinha nada para dar errado. – Onde sua mãe foi?

- Ela foi pra casa do namorado dela porque disse que não queria ficar com gritaria na cabeça.

- Mas você não é tão escandaloso assim na ca... – antes de terminar a frase ele me bateu no braço, me fazendo rir fraco vendo seu rosto vermelho, e fiz falsa indignação na voz. – O que foi?

- Seu idiota, não era esse tipo de gritaria que falei.

Ele riu virando o rosto e, eu posso até dizer várias vezes mas, seu sorriso era a coisa mais linda que já vi em toda a minha vida, principalmente quando era eu quem provocava. Aquele sorriso que faziam suas maçãs do rosto ficarem mais visíveis, podia melhorar o dia de qualquer um por ser tão cativante e feliz. Baek era , com certeza, o sol. O meu sol.

Segurei calmamente seu rosto e dei um selinho, depois vários beijinhos pela bochecha e, no fim, um na testa, terminando a trilha de beijos. Ele me olhou com uma expressão tão calma, mas que transbordava felicidade e amor nos olhos, e eu provavelmente estaria do mesmo jeito olhando para ele. Ele juntou nossos lábios com delicadeza e eu estava sentindo mais uma vez seus lábios macios e com gosto de morango que eu tanto adorava e ansiava. Sabe aquele beijo que faz você sentir um gelado gostoso na barriga, e quando fecha os olhos imagina várias cores passando em sua mente como rojões brilhantes, suas mãos formigam e seu cérebro automaticamente se desliga de tudo ao redor e somente foca nos lábios junto aos seus? Eu sentia isso toda vez que beijava Baekhyun, pois era como se beijasse ele pela primeira vez, era como se fosse a primeira vez que eu sentia seu gosto, sua maciez e suavidade, era como se fosse meu primeiro beijo de todos. E era incrivelmente assustador como eu sentia aquilo todo santo beijo, como eu me sentia um virgem de doze anos perto dele. A cada dia que passava eu me apaixonava de novo, e mais ainda por ele, me apaixonava por cada gesto novo, cada expressão, cada movimento, cada fala, cada birra. Eu me apaixonava todo dia por Baekhyun. E eu estava amando isso.

- Hey – ele separou nosso beijo e me olhou novamente, se sentando agora de frente para mim com as pernas cruzadas em cima do sofá – Você escreveu só aquela letra ou tem mais?

- O que? – me assustei com sua pergunta repentina e totalmente involuntária dele sobre minhas músicas e corei por lembrar dele ter escutado uma – Eu...Só tenho aquela, por enquanto.

- Hm... – ele abaixou a cabeça e eu estranhei sua atitude. Ele queria ouvir mais? Me envergonhei só de pensar que ele teria gostado da música e quisesse que eu cantasse para ele. – Eu vou me apresentar mês que vem.

- Já? – É mesmo, ele tinha a apresentação de canto que eu tinha prometido ir, como eu poderia esquecer disso? – Eu vou poder ir, né?

- Sim, claro! – ele deu um sorriso grande por eu ter perguntado e se levantou. – Eu vou tomar um banho, estou com calor. Você pode esperar no quarto.

Antes que pudéssemos ir, bateram na porta, fazendo Baek bufar irritado e se dirigir para a mesma, encontrando lá um Sehun perdido e sozinho. Enfoque no “sozinho” que era uma coisa que ele nunca ficava, ainda mais depois de ter começado a namorar Luhan. Ele deu um risinho sem graça olhando para mim, enquanto Baek apenas virou as costas e foi para seu quarto tomar banho, me deixando encarregado de receber Sehun em sua própria casa.

- O que foi? – ele me perguntou enquanto entrava e se sentava no sofá, vendo minha cara triste. – Ah, eu fui empata foda, não é?

- Cale a boca, Sehun.

A verdade era que ele tinha sido sim um empata foda, atrapalhando o momento íntimo em que eu e Baekhyun poderíamos ter passado. Poderíamos, se não fosse por essa porta ambulante e alaranjada, que no momento não estava junto de sua sombra e namorado Luhan, chamado Oh Sehun. O fato de ele estar aqui antes pode significar duas coisas: ou ele brigou com Luhan ou ele veio sem que Luhan soubesse. E pela cara de “perigo” que ele estava fazendo, seria provavelmente a segunda opção.

- Você já está melhor? – perguntei enquanto Sehun observava as fotos de criança de Baekhyun que ficavam na estante da casa. Quando vi aquelas fotos pela primeira vez, me perguntei como poderiam achar que uma criaturinha tão fofa como ele era feio, sendo que nas fotos ele era uma criança completamente normal e bonitinha como qualquer outra. Sehun se virou, sorrindo e assentiu enquanto colocou o porta-retratos de volta na estante. – Não sente dor mais?

- Só às vezes dói um pouco as costas, mas acho que é normal. – Sehun sentou-se ao meu lado e ficou me olhando como se esperasse uma resposta para todo aquele problema que estávamos passando. Mas infelizmente eu não tinha nenhuma resposta plausível para tudo aquilo. – A gente tá perdido agora, não é?

- Eu nunca achei que fosse ter tanto medo de morrer como eu tenho agora. – suspirei enquanto jogava a cabeça para trás e recebi uma cotovelada de Sehun que sorria, mesmo que fosse um sorriso carregado de medo e frustração. Ele sabia o que eu sentia, e também sentia o mesmo. – Parece que agora tudo se resume nele e eu não quero perder isso.

- Eu sei, eu sei. – Sehun se jogou no sofá, deitando ali como se fosse em sua própria casa, recebendo meu olhar de reprovação que o fez rir mais ainda. – Eu também tenho medo disso, mas sabe...

- O quê? – Me acomodei no sofá, deixando Sehun colocar suas pernas em meu colo enquanto eu ainda olhava para o teto, ouvindo o som do chuveiro do quarto de Baek no fundo e ele cantarolar baixinho. Uma trilha sonora perfeita.

- Eu sei que se eu morrer, o Lu vai conseguir alguém melhor... – Eu quis retrucar, dizer que aquilo era mentira, ou dizer que eu não poderia dizer o mesmo, mas o problema é que eu sabia que aquilo era verdade. Nós dois temos um passado deveras horrível, traumatizados. Somos – como dizia um dos professores – um encosto da sociedade. – Mas eu não quero que ele ache alguém melhor.

- A gente não vai morrer, ok? – Sehun me olhou com sua expressão preocupada de sempre, compartilhando da mesma tristeza que eu, mas sorriu leve depois que me viu retribuir o olhar. Nós iríamos nos proteger a todo custo, sempre.

- Quem vai morrer? – Baek apareceu na escada, me fazendo pular de susto e colocar a mão no peito enquanto Sehun caiu do sofá e tentou se situar aonde estava enquanto se levantava e acariciava sua própria cabeça. Baek riu alto enquanto passava a toalha nos cabelos e andava em direção ao sofá.

- Você se continuar a me assustar assim, praga. – Falei enquanto ele se sentava em meu colo, rindo mais ainda quando Sehun se sentou envergonhado no outro sofá por ter sido pego aproveitando de uma casa que nem era sua. Dei uma fungada no pescoço de Baek, sentindo todo o cheiro de maracujá de seu creme, e bem escondido um cheiro de erva doce do seu sabonete. – Está cheiroso.

Deitei a cabeça no ombro dele enquanto ele abraçava meu corpo e acariciava meus cabelos, me fazendo acalmar apenas com aquilo, sentindo como se estivesse livre de problemas. Notei enquanto olhava minuciosamente cada detalhe de seu rosto e pescoço que bem na linha da mandíbula estava escondida uma pequena pintinha, me fazendo sorrir enquanto olhava e pensar que até suas pequenas pintinhas eram perfeitas e fofas.

- Ei. – Sehun disse, como em um lembrete de que ele ainda estava ali, fazendo nós dois rirmos e Baek se sentar ao meu lado colocando a toalha em seus ombros, e Sehun sorriu satisfeito.

- Eu nem perguntei. Por que você está aqui mesmo? – Baek perguntou, e Sehun fez uma cara de chocado, como se aquilo fosse um convite indireto para que ele fosse embora. – O quê?

- É que o Luhan estava chato demais então eu vim pra cá pra não ficar sozinho.

- Ah, uma pena mesmo. – Baek disse outra vez, fazendo Sehun suspirar derrotado enquanto se aconchegava mais no sofá fofinho da sala, e eu apenas ria de tudo aquilo, de meu melhor amigo estar sendo enxotado da casa por Baek e mesmo assim não se dar o trabalho de levantar e sair.

 

. . .

 

Kyungsoo foi o que chegou primeiro (tirando Sehun que já estava ali fazia horas) e fez com que o clima pesasse um pouco sobre a sala, lançando olhares tristes para mim e para Baek enquanto tentava prestar atenção em seu próprio celular. O silêncio ficou por horas, sendo cortado por apenas alguns comentários desnecessários de Sehun, ou por perguntas de Kyungsoo sobre nosso relacionamento.

- Estamos apenas... tendo algo. – Baek respondia toda vez que Kyungsoo perguntava, me fazendo sorrir triste por apenas “termos algo” mas nunca uma coisa concreta.

Luhan chegou depois de algumas horas, afobado e gritando pelos ares por Sehun ter deixado ele sozinho com o irmão na casa sem nem ao menos ter avisado que já estava aqui. Jongin, que vinha logo atrás, grudado em seu irmão, estava casualmente bonito, com uma calça preta e uma regata larga, destacando os músculos de seu braço. O cabelo em um topete jogado para trás poderia fazer qualquer um – inclusive a mim mesmo – suspirar apaixonado com sua beleza sobrenatural. Era quase impossível de imaginar que um garoto com aquela aparência pudesse ser tão tímido e ter tanta vergonha de conversar com as pessoas, principalmente com quem gostava.

Foi difícil de se enturmar com ele no começo, obtendo respostas apenas como “sim” ou “não” ou respostas rasas que respondiam perguntas rápidas. Qualquer um daquela sala ou até mesmo de fora conseguiria perceber que isso se dava ao nervosismo sem tamanho do garoto, que estava propositalmente sentado ao lado de Kyungsoo. Suas mãos tremiam toda vez que Kyungsoo se mexia, e uma gota de suor descia a cada pergunta feita ao mesmo. Depois de muito tempo ele começou a se soltar, rindo das piadas e compartilhando momentos de sua vida sem medo de ser criticado. Sem medo de que suas respostas afetassem de alguma maneira seu relacionamento pré-existente com Kyungsoo.

O filme escolhido havia sido terror, e Baek me explicou depois o porque. Kyungsoo, como um belo medroso de plantão, se assustava muito fácil, sendo assim, como ele estava do lado de Jongin, o mesmo procuraria refúgio no moreno quando cenas assustadoras aparecessem na tela. Seria um plano perfeito se o filme escolhido não tivesse sido Atividade Paranormal  4, o qual ninguém mais aguentava assistir. Depois de horas de tédio, vendo um filme que de nada assustava, Baek finalmente trocou, colocando um de drama e romance, o qual todos criticaram mas começaram a assistir mesmo assim.

Depois de dez minutos de filme, eu já estava me remoendo de fome, então me ocupei em fazer a pipoca para todos os famintos do local. Separei certinho três potes, ficando cada um para um “casal” para que dividissem, e quando terminei de despejar a pipoca nos três, Baekhyun apareceu na cozinha, sorrindo meigo indo em direção à geladeira. Aproveitei aquele momento em que estávamos finalmente sozinhos em algum lugar para abraçar o corpo pequeno do outro, que sorriu e encostou a cabeça em meus ombros.

- Eu já te disse que está cheiroso? – Baek riu, se virando para mim e colocando seus braços em meu pescoço se apoiando ali e balançando positivamente a cabeça. Se inclinou fechando os olhos e eu fiz o favor de memorizar aquela cena antes de selar nossos lábios pela primeira vez na noite, calmo e tranquilo, como um beijo apaixonado deveria ser.

- EI POMBINHOS. – Sehun gritou da sala, quebrando todo o clima me fazendo sorrir ao ver Baek revirar os olhos e bufar baixinho em reprovação enquanto se soltava e buscava o resto do refrigerante que tinha na geladeira. – ESTAMOS COM FOME.

Voltamos para a sala, com Baek olhando sarcástico para Sehun, e eu entregando os potes para cada casal. Antes que pudessemos voltar ao filme, Luhan se levantou, desligando o aparelho fazendo todos ali olharem indignados para o mesmo. Ele apenas sorriu e pegou mais um tanto de pipoca, colocando na boca logo depois.

- Estava chato demais. – disse de boca cheia enquanto acendia a luz da sala e sorria ao ver a cara de sono de todos tentando se acostumar com a recente claridade. – Vamos fazer algo mais animado, por favor.

Eu, assim como Baekhyun, havia entendido o sinal de Luhan. Não era porque estava chato e sim porque o objetivo principal da noite (que era tentar fazer Kyungsoo e Jongin ficarem mais próximos) não estava sendo concluído. Acenei concordando com Sehun e vi Baek se levantar e ir na cozinha. Logo depois ele voltou com algumas garrafas de cerveja, me fazendo sorrir por sua rebeldia e por furtar algumas das bebidas alcoolicas de sua mãe da geladeira.

- O que vamos fazer? – Kyungsoo perguntou, vendo as garrafas se posicionarem na frente de cada um, devidamente abertas e cheias, e Baek sorriu quando terminou e se sentou novamente ao meu lado.

- Vamos brincar de alguma coisa que envolva bebida, ué. – Baek disse simplista, dando o primeiro gole em sua cerveja, vendo Kyungsoo balançar a cabeça negativamente e suspirar baixinho. – Vamos jogar “eu nunca.”

- Ah, é muito clichê. – Sehun disse, tomando um gole da cerveja de que já era familiar, degustando algo que não bebia faziam tempos e sorrindo ao sentir o gosto forte descer por sua garganta. – Parece que somos pré-adolescentes em uma festinha.

- Dê uma ideia melhor então. – Baek o encarou e seu silêncio já disse a resposta. Ele sorriu e ditou as regras. – Quem já fez, bebe um gole. Se apenas uma pessoa fez ou não fez, ela terá que pagar uma punição.

- Punição? – Jongin perguntou preocupado, enrolando os dedos e tremendo suas pernas enquanto segurava a garrafa se perguntando se devia jogar ou não.

- É, nós escolhemos.

O jogo havia começado, com algumas pessoas bebendo e outras pagando micos simples como imitar uma galinha ou mandar áudio para algum contato aleatório de seu celular. Depois de uma simples pergunta, eu fui o único que bebi da cerveja, sendo fuzilado com os olhares por todos, que me olhavam como se eu fosse uma ovelha no meio de lobos. Sehun sorriu divertido e eu já pensei na merda que o mesmo poderia falar. Ele sussurrou para Luhan e os dois concordaram, terminando a discussão sobre a punição ali mesmo.

- Beije Baekhyun na nossa frente. – ele ditou e eu olhei para Baek que olhava para Kyungsoo. Eu sabia que isso não podia ser bom, mas infelizmente era a punição. Como eles não especificaram o beijo, apenas dei um rápido selinho em Baek, que corou logo depois tampando suas bochechas de uma maneira fofa. Kyungsoo, por outro lado, bufou baixo e respirou fundo enquanto os outros gritavam um coral de “EEEEE”. Em um ato repentino e rápido (digno de Do Kyungsoo, diga-se de passagem) Kyung segurou o rosto moreno de Jongin e o beijou ali, como em uma vingança pelo que fizemos com ele. O único problema era que, de um simples selinho, Kyungsoo se deixou levar pelo beijo do moreno, sendo seguido por outro coral de “EEEEE” comandado por mim e Baekhyun que gritávamos alto.

O momento de felicidade de todos e o beijo do provável mais novo casal da roda de amigos se desfez após o toque estridente de meu celular, anunciando uma mensagem de um número desconhecido e marcado como restrito. O coração acelerou enquanto eu desbloqueava a tela e quando vi a mensagem paralisei no lugar, tentando esconder o aparelho a todo custo. Sorri fraco para Baek depois, como em uma desculpa para relaxar, e puxei Sehun para a cozinha. Desbloqueei mais uma vez o celular e mostrei para ele.

- Puta merda. – ele disse baixo enquanto mantinha os olhos atentos no aparelho, e olhou rapidamente para fora da janela, tentando descobrir quem havia mandado aquela mensagem. Mas estava mais do que óbvio de quem tinha sido. Era uma mensagem direta e simples, mas que fez com que nós dois soubéssemos que o pior estava por vir.

 

Número desconhecido:

Está curtindo a noite? Parece divertido, não é mesmo?

Te achamos, orelhudinho.

 


Notas Finais


UMA INFORMAÇÃO: Em um dos capítulos anteriores, Chanyeol tava tomando banho e teve um flashback de quando estava apanhando com Sehun de uns caras aí. Vocês lembram do que o chefe deles chama o Channie? Pois bem.

TEVE KAISOO SIM AAAA
E sehun maior empata foda que vocês conhecem kkkkkkkkkkkkkk
mais uma vez desculpa por atrasar hoje a, tive que fazer um relatório sobre um personagem e fiquei o dia inteiro fazendo isso e só pude postar agora que cheguei da faculdade.

muito obrigada por todo o carinho que vocês me dão, muito obrigada pelos favoritos e comentários, eu amo vocês nhonho


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