História My Fvcking Best Friend - Capítulo 12


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Categorias Ahn Jae-Hyeon, Bangtan Boys (BTS), DAY6, F(x), Got7, Red Velvet
Personagens Ahn Jae-Hyeon, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Krystal Jung, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Seulgi, Young K, Yugyeom
Tags Amizade, Assassinatos, Colegial, Day 6, Got7, Hoseok, Jikook, Jimin, Jungkook, Kang Seulgi, Kim, Krystal, Krystal Jung, Min, Namjin, Namjoon, Originais, Red Velvet, Seokjin, Sequestro, Seulgi, Shoujo, Sope, Sugahope, Taehyung, Trafico, Violencia, Yaoi, Yoongi, Yoonkook, Yoonseok, Young K
Visualizações 21
Palavras 3.074
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi
N sei oq tô fazendo aqui de novo
3k e lasqueirinha bem lindo pra vcs
Fiz tudo hj quando bateu aquela inspiração foda né
Não me responsabilizo por danos psicológicos
Entendam como quiser
Mais informações nas notas finais
Valeu falou
Saranghae~~ <33

Capítulo 12 - Eleven


Fanfic / Fanfiction My Fvcking Best Friend - Capítulo 12 - Eleven

— T-Taehy — eu murmuro, tentando me afastar.

— Taehyung, cuide dos chorões, eu tenho de falar com a Eun. Fique com meu celular  — ouço Yoongi dizer pouco antes do aperto do Taehy afrouxar e Yoongi me puxar para longe, nem sequer me deixando ver o que quer que fosse.

Yoongi e eu paramos a alguns corredores de distância, na área de história. Yoongi para na minha frente e me encara, cauteloso, preocupado, confuso e incerto ao mesmo tempo. Eu coloco minhas mãos nos bolsos do moletom.

— O que foi? — eu pergunto após uns segundos.

— Por que não me disse que foi sequestrada? — ele pergunta de repente.

Se eu estivesse com algo na boca, com certeza cuspiria agora.

Ajeitei minha postura e engoli em seco.

— Do que está falando?

— Não faça a sonsa, Kim Eun Bin — ele suspira exasperado. — Você estava tensa e desviou o olhar quando o Taehyung fez aquela brincadeira. A questão é: quando ia me dizer?

— Nunca — eu admito, vendo ele rir (com certeza irritado) e cruzar os braços. — Eu não podia.

— Pelo amor de Deus, Eun Bin! Isso não é brincadeira, agora até a velhota morreu alí e- — ele se interrompe ao notar o que acabou de dizer.

Meu coração para por uns instantes. Minha respiração fica entrecortada e eu me afasto um pouco.

— O quê?

— Não se preocupe com isso — ele tenta aliviar.

— Como não, Yoongi?! — eu grito, mas abaixo o tom novamente, respirando fundo. — Como não? Estamos presos aqui por causa dessa nevasca de merda, e agora você me diz que alguém entrou por sei-lá-onde e matou a bibliotecária? Como eu não vou me preocupar? Yoongi, ninguém sabe que a gente tá aqui — eu sussurrei a última parte, lembrando que todos a acabarmos aqui foi mera coincidência, uma conveniência.  — A gente vai morrer — eu completo, desviando o olhar e saindo da casinha enquanto bagunço meu cabelo. — A gente vai morrer e virar espíritos malignos, azedinho. A GENTE VAI MORRE- — após todo meu escândalo gritando, Yoongi tapa minha boca e olha para a direita.

Sigo seu olhar. Nadinha. Então ouço passos pesados demais para serem de algum dos nossos amigos.

Deus, eu vou morrer e eu nem me formei ainda. Ainda nem me casei, nem tive filhos, ainda nem tenho um marido pra segurar minha mão quando estivermos velhinhos e morrermos juntinhos.

A possibilidade da morte me deixou melosa, finge que não aconteceu.

Yoongi me olha.

— Fica em silêncio — ele pede, e eu assinto antes de ele tirar a mão da minha boca.

— Se eu morrer primeiro, promete que vai colocar um desenho do Light Yagami no meu túmulo?

— Você não vai morrer, idiota — ele revira os olhos e se abaixa, pegando uma-

— Por que você está com uma arma amarrada tornozelo? — eu pergunto de olhos arregalados enquanto ele se levanta. Yoongi dá de ombros.

— Por que eu não estaria? — retruca.

Pai nosso que estás nos céus,

Cuida da alma do pobre Hoseok,

Porque com um namorado desse,

É sorte chegar ao final do ano,

E estamos no início de dezembro.

Amém.

Ou talvez amor, no lugar de sorte. Mas se for, o azedinho nunca admitiria.

Que gatinho mais egocêntrico.

— Fique atrás de mim — ele pediu, e eu logo o fiz, começando a caminhar bem atrás dele, agarrada em seu casaco. — Você realmente não ia me dizer algo, ia?

— Eu te conheço. Se fizesse isso, poderia te colocar em problemas, em perigo.

— Meu amor, eu sou o perigo em pessoa — ele brinca. Não sinto a graça. — Não faça mais isso. Senão quem vai ficar em perigo é você.

— Eu já não estou? — eu rio, rio de nervosismo mesmo.

Dou um pulinho quando ouço ele engatilhar a arma.

— Ainda lembra como usar uma dessas? — ele pergunta, pegando outra daquelas da parte de trás de sua calça, e colocando-a na minha mão.

Peppa Pig. Eu prefiro assistir Peppa Pig. É um castigo menos pior.

Eu só quero o meu pai, socorro Deus.

— Yoon, eu tinha quatorze anos quando você me ensinou.

— Ótimo, ainda está fresco — ele murmura. E então diz num tom mais elevado: — Eu não acho que tenha alguém aqui, Eun. É melhor voltarmos.

Coloco a arma que ele me deu no bolso do moletom. Yoongi se encosta numa estante, então me manda voltar para perto da entrada onde todos estão quando ouve algo do outro lado e sai.

De acordo com o cabo gelado que se infiltra por baixo do meu casaco e a mão na minha boca, ou o intruso distraiu o Yoongi para pegar a presa mais fácil (ou seja, eu), ou são intrusos.

— É só ficar bem quietinha que ninguém se machuca, docinho.

Pai nosso que estás nos céus…

Autora P.O.V.’s

Na frente da biblioteca, mais afastados do corpo gelado e falecido da antiga bibliotecária, parte dos jovens estavam sentados e abraçados enquanto fingiam não estar com medo.

Krystal pegou o celular que Yoongi deixou na mão do Taehyung, e estava jogando Symphony no.5 de Beethoven, o que, para Alice, que estava ao seu, lado, soava…

— Se sua intenção era deixar o clima mais assustador — ela sussurra —, você tá de parabéns.

— Hum — Krystal murmura, concentrando-se ao máximo no jogo para que não perdesse e voltasse para a realidade bem ali na sua frente.

E Alice, a doce Alice Grant, estava preocupada com outra coisa. Algo que ninguém naquele prédio poderia saber. Algo que a estava deixando realmente nervosa.

— Vou ir ao banheiro — ela murmura, se levantando.

Ao lado, Jimin estava com os lábios apertados, o coração acelerado, pensando por que não ficou em casa como sua madrasta pediu, ajudando nos afazeres. Estava sentado encostado, abraçando as pernas e com a cabeça apoiada nos joelhos.

Por mais que odiasse, não conseguia não olhar para a cena na sua frente.

Junghee, quando foi assassinada, estava, aparentemente, sentada em sua cadeira. Sua cabeça e braços estavam caídos em cima da mesa, seus olhos estavam abertos e o líquido vermelho chegava a escorrer e pingar no chão.

A cada gotinha que caía, Jimin se perguntava por que isso estava acontecendo justamente naquele dia, naquela hora.

— Não olhe para isso — Jungkook disse em tom ameno, atraindo a atenção do Park.

— Não tem como, eu… — ele não sabia o que dizer. Por mais que tentasse, as palavras não saíam, estavam entaladas; ele estava em choque.

O Park sempre foi muito sensível, e aquele acontecimento… é quase certo que deixará marcas nele.

— Está com medo? — Jeon perguntou, recebendo um aceno positivo do mais novo. Jungkook suspirou.

E foi uma mistura de confusão, agradecimento e apreciação que tomou conta do pequeno Park quando Jungkook se aproximou e puxou o garoto para ficarem mais próximos, colocando a cabeça dele em seu colo. Jeon alisou e afagou os cabelos de Jimin, que se acalmou mais diante dos acontecimentos, mesmo que não completamente. Era um avanço.


Alice parou no corredor 27, de geografia, e pegou o enorme livro sobre toda a história das terras de Vellary, então o abriu, suspirando com uma mistura de sentimentos negativos.

— Não está mais aqui…


Taehyung, é claro, estava preocupadíssimo com a Eun Bin, que saiu há quase dez minutos com o Yoongi, e a falta de luz só ajudava em sua ansiedade.

— Tá todo mundo morto — Hoseok murmurou temeroso ao lado de Taehyung, que o encarou confuso. — A gente vai morrer, eu tô falando. Olha só a pobre da senhora Junghee.

— Por favor — Taehyung murmura. — Você conhece o namorado que tem. Tá mais para ele matar seja lá quem fez isso tudo.

— Ele não é um assassino — protestou o Jung, que amenizou o tom em seguida. — Eu acho…

— Eles estão bem. Eu tenho certeza disso. — Taehyung disse mais para si mesmo, dando um tapinha de encorajamento nas costas do Jung.

No minuto seguinte, todos se levantam ao ver Yoongi aparecer ofegante e com uma arma na mão, se apoiando nos joelhos. Em primeiro lugar, ele respira fundo até poder se estabilizar, então explica.

— Eu vi um cara correndo, e segui ele. Atirei na perna dele, e o filho da puta continuou correndo mancando. Ele também estava segurando algo debaixo do braço, mas não pude ver o que era. Mas o doido deve fazer parkour, porque deu uma- — ele se interrompeu ao ver apenas seis pessoas no local. — Cadê a Eun Bin?

— Como assim, “cadê a Eun Bin”? — Taehyung se aproxima de Yoongi, que continua não ligando para ele e olhando em volta. — Ela estava com você!

— Eu a mandei voltar há minutos, seu paspalho! — Yoongi exclama.

E quando o som do tiro de uma arma é ouvido, todos se mantém em silêncio.

— O que foi isso? — Krystal pergunta assustada, tentando iluminar o lugar, que vez ou outra se iluminava com os raios.

— Foi uma .45 — Alice consta, lembrando das aulas que seu pai lhe dera.

Então todos foram a passos cautelosos até onde o som tinha vindo.

P.O.V.’s Kim Eun Bin

Eu estava lá, de pé, encarando o homem na minha frente, tossindo e com o furo de uma bala na área do pulmão. Meu coração só faltava pular para fora.

Pulei como um gatinho assustado quando todos apareceram na estrada do corredor, olhando de mim para o homem caído, e vice versa. Taehy foi o primeiro a vir até mim.

— O que aconteceu? — ele perguntou, segurando meu braço esquerdo enquanto tirava a arma cautelosamente de minha outra mão e a jogava no chão. — Você está bem? — ele continuou perguntando até que eu voltasse a mim, me analisando por completo, de meu pescoço até o corte na minha bochecha e no lábio inferior.

— Ele não... — eu começo, piscando algumas vezes. — Ele não me tocou — eu suspiro, de alguma forma aliviada. — Eu… estava com tanto medo, Taehy — admito, olhando para ele. — Eu estava com muito medo…

— Não precisa mais ficar, Bin-ssi — ele me consola, me abraçando e apoiando o queixo em minha cabeça, enquanto o abraço forte de volta.

Já eram quatro. Praticamente um mês, e eu já tinha visto quatro pessoas mortas, sem contar a senhora Junghee. Mas eu…

— Eu matei ele, Taehyung — eu digo em não mais que um sussurro, sentindo meus olhos arderem. Taehy me aperta mais forte. — Eu fiz isso. Eu…

— Você fez o que devia fazer — ele me interrompe, e eu suspiro. — Não se culpe. Não foi sua culpa, foi autodefesa.

— Então por que me sinto tão culpada? — eu pergunto mais para mim mesma, e Taehy se mantém em silêncio. Afinal, se eu não sei, como ele saberia?

Eu não conseguia pensar nem falar nada mais. Meus pensamentos passavam tão rápido, que nem mesmo consegui organizar ou entender. Minha consciência foi se apagando aos poucos até que eu caísse num sono profundo e muito desejado.

∆•∆•∆

— … bem, mas precisa ser monitorada por mais umas horas.

— Muito obrigada, doutor.

— Ela vai acordar, Joonie, fique calmo.

Abro os olhos bem devagar e vejo appa Seokjin e Namjoon sentados em duas poltronas ao meu lado.

— Ap… appa? — eu pergunto com a voz meio grogue, e eles logo se levantam. Appa Namjoon segura minha mão e se abaixa para beijar minha testa. — O que aconteceu? Quando vocês voltaram? Appa Seokjin, me belisca — pedi, com medo que fosse um sonho.

Appa Seokjin ri e vem para o outro lado.

— Vá com calma, morceguinha, você precisa descansar um pouco.

— Graças a Deus que você acordou! — Appa Namjoon exclama, me abraçando em seguida. Appa Seokjin bate em seu braço de leve.

— Você também, Namjoon. A menina tá frágil, não tá vendo?

Eu rio, contendo as lagriminhas de felicidade que queriam sair. Deus, como senti a falta deles!

— O que aconteceu comigo? Há quanto tempo eu tô aqui? — perguntei, tentando me sentar na cama.

— Você ficou aí por três dias — Seokjin responde, e fala novamente antes que eu me desespere. — Acalme-se, já falamos com o diretor e você vai poder pegar as atividades com algum dos seus amigos e entregar até segunda-feira.

Eu suspiro aliviada e encosto a cabeça no travesseiro.

— E então? Conseguiram fazer o que foram fazer lá em Harbor Bay?

— Sim, e temos novidades — Appa Namjoon e Seokjin se entreolham, e eu fico ainda mais curiosa.

— Vamos nos mudar para uma casa melhor e mais segura que antes e…

— … Enquanto eu trabalho na área de psicologia — Appa Seokjin complementa —, Namjoon vai ser o diretor do Hospital.

— Diretor? — pergunto, olhando para meu appa, chocada enquanto ele assente. — Meu Deus, isso é incrível!

— Realmente — ele concorda, mas logo a porta é aberta e Taehy passa, seguido por... dois... policiais…

— O que está…? — comecei a perguntar, mas então os últimos acontecimentos iluminaram a minha mente e eu abaixei o olhar.

— Senhor Kim, sua filha já é adulta. Gostaríamos de conversar apenas com os envolvidos, por favor.

— Claro — appa Seokjin confirma, impedindo Appa Namjoon de dizer algo, e vai para o seu lado, segurando-o pelo braço.

— Grite se precisar de algo — Appa Namjoon murmura ao dar um beijo na minha bochecha, e então eles saem.

Eu suspiro, e olho para o Taehy, que senta na cama do meu lado e segura a minha mão. Forte. E me olha. E, apenas com o movimento dos lábios, ele diz “eu estou aqui”. 

— Caralho, eu vou chorar — eu murmuro fazendo ele rir. EQM (Experiência de Quase Morte) é uma parada louca, me deixou toda sensível.

— Então — um dos policiais pigarreou, chamando nossa atenção. — Podemos começar?

— Claro — eu suspiro e me encosto mais no Tae. Isso vai demorar. — É claro…

∆•∆•∆

— Não, eu já disse — eu bufo, tentando ao máximo manter um pouco de educação pelas autoridades. — Ele me… me agarrou por trás. Ele tinha uma arma também, eu só consegui me virar quando ele o fez! — dane-se a educação. — E-ele me segurou pelo pescoço, qualquer movimento em falso e ele iria quebrar meu pescoço, o que esperavam que eu fizesse? Eu só aproveitei a primeira chance que tive! — eu me irrito, levando involuntariamente minha mão esquerda até o meu pescoço, que estava meio roxo, de acordo com o Taehy. E ainda doía um pouco, mesmo com a morfina.

— E tem ideia do por que ele queria...? — ele deixa a pergunta no ar e eu suspiro. 

— Nem um de nós conhecíamos aquele cara — Taehy diz em tom elevado. — Como poderíamos saber o que ele queria? 

— Um dos seus amigos disse ter visto o cúmplice sair com algo — o outro policial consta. — Sabem o que era? 

— Não tem como a gente saber disso — eu digo com os dentes cerrados. Eles eram surdos ou o quê? — Eu estava muito ocupada sendo agarrada por um deles para saber o que o outro queria — ironizei, bufando e cruzando os braços.

— Meus filhos! — a senhora Kim exclamou assim que invadiu a porta. Quando seus olhos bateram em mim, se encheram de pena e preocupação, assim como em seu filho. — Ai, meu Deus…

— Senhora, estamos no meio de uma-

— Calem-se! — ela grita para os policiais, que se levantam ao verem quem era. — A menina acabou de acordar, dêem um tempo.

— Mas, senhora Kim…

— O caramba! Eu sou a prefeita dessa cidade, e é uma enorme falta de respeito o que estão fazendo! A garota está em choque e vocês estão se aproximando assim? Saiam antes que eu pare de ser educada.

— Sim, senhora — ambos murmuram, saindo do quarto.

— Obrigada, senhora Kim — eu agradeço, realmente aliviada de não ter que reviver tudo aquilo agora.

— Não há de quê, meus amores — ela sorri, se aproximando de nós.

— Omma, não devia se aproveitar do cargo assim — Taehy diz em voz baixa, e ela apenas aperta sua bochecha.

— Eu tenho que proteger minhas crias. Falando nisso, como o Yoongi conseguiu aquelas armas?

— Ele tem o pai que tem — eu dou de ombros, rindo baixo.

— Tal pai, tal filho — Taehyung completa. 

— Aquele Min Daeho — a senhora Kim murmura irritadiça, mas logo suaviza o tom. — Bom, pelo menos dessa vez serviu para algo. Assim, eu vou comer alguma coisa, não comi quase nada hoje.

— Omma — Taehy chama em tom de repreensão. A senhora Kim ri.

— Não se preocupe, meu doce. Eu volto daqui a pouco — ela beija nossas testas e sai do quarto. E mesmo tendo dito que ia comer, ainda ouvíamos ela falando com os meus pais do lado de fora. Taehyung ri.

— Como você está? — ele pergunta, deitando ao meu lado, de lado, e se apoiando no cotovelo enquanto me olha.

— Melhor, eu acho — eu murmuro baixo, relaxando os músculos.

— Sabe que vou estar sempre aqui, não é? — ele sussurra, passando um braço pela minha cintura. — Pode me contar qualquer coisa.

— O Yoongi te contou, não foi? — eu suspiro. Estava claro que ele apenas queria plantar mais confiança para eu lhe dizer tudo. Ele acenar com a cabeça foi só a confirmação concreta. — Eu ia te contar, Taehy, eu juro…

— Não se preocupe com isso agora — ele me interrompe. — Quando você estiver melhor, falaremos e faremos o que quiser.

— Faremos?

— Entenda como quiser.

Um minuto de silêncio.

— Taehy! — eu exclamei rindo quando entendi, e dei um tapa em seu braço. — Seu pervertido!

— Eu estava falando de pichar os muros escondidos, Bin-ssi — ele faz uma expressão inocente. Se eu não conhecesse, até acreditaria. — O que você estava pensando, hein?

Eu apenas balancei a cabeça enquanto sentia seus dedos acariciarem minha a esquerda da minha barriga. Parei quando o senti ficando mais próximo de mim, e fiquei totalmente sem reação quando ele me beijou. 

Ele sabe muito bem o que eu estava pensando.

Eu não sei explicar o que estava sentindo naquele momento. Tinha tanto tempo que eu não beijava alguém, achei que estava virando BV de novo.

Mas era bom, e não me arrependi quando correspondi. Os lábios dele simplesmente tem uma textura macia e delicada, e a vibe simplesmente batia, entende? Nossa vibe sempre bateu. E eu não conseguiria, nem um milhão de dólares, dizer que eu não queria ou não gostei disso; seria mentira.

Por um momento, consegui me ver casada e com cinco crianças correndo pela casa, ou em mim com o Taehy juntos na velhice.

Por um momento. Até que pensei se realmente chegaria tão longe na vida.


Notas Finais


Eu n tenho nada a declarar
Só sei q de nada sei
Tô em dúvida se ela morre "por acidente" no final ou não
Mas releva
Writer problems
Okay
Vejamos
Acho que não tenho mais nada pra dizer...
Talvez eu traga algo dia 10, em meu niver
aceito presentes rs, zoeira
Enfimmmmmm, a possibilidade de eu vir rápido assim é meio nula.
Eu não sou boa com prazos. Posso dizer dia 10, mas não saberia dizer de que mês \(°v°)/ risos
Aaaah, sim, mais uma coisa. Se vc tá aqui procurando hot, seqsu, sinto dizer que, por mais que eu mesma quisesse, não vai rolar.
Decidi encarar a realidade que não sei escrever isso. Vamos, eu sou uma adolescente virgem e BV, não sei de nada dessas coisa... Nada além do que li em fics e etc rs.
Sinto desapontar, mas pelo menos tô sendo sincera. E é bem mais confortável pra mim escrever sobre algo que domino, entendem? Senão ia ficar mais irreal do que essa história já é kskksksks
Falei demais de novo
É isso
A titia Psycho aqui ama vocês
Falooou <33


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