História My Happy Ending - Capítulo 26


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Categorias Garota conhece o Mundo (Girl Meets World)
Tags Farkle, Gmw, Josh, Joshaya, Lucas, Lucaya, Markle, Maya, Riarkle, Riley
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Palavras 3.059
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


dessa vez eu realmente não demorei não é msm? e não, isso não é um milagre, é pq os comentários de vcs foram tão legais no último capítulo que eu me empolguei para escrever. teve até gente que não costuma comentar, comentando. por isso, se tu gosta da história mas costuma não dizer nada, (a maioria que lê na vdd) eu espero que um dia se sinta a vontade pra debater cmg sobre a fic, eu ficaria mt feliz.

mas se tu lê a fic e ainda não deixou o favorito, pelo amor de deus, não custa nada, é só um clique.

agr que eu já dei os meus recados, vms falar da história. como de costume, o capítulo tem uma música e eu acho que vcs conhecem ela, mas se não é da selena gomez e se chama the heart wants what it wants, escutem enquanto estão lendo.

só pra deixar claro, a música é para nos ajudar a entender oq eles sentem e vai diferir do que eles falam, ok? ok

agr aproveitem a leitura, eu particularmente gostei mt desse capítulo.

Capítulo 26 - The Heart Wants What It Wants


“You got me sippin' on something, I can't compare to nothing I've ever known, I'm hoping that after this fever I'll survive. I know I'm acting a bit crazy. Strung out, a little bit hazy. Hand over heart, I'm praying that I'm gonna make it out alive.”

– Você veio aqui me jogar isso na cara? – Maya falou incrédula. Ela levou as mãos a cabeça e encarou Lucas. Sua expressão de surto o fez recuar. – Porque eu não pedir por isso, não pedir para estar aqui, muito pelo contrário, pedir para me esquecer, esquecer o que vivemos. Se você tem que estar com Smackle vá para ela, eu tenho pessoas na minha vida também, tenho gente que me quer bem, tenho Josh. – ela sabia que não precisava enfatizar a última parte, mas o lado racional de seu cérebro não tinha mais espaço, queria fazê-lo se sentir mal, queria usar o mesmo truque infantil do ciúmes que Lucas usara.

Ele olhou o rosto de Hart, cada pequeno pedacinho dele e enfim acalmou o coração. Não estava ali para brigar com ela, para dizer coisas que a machucavam, não tinha ido por isso. 

“The bed's getting cold and you're not here. The future that we hold is so unclear, but I'm not alive until you call, and I'll bet the odds against it all. Save your advice 'cause I won't hear, you might be right but I don't care. There's a million reasons why I should give you up, but the heart wants what it wants. The heart wants what it wants.”

A verdade era que sentia raiva de si, tinha ódio por sua covardia, por não conseguir ser honesto com Maya, com Isadora, com ele mesmo. 

E descontou na última pessoa que deveria.

Lucas abaixou o olhar, respirou fundo, e encarou as orbes azuis de Maya, agora mais calmo, mais sensato.

“You got me scattered in pieces, shining like stars and screaming, lighting me up like Venus, but then you disappear and make me wait. And every second's like torture, hell over trip, no more so finding a way to let go. Baby, baby, no I can't escape.”

– Eu sinto muito por isso. – deu um passo para frente. – Eu sinto muito por tudo. – mais um. – Por ter trazer de volta para a minha vida. – outro passo. – Por não conseguir te esquecer. 

Andou mais uma vez e Maya ergueu sua mão, tocou seu peito e o impediu de continuar. 

“The bed's getting cold and you're not here. The future that we hold is so unclear, but I'm not alive until you call, and I'll bet the odds against it all. Save your advice 'cause I won't hear, you might be right but I don't care. There's a million reasons why I should give you up, but the heart wants what it wants. The heart wants what it wants. The heart wants what it wants. The heart wants what it wants.”

– Eu não posso mais fazer isso! – ela sussurrou. – Não posso continuar tendo a mesma conversa de novo e de novo. – sua voz saiu embargada.

– Não me afasta outra vez. – ele clamou em desespero.

– Você tem uma noiva Lucas, e mesmo que não tivesse, mesmo que hoje terminasse com ela, ainda assim, eu não poderia me colocar de novo nessa situação... Você não entende que...

Maya sentiu um nó se formar na garganta. Sua voz falhou e ela achou melhor parar de falar. 

“This is a modern fairy tale, no happy endings, no wind in our sails. But I can't imagine a life without, breathless moments, breaking me down, down, down, down.”

Para Hart era difícil fechar essa porta de novo, era complicado tomar mais uma vez essa decisão. A escolha de se afastar, de agir corretamente. 

Cada vez que Lucas reaparecia em sua vida ficava mais difícil deixá-lo ir. Quando ele ia embora por conta própria, quando decidia partir, era dolorido mas incrivelmente mais fácil. Culpar uma pessoa por ir, por algo que não está ao seu alcance, era mais fácil do que dizer não, do que ir embora. 

“The bed's getting cold and you're not here. The future that we hold is so unclear, but I'm not alive until you call, and I'll bet the odds against it all. Save your advice 'cause I won't hear, you might be right but I don't care. There's a million reasons why I should give you up, but the heart wants what it wants. The heart wants what it wants. The heart wants what it wants. The heart wants what it wants.”

Lucas sentiu seu coração se partir ao meio e depois em milhões de pedaços.

– Se é isso que quer!? – ele pôs a mão sobre a mão de Maya que ainda estava em seu peito. – Se é o que o seu coração deseja!? Então eu vou embora.

Não era o que Maya queria, era o que sua razão mandava, mas o coração era outra coisa, ele cedia a emoção e ela não podia se deixar ouvi-lo. 

“The heart wants what it wants, baby, It wants what it wants, baby, It wants what it wants, It wants what it wants.”

O coração de Maya queria Lucas.

Ela fechou os olhos e deixou uma lágrima escapar.

– É o que eu realmente quero. – disse por fim.

“The heart wants what it wants, baby, It wants what it wants.”

Lucas segurou a mão de Maya antes de sair andando. Ele bateu a porta atrás de si e chorou.

Chorou tanto que soluçou. Tanto que seu corpo não obedecia a ordem de se mover. Tanto que sentiu as pernas falharem. Tanto que permitiu-se cair. Sentou e encostou as costas na porta de Maya.

Ela ao ouvir o estrondo da porta bater, deu um pequeno pulo e por impulso foi atrás, mas parou, com a mão na maçaneta e se conteve. 

Suas lágrimas rolavam descontroladamente, mais uma vez chorava por ele, mais uma maldita vez. 

O telefone do Friar vibrou com uma mensagem.

“Já está vindo?”

Era Isadora.

Seu coração parou. 

Respondeu com um emoji afirmando que sim. Levantou, limpou o rosto e foi ao encontro dela. 

Atrás de si, deixou o passado e andou em direção ao futuro.

Lucas dirigiu de forma calma e prudente. Não furou nenhum sinal vermelho, ou deixou de prestar atenção no trânsito. Maya havia tomado a decisão por ele, e isso era pelo menos mais fácil de aceitar. Não queria mais ter que lutar por algo tão incerto, queria descansar, queria tranquilidade. 

Parou o carro próximo a calçada da loja de vestidos e esperou Isadora entrar.

– Você demorou... – ela disse enquanto colocava o cinto.

– Desculpa. – ele balbuciou em resposta. 

– Tá tudo bem? – Isadora questinou levando a mão ao ombro de Lucas. 

– Por que você me ama? – ele deixou escapar. – Quero dizer, por que estamos juntos? Por que vamos nos casar?

Isadora se assustou e recolheu a mão junto a si. Ela levou algum tempo para processar as perguntas. 

– Porque você é bom e gentil, porque me faz rir e porque eu gosto de estar na sua companhia. – respondeu por fim se sentindo presa numa daquelas questões de prova em que você sabe a resposta, mas não sabe colocar a explicação em palavras. – Agora se você está com dúvidas sobre o casamento, baby, isso é normal. – tentou tranquilizá-lo.

Lucas riu sarcástico, riu de si. 

– Eu não sou bom. – ele comentou com desgosto. – Não sou bom pra mim e muito menos pra você. 

– O que está tentando dizer com isso? – Isadora sentiu o coração acelerar e um frio pecorrer a barriga. Estava com medo da resposta.

– Te deixei esperando por muito tempo, me desculpa. – respondeu por fim. 

A Gallery se sentiu aliviada, da forma como ele falara, parecia que tinha feito algo horrível como cometer um crime. 

Lucas não viu porquê contar sobre Maya para ela. Foi apenas uma dúvida, um súbito momento de loucura, não é como se ele tivesse a traído ou algo do tipo. Eram só alguns sentimentos confusos que agora haviam passado. 

– Tudo bem! – ela deu um sorriso amarelo. – Agora nós vamos provar o bolo e tudo ficará bem.

– Sim! – ele concordou. – Tudo vai ficar bem. 

Ele não tinha certeza de que as coisas ficariam bem, não sabia como se sentiria ao acordar pela manhã. Não podia viver esperando por Maya, ansiando por ela. Tinha que seguir em frente, seu futuro era Isadora, era calma e tranquilidade. E não a bagunça que envolviam ele e Hart.

O passado havia ficado no passado, se Maya havia superado, tinha que fazer o mesmo. Ela tinha Josh e ele tinha Isadora, mesmo que tenha ficado consfuso, mesmo que quase tenha jogado tudo o que construiu com ela fora, agora estava recebendo uma segunda chance e ia fazer de tudo para não desperdiça-la. 

Ele só precisava se lembrar o porquê se apaixonou por Isadora em primeiro lugar e manter esse sentimento sempre em sua mente.

 

***

Quando Riley abriu a porta do apartamento encontrou Maya jogada no sofá enrolada num cobertor. Ela parecia mal, seu rosto estava inchado, de quem tinha chorado muito, seus olhos vermelhos e sua face carregava uma expressão triste. 

– Peaches! – chamou preocupada. 

Maya apenas levantou a cabeça e Riley soube que algo muito ruim havia acontecido.  

–  O que houve? – falou enquanto caminhava até o sofá. 

Ela sentou ao lado de Maya e abraçou a amiga, enquanto a outra apenas se aconchegou em seu confortável colo.

– Não quero falar sobre isso, são coisas do passado, coisas que eu não deveria pensar mais. – Maya disse sentindo que se Riley insistisse apenas um pouco, ela acabaria chorando novamente. – Vamos falar de você, dos seus problemas, do Auggie, do Evan e do Farkle.

Riley sabia quando insistir e soube logo que esse não era um desses casos. Maya precisava organizar os próprios pensamentos sozinha e quando estivesse pronta, viria até ela. Então fez o seu papel de melhor amiga. 

– Auggie está bem. – Riley suspirou. – Evan foi loucura. Estava com raiva de Farkle e ele apareceu, tive vontade de beija-lo e beijei, foi errado, eu sei, mas aconteceu. 

Maya levantou a cabeça e encarou a amiga. Como suspeitava, Riley não sentia nada por Evan. 

– E Farkle é... – a Matthews enterrou a cara nas mãos. – Eu não sei! É algo que não posso explicar em palavras. 

– Ele ainda não ligou? – Maya perguntou se preocupando com a amiga. Não saber explicar os sentimentos, em sua experiência, era mais como não querer sentir o que já sabia que sentia. 

Riley negou com a cabeça e suplicou pelo o olhar que Maya a ajudasse.

– Liga pra ele então... – loira sugeriu.

– Não posso! – Riley suplicou irritada. – Não é a garota que faz isso e se ele não me atender?

– Primeiro: a garota pode fazer tudo o que quiser. – Maya falou convicta. – Você me ensinou isso, que podemos fazer tudo o que quisermos. Segundo: se ele não te atender, bom, aí pelo menos você já sabe que é melhor deixar Farkle pra lá e tentar outra coisa, sei lá, talvez com Evan. – ela sugeriu apenas para ver a expressão confusa no rosto da amiga. 

Riley riu alto. 

– Não seja tão má com seu amigo, deveria ajudá-lo a me superar! – disse séria. 

Uma batida na porta fez com que Riley abandonasse Maya no sofá e fosse ver quem era. Elas não esperavam ninguém, então não faziam ideia de quem batia. 

Riley olhou no olho mágico antes de finalmente abrir a porta. 

– Josh! – disse alto e sorrindo ao pular no pescoço dele em um abraço apertado.

– Minha sobrinha favorita! – Josh envolveu a cintura de Riley retribuindo o abraço. 

Maya observou a cena com um pouco de receio. Não queria ver Josh, mas a forma como a família Matthews se tratava deixava seu coração aquecido, com vontade de fazer parte daquilo.

– Sou sua única sobrinha! – ela riu e deu um peteleco na testa do tio. 

– E isso não tira seu mérito! – ele se afastou da morena e colocou os olhos na loira jogada no sofá. 

Ele viu em seu rosto que ela não estava bem e agradeceu por ter tomado a decisão certa em ter ido vê-la.

– Já que você não respondeu minhas mensagens loirinha, eu vim te ver. – deu um sorriso carinhoso.

Maya o olhou com amor. Ela amava Josh, amava como ele a fazia se sentir especial. Amava quando ele sabia que algo havia errado mesmo quando não falava nada, então por quê não queria estar na presença de Josh como queria estar na de Lucas. 

Riley olhou de Josh para Maya e de Maya para Josh, ela esticou os braços e fingiu um bocejo. 

– Acho que vou pra cama. – falou sonolenta e se retirou da sala. 

Josh riu da atitude da sobrinha e caminhou até o sofá. Ele se sentou ao lado de Maya e deu um longo suspiro. 

– Então... – analisou os olhos dela. – O que aconteceu?

Maya respirou fundo e segurou o choro. Sabia que no primeiro som que fizesse, as lágrimas rolariam. 

– Nada. – mentiu.

Josh não acreditou na moça por isso segurou sua mão e perguntou novamente.

– O que houve?

– Josh... – ela falou com dificuldades e sentiu os olhos ficarem molhados. – Não quero falar sobre isso. 

Completou por fim. 

Maya chegou mais perto do rapaz e colocou o queixo sobre seu ombro. Ela sussurrou:

– Eu estou um pouco mal agora, mas... – uma lágrima caiu. – Eu vou ficar bem. – outra lágrima. 

O Matthews assentiu com a cabeça e enrolou o braço dele no de Maya. Ele beijou o topo da cabeça dela e esperou até que seu choro parasse. 

– Eu não vou insistir se você não quer falar...

Maya agradeceu em silêncio. 

– Mas espero que isso não interfira no nosso relacionamento. – Josh foi franco. 

Se iria interferir ou não, ela queria afirmar com certeza de que não iria, mas seu coração estava apertado demais para isso. Ela sabia que havia sido clara com Lucas e conhecendo ele do jeito que conhecia, sabia que ele não abandonaria Isadora tão perto do casamento, ainda mais depois de tudo que os dois enfrentaram para estarem juntos, então provavelmente seu namoro com Josh estava a salvo, então por quê sentia que alguma coisa de diferente aconteceria? Talvez, fosse apenas um desejo profundo seu. 

Ela sorriu com ternura e beijou o rosto do Matthews.

– Nada vai nos atrapalhar. – Maya deitou a cabeça em seu ombro. 

Por fim, Josh acabou ficando a noite inteira. Os dois dormiram no quarto de Maya, abraçados e de conchinha. 

Pela manhã, ele fez o café da manhã para ela e depois, cada um partiu para o próprio emprego. 

Maya podia se ver assim todos os dias da sua vida, podia se ver levantando com Josh e construindo uma vida ao seu lado. Seria boa, incrível até, mas seu coração estava vazio, como se faltasse algo, ou alguém. 

Ela se lembrou de um dos verões que Lucas foi passar visita-la.

Era na espanha e Maya morava numa espelunca qualquer, trabalhava como professora de dança por meio período para se manter num dos milhares cursos de Arte que fez em toda a sua jornada na Europa. 

Eles dormiam e acordavam juntos. Lucas ia buscá-la na aula e caminhava com ela até o trabalho. Ele esperava num café durante toda a tarde até que Maya terminasse de dá suas aulas. 

A noite, iam juntos até o seu apartamento. Olhavam as estrelas e Lucas lhe contava histórias dos Texas, da infância, da família. Maya ouvia tudo, cada detalhe que fizesse ela o conhecê-lo melhor, cada coisa qie gostaria que seu filho tivesse feito igual. 

Aquele verão foi o mais difícil de deixá-lo ir e ela aindaa se perguntava o que teria acontecido se Lucas tivesse ficado na Espanha como ele tanto queria ficar.

Os dois tiveram uma briga feia quando ela insistiu que ele pegasse o avião e voltasse para casa. Lucas pensou que Maya não o queria por perto sempre, e se foi muito machucado por isso, mas ela o queria. Céus! Como queria ficar com o rapaz, mas sabia, que jamais se perdoaria se roubasse o sonho dele de se tornar veterinário. 

– Hart!?

Andrew chamou pela terceira vez e Maya recobrou a consciência. 

De alguma forma estava no trabalho. Ela deveria ter feito tudo no piloto automático, pegado o metrô e caminhado até a galeria sem ao menos perceber. 

– Oi!? – respondeu ainda avoada. 

– Tá no mundo da lua? – ele riu. 

Maya riu um pouco sem graça e negou com a cabeça.  

– Gostei muito dessas suas duas obras... – ele falou apontando para duas telas de Maya. – Então vamos expor elas, ok?

– Ok! – sorriu sem muita emoção. 

– E no sábado te vejo no meu show? – Maya franziu a testa sem saber do que Andrew falava, por isso ele continuou. – No Central Park, da banda... 

Ele explicou e ela continuou sem lembrar, mas mesmo assim concordou com a cabeça. A banda de Andrew era boa e Maya precisava mesmo mudar os ares depois dos últimos dias, por isso, achou uma boa ideia ir à esse show.

 

***

 

Farkle Minkus se encontrava mais uma vez almoçando no escritório. Depois da loucura que foi com Isadora, Lucas e logo em seguida com Riley, ele achou melhor focar na única coisa que lhe fazia bem, o trabalho. 

Trabalhar era fácil para ele, lidar apenas com problemas racionais e o cérebro era mais fácil que as emoções e coração, por isso se mantinha na empresa o máximo que conseguia. Era sempre o primeiro a chegar e o último a sair. 

Por mais que quisesse ficar com Riley sabia que a moça tinha relações forte com Lucas e Isadora, por isso tentava se afastar. 

Farkle não estava pronto pra esse tipo de aproximação, ainda não conseguia pensar em encontrar os dois na rua, ou num jantar, ou cruzando o corredor do prédio dos Matthews de novo. Por isso, se envolver com Riley estava fora de cogitação. 

Mesmo que sentisse saudades dela, que sentisse falta do seu rosto angélical, do cabelo macio com cheiro de coco, da pele morna, da voz carregada de carinho, da risada gostosa, dos seus beijos, do corpo e acima de tudo, de sua amizade, não conseguia voltar atrás. 

Quando o celular tocou e ele olhou seu nome no visor, quase deu um pulo para trás, como o universo gostava de brincar com ele. 

Farkle relutou a atender, até que levou o celular ao ouvido e disse com temor:

– Alô!

 

 

 

 


Notas Finais


agr é a hora daquele comentário maroto, eu mal posso esperar para saber oq vcs estão achando.


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