História My Hated Teacher (Imagine Jungkook) - Capítulo 2


Escrita por: e May_Kpopper

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Red Velvet
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Personagens Originais, Seulgi
Visualizações 476
Palavras 2.458
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Comédia, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Morrendo de amores por saber que são quase 60favoritos apenas com o prólogo. AiAi. Vamos lá, manas.

⚠ ATENÇÃO: O CAPITULO CONTÉM LINGUAGEM IMPRÓPRIA E NÃO PROCURAR INCENTIVAR NENHUM ATO ILEGAL CONTIDO AQUI. LEMBRANDO TUDO É FICTÍCIO.⚠ aviso ignorado com sucesso.

#BoaLeitura!

Capítulo 2 - LoSer.


Fanfic / Fanfiction My Hated Teacher (Imagine Jungkook) - Capítulo 2 - LoSer.

[ Los Angeles, 8:40 A.M]

“Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo...”

Na minha vida, dei várias chances para Kim Taehyung. Para mim ele era amigo, irmão e o único que me entendia. Pelo visto eu estava errada e precisei ser traída, idiota na minha perspectiva, três vezes até chegar ao meu limite.


Com dificuldade comecei a abrir meus olhos e pisquei algumas vezes até ter uma visão mais limpa do que havia na minha frente. O frasco de remédios para dormir, que eu tinha usado noite passada, ainda estava destampado e ao seu lado o copo de água vazio. Não foi uma boa imagem para se ter logo de manhã.

Até pensei em beber mais um remédio e completar o dia todo dormindo, mas me lembrei que tem alguém que devo agradecer pela carona da noite. Me sentei na cama, tendo a visão do meu companheiro felino da vida.

— Ei, Ice...— chamei o nome do felino. Toquei aqueles belos pelos negros em um carinho e sorri ao ouvir o ronrona do Ice. Nome esse que eu mesmo escolhi pelo fato de não ser tão carinhoso como outros felinos, mas mesmo assim inteligente como um ser humano. — Me deixe levantar.

O fino miado dele e logo o alongamento de seu corpo deu lugar à um enorme espaço vazio em minha cama. Tirei de cima de mim o edredom e levantei, pisando no chão frio até calçar meus chinelos havaiana.

 Uma tontura me fez apoiar a destra na parede e com a canhota massagear minha têmpora lentamente.

— Eu já estou cansada de você! — a voz feminina da minha colega de apartamento se fez presente no corredor. Como vivo em uma república e divido o apartamento com três pessoas fica difícil ter paz nesse ambiente; quando o caso é Miah e Hoseok se intensifica mais. — Abre a droga desse banheiro, coreano maldito! Eu quero entrar e você não está cagando, eu tenho certeza.

— Miah, por favor, menos. — pedi à australiana pelo silêncio. Ela apenas descruzou os braços e começou a bater na porta de madeira. Tirei a mão da parede e caminhei pelo corredor até chegar no cômodo principal do apartamento onde um corpo ocupava o chão da divisão que seria a sala. — Foram em qual balada ontem?

— Foi rolê...— a voz da pessoa no chão foi tão embolada que me fez revirar os olhos e pensar: à que ponto chegamos? Um coreano muito bonito, Namjoon o nome, bêbado no chão do apartamento. — Nixie, pode me da um remédio? ... Acho que preciso vomitar.

— Vocês dois me pagam. — Miah, pela milésima vez, reclama dos amigos. Ela segurou no músculo do braço do Namjoon, ajudando o mesmo a se levantar e apoiar nela para ir ao banheiro. — A pista ontem estava cheia e bebemos de mais.

Eu poderia achar graça, mas ter uma australiana, dois coreanos e uma brasileira, no caso eu, com personalidades totalmente diferentes sob o mesmo teto não permite que sejamos mentirosos um com o outro. Então, dei de ombro e fui para a cozinha.

O apartamento não é como no anúncio, como quando assinei o contrato à alguns anos atrás, além de ser apenas um cômodo grande divido para sala de estar, cozinha e área de serviço.

 Os quartos ficam um ao lado do outro, sendo o meu o último do corredor isolado dos outros cômodos onde eu posso dormir, ler, ouvir música ou transar em paz.

— Até que enfim, Jung! — exclamou a mais nova de nós quatro, assim que a porta do banheiro foi aberta. Ela arrastou Namjoon para dentro do cômodo e colocou ele na beirada do vaso para poder terminar sua ressaca. — Eu juro que quando terminar meu curso vou comprar uma cobertura e morar bem longe de vocês.

— Você podia ser quieta igual a Nixie e não uma tagarela da porra. — Hoseok ditou irônico e bateu a porta do banheiro, deixando os dois amigos dentro do cômodo e vindo até o balcão, que também serve como divisão de cômodo, se sentar em um dos banquinhos. — Fui no seu quarto ontem e você dormia feito pedra junto do Ice.

— Que bom, é sinal de que o remédio funcionou. — ditei um pouco grossa, colocando a água de açúcar no fogo do fogão. Levei minha mão até a fruteira que havia em cima do armário e tirei uma maçã para mim. — Seu amigo não disse o que ele fez?

— Te traiu. — curto e grosso também. O talento do Hoseok é parecer sem coração e ao mesmo tempo inteligente de mais para ser alguém que se importe com minha grosseria. — Você virou a costas para ele, entrou em um carro e veio embora.

— Não me lembro de ter contado a parte do carro. — fui irônica, levando a maçã até minha boca para poder arrancar um pedaço da fruta vermelha.

— E nem precisou. — o moreno colocou a mão no armário e procurou or uma fruta também, mas diferente de mim ele optou por uma banana. Descascou lentamente e deu a primeira mordida. — Cheguei vinte minutos depois que você e um homem estava com o carro estacionado na garagem. O porteiro disse que ele tinha chegado com você e que depois ficaram conversando.

— É o novo professor de Psicologia. — não devo explicação para o Jung, mas ele faz o mesmo curso que eu então é bom se manter informado. Com um pano em minha destra segurei na alça da chaleira de cor vermelha e virando de uma vez no coador com o pó. — Me empresta a moto hoje?

— Tenho que ir pro estúdio e depois pra faculdade, acha que vou a pé enquanto você usa ela para corrida? — a pergunta em um tom de deboche me fez revirar os olhos. Abri o armário que estava acima da minha cabeça e peguei minha caneca para colocar meu café. — Pega logo essa chave e tenta não sofrer um acidente com aquela moto.

Não iria perder meu tempo discutindo com o Jung, então terminei de encher minha caneca e segurei na alça para leva-la comigo em direção ao meu quarto. Quando entrei no mesmo, empurrei a porta ouvindo ela se fechar atrás de mim. 

Coloquei o recipiente com o café em cima da mesa de estudos e fui até o pequeno guarda roupa de quatro portas que ficava ao lado da janela.

A janela inclusive tinha uma bela visão da avenida principal de Los Angeles, ou pelo menos o fim dela. A borda de madeira pintada de branco formava grandes retângulos preenchidos de vidro, que permitia a iluminação solar no cômodo.

Peguei as primeiras peças de roupa que avistei no cabide e um par de lingeries vermelhas com renda. Joguei sobre a cama e fechei as portas do guarda roupa branco. Para minha breve alegria, Ice deitou-se ao lado da blusa que eu havia escolhido.

— O banheiro está livre! — gritou Miah. Segurei a caneca e bebi um pouco do forte café que havia preparado depois andei até minha porta e abri, tendo a visão clara da minha colega de república usando apenas a toalha para cobrir seu corpo. — Me empresta aquela blusinha vermelha, Nixie?

— Se você fizesse a tarefa de levar as roupas para a lavanderia eu não teria que te dizer que ela está suja. — ditei, fechando a porta do meu quarto e indo em direção ao banheiro. — Se pegar minha blusa sem minha permissão eu faço você ficar pelada onde quer que esteja.

— Eu se fosse você não respondia, Miah. — Hoseok interrompeu ela de falar, encostou no batente da porta do quarto dele e finalmente acendeu o primeiro cigarro do seu dia. — Nixie vai ter resposta para tudo.

— Caralho! Essa república é um saco! — não contente com aviso do amigo, Miah bateu o pé e foi para o quarto dela. Infelizmente é o quarto mais perto do meu. — Eu vou trabalhar naquela biblioteca quase falida que eu ganho mais.

Jung e eu damos de ombro para o chilique da mais nova e entramos nos cômodos diferentes. Assim que entrei, fechei a porta e me encarei no espelho. Minha pele extremamente pálida não condiz com o fato de ser brasileiro do interior e muito menos a falta de entusiasmo para festas é decorrente.

Esfreguei minha mão gelada pelo meu rosto com a esperança de acorda de uma vez, deslizei as roupas confortáveis e quentinhas pelo meu corpo até ficar apenas de calcinha e sutiã que logo tratei de tirar também. Abri a box do banheiro e abri o registro para deixar a água fria cair primeiro.

 Quando finalmente a água morna tocou minha pele senti um arrepio junto de uma sensação de leveza e comecei a molhar meu cabelo também.

Passado alguns minutos debaixo da água apenas sentindo ela me lavar por completo decidi que precisava aliviar minha raiva por Kim Taehyung em alguma coisa que não seja a cara dele, remédios ou bebidas. Fechei o registro e peguei minha toalha pendurada no suporte fixo na parede e me enrolei nela.

— Nixie! — dessa vez era o Namjoon me gritando, provavelmente na intenção de me deixar surda. — O Jung pegou a porra do meu fone ou foi você?

— Se ela tem o dela, pra que vai querer o seu, mané? — o próprio Jung respondeu ao amigo e pude ouvir a porta ser batida com força. — Vou deixar a chave para você em cima do balcão. Galera, eu fui!

A porta se fechou com força e o silêncio no apartamento voltou. Abri a porta do banheiro e sai, andando tranquilamente e seguindo em direção ao meu quarto. Fechei a porta e deslizei o tecido grosso da toalha pelo meu corpo até ficar seca para vestir a calcinha box vermelha e colocar o sutiã com um pouco de presa.

A roupa que escolhi iria me proteger do frio que é em Los Angeles durante a parte da manhã nas estradas. A blusa preta lisa e que tampava meu busto com cuidado, porém deixava à amostra um pouco da minha cintura que logo foi coberta pelo tecido vermelho da calça. A blusa de frio quentinha que eu havia escolhido era branca e pesada; presente de uma vizinha.

Com tudo pronto, passei o pente pelo meu cabelo e coloquei um cordão de cruz para acrescentar como acessório da roupa. No meu rosto deslizei minha mão com um pouco de protetor solar e aproveitei para trazer a cor vinho para meus lábios usando um batom.

— Ice, fique bem. — ditei para o felino que dormia na cama e que logo me respondeu miando fino. Peguei minha bolsa preta e a caneca de café para sair do quarto e do apartamento. — Vou com a moto do Hoseok, alguém quer carona?

— Vai correr? — perguntou Miah, ela terminava de tomar o suco verde que preparou. Mesmo sendo tão magra e bem de saúde ela continua fazendo dieta atrás de dieta e ignora a própria saúde. Suspirei e afirmei com a cabeça. — Vou com você.

.

.

.

[ Ruas de Los Angeles, 9:12 A.M]

A adrenalina corria pela minha veia e mesmo com o equipamento de segurança e luvas de proteção eu sentia que o vento colidia contra meu corpo e limpava minha alma de uma forma que a água não podia. 

As ruas de Los Angeles são tão limpas e bonitas que desviei o mínimo da minha atenção para os enormes coqueiros que serviam de sombra sobre os carros.

— Nixie, acorda! — a ponta da unha da loira que segurava forte em minha cintura marcou de leve minha pele, me fazendo girar o acelerador em sentindo ao lado da frente da moto para ir mais devagar. — Achei que iria correr só na pista.

— Sessenta por hora não é nada. — tentei manter o controle para não dizer a ela nada muito grosso. Soltei a mão esquerda do guidão da moto e balancei ao lado do meu corpo para controlar o frio que sentia nela. — Vai ficar aqui?

— Vou. — ela suspirou e olhou para os lado, soltando minha cintura. Ali no meio da rua e parada no sinal de trânsito coloquei meus pés no chão e deixei que ela descesse da garupa. — Alguém naquela apartamento tem que trabalhar. Tatuador, estagiário ou balconistas como você gastam o dinheiro em outra coisa que não é da minha conta.

— Quem faz a compra do mês sou eu, Miah. — tentei novamente não ser grossa com ela. Minha convivência com ela me fez testar minha paciência como nunca antes; se quebrar uma unha ela chora e se coloca uma roupa pede opinião e não aceita ela; essas são as desvantagens de morar em uma república junto com ela. — Tchau, trabalhadora.

Apertei a alavanca da embreagem em direção à parte de trás da moto, girei o acelerador. colocando um pouco mais de velocidade no motor que roncava pelas ruas. 

Com o minhocão de carros formados minha adrenalina apenas começou, a moto passava entre os carros em um perfeito ziguezague dela enquanto meu corpo ficava fixo no seu próprio eixo.

— Ô, sua maluca! — era engraçado ouvir os motoristas gritarem isso logo para alguém que está cursando o último ano de psicologia na universidade que provavelmente o filho ou filha dele estuda. — Depois morre na estrada e a mãe chora.

Cogitei em avançar o sinal para parar do farol a minha frente, mas preferi ficar ali olhando para frente até me sentir observada e essa sensação logo se concretizou quando olhei para o lado e um garoto, muito bem conhecido por mim, passava a mão pelo queixo e segurava firme no volante. 

O motor do carro roncava com o incentivo dele, me dando o luxo de abaixar a viseira do capacete e colocar uma música no fone e fixa-lo em meu ouvido para me ajudar na corrida.

— Ei gostosa, vamos apostar. — o motorista perguntou, colocando a cabeça para fora e logo sorrir ao mostrar a pulseira verde que ele usava indicando que era um dos participantes da corrida. Mal sabe ele que meu nível é o vermelho. — Meu carro e esse relógio em troca do seu corpo fantástico.

— Claro, mas meu nome não é “gostosa”. — forcei um sorriso e não resistir em segurar no acelerador e mesmo com os freios ativados consegui soltar muito fumaça ao lado dele. Só parei com o cheiro de borracha queimada. — Até a entrada do evento, Loser!



Notas Finais


Roupa da Nixie:
https://goo.gl/images/DTz6y4

~Olha só, uma personagem que faz intercâmbio e não mora em um apartamento luxuoso como em toda história que leio por ai...

E que amigos são esses da Nixie? Eu não conseguiria viver um dia com a Miah. E pelo visto os dois garotos vão viver em pé de guerra!

❤❤❤❤❤


FCM. ;-;


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