História My Girlfriend Is A Zombie - Capítulo 11


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Categorias Supergirl
Personagens Alex Danvers, Eliza Danvers, James "Jimmy" Olsen, Kara Zor-El (Supergirl), Lena Luthor, Personagens Originais, Winslow "Winn" Schott Jr.
Tags Kara, Lena, Romance, Supercorp, Zumbis
Visualizações 62
Palavras 3.031
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


BEM VINDOS AO DIA Z.

Capítulo 11 - Kara e Lena - Nação Z


LENA

 

 Eram quase todos assassinos de aluguel, bêbados de bares, homens e mulheres dispostos a qualquer coisa por uma pequena riqueza, todos inescrupulosos que estavam dispostos a ferir uma adolescente, dispostos a ferir a fofura que é a Kara. Como eles poderiam feri-la? Kara consegue ser tão amável, fofa, meiga, linda, bonita, gata, sexy e... E Foco. Acontece que eu rastreei o celular de Kara que estava em seu bolso, sério que não a revistaram antes? Foi assim que eu a encontrei em um túnel de esgoto, distante da cidade, a diversos tuneis debaixo da cidade, todos ótimos para um sequestro e tortura, claro assassinato também. Pensei que Kara fosse morrer, por mais que eu soubesse que ela era forte, que podia muito bem se defender, apenas o pensamento de que ela não estava comigo, segura, me deixava transtornada. Eu preocupada com uma zumbi quase imortal, eu disse quase.

 Cheguei no exato túnel de esgoto, fedorento e sujo, onde mantinham Kara. Cheguei no momento certo, Kara estava correndo perigo, aquele homem estava prestes a matá-la, apenas um disparo e ele foi-se ao chão. Minha mãe tem armas em casa, acho que tenho que agradece-la depois, por mais que repudie armas, desta vez ela se tornou útil. Atirei novamente, agora contra a mulher que estava à frente de Kara no chão, ela não morreu de imediato, e poderia nem chegar a morrer, não atingiu um órgão importante, e ela parece não sangrar muito, Deus como eu vou saber, não sou medica. O que aconteceu logo depois me fez pensar, a mulher citou Maxwell Lord, ele e minha mãe são eternos rivais, ele a odeia, é um ódio mutuo. Ele contratou essa gente para acabar com os zumbis criados pelos testes da L’Corp, provavelmente ele descobriu o plano de minha mãe e pretendia para-la, eu ficaria ao lado dele, mas Maxwell ordenou que matassem minha Kara, ninguém que ordene a morte da minha amiga merece meu respeito.

 Droga. Kara entrara em uma rota de vingança, ela com certeza vai atrás do Maxwell, e para não deixa-la só, terei que ir junto, mesmo que ela não permita, eu vou porque não posso perde-la, de novo não. Droga eu fui me apaixonar logo por uma zumbi.

 Kara estava alterada, andava de um lado para o outro no quarto, já eram quase seis da tarde, Kara estava estressada porque o plano que ela havia planejado para pegar Lord estava prestes a ser executado. Minha mãe não estava em casa, como de costume, tivemos liberdade para planejar contra ela e Maxwell, percebi logo de início que não seria fácil parar qualquer um deles. Sinceramente Kara queria ir atrás dele assim que deixamos o túnel, o plano é meu, ir a noite é a maneira certa, temos que ser sutis, ágeis e espertas, sem contar com a força e a velocidade zumbi de Kara. Deixe de lado a fome por cérebros, as mudanças de humor repentinas, a aparência alterada, esqueça isso, Kara ser uma zumbi é demais, tudo que ela já era foi melhorado com a transformação, sei que ela não gosta muito da mudança, mas eu adoro a Kara assim.

 Ela deve pensar que eu a acho um monstro, mas eu não penso assim. Mesmo naquele dia no beco, onde Kara espancou aquele homem, seus olhos, sua pele, estavam diferentes, ela parecia um animal, era pura fúria. Kara batizou de modo zumbi total, eu gostei. Ela fica mais forte naquele estado, se vamos contra Maxwell nós precisaremos da Kara no modo zumbi total.

- Tudo bem? – Kara cessou seu caminhar, que mais parecia uma maratona, no quarto e se sentou ao meu lado na cama. Ela parecia mal, estava perdida, poderia dizer que Kara estava com medo.

 Kara não sabe esconder suas emoções, sei quando está feliz, quando está animada, quando está triste, pensativa, com medo. Ela estava, mas não era errado, eu também estou com medo, caramba nós vamos mesmo invadir as industrias Lord, isso é uma merda, estou me contendo por ela, por Kara. Senti que precisava conforta-la, como sempre faço, e ela não fica atrás, sempre que preciso, Kara está aqui, ou na casa dela, depende.

 Peguei em sua mão esquerda, Kara a usava para apoiar seu corpo na cama, como qualquer pessoa faz. Sua mão estava fria, as vezes esqueço que ela está meio que morta. Ela moveu seu rosto na minha direção assim que sentiu o toque, não sei se ela ficou surpresa, nos beijamos de novo no túnel, será que ela não se importou? Não significou nada?

- Lena eu não quero que venha comigo. – Ela olhou no fundo dos meus olhos, aquele profundo azul, que parecia estar prestes a derramar lagrimas aos montes, olhava diretamente nos meus olhos, e eu penso, como ela pode ser perfeita? – Eu posso me ferir e me curar, mas você não, Lena se você for e algo acontecer eu nunca vou me perdoar. – Kara ficou de frente para mim, se sentando com as pernas cruzadas em cima da cama, aproximando seu corpo do meu, e nesse momento eu sinto que devo fazer algo, como beija-la.

- Não. Kara não importa quantas vezes você diga, eu não vou ficar, eu vou com você, queira você ou não. Eu amo você e estamos juntas nessa. – Ela sorriu, ficando toda vermelha quando disse que a amava, nem havia notado o que tinha sido dito, não me importei, apenas segurei em suas bochechas rosadas e selei nossos lábios em um beijo.

 Um beijo calmo, sem afobação, sem gemidos, sem respiração falha, apenas um beijo carinhoso para dizer eu te amo. Kara separou nossas bocas, ainda de olhos fechados e testa rente a minha, Kara fungou o nariz e pareceu sussurrar algo que da primeira vez que ela disse eu não havia compreendido.

- Sinto muito Lena. Eu ignorei tanto isso, é um saco pensar que poderíamos estar juntas desde o dia em que nos conhecemos, no Obelisco quando você me beijou. – Disse Kara na mesma posição anterior, agora em um tom fraco, como se estivesse fraca e poupando palavras, uma voz tão meiga que parte o meu coração. Sim eu tenho um.

- O que importa é que estamos juntas agora, e que nunca mais vamos nos separar. Kara eu não ligo se você é uma zumbi, eu até gosto, não te acho um monstro, você é a garota que tem meu coração e mãos, a garota que me protege como ninguém. Você é a minha heroína Kara Danvers. – Ergo seu rosto, para poder olhar Kara nos olhos e me declarar, não importa quantas vezes eu já fiz, sempre que puder eu vou me declarar para ela.

 Sei que não podemos ter uma relação sexual, não podemos transar droga, isso pode transmitir o vírus que Kara possui para mim, que merda, não é? Não importa, ainda podemos dar uns amassos deitadas na cama. Sou a garota mais sortuda na face da terra, posso beija-la quando quero, acariciar seu rosto, apalpar seus seios, sua bunda... Oh Deus. Sussurrar em seu ouvido algo pervertido, eu posso tela nos meus braços, posso quase tela por completo, quase. Droga esse quase me mata.

 

KARA

 

 Eu não sei como Lena suporta tudo isso. Eu não conseguiria, ela pode me beijar, me apalpar... Que delicia aquelas mãos firmes de Lena na minha... Apenas não podemos ir mais fundo, ela pode se transformar. É uma droga, quero me entregar completamente a Lena, mas não posso, que droga de vírus da porra. Desculpa a língua. Apenas nos beijamos sem parar na cama dela, foi bom, foi ótimo, mas eu queria mais, eu queria dar mais a Lena. Ela merece alguém que possa fazer isso, tenho que dizer a ela que me deixe, mas sei que Lena nunca fará isso, parte meu coração, toda essa merda.

 Já estava na hora. Eu e Lena estávamos em frente as industrias Lord, admirando o grande edifico do Maxwell, o último andar era onde ele estava, era de onde eu o jogaria, depois de comer o seu cérebro. Não sei como Lena consegue tudo isso, a garota tirou de sua bota um cartão de acesso, o cartão que nos levaria ao último andar.

- Lee. – Sinalizei para Lena que dois guardas estavam se aproximando do elevador, ela tinha que se apressar, parece que aquela porcaria não estava funcionando. Merda isso me deixa uma pilha, diria até furiosa.

 Enquanto Lena estava agachada em frente a porta do elevador tentando faze-lo funcionar, eu me levantei e parti para cima dos dois brutamontes no corredor. Um homem cheio dos músculos, branco e careca, uma coisa do cão, foi o primeiro que tive que colocar para dormir. Entrei no modo zumbi total e soquei sua cara de estranha forma. Bati a cabeça dele no bebedouro ao lado e fixei meus olhos vermelhos de fúria no homem logo atrás. Esse era mais forte, me jogou contra a parede e nada pude fazer, apenas gemer de tanta dor. O desgraçado usou sua raminha de choque para me imobilizar, mas nada ajudou, apenas me fortaleceu, me deixou mais furiosa, ainda mais forte, o que não nos mata nos fortalece.

 Puxei a arma dele pelo fio que estava preso ao meu peito e a usei para acertar sua cara chata. Quando Lena se aproximou apavorada eu voltei ao normal, ao que parece, Lena é minha ancora.

- Tudo bem Lee sou só eu. – Eu pensei que pela sua feição apavorada, Lena estivesse assustada comigo, mas não era, ainda bem, não quero que ela me veja como um monstro que pode perder o controle e feri-la.

- Eu sei ridícula, vamos Ka nós precisamos subir mais. – Lena se aproximou e me puxou pela mão até o elevador. Ela ainda me trata feito um bebe, é tão fofo, mas... Bem, mas nada, é só isso, é fofo.

 Subimos até o último andar, a porta do elevador se abriu revelando um corredor escuro, iluminado apenas por uma porta no fim do extenso corredor, a porta estava fechada, mas havia luz pelas frestas, havia alguém lá, tenho certeza de que Maxwell está aqui, estou pronta para lutar, e Lena também. Lena pegou na minha mão e juntas começamos a andar em direção a porta, o corredor decorado com vasos de plantas bonitas e genéricas de qualquer escritório, samambaias eu acho, um tapete vermelho que se estendia até a porta da sala, nossa esse Max deve ter um ego bem elevado. Lena estendeu sua mão, firme até demais para abrir a porta, eu não vou abri-la e minha mão está um caos.

- Eu disse que não queria ser interrompido. – Disse o homem no fim da sala, observando a cidade do alto de seu escritório, uma vista incrível mesmo, a janela, uma grande vidraça, toda de vidro azul cobalto entregava um ar misterioso.

 Havia outra porta ao lado dele, uma porta de saída para emergências, precavido. A mesa dele estava de frente para a porta que eu e Lena usamos para entrar na sala, não sei porque ele não está sentado lá, se ele não tivesse dito que não queria se interrompido eu teria pensado que ele nos aguardava.

- Sr. Lord. Viemos para debater, se não se importa. – Lena foi direto ao centro da sala, direcionou o homem ao sofá que estava posto contra a parede entre as duas portas. Lena é extremamente sexy assim... Foco Kara foco.

- Lena Luthor e sua namorada morta viva. Sabe eu pensei que teria problemas, mas não com duas adolescentes. – O homem mesmo estando sobe a mira de uma arma se mantinha calmo, fazia piadas, essa segurança toda vem de onde?

- Porque fez tudo isso, antes que eu deixe minha namorada, que tem nome, comer seu cérebro. – Lena enfiou a arma na cara dele, violenta como nunca antes visto, de novo ela é sexy demais, porque eu a evitei tanto mesmo?

- Sua mãe planejou transformar o exército americano em zumbis consciente, armas imparáveis, o governo aceitou o projeto, eu também achei interessante, seriamos os lideres do mundo todo, mas sua mãe convenceu ao presidente que seria ainda melhor transformar a américa em um pais de mortos vivos, ela iria transformar a todos em zumbis, isso é demais, então eu contratei pessoas para sabotar os testes e claro matar cobaias sobreviventes como seu cão de guarda ali atrás. – Maxwell apontou sua mão na minha direção, ainda que Lena soubesse de quem se tratava, ela olhou para trás.

 Maxwell tinha razão, Lena e eu sabíamos disso, mas a maneira como eles fez as coisas estava errada, agora ele iria pagar. De repente a porta de saída e abriu e dela saiu uma Lillian Luthor e dois capangas. Eles tentaram me pegar, mas Lena apontou a arma para os dois e sua mãe os mandou recuarem, agora estamos todos olhando o paranoico do Maxwell Lord rir de toda a situação.

- Mãe você planejou tudo isso? Planejou transformar a nação em mortos vivos, planejou matar o Lord, planejou matar a Kara? – Lena estava mais transtornada do que eu, acho que ela não suportou a ideia de que sua mãe teria a coragem de me matar sabendo que iria feri-la junto, o ódio que Lena sentira por sua mãe acabara de ficar maior.

- Desculpa por sua namorada filha, mas não importa mais. O plano corre como esperado, os Estados Unidos acordara amanhã para um novo dia, todos os alimentos, desde frutas e verduras, laticínios, carne vermelha, todos os alimentos contem uma amostra do vírus que sua garota carrega, o presidente autorizou o meu projeto, amanhã todos que se alimentaram dos alimentos distribuídos por todo o pais na quarta feira se transformarão, então você e sua namorada poderão ficar juntas, filha você pode ser feliz com ela, livre sem se esconder. – Lillian tentou se aproximar, mas Lena recuou.

 Ela planejou tudo, hoje era sexta, dois dias para todos se transformarem, Lena não contem o vírus, eu teria notado, mas o país todo possui.

- E os que não se transformarem, a comida, não terá cérebros para todos, o que pretende fazer? – Lord se levantou, mas Lillian apontou uma arma para ele e o executou bem a nossa frente. Me joguei nos braços de Lena para não ver ele morrer aos poucos, mesmo que já tenha visto isso antes, não fica mais fácil a cada vez.

- Os que não se transformarem vão servir de comida aos que se transformarem, eu e a minha equipe de cientistas conseguimos reproduzir cérebros humanos, depois de anos de pesquisas conseguimos criar, todos os nutrientes que possuímos, tudo, está nesses cérebros que serão distribuídos nas primeiras semanas, depois que tudo se acertar, dois meses no máximo, eles serão vendidos, todos terão que trabalhar para comprar, assim como as outras coisas, tudo como era. – Lillian estava tão certa de tudo isso, ela parecia estar muito confiante. Eu vi a mecha branca crescendo, ela estava se transformando aos poucos, a confiança vem daí, vadia?

- Eu não posso fazer nada para impedi-la, mas você não me verá mais como sua filha, vou embora de casa, vou decidir se quero ser como você, se não, eu vou morrer como humana, coisa que você nunca foi. – Lena pegou em minha mão e confrontou sua mãe face a face, logo ela descia as escadas com pressa, ainda segurando minhas mãos.

 Teve um momento em que Lena parou de andar e me abraçou no meio da escadaria, ela começou a chorar e nesse momento eu decidi que não queria perde-la, nesse momento eu decidi que iria protege-la, como ela fazia comigo.

Obelisco Espacial

 

 Depois que Lena e eu saímos das industrias Lord viemos para cá. Já eram seis da manhã, ara ser mais exata seis e quarenta e sete, quase sente horas da manhã. Viemos aqui para nos sentarmos e observamos a vista, admirar o nascer do sol, aqui de cima o nascer e o por do sol são incríveis, uma visão única de algo tão belo, não tão belo quanto Lena sorrindo para o nascer do sol. Peguei sua mão e a abracei de lado, apenas para roubar um beijo da garota, com ela fez comigo a semanas atrás aqui mesmo.

- Temos que contar a alguém, sabe para salva-los disso. – Digo apontando para mim mesma.

- Não importa mais, Kara é melhor que se transformem ou vão virar comida de outros. – Disse Lena me estendendo o braço. Acho que sei o que ela quer que eu faça, mas eu não quero muda-la.

- Não. Eu gosto de você assim, humana. – Digo acariciando seu rosto, amarelado pela luz do sol que aparecia lentamente.

- Se você não fizer ou eu vou morrer ou outro me transformará, e eu quero que seja pelas suas mãos, Kara eu quero ficar cm você para sempre e esse é o jeito. Amor da minha vida, minha zumbi, me faça sua para sempre. – Ele colou nossas testas, me fazendo chorar, eu odeio isso, odeio ficar triste. Tenho que transformar minha Lena ou eu vou perde-la, isso nunca.

- Tudo bem, vamos ficar juntas, para sempre, eu amo você Lee. – Peguei seu braço e encostei a unha em sua pele, mas não arranhei, esperava que Lena desce o sinal.

- Eu também amo você Kara. – Lena me beijou rapidamente, um selinho que mal senti, mas novamente havia um significado. - Eu tenho uma amiga, ela se chama Supergirl, é só um nick, mas acha que devemos avisa-la, eu não sei, acho devia, sabe? – Eu olhei para Lena e ri, instantaneamente. Ela fez uma confusa expressão sem entender porque sua garota ria.

 Eu acho que sempre soube, ou não. Lena é a Ladycorp. Claro que é, ela sempre me ajudou, mesmo sem saber. Sobre o nascer do sol, no alto do Obelisco, eu iria arranhar o braço de Lena para transforma-la em uma zumbi como eu, para podermos ficar juntas na nova nação que sua mãe criou, um pais de zumbis. Mas nada disso importa, agora eu poderia ficar para sempre com minha namorada, minha garota, minha zumbi Luthor.

- Aí. – Lena gemeu assim que perfurei sua pele.

 Estava feito, arranhei a garota, foi o primeiro passo para transforma-la, seriamos a partir de agora, namoradas zumbis.

 

 


Notas Finais


The End. Até mais, foi curta eu sei. Mas ela não será a última fic Supercorp. Em breve eu trarei uma fic interativa de Supercorp, apoiam?


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