História My Hated Brother. (Imagine Yoongi) - Capítulo 53


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Categorias Agust D / Suga, Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Min Yoongi (Suga), Personagens Originais
Visualizações 722
Palavras 5.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Lemon, Lírica, Orange, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Se ta chovendo é pq hj teve atualização.
~Quando acontecer de não ter atualização nos dias certos da semana, podem voltar no comentário do capitulo anterior que vai ter o aviso lá. Blz.

⚠ ATENÇÃO: esse capitulo contém VIOLÊNCIA, CENAS PARA +18, LINGUAGEM IMPRÓPRIA. TUDO CONTIDO AQUI É FICTÍCIO, ABSOLUTAMENTE NADA DISSO É REAL. ⚠

#BomImagine!

Capítulo 53 - Baunilha.


Fanfic / Fanfiction My Hated Brother. (Imagine Yoongi) - Capítulo 53 - Baunilha.

Meu coração não para de acelerar. É como se tivesse uma ligação com Yoongi. Depois de tudo que eu fiz com ele, com a gente. Acabei com o relacionamento perfeito que ele tinha, acabei com qualquer sentimento dele por mim. Fiz ele me odiar. Então, porquê? Por que ele está me defendendo agora ?

Tae respirou fundo, me apoiando em seu ombro. Observei meu irmão ficar serio por um tempo ao ouvir as palavras do Jimin. Soltou a lanterna no chão e começou a caminhar lentamente na direção do Jay que não recuou uma única vez.

— Escuta aqui. — meu irmão segurou na gola da camisa dele o empurrando na parede. — Um covarde como você deveria ser preso ou apanhar até o fim.

— Min, você é um covarde como eu. — Jay deu uma risada forçada, pelo fato de seu nariz ainda está sangrando. Ele empurrou meu irmão para longe e se apoiou na parede atrás dele. — Um covarde que come a própria irmã achando que ninguém vai descobrir.

— Vem, vou tirar você daqui. — Hobi falou, me tirando de perto do Tae. Pude sentir um certo ódio nele ao trancar o maxilar com força. — Antes que eu mostre o que ele merece.

— Me deixe aqui. — sussurrei, parando os passos. — Por favor...

— Mas...— ele olhou para o Jay totalmente neurótico, logo suspirando e me soltando. — Teu irmão não vai brigar na sua frente.

— Ah Min Yoongi, você não sabe quantas vezes eu pensei em acabar com o resto de dignidade que sua irmã tem. — era nítida um pouco de descontrole no movimentos do Jay. — Divulgar um vídeo íntimo dela seria a melhor coisa.

— Era por isso que você andava com o Jay? — Jin pegou o pendrive da mão do Tae e me encarou. — Ele foi longe de mais.

— Era pra proteger o incesto que eles tinham! — Jay gritou, apontando o dedo indicador na minha direção e depois o dedo do meio. — Eu só usei isso à meu favor!

Yoongi desferiu um soco no lado direito do rosto do mais velho. Ao sentir a dor ele cuspiu um pouco de sangue, andou cambaleando até meu irmão pegando ele pelo braço e jogando na porta da sala de música que abriu pelo impacto.

A sala empoeirada se tornou um cenário de briga. O mais velho foi empurrado até o piano no meio da sala. Meu irmão pegou a primeira cadeira de madeira que havia ao seu lado e lançou com toda força em cima do abdômen do Jay.

— Não! — gritei, tentando correr até os dois e impedir alguma besteira. Mas, minha cintura foi segurada pelo Hobi e Jungkook que me puxaram para trás. — Me solta. O Jay, ele, ele luta boxe.

Uma risada demorada pode ser ouvida quando terminei de falar, logo Jay acertou um soco na barriga do meu irmão levando ele ao chão. Meu desespero foi maior ao ver ele chutar duas vezes a costela dele com força.

Jin e Namjoon vendo a situação seguraram os braços do Jay, tentando o afastar do corpo ao chão. Tentativa falha, a força dele foi surpreendente ao jogar nas cadeiras ao longe os dois amigos que gemeram de dor ao ter as costas machucada pela mobília.

— Quem é o próximo? — Jay se referiu aos quatro que ficaram de fora da sala junto comigo. — O soco ainda dói, Park Jimin. — ele estalou os dedos da mão e movimentou o pescoço para alongar.

Era claro o ódio no rosto do mais velho, por sentir dor ao tocar o queixo dele com cuidado e olhar meu irmão no chão. Caminhou em passos largos até Jimin, o segurando pelo pescoço iniciando uma asfixia no local. Com apenas um braço ele tirou o loiro do chão, fazendo Jimin se debater com a falta de ar.

Tae cutucou ombro do Jay algumas vezes, fazendo ele se virar para encarar o mesmo e soltar Jimin no chão. Sua visão ficou embasada ao ter a luz da lanterna apontada no seu rosto, mas isso não impediu que ele conseguisse acertar um chute no menor que caiu no chão.

— Ele está sem controle. — ouvi Jin dizer, enquanto tentava se levantar do chão. — Aprendeu a lutar para defender a mãe do bêbado que o padrasto era, mas no terceiro mês foi expulso da academia por excesso de violência.

Hobi e Jungkook caíram assim que ele acertou um soco no estômago de cada um. Eles gemiam de dor e apertavam o abdômen sem chance de correr ou defender. Jay andou até ficar cara a cara comigo, colocou a mão no batente da porta e com a outra menina virou de costas pra ele.

Firmou meu pulso na altura da minha costas, me fazendo encarar o Yoongi no chão recuperando o fôlego. Uma lágrima solitária escorreu pela minha bochecha ao notar que a canhota do mais velho tocou meu queixo virando minha cabeça para o lado e deixando meu pescoço exposto à ele.

— Min, diga ao seu irmão o que Hyo te contou. — sussurrou no meu ouvido, me fazendo fechar os olhos ao lembrar do acontecido. — Diga logo, sua vadia.

— Você vai ter que me bater mais para isso. — Yoongi apoiou a mão no chão, se levantando com cuidado. — Solta ela.

— Ah, que bonitinho. — Jay apertou mais meu pulso, me fazendo gemer de dor. — Você me faz rir, Yoongi. Depois de ter apanhado, levantou para defender essa vadia que não se importa com você.

O mais velho me soltou de uma única vez e empurrou meu corpo na direção do meu irmão, que me segurou pela cintura. Meus olhos percorreram seu rosto levemente marcado pelo soco de antes, o suor escorrendo e a expressão de dor enquanto tocava abaixo da costela.

Segurei com as duas mãos cada lado do rosto dele, que fechou os olhos lentamente. Com o polegar acariciei a bochecha dele, começando a trilhar selares pela região machucada até chegar nos lábios entreabertos. Quando juntei nossas bocas senti uma dor, causada pelo corte de antes, mas ignorei focando em sentir nossas línguas colidirem e ficarem em perfeita harmonia.

— Desculpa... — separei nosso lábios, mas continuei sentindo nossas respirações juntas. — Eu fui uma idiota. — passei meus braços pelo seu pescoço formando um abraço. — Eu sabia que estava machucando nós dois, mas sempre achei que eu era a mais prejudicada. Me desculpa por está aqui, por fazer você chorar. Eu te amo, não me importa mais nada. Mas, por favor não se machuque mais...

— Que linda reconciliação. — o uso do deboche nas palavras do Jay me fez soltar o abraço lentamente, vendo o Yoongi encarar ele de lado. — Uma pena que só vejo vocês como dois amantes filhos da puta.

— Ajuda os meninos. — meu irmão sussurrou no meu ouvido, dando um rápido selar no meu pescoço. — Depois a gente conversa.

Corri até o Jin que se levantava apoiado na cadeira e ajudei ele, vendo Tae levantar Jungkook, Hobi apoiar Jimin no seu ombro e Namjoon segurar na beirada do piano. Sentei o mais velho na cadeira, respirando fundo ao sentir um sorriso se forma nos meus lábios.

Olhei para a porta, vendo meu irmão colocar o mais alto na parede com os dois braços para trás tentando forçar a saída. Yoongi levou a destra até o pescoço do Jay e apertou em um ponto específico, fazendo o mesmo fechar os olhos lentamente.

— Vamos fingir que nada aconteceu. — Jin falou, vendo meu irmão colocar corpo inconsciente no chão com as costas apoiada na parede. — Nem que ele foi mais forte que cinco meninos, nem que eu me machuquei em uma briga e muito menos que seu irmão parou ele sozinho.

— Lisa vai cuidar desse machucado. — me referi ao roxo que ele tinha na parte inferior da barriga. — Nam, tudo bem?

— Na próxima, a gente fica em casa. — o moreno jogou a cabeça pra trás. — Eu quero minha Sook

Cruzei os braços, caminhando até o Jay desacordado no chão. Yoongi se levantou, novamente me abraçando. Colocou a cabeça no meu pescoço e ficou em silêncio por um tempo, me permitindo acariciar seus fios de cabelo enquanto sua respiração me causava arrepio em contato com minha pele.

— Diga de novo. — sussurrou, segurando minha mão com força. — Me deixa ouvir aquelas palavras saindo da sua boca de novo.

— Eu te amo. — sorri. — Eu te amo, eu te amo. — selei rapidamente nossos lábios, sentindo meu coração finalmente se acalmar. — Não importa mais nada.

— Ei! Todos os cinco, parados. — o guarda gritou na beirada do outro prédio. Me lembro de um bêbada e do que dormia. Esse deve ser o que dormia. — Esses moleques.

— Corre. — Hobi gritou, sendo o primeiro a sair pelo corredor. — Eu não vi nada!

Peguei a minha mochila no chão e encarei uma última vez o Jay. Meu irmão segurou minha mão, entrelaçando nossos dedos e me puxando para fora da sala. Corríamos tão rápido pelos corredores que nossos passos e respiração era a única coisa que se ouvia, além dos gritos ao longe do guarda.

.

.

.

Terminei de virar o corredor, jurando está em um filme ou algum clipe de música, nossos passos eram apresados pelo local, enquanto pular por cima de uma mesa do refeitório não foi difícil.

Eu sentia a adrenalina correndo em minhas veias ao ver Jimin e Jungkook passarem sobre o extenso banco que tinha no local. Olhei para trás, vendo os dois guardas na perseguição.

— Todo mundo, se esconde. — Jimin gritou, ao virar mais um corredor e apontar para todas as salas que havia.

— Vem. — Yoongi segurou meu pulso, após abrir a porta de madeira que juguei ser a sala da diretoria. Me puxou para dentro do lugar escuro e trancou a porta com a chave que estava na fechadura. — Com medo? — perguntou, com a respiração descontrolada.

— Não. — respondi, me aproximando dele lentamente até ficar colada nele. Sua mão foi direcionada a minha cintura onde apertou, começando a levantar meu moletom. — Saudade na verdade.

— Nem brinca. — sorriu, iniciando um beijo calmo. Nossos lábios se encaixavam de forma única me permitindo sentir a língua dele entrelaçar na minha, o gosto de sangue ao longe não fez ele parar o ritmo até ser obrigado a separar para respirar um pouco. — Vou apagar as imagens das câmeras.

Me soltou, indo em direção à mesa de madeira que havia no meio do cômodo, se sentou na cadeira de couro e ligou o computador. Comecei a caminhar pelo lugar, vendo que essa sala mudou um pouco.

As paredes foram dominadas pela cor bege e a estante de troféus preenchia o fundo da sala. Na parede da esquerda havia um sofá de couro preto e uma mesa no centro.

Joguei a mochila no chão e caminhei até meu irmão. Me sentei na beirada da mesa, observando alguns livros que preenchiam a madeira do armário. Yoongi deslizou a mão pela minha coxa e sem aviso me puxou para sentar em seu colo.

—Vou mandar pro seu celular. — ele se referiu ao vídeo da câmera doze onde o Jay aparecia batendo. Ao ver a repetição do chute que o mais velho deu no Tae me abracei no meu irmão de forma que meu rosto ficasse para trás e minhas pernas sobre a dele. — Ei, está todo mundo bem agora.

— Vocês não teriam apanhado se eu não tivesse feito aquilo. — falei com a cabeça no pescoço dele. Minha preocupação fez ele encostar a costas na cadeira e iniciar um carinho na minha coxa junto de alguns selares no topo da minha cabeça. — Me desculpa.

— S/n olha pra mim. — segurou meu ombro me fazendo encarar seus olhos. — Eu senti sua falta todo o tempo. Dormir com você é um vício, acordar e dormir com você do meu lado é meu maior prazer. Sentir sua falta me doeu... — respirou brevemente para continuar. — Eu não consigo viver sem você.

— Eu também. — selei o topo da sua testa, em seguida comecei descer pela lateral do seu rosto. A pele pálida ficava avermelhada com alguns chupões que eu dava. — Eu preciso pedir?

— Não. — apertou minha bunda com força, iniciando um beijo lento. O ato de ter meus lábios mordidos por ele me fez puxar o cabelo de sua nuca. — Levanta.

Sem entender assim fiz. Desci do seu colo, vendo ele se levantar e ir até um armário também de madeira que ficava no canto da sala. A mobília parecia um cofre, por conter código para ser aberto. Yoongi digitou alguns números e abriu a portinha lentamente.

Ouvi o breve barulho de metal. O que me fez arrepiar, ao ver ele segurar uma algema que brilhava quando a luz da lua é refletida por ela. Ele sorriu deixando aquele bastão no sofá atrás dele e caminhando até sentar na mesa.

— Eu não-...

— Lembra da sua primeira vez? — perguntou, encarei o metal brilhante em suas mãos e por fim concordei com a cabeça. — Se dessa vez doer você pode me parar.

— Era com ela que você usava isso? — me referi à diretora, dona da sala e agora apenas outra que perdeu meu irmão. — Responde.

— Ela, Suran, Katerina, Majorie... — ele começou a falar os nomes se referindo à cada nonna com os dedos. — Cada uma tinha um estilo diferente de transar, mas é só você que eu quero agora. E, você precisa saber até onde posso chegar.

Caminhei até ficar na sua frente. Meu corpo queima ao ter ele tocando minha cintura e levantando a jaqueta junto do moletom, me deixando apenas de sutiã. Mordi os lábios ao ter ele descendo minha calça lentamente na altura dos tornozelos.

Levantei os pés ficando livre de qualquer tecido. Yoongi deslizou seus dedos longos pela pele da minha barriga, me puxando pela cintura até ter nossos corpos juntos novamente. O toque dos seus lábios no meu pescoço me fez involuntariamente fechar os olhos e arfa com a precisão dos chupões.

— Te direi o que fazer e você só dirá... — desabotoou meu sutiã me deixando completamente exposta à ele. Novamente, submissa. — “Sim, senhor”.

— Sim, senhor. — me sinto prestes à conhecer o outro lado do Yoongi que até agora eu não vi. Ou talvez, me recusei acreditar que existe.

— De bruços na mesa. — falou com a voz rouca e sexy perto do meu ouvido. Me virou com brutalidade para ele iniciando um beijo desejado, com a dor proporcionada pelo corte que ainda tinha no meu lábio gemi ao ter ele chupando aquela região. — Diga “rosa” quando quiser que eu pare.

Se sentou na cadeira, tirando a blusa de tecido grosso que ele usava e me encarando. Suspirei mais uma vez me virando de costas para ele, sentindo a madeira gelada em contato com o bico do meu seio e com minha costela.

Ouvi o barulho do cinto sendo aberto, logo ele ficando atrás de mim. Rebolei contra sua semi-ereção recebendo um marca dada pelo cinto de couro. Dessa vez ele simulou uma estocada impulsionando meu corpo para frente.

— Ah. — gemi baixinho, sentir ele descer o único tecido rosa que cobria minha intimidade. — Yoon...

— Shiu. — acertou novamente o cinto na parte de cima da minha bunda, causando uma dor suportável. — É senhor. Não quero repetir de novo.

Concordei com a cabeça, sentindo a algema ser presa nos meus pulsos por cima da costas. Com as duas mãos ele separou minhas pernas o suficiente para me deixar com a intimidade exposta.

Senti um arrepio percorrer o meu corpo, quando ele deslizou um dedo para dentro do meu interior. Iniciando uma sequência de estocadas com o dedo, logo colocando a ponta da língua no meu clitóris inchado. Me empinei para o dar mais acesso ao meu corpo e fui correspondida por um chupão forte no meu clitóris.

— Está usando um sabonete novo? — ele perguntou descaradamente, me fazendo rir por ele acerta ao falar do meu novo sabonete íntimo.

— Sim, senhor.

Meu prazer em sentir ele dentro de mim aumentou, quando ele me penetrou dois dedos e elevou minha perna esquerda para cima da mesa. Com o joelho apoiado na mobilha, minha tentativa falha de me soltar daquela maldita algema e um prazer de que à qualquer momento pode um guarda chegar ali na porta e estragar tudo; era assim que eu me encontrava. Admito que é assim que eu gosto.

Yoongi trocou a língua pelo dedo, de forma que ela percorresse toda extensão do meu íntimo com força. Os movimentos precisos de baixo pra cima acompanhando de uma gostosa sucção no meu clitóris me faz gemer contra o teclado do computador.

— Ah! — senti ele invadir meu interior com sua língua fazendo os nervos da minha perna falha anunciando meu primeiro orgasmo. O que não demorou muito para acontecer e meu líquido escorrer pela região interna da minha coxa.

— Isso é tão bom. — ele sorriu, se despedindo da minha intimidade com um beijo estalado nela. O corpo suado dele se encaixou perfeitamente em minhas costas, me fazendo sentir seu pau roçar na minha bocetinha. — Seu gosto está tão bom.

Mordi meus lábios por sentir o couro do cinto deslizando pela pele sensível do meu corpo até chegar na minha intimidade, desferindo um leve tapa com o objeto pela região. Respirei fundo ao sentir o outro, dessa vez acertando o lado direito da minha bunda.

A região afetada está quente e latejando pela dor proporcionada, já não bastando isso Yoongi deslizou o couro pela minha costas me causando um arrepio. Colocou a mão na minha perna esquerda que se encontrava apoiada na mesa e apertou a coxa com força o suficiente para deixar marcada.

— Da última vez você me pediu três perguntas se me fizesse gozar. — ele falou rouco perto do meu ouvido e mordeu o lóbulo da minha orelha. — E eu prometi te fazer gozar cinco vezes, minha pequena.

— Sim, senhor. — virei o rosto para observar o que ele fazia. O corpo dele estava suado, enquanto ele deslizava seu pau pela minha bunda apoiando a destra sobre a madeira da mesa e com a canhota ainda segurava o cinto.

— Conte pra mim quantas vezes você vai chegar ao paraíso hoje. — me encarou sorrindo, ao me ver suspirar e morder o lábio inferior com força. — Se errar a contagem no fim, você vai levar dez tapas na cara.

Fui surpreendida pelo seu pau me invadindo com força, fazendo meu interior o apertar e meu corpo ser impulsionado para frente. Não querendo fazer barulho algum, machuquei novamente meu lábio de tão forte que mordi reprimindo meus gemidos. Sentia o seu pau acertando com tudo meu interior, sem cuidado algum com a velocidade que me estocava ou com o fato de está muito escorregadia. Felizmente é assim que eu gosto.

— Eu quero te ouvir gemer. — ditou acertando um forte tapa na minha bunda e apertando a região. — Geme o nome de quem está te fodendo agora, geme.

Eu podia sentir um pouco de pressão em suas palavras, mas gemi baixinho tentando recuperar um pouco da minha respiração descontrolada. Alguns objetos da mesa chegavam a balançar com a força que ele usava, assim como meu corpo.

Yoongi segurou meu cabelo puxando minha cabeça para trás. Meu reflexo na tela do computador nem se comparava com o dele, mordia os lábios vendo minha intimidade sendo preenchida por aquele pau e toda vez que isso acontecia era claro que meu interior o apertava.

— Yoon~. — não me controlei ao sentir ele acerta uma última estocada em minha bocetinha e involuntariamente me fazer rebolar de levinho contra seu membro. Não precisava de dizer, gozamos juntos dessa vez. — Tira isso de mim, irmãozinho. — me referi à algema que me prendia e que eu tentava me soltar sem sucesso.

— Vou pensar no seu caso, irmãzinha. — saiu de mim e puxou a algema para me levantar. Eu jurava está sentindo um líquido escorrer pela minha perna, me fazendo segurar uma risada. — Olha pra mim.

Assim fiz, me virando para encarar seu rosto com uma pequena camada de suor se formando pela sua pele. Minha vontade de arrebentar essa algema que me prende aumentou ao sentir ele começar a morde minha clavícula e subir com elas pelo meu pescoço até chegar no meu queixo.

Apoiei a cabeça no seu ombro recebendo mordidas na minha nuca que me faziam arrepiar, não pela marca que iria ficar depois, mas sim pela sensação que eu tinha ao me sentir submissa à ele. Fui erguida em seu colo com facilidade e recebendo um selar delicado em meus lábios.

— Senhor, isso não é loucura. — eu pareço tão envolvida nessa fantasia, na verdade quero ir além dela. Meus braços já estavam dormentes por ficar em uma única posição por muito tempo, mas ainda queria aquilo. — É prazer...

— Me surpreende você dizer isso. — pronunciou rouco, se sentando na cadeira e comigo em seu colo. Tombou a cabeça para trás deixando seu pescoço exposto e tão belo sendo iluminado pela luz que emana da janela. — Você nunca foi uma vadia.

— E o que eu fui? — perguntei, começando rebolar sobre seu membro que já estava ficando duro novamente. Meus lábios foram de encontro a pele do seu pescoço, dando alguns selares molhados ali. — Uma vadia que deu para o irmão, não existe outra coisa. Até eu sei disso. — ele segurou meu cabelo com força me afastando do seu pescoço.

— Não diga isso. — soltou meu cabelo e deslizou seus dedos para meu pescoço começando a pressionar. — A partir de hoje, você vai ser apenas minha. Não como irmã, mas como minha garota. — eu posso jurar que isso é um pedido de namoro. — Ninguém pode te chamar de vadia, existe meninas que não se valorizam e você não vai deixar que elas te chamem assim. E com qualquer idiota, eu resolvo.

— Sim, senhor. — a marca dos dedos dele além de ficar na minha bunda, com certeza ficarão no meu pescoço. Observo ele apoiar a cabeça no dorso da mão e sorri ao ver meu quadril se movimentando.

[ Pv do Yoongi ON ]

Ela está tão molhada que não chegou a desconfiar das câmeras presentes nessa sala. Muito menos, que as marcas estão por toda parte do seu corpo. O prazer pra ela é o mesmo que pra mim e ver essa bocetinha brincar sobre meu pau me deixa louco.

— Vou te usar essa noite. — ditei, apertando a região do pescoço dela com força. A pele arrepiada dele correspondeu à minha ordem assim que sorriu e parou os movimentos. — E, você não vai gostar quando isso acabar.

O vacilo com os joelhos que estavam apoiados na cadeira fez ela se sentar completamente no meu colo. Com o polegar virei seu rosto para o lado, observando o bico dos seios ficarem rígidos com os toques. Segurei em sua cintura com firmeza e me concentrei em chupar aquele belo par de seios com força deixando alguns roxos pelo caminho.

A trilha de beijos se tornou mordidas ao sentir ela tentar a liberdade das mãos. Soltei o pescoço dela e segurei em seus pulsos com força impulsionando seu corpo para cima, deixando a posição confortável para chupar qualquer parte dela.

— Ah! — gemeu ao me ter deslizando a língua pelo meio dos seios até chegar no pescoço. Deslizei a mão pela pele quente do corpo em minha frente, definindo as curvas pela escuridão, chegando até o bico daqueles peitos e apertando com força ambos e movimentando a mão.

— Desça e chupe com força. — falei rouco, vendo ela descer lentamente de cima de mim. Colocou o joelho direito sobre o tapete em seguida o outro.

Iniciei uma masturbação pelo meu pau, molhado pelo orgasmo dela e o meu. Ela abriu a boca colocando a língua para fora, logo minha mão deu lugar para deliciosa língua me lambendo até chegar em minha glande.

Aquela cena totalmente excitante do meu pau entrando em sua boca me fez segurar o topo da sua cabeça e começar a ditar os movimentos. Sempre mais fundo em sua garganta. Eu podia ver ela se engasgar com ele na boca, mas continuar chupando com a dita força que mandei.

— Que gostoso sentir sua língua no meu pau. — sussurrei tombando a cabeça para trás, dessa vez começando a meter em sua boca. Ela parou a cabeça, recebendo até o fundo minha porra. — Oh, estou sentindo a porra saindo.

— É tão quentinho. — percebi ela engolir aquilo com vontade e afastar sua boca do meu pau, vendo a linha de saliva se formar mas logo romper.

— Vem. — segurei no maxilar dela e ajudei à levantar. Aquele corpo exposto na minha frente, me permitiu deslizar a mão pela lateral daquela maravilhosa coxa e dar uma breve mordida na região do quadril. — Senta, quero que você goze agora.

Ela separou as pernas sem pensar duas vezes e mordeu os lábios pela excitação. Deslizei minha costas pela cadeira e ficando em baixo dela. Senti ela sentar lentamente, seu interior abria o espaço. Dentro dela é tão quentinho que me fez gemer rouco.

Comecei a me movimentar lentamente, ouvindo o barulho dos nosso corpos se chocando com precisão. A visão que tinha era de sua cabeça levantada e a boca entreaberta procurando pelo ar. Não pegaria leve, e não peguei. Segurei firme naquele belo quadril e a puxei para cima sentando ela no meu colo.

— Era isso que você queria? — ditei rouco, quando ela colocou a testa no meu ombro e me permitiu sentir a respiração descontrolada dela contra minha pele. — Responde.

— Sim, senhor. — respondeu com a voz baixinha e mordeu o lóbulo da minha orelha. Como não podia me tocar sentir nossos corpos grudados era o mínimo para ela. — Ah!

Segurei naquela bunda maravilhosa começando a movimentar o corpo sobre mim junto do meu pau dentro dela. Seu interior novamente me apertou, mas nem por isso eu parei, apenas continuei os movimentos de forma lenta.

O barulho das algemas me fez desviar atenção para elas. O metal brilhava muito com a luz que refletia nele. Segurei firme em seu corpo e me levantei, caminhando pela sala até chegar no sofá de couro.

[ Pv do Yoongi OF]

O couro vermelho do sofá naquele canto me fez observar o cuidado do Yoongi com meu corpo. A mão dele acariciava minha costas, as pontas geladas dos dedos tocaram meu rosto me fazendo encarar a expressão de: permissão para continuar dele.

— Continue... — tentei novamente soltar a algema do meu pulso. Mas, se tornou impossível até mesmo mexer um pouco o braço. Estava mais apertada. — Me fode como nunca.

— Fica de quatro. — ordenou, dando um tapa na minha bunda fazendo a ardência dominar a região marcada.

— Sim, senhor.

Com dificuldade consegui sair de cima dele. Antes de ficar na posição ordenada senti ele tirar a algema do meu pulso esquerdo e prender no braço do sofá. Guiou meu corpo colocando minhas duas pernas sobre o móvel e ficou atrás de mim.

Por sentir meu interior novamente ser invadido dessa vez de forma lenta, deitei minha cabeça no couro do sofá e empinei minha bunda para ele, que deu um breve selar na minha costas antes de continuar.

Deslizando para fora e metendo até o fundo, deixando nossos corpos suados. Senti o quadril dele bater contra minha bunda e isso emitia sons eróticos pela sala. Minha bochecha começou a roçar no sofá, junto da minha respiração descontrolada. Eu não aguentaria mais do que isso, não hoje.

— Rosa. — falei baixinho. Em um breve momento ele se afastou e destravou a algema dos meus pulsos. Me pegou no colo e se sentou comigo em um canto do sofá.

— Foi por mim ou pela dor? — perguntou, se referindo aos meus pulsos marcados pela algema. Neguei com a cabeça e fechei meus olhos, me deitando no seu peito. — Ei, minha pequena.

— Me leva pra casa. — pedi me levantando do seu colo para pegar minha roupa. Ignorei a dor no quadril, na costas, a garganta seca e o sono que sentia para poder me vestir. — Yoon.

— Vou guardar isso. — rodou a algema na ponta do dedo indicador e se levantou digitando novamente a senha do armário para colocar o objeto. Enquanto, eu terminava de colocar o moletom cinza ele foi até a mesa do computador, começando a se vestir.— Tenho que apagar essa gravação também.

— Hyung. — era a voz do Jimin que bateu incessantes vezes na porta. Ele estava com presa para sair dali. — A polícia está ali fora, a gente precisa sair.

Terminei de me vestir e peguei minha mochila do chão. Yoongi sorriu ao terminar de desligar o computador e veio até mim e me ergueu no seu colo. Envolvi meus braços envolta do seu pescoço e deitei a cabeça em seu ombro.

Ele sorriu, me jogando um pouco para cima e encostando a sua testa na minha para caminhar pela sala. Abriu a porta dando de cara com o Jimin, que não questionou nada apenas iluminou o caminho para meu irmão seguir.

— Você sabia o que eu sentia por ela. — Jimin falou, me vendo gemer por alguns movimentos bruscos ao descer a escada. — Só espero que cuide bem, pare de ser tão safado e coloque um pouco de juízo nessa sua cabeça.

— Eu vou, Park Jimin. — sussurro. — Eu vou fazer tudo por ela.

Eu podia ouvir as batidas tranquilas do seu coração. É como se meu lugar fosse perto dele. Seja brigando, beijando, ajudando, sentindo ciúmes, chorando de alegria ou de tristeza, esperando e entendendo que... Foi ele que escolhi. Nós não somos irmãos, não preciso ter medo de ama-lo.


Notas Finais


Hotzinho baunilha. Qual o próximo sabor? Pode escolher, a sorveteria está aberta.
(͡° ͜ʖ ͡°)

Uma pergunta: Alguém aqui quer a Min chamando o Yoongi de Daddy?

Meu comentário sobre o hot: Pesado. Iria ficar muito mais se Eu nao tivesse usado a palavra....

~Então, estou tentando colocar o que aprendi sobre o BDSM aos poucos. Até chegar ao HotDesafio. O mesmo desafio vem chegando por mensagem, mas um diferente de outro. Só lendo alguns livros, já tenho noção de como funciona cada sigla, mas eu quero muito mais. Vou superar 50 tons. Assim espero...

~ Especial: @Biahwatafuck Procurei por vários vídeos, mas meu interesse foi livros. O mundo do BDSM é incrível de todas as formas. Acho q agora todas as fic's minha terão um pouco desse mundo. Obrigada por me apresentar ele. ❤

___________XXX____________________

Aparti de amanhã será os meus rascunhos. E infelizmente a MhB está chegando ao fim. Só esse mês de Julho e acaba.

~Quem não tem teoria, a hora de dizer a verdade é agora. Sexta vou trazer um capitulo imenso revelando tudo.

FCM. ( meta: 20)


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