História My Fucking Psychological - Capítulo 1


Escrita por: e hobi4ever

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Got7, Jikook, Kookmin, Lemon, My Fucking Psychological, Tragedia, Yaoi
Visualizações 11
Palavras 1.020
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente ^^, voltei com uma fic nova dessa fez com objetivos concretos e junto com a @hobi4ever, que vai me ajudar com os capítulos.

Irei explicar meu objetivos nas notas finais, por isso peço que leiam okay

(Um cap sera lançado por mim e outro pela @hobi4ever e assim por diante)

Boa leitura ❤

Capítulo 1 - O começo de tudo e mais um pouco


Fanfic / Fanfiction My Fucking Psychological - Capítulo 1 - O começo de tudo e mais um pouco


Bom... Por onde posso começar? 


Meu nome é Jeon Jungkook e eu sou uma pessoa que pode ser considerada fudida nessa vida. Se indentificou? Então vem comigo porque você vai saber todas as merdas dela desde o começo e como eu conheci a melhor pessoa da minha vida.


[...]


- Quantos aninhos vuxe tem? - perguntava de forma simples


- Hum? Eu tenho isso - Mostrei quatro dedinhos com o objetivo de faze-lo entender 


- Bom, eu tenho cinco. Você parece legal... Podemos ser amiguinhos? - Acenei com a cabeça em resposta.


Nesta época eu tinha quatro anos, sim quatro, mais espera, que sempre vem coisa pior.


Eu era muito sociável, puro, e não sabia nada desse mundão gigante que nos cerca. E é por esse motivo que eu só me ferrei mais ainda.


Como eu disse, eu sempre fiz amizade fácil, mais eu não sabia o verdadeiro motivo e o que se passava na cabeça das pessoas, eu nunca fui capaz de sabe-las, e até agora não sei...


Me lembro bem até hoje. Eu fiz amizade com todos da sala, falava com todos, e foi esse um dos meus erros. Pode parecer bem bobo, mas fez muita diferença na minha vida, tanta que parece que a virei de cabeça para baixo e chacoalhei.


- Kookie, vem cá - Fui chamado para trás da quadra. Fazia quase um mês desde que cheguei nesta escola e até agora estava indo tudo bem.


- O que foi? - Perguntei como se não quisesse nada


- Sabe o Bruno? - Assenti. Era um garotinho da minha idade que sismava em ficar grudado em mim o tempo todo. Ele adorava ficar de mãos dadas comigo, o que me incomodava muito por conta dos olhares e o que falavam de nós - Eu não quero que você fique com ele.


- Puquê? 


- Eu não gosto dele. Se você for realmente meu amigo pare de falar com ele - E concordei mais uma vez


Mas é aí que começa a dar a famosa merda... Sabe esse garotinho que vivia agarrado em mim? Então... No dia seguinte adivinha o que ele falou pra mim. 


Exato, ele falou a mesma coisa para mim na escola. Eu só concordei, e assim ficou durante mais ou menos um ano.


Eu ficava com um e quando o outro perguntava se eu estava com ele eu mentia, inventava uma desculpa. Era como uma pessoa casada que traia a esposa por nada mais nada menos que uma obrigação que nem sequer existia.


Eu segui estudando com as mesmas pessoas até o 5° ano, mas chegou uma hora que eu cansei, contei tudo para os meus pais sobre o Bruno, que ele ficava agarrado em mim e sempre puxava a minha mão para ficar a segurando. Vivia grudado comigo, quase nem me restava ar para respirar.


E isso tudo, essas simples palavras arrasaram essa pessoa, ele parou de falar comigo e me deixou. Mas depois de tudo veio o sentimento de culpa, parecia que eu ficava solitário, e eu não gostava dessa idéia, odiava ficar sozinho. Odiava a ideia de ficar sozinho.


Enquanto isso tinha uma menininha que era minha amiga. Voltando um pouco atrás no tempo, quando eu ainda tinha 4 anos...


Aconteceu algo, que até hoje eu não me lembro, que brigamos durante anos e anos. E um tempo depois, quando eu já tinha crescido um pouco, com seis anos de idade. Descidi perguntar a minha mãe - que na época era a minha fiel conselheira - o porquê dessa garotinha gostar tanto de brigar comigo... E a resposta foi simples.


- Ela pode estar gostando de você... Pergunte a ela, você vai ver, vai ser melhor - e foi justamente isso que eu fiz.


Na época estava tendo um passeio se eu não me engano para um zoológico, e como eu já tinha arranjado um novo melhor amigo - o qual eu não me arrependo até hoje de ter feito tal coisa -. Ele era super gente boa comigo, era a melhor pessoa que eu já havia conhecido. No dia eu havia levado uma câmera, tirando com ela a nossa única foto juntos. Na fila onde estávamos para ir para o ônibus estava a menininha, que havia acabado de chegar.


Segui o conselho da minha mãe e fui até ela. Estufei o peito e peguei coragem para dizer:


- Eu queria saber de uma coisa - Chamei sua atenção - Porque você gosta tanto de brigar comigo? 


- Eu não sei - Se recolheu um pouco


- Você... Gosta de mim? - Joguei a bomba. Ela parou um pouco para pensar mais logo afirmou


Fiquei um pouco chocado deveria dizer. Eu não sabia, e tive que arrumar muita coragem pra perguntar isso diretamente afinal de contas, não é todo dia que você consegue fazer isso, ainda mais perguntando diretamente para a pessoa que você mais odeia.


Mas a nossa briga continuou, e acho que até hoje temos sobrando um resquício desse ódio um pelo outro no qual nem nos lembramos do motivo de ter começado.


No 6° ano foi quando eu fiz uma das maiores burradas da minha vida. Esse ano o meu melhor amigo tinha se mudado e as salas haviam se misturado completamente, mas infelizmente eu fiquei na mesma sala da menininha que adorava me importunar.


Tinha um garotinho com uma voz estranha na minha sala, e só de pensar no que eu fiz com ele eu fico muito mal, hoje em dia nem sei como eu tinha coragem de fazer tal ato.


Eu mudei, completamente. Virei quieto, quase mudo. Um fantasma no meio da sala, eu não conseguia mais fazer amizades tão facilmente, acredito que foi pelo tamanho vazio que me deixou quando o meu melhor amigo me deixou, afinal éramos muito apegados.


Enfim, nesse mesmo ano, 6°, eu ficava como vigia na sala, num tédio, com vergonha de até mesmo chamar a professora, sim, eu tinha vergonha até disso, e até hoje tenho. Porém isto é outro caso.


Esse garoto se chamava Hugo, me lembro bem de seu nome até hoje. Ele tinha uma voz estranha ao ver de outras pessoas, inclusive do meu. Ele me chamou atenção, eu comecei a me aproximar dele sem intenção de nada, talvez, mas eu me enganei, e muito.



Continua???


Notas Finais


Quem diria kkkkk o meu famoso "continua???" ficou intacto 😂.

Mais enfim, vou esclarecer o que eu disse nas minhas notas...

Essa fic tem o objetivo de abrir os olhos de pessoas que passam por dificuldades, tanto de depressão, quanto falta de ânimo e etc.
Quero mostrar para as pessoas que elas não são as únicas passando por isso e vou tentar ajuda-las com essa fic.

A história desse cap foi feita sendo 100% verídica, ou seja, ela é 100% real. Estes fatos realmente aconteceram okay?

Resumindo, quero ajudar pessoas que tem problemas emocionais, motivação dentre muitas outras coisas com essa fic. Eu vou passar histórias reais e também um pouco fictícias junto da @hobi4ever para tentar ajudar pessoas com o decorrer dela.

Enfim, se vocês gostaram não deixem de me dizer. Quero saber a opinião de vocês sobre, e caso tiverem duvidas não exitem em perguntar okay?

Beijins e até o próximo cap ❤


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