História My Gangster - Zayn Malik - 2 Temp. - Capítulo 3


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Categorias Bebe Rexha, Little Mix, One Direction, Zayn Malik
Personagens Bleta "Bebe" Rexha, Harry Styles, Jade Thirlwall, Jesy Nelson, Leigh-Anne Pinnock, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Perrie Edwards, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Gangue, Mistério, Romance, Sexo
Visualizações 47
Palavras 939
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um capítulo para agradar à vocês. Espero que gostem e vejam um pouco do lado sentimental de Zayn.

Capítulo 3 - Capítulo 3 -


Estava no quarto onde Sophie estava. Vê ela ali, cheia de fios te tubos me deixou muito chateado. Aquilo só demonstrava que eu não soube protegê-la, que fui um péssimo namorado e um péssimo noivo também.
Abaixo meu olhar e fiquei ficando o chão por alguns instantes. Fiquei lembrando do que o médico disse. Aquilo foi um tiro no meu peito, saber que ela podia esquecer de tudo que passamos era doloroso demais pra mim.
Comecei a andar de um lado para o outro, procurando palavras pra dizer. Mesmo sabendo que ela não iria ouvir.
Não consegui pensar em nada, absolutamente em nada. Só o que vinha na minha mente agora, era o Doutor dizer aquelas palavras.
Me sentei na beirada da cama onde aquele ser angelical estava deitada e comecei a acariciar uma de suas mãos. A pele dela estava gélida, sua respiração devagar demais, sua pele pálida...e seus batimentos cardíacos devagar.
Segurei firme a mão dela e deixei as lágrimas que prendo o tempo todo descerem.
Acariciei as costas da mão dela com o dedão.


- Me perdoa - sussurrei. - Me perdoa mesmo meu amor.

Olhei para ela esperançoso. Queria ouvi-la dizendo "Não é culpa sua amor.", "Isso poderia ter acontecido com qualquer um." Ou simplesmente um "Vai ficar tudo bem." Mas não, a única resposta que recebi foi o do silêncio. Aquela droga infernal do silêncio.
Ergui meu corpo até o topo da cabeça de Sophie e a beijei na testa. Me levantei e fui para o corredor espairecer um pouco. Precisava de ar.
Me sentei numa das cadeiras perto do quarto de Sophie e comecei a lembrar do Doutor me dizendo o que ela tinha. E o que isso podia trazer futuramente.


*Mais cedo*

- O senhor é o acompanhante de Shopie Moreland? -Perguntou um senhor de jaleco branco vindo até mim.

-Antes de dizer qualquer coisa, eu assenti com a cabeça - Como ela está? - Perguntei ansioso com a resposta.

- Ela está bem... - ele deu uma pausa demorada e retomou o que estava falando. -...ela está sofrendo de perda de memória. Ainda estamos fazendo se isso é permanente, mas ela está bem.

Ouvir que ela podia esquecer de tudo me doeu o coração. Não consigo me imaginar namorando ela, principalmente sem ela saber quem eu sou.

- Enquanto ao tiro? - Perguntei

- Ela está em coma. Não sabemos quando ela pode acordar.

Isso foi a cota d'água. Ela está em coma. Meu mundo estava desmoronando e eu não sabia o que fazer, não sabia a quem pecorrer. Minha mãe já tinha acabado de voltar pra casa, não queria tira-la do conforto.
Olhei pro chão sem saber direito o que dizer. Até sentir uma mão no meu ombro. Levantei o rosto e vi que era o próprio Doutor.


- Olha rapaz, eu peço que não se preocupe. Iremos fazer de tudo para que sua namorada sobreviva.

- Eu sei que vão. - Sorri fraco.

- Porque você não vai comer algo? Você deve está com muita fome.

- Não consigo comer. Meu estômago parece não deixar.

- Olha rapaz, de um jeito ou de outro você precisa se alimentar. Você precisa está forte pra quando ela acordar, tenho certeza que ela vai precisar bastante de você.

*Off*

Lembrei que o Doutor disse pra ir comer algo, pois Sophie precisaria de mim forte para ajuda-la. Então fui até o refeitório do hospital e como o que estavam servindo.
Quando terminei, voltei paro o quarto de Sophie e fiquei sentado na cadeira a olhando.
Fechei meus olhos e dei uma cochilada


*Dia Segunte - 8:30*

Acordei com a luz do sol invadindo o quarto. Olhei para Sophie e ela ainda estava dormindo, me levantei e fui até ela. Me aproxei e beijei sua testa.
Fui até o ouvido dela e pronuciei as seguintes palavras:


- Eu estarei com você, custe o que custar.

Repolsei mais um beijo na testa dela e fui até o banheiro fazer minhas higienes. Quando terminei voltei até o quarto e me sentei na beirada da cama de Sophie e passei uma de minhas mãos nos cabelos dela. Era tão bom passar a mão neles sem precisar ouvir ela reclamar.

- Por favor, você precisa ser forte e voltar pra mim - beijei a boca dela. - Não consigo viver sem você nos meus braços.

A olhei chateado. Aquilo ainda me dois muito, era difícil acreditar que ela estava ali deitada, por conta de um tiro que levou no peito.
Sim, eu a imaginava deita ali. Mas por esta prestes a dar à luz ao nosso primeiro filho.
Mordo meus lábios e olhei pro teto, segurando o choro eu a olhei de novo. Podia vê-la sorrindo de novo, se intrometendo nos meus assuntos de novo, podia vê-la com aquele olhar provocante, com aquela malícia toda nos olhos e quem satisfazia.
Estava viajando. Até que alguém bateu na porta e me tirou de meus pensamentos.
Fui até a porta e a abri. Acabei dando de cara com um homem que nunca tinha visto na vida, ou se já tivesse visto -, não estava me lembrando.

Bebe:

- Amor vamos logo, eu quero ver como minha amiga está.

- Calma gatinha, só me deixe terminar de me arrumar.

- Está bem - fui até meu guarda-roupa e peguei um casaco. - Será que ela está bem?

- Claro que está, ela é uma garota forte. E não  é por causa de um acidente que ela vai deixar de ser forte.

- Corri até Louis e o abracei fortemente. - É tão bom ouvir essas palavras amor.

- Eu sei que é.



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